Ministro da Economia confrontado com Borda D´Água

Álvaro ri de Gaspar a bandeiras despregadas

Cavaco confunde a “Era do Vazio” com a Vera no bacio

cavaco2Estávamos à espera de um discurso do PR e afinal tivemos um discurso de um vogal de uma confederação de agricultores.

Grotesco, penoso, patético! A senilidade tomou conta do mais alto cargo da nação. Temos de remover este funcionário público. Alguma ideia?

“O presidente da República não governa e não é responsável pelos actos do Governo”, afirma, categórico, Cavaco Silva, à Fátima Campos Ferreira, na RTP 1, nos prolegómenos ao Prós & Prós.

E quando o Governo viola de forma sistemática a Constituição que o PR jurou defender? Também não é responsável por permitir essa violação reiterada?

Mais Notícias da Horta (isto anda tudo ligado)

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Mais Notícias da Horta

(versão integral)

via João de Sousa / ergoressunt

Notícias de Última Hor(t)a

climaKing’s College London, a Harvard Business School e as restantes sete universidades da Ivy League acabam de acrescentar aos curricula dos respectivos MBAs e Doutoramentos de Economia, Finanças e Negócios uma “cadeira” de Meteorologia e Investimento, anual e obrigatória.

Depois de ouvirem Gaspar, hoje de manhã, os Reitores foram unânimes no reconhecimento da indispensabilidade do profundo conhecimento deste tema para o exercício futuro de funções ao mais alto nível, quer da Governação, quer da Governança.

Destaque ainda para o lugar central que o Borda d’Água adquiriu nas Bibliografias obrigatórias dos mais ambiciosos. Em resultado, a vetusta publicação esgotou de imediato na Distribuição, constituída sobretudo por invisuais, amblíopes e romenas com dois filhos pela mão e outro ao colo.

Contributo para um sindicalismo mais educado

profsAlguns perigosos anarco-sindicalistas-católico-ecologistas de feição maoista, que se acoitam nos sindicatos dos professores, tiveram a peregrina ideia de marcar uma greve para um dia em que deviam estar a trabalhar – na circunstância a vigiar exames.

Estes radicais-extremistas, uns, e extremistas-radicais, outros, maioritariamente oriundos dos bas fonds artístico-literários e do lúmpen proletariado mais recalcitrante e falho de maneiras, pretendem assim perturbar o regular funcionamento dos seus locais de trabalho e, desse modo, ter algum impacto no… bem, no regular funcionamento dos seus locais de trabalho.

Este sindicalismo não é um sindicalismo educado. Não é um sindicalismo respeitador. E todos conhecemos o valor e a importância do respeitinho, que é muito bonito desde que seja o nosso respeitinho. [Read more…]

Mouseland (legendado)

Qualquer semelhança com as democracias ocidentais é pura coincidência
 
João de Sousa 

A Rã que queria ser um Boi (nova release)

merkel17 amigos juntaram-se e acordaram entre si que futuramente dariam preferência, sobretudo, às transacções entre eles. Alguns poucos, e um em especial, tinham mais coisas e, sobretudo, incorporavam mais know how nos bens e serviços que vendiam e prestavam, que os restantes, a maioria.

Decidiram até criar mesmo uma unidade monetária comum para facilitar as transacções entre si, por mero acaso desenhada à medida dos interesses dos mais fortes.

Nesta “economia fechada” dos 17, as relações foram evoluindo de acordo com as regras de mercado e seguiram o seu curso natural e previsível. Os mais fortes foram acumulando riqueza, que emprestavam aos mais fracos para estes lhes comprarem mais bens e serviços, e os mais fracos acumularam dívidas, resultantes das aquisições acrescidas dos respectivos juros.

A Balança dos primeiros foi ficando cada vez mais Superavitária e a dos outros cada vez mais Deficitária, uma vez que nunca tinham liquidez para investir nas áreas adequadas ao equilíbrio das contas.

A certa altura os primeiros ficam preocupados com as dívidas e tentam obrigar os restantes, à força e de forma violenta, de repente, a equilibrar as respectivas Balanças, até anularem o deficit e pagarem as dívidas. Para isso forçam os países mais fracos a reduzir dramaticamente as suas despesas, através da redução dos consumos, de modo a encaminharem esse remanescente das receitas para o pagamento das dívidas. [Read more…]

Passos Coelho a Nobel da Economia?

