O Rally de Braga, o Enterro da Gata e os TUB

tub_enterro_da_gata2
Jactância não falte nunca aos talentosos gestores dos Transportes Urbanos de Braga!
Não falte!
Por estes dias, vai acontecer em Braga uma corrida de carros, dentro e à porta da zona antiga da cidade bimilenar. A corrida de carros vai naturalmente trazer alterações ao quotidiano de quem visite, de quem trabalha ou estuda na cidade e que, por essas razões, pretende chegar aos lugares de trabalho ou de estudo.
E é nestes últimos que me vou focar.
Assumamos que a realização de um corrida de carros dentro de uma cidade que se orgulha dos seus dois mil anos de história é consensual.
Posto isto, a cidade organiza-se e prepara-se para o que lá vem. [Read more…]

Isso explica muita coisa…

Mais de metade dos membros do governo desde o 25 de Abril trabalharam na banca” (Público). Qualquer relação com os resultados desastrosos da banca nos últimos anos é pura especulação.

A girl sem experiência bancária que Portas enfiou no Banco de Fomento

O quanto não vale ser militante praticante e, melhor ainda, esposa do homem que elaborou a reforma fiscal tão elogiada por Portas.

Municipalização? Não, obrigado!

Incompetência!

Não, não se trata da palavra-passe mais usada em 2014 – essa continua a ser

Este vocábulo é muitas vezes escolhido para colocar em orações onde entram outros vocábulos como Pedro, Passos, Paulo, Portas ou até, como muitas vezes acontece nas escolas, junto de Nuno e de Crato.

Mas, se há palavra desadequada para qualificar Nuno Crato, essa palavra é incompetência. Aliás, eu diria que incompetente e Nuno Crato são antónimos. Nuno Crato tem sido o mais competente dos Ministros porque consegue colocar em prática toda a sua matriz ideológica inspirada na experiência americana dos anos 80. Diria, que tem uma espírito santo de orelha – David Justino, mas não deixa de executar o seu papel com enorme competência.

O péssimo professor de matemática que desfilava apontamentos de ignorância em todos os planos, nomeadamente nos mais inclinados, teimou em falar sobre tudo e sempre com uma tónica – a Escola Pública, como está, não serve.

E esta Escola Pública não serve porque ainda permite (a poucos, é certo) a possibilidade de aceder a um dos dois únicos mecanismos de promoção social – o outro são as juventudes partidárias. A aposta no ensino privado foi uma marca de Nuno Crato que, a seu tempo, a TVI mostrou ao país. Essa aposta é concretizada de diferentes formas – se por um lado entregou mais dinheiro aos colégios privados, por outro iniciou um processo de privatização que alguns teimam em chamar municipalização. Nuno Crato, no quadro de um governo hiper-competente, apresentou a alguns autarcas uma proposta de contrato para transferir competências para o nível municipal. Vejamos, então, em cinco pontos, o que está em cima da mesa: [Read more…]

Graduação é o tempo de serviço e a nota da formação. (ponto!)

Os erros do Governo na colocação de Professores são recorrentes e consequência da dificuldade em gerir um processo muito fácil de conduzir. Não fosse o caso de estarem neste momento vários incompetentes à frente do MEC até porque há escolas, há alunos, há professores. Não há é aulas. Certamente, um detalhe, sem importância.

É só meter o Excel a funcionar e está a “andar de moto“. Confesso que já não dou para o peditório Crato – ele, um cadáver político, que entrou como o mais rigoroso de todos os rigorosos, desceu por um plano inclinado e acabou desfeito no chão da 5 de outubro. Sobre ele, the end!

Agora, quanto aos concursos, calma aí, porque os laranjinhas não vão ficar a falar sozinhos.

Vamos lá então, explicar estas coisas, especialmente a si, caro leitor, que de profs percebe pouco, mas que tem alguma curiosidade em entender como é que cerca de 100 mil professores são colocados.

As regras dos concursos, tradicionalmente, juntam dois factores: nota da formação inicial com o tempo de serviço (um valor por cada ano de serviço). Um professor que acabe o curso com 14 e trabalhe 3 anos irá concorrer com 17 e um professor que acabe com 16 e trabalhe um ano concorre com a mesma graduação: 17.