41798_65198417291_7710_nMuito se tem dito, e escrito, acerca das opções de política financeira e económica do 1º ministro Passos Coelho, alguns elogiando outros denegrindo. A meu ver, todos estão errados.

É comum, entre as mentes menos esclarecidas, aceitar de forma acrítica ou rejeitar sem fundamento, as teorias verdadeiramente revolucionárias e que representam um vigoroso salto em frente no pensamento e conhecimento humanos. E Passos está a ser vítima desse tipo de inércia característico das pessoas vulgares. Vejamos mais detalhadamente as razões que me assistem na formulação de tão categórica asserção.

Começo por esclarecer os mais cépticos sobre as razões que me têm tolhido o verbo na análise dos aspectos macro-económicos da crise que afecta a zona Euro, em particular, e a União Europeia, em geral. Tal facto deriva apenas do “encolhimento”dos meus rendimentos – assoberbado pelas necessidades do dia a dia, as minhas atenções têm recaído sobre questões cada vez mais pequenas, isto é, micro económicas, como a renda da casa, a alimentação, a conta da farmácia, etc.. [Read more…]

Há mais vida para além de “bater punho”

Miguel mostra alternativas a "bater punho"

Miguel mostra alternativas a “bater punho”

“Bater punho com a Tânia até às tantas…”: Esta frase do Miguel Gonçalves, o rapaz do Impulso Jovem que acabou antes de começar, martela de forma impiedosa na minha cabeça suscitando-me várias perplexidades:
– porque razão duas pessoas jovens e saudáveis não encontraram nada mais interessante para fazer?
– e depois, será que nunca lhes passou pela cabeça variar?
– ou ainda, e porquê até às tantas? Podiam, por exemplo, começar por bater um bocado de punho no carro; em seguida ir comer uma refeição ligeira a um sítio giro; fazer depois um passeio romântico e filosofar sobre os mistérios do Bom, do Belo, do Justo e do Verdadeiro; trocar promessas eternas, quaisquer que fossem; querendo mesmo, bater mais um bocado de punho, vá; e, por fim, passar aos capítulos seguintes do empreendedorismo com paixão em local mais recatado.
Perante tão escatológicas dúvidas decidi atirar-me aos escaninhos da minha memória, não deixando gaveta por revirar, almofada por levantar ou canto por espiolhar e, após alguns minutos, o meu subconsciente regurgitou outro pensamento do Miguel Gonçalves que trouxe alguma luz sobre o assunto e, ao mesmo tempo, aportou novas interrogações. Suponho que o processo do Conhecimento seja sempre assim: niilismo, cinismo; sarcasmo e orgasmo!
Que terá dito o tipo de tão interessante que justifique tais prolegómenos? Helás! aqui vai: “se não os sentes a tremer é porque não está a acontecer”. Como vêem este pensamento, se conjugado com o anterior, abre todo um universo de respostas e interpretações. Mas também vem prenhe de um alargado conjunto de interrogações e perplexidades.
Talvez não haja contradição entre “senti-los a tremer” e “bater punho”, podendo “estar a acontecer” o primeiro em consequência do segundo. Ou talvez seja outra coisa… Não tenho uma resposta pronta, mas prometo continuar a debruçar-me sobre o assunto e, muito em breve, voltar a ele mal encontre algumas respostas.

Libretto para uma Ópera bufa

Os amigos de Gaspar

Alguém acredita que Passos Coelho e Gaspar não sabiam de antemão que o Tribunal Constitucional iria declarar inconstitucionais algumas normas da Lei do Orçamento de Estado para 2013? Não creio.

Toda esta encenação, feita pelos dois representantes, ex aequo, da D. Merkel e dos mercados em Portugal, teve como único objectivo esconder que o programa da Troika resultou num falhanço monumental e justificar o pedido do 2º resgate. Transferindo para terceiros a responsabilidade pelo erro colossal de todos. E os especuladores lá vão engordar mais um bocadinho.

Passos e Gaspar, os actuais Miguéis de Vasconcelos, deviam ser julgados por traição ao Estado e ao Povo portugueses. Foi para isto que lhe pagámos os estudos?

Que merda de libretto tem esta Ópera bufa de terceira categoria.

Finalmente uma boa notícia

enfermeiraParece que a política do governo começa por fim a produzir os seus frutos de forma assinalável. Sobretudo no plano da sustentabilidade da Segurança Social.

As más línguas do costume diziam que os despedimentos em massa e o desemprego não ajudavam nada ao equilíbrio de contas da Seg. Social.

Essa corja de viperinos extremistas insinuava que haver menos pessoas a descontar e mais a receber (apesar de pouco estas últimas), estava para o equilíbrio das contas como um turista com destino ao Porto apanhar o comboio para Faro.

Ou que fazer emigrar a população em idade fértil não era uma boa ideia para assegurar a estabilidade do sistema e a inexistência de broken links geracionais. Vontade de maldizer está bom de ver.

Os ingleses estão muito contentes com os nossos enfermeiros.

Os alemães pelam-se pelos engenheiros que nós formámos.engenheiros

E, todos juntos, pelam-se pelos descontos que uns e outros fazem para as respectivas seguranças sociais. E pela produtividade que entregam. E pelas crianças que irão certamente contribuir para o futuro dos seus sistemas.

Entre outros assets exportamos pessoas qualificadas e férteis e isso contribui para o equilíbrio da balança, de qualquer coisa, de alguém, algures!

bebés

É ou não é uma oportunidade, cambada de velhos do Restelo?

Que ignorantes, pá!

José Gomes Ferreira e Sócrates… um manipulador de números a comentar um manipulador de números

de Eduardo Maltez Silva

não sendo isento o video, tentarei mostrar um pouco o outro lado dos números. (basta googlar para saber esses dados)

1. NÂO TINHAMOS DINHEIRO PARA SALÁRIOS
nenhum país do mundo cuja oposição impeça o pedido de empréstimos terá dinheiro para pagar os seus salários…NENHUM, nem Alemanha, nem china, nem estados unidos.
o senhor comentador “esquece-se” de dizer em que momento o ministro das finanças disse isso. Foi depois do PSD impedir o PEC4 e quando os juros para empréstimos já ia em 7% .esse “esquecimento” não é isenção…é manipulação de massas. O PSD queria subir ao poder, e tudo valia a pena, colocando o FMI e destruindo Portugal

2. O AUMENTO DA DIVIDA DESTE GOVERNO É HERANÇA DE SOCRATES
O comentador “esquece-se” de dizer qual a percentagem dessa herança de Sócrates no aumento da divida? Tbm se esquece de qual a percentagem de Santana, Cavaco, e os outros governos? Sabem quem foi o único governo a baixar os gastos do estado em relação ao PIB na historia da democracia? Sabem qd crescemos mais nos ultimos 20 anos? sabem quando ouve mais progressos na saude, no ensino, na reforma da seg social? [Read more…]

Estratégias Editoriais

Eu abro uma casa de chá cor-de-rosa num aglomerado residencial com 10 mil habitantes. Conquisto a simpatia e a visita de, digamos, 10% do Bairro, que passa a frequentar o meu estabelecimento.
Um investidor olha para o meu negócio e para os meus clientes e acha que o que dá para um dá para dois. E vai daí abre uma casa de chá cor-de-rosa e assim consegue dividir os meus 10% ao meio, ficando cada um de nós com 5% dos moradores do bairro.
Se tivesse aberto um café azul iria conquistar o seu próprio público, constituído por aqueles que não gostando de casas de chá cor-de-rosa todavia apreciam cafés azuis.
Eu manteria os meus 10% e ele “criaria” um mercado novo de outros 10%. Entre ambos passaríamos a ter 4 mil clientes em vez dos 2 mil da primeira hipótese.

Assim estão as televisões e os OCS nacionais. Copiar o do lado e partilhar públicos é que é. Criar novos é muito arriscado!

Empreendedorismo no seu melhor.

David dobrou Golias

Era este poder sistémico que os Governos dos PIIGS deveriam ter usado desde o início. Esta crise tem efeito boomerang sobre a Alemanha e se os governos dos países sob assistência não estivessem comprometidos pelo seu envolvimento em trafico de influências e outras traficâncias várias, teriam recorrido a ele para colocar a Alemanha em sentido. Isso e mais uma assinalável falta de tomates trouxeram-nos à ignara servidão.

Passos Coelho é um capacho da Sra. Merkel, um indivíduo espongiforme e invertebrado face aos poderosos. E os Portugueses demasiado mansos. Esperemos que o Chipre tenha ensinado uma lição e que todos a tenhamos aprendido.

RESPECT para os Cipriotas e para a sua representação.

Uma questão de perspectiva

A “elasticidade” da Praça S.Pedro (Roma), com a ajuda do Espírito Santo, permitiu ontem, mais uma vez, acolher 1 milhão de pessoas onde normalmente apenas caberiam 100.000 se fossem manifestantes anti-austeridade.

A informação é trazida até nós pela SIC que assim afina pelo diapasão da RTP.

É o primeiro milagre de Francisco ou os peregrinos católicos emagreceram subitamente?

É a Economia, Estúpido!

camilo_lourencoUma análise que até o Camilo percebe!

Diz Passos Coelho, acompanhado pelo Coro de vozes dos principais responsáveis Europeus, que “o que está a acontecer em Portugal é consequência do que se passa na Europa”. É na diminuição do crescimento das exportações que o Governo encontra a tíbia explicação que dá para o fracasso das suas políticas.

Mas, não seria este abrandamento previsível? Era! Mais que previsível era mesmo uma consequência inevitável e uma “tragédia anunciada”. Senão vejamos:

O Plano (em Teoria) [Read more…]

“Eu acuso Balsemão”

Com a devida vénia publico aqui um texto da autoria do Paulo Querido, a quem agradeço a autorização de reprodução, cujo conteúdo subscrevo, palavrinha por palavrinha, João de Sousa

“Eu acuso Balsemão de se alhear do problema da pilhagem nos jornais, que agem como se fossem donos dos acontecimentos.

Eu acuso Balsemão de se alhear do problema da pirataria nos jornais, que pilham as fotografias e os videos das pessoas na net.

Eu acuso Balsemão de se alhear da realidade: as pessoas morrem, deixando os jornais sem audiências.

Eu acuso Francisco Pinto Balsemão de parecer “alheio” aos problemas “graves” desta forma de gerir incapazmente um grupo de Comunicação Social que devia procurar fazer a transição de paradigmas em vez de abusar dos legisladores, o que não lhe trará um cêntimo de benefício.

Nos últimos tempos, Balsemão tem sido o principal artífice da falsa acusação de que os motores de pesquisa se apropriam dos conteúdos. Os conteúdos a que Balsemão se refere não estão protegidos ou sequer sinalizados de que não devem ser indexados pelos motores de pesquisa. Pelo contrário, estão OPTIMIZADOS para serem indexados. Ou Balsemão ignora, ou Balsemão está a ser hipócrita. Ou directo ao metal: o que Balsemão quer, sei eu. [Read more…]

Refundição do Estado… Jornalistas out!

ImageO neoliberalismo tem um aspecto semelhante à “solução final”, porque implica deixar cidadãos para trás, os improdutivos, os que estão fora do sistema e os que não têm nem nunca virão a ter emprego.

Esta limpeza etária, a efectuar sobre os mais pobres, não pode ser registada. Pode sempre haver uma frase ou um gesto que, se e quando as coisas mudarem de sentido, venha a servir de prova no TPI, uma vez que, de facto, estamos a falar de genocídio em função da idade, da posição no processo produtivo e da riqueza. É por isso que as reuniões do grupo dos 30, da Trilateral e de Bilderberg também são à porta fechada.

Enquanto muitos jornalistas considerarem que o problema da inactividade de 80% da população, que já está a ser discutido desde 1995, é uma teoria da conspiração, e persistirem em não ver as implicações macro das teses que vão timidamente vindo a público, este processo vai continuar a seguir o seu rumo traçado há muito.

A refundação do estado, de Passos Coelho e Moedas – e da Goldman Sachs – tem diversos elementos com implicações na esperança média de vida e na mortalidade infantil, dos pobres, claro, que são pequenas peças dessa “solução final”, ou “eugenia”, se preferirem.