Foi assim durante muitos anos, até que um dia, uma senhora, agora condenada, resolveu inventar a roda e começar a pensar em esquemas alternativos de alocar os seus recursos humanos às unidades de gestão (esta frase saiu mesmo perfeita, não????). [Read more…]

Educação em estado de Citius

A justiça entrou no PC e não saiu?

Não há crise, suspende-se.

No caso dos Profs, saiu quem não devia?

Não há crise, anule-se!

Intenção

Quem já pegou num livro de psicologia ou, mais simples ainda, quem teve um puto a jogar à bola dentro de casa sabe que as coisas se partem por obra e graça do espírito santo. “Partiu-se”, “Não fui eu”…

Tenho pensado muito nisto quando vejo no poder pessoas como Nuno Crato ou como a Paula Teixeira da Cruz. A existência de um erro isolado é algo absolutamente natural e, em alguma medida, compreensível. Mas, um olhar atento para a matriz desta governação permite perceber que estamos longe de encontrar um acto isolado. Até parece que há uma intenção deliberada de destruir tudo o que é serviço público.

São os concursos de professores, aliado ao aumento do número de alunos por turma e ao investimento no ensino privado.

É a Ministra Paula Teixeira da Cruz que resolveu meter um pilar da democracia e do estado de direito dentro de um computador avariado.

São os laranjinhas da UGT que assinaram um acordo com o governo que retira dinheiro à segurança social para pagar o aumento do salário mínimo.

Educação. Justiça. Segurança Social.

Podia trazer aqui outras dimensões, mas penso que estas referências são suficientes para que, pelo menos, se questione o governo: incompetência ou intenção?

 

Ol-á, Corne-to

corneto-olaEspe-ro que goste-m do novo corn-eto de Verã-o.
Este ainda está quentinho!

Pagamento em gelados?

1959412_547710768682194_7149984239613522902_n

Subitamente, um erro – ou mais do que um, ao que parece – num cartaz da Olá, marca representada pela empresa Unilever, assumiu proporções mediáticas nas redes sociais. De tal modo, que até foi notícia de jornal. Nesta notícia, dão-nos conta da justificação da Unilever para este erro absolutamente inaceitável numa empresa com tão grande visibilidade: “Verificou-se um lapso na produção destes materiais que foram distribuídos indevidamente, facto que muito lamentamos. O Departamento de marketing da Olá já tem conhecimento desta ocorrência, pelo que as referidas peças estão já a ser retiradas”.

Acontece que o «lapso na produção destes materiais» dura há pelo menos dois anos, ou ocorreu também há dois anos, como bem o documentou aqui o meu colega aventador Ricardo. Não terá, na altura, tido estas repercussões. Talvez poucos tenham reparado, talvez poucos tenham lido o Aventar. O que é certo é que, se alguém denunciou este erro em 2012, ele não foi corrigido.

[Read more…]

Temos medo de viver neste fim de mundo

Uma mulher morreu na rua, na freguesia de São Romão, em Resende, porque, segundo o comandante dos bombeiros, as unidades de saúde mais próximas estão todas a uma hora de distância. Quando os governantes dizem que o país está no bom caminho, querem dizer o quê? O deputado Miguel Tiago explica, no vídeo.

Roubei o título a uma frase de um anónimo citado na reportagem: fiquei a pensar que se aplica ao país todo.

Bem vindos ao século XIX

Porque não ter uma base de dados central com todos os acórdãos, disponível on-line!? Acórdão do caso Freeport não ficará disponível antes de Setembro. Os senhores meritíssimos(?) juízes estão de férias…

Horários zero: o desnorte do Ministério da Educação

Primeiro, o Ministério da Educação e Ciência (MEC) quis obrigar as escolas a indicar, até dia 6 de Julho, quantos horários-zero iriam ter, antes de terem a certeza de quantos horários-zero iriam ter, com ameaças aos directores, obrigando-os, no fundo, a indicar horários-zero em excesso. Depois, o MEC adiou o prazo da informação para dia 13, porque assim as escolas poderiam ter mais uma semana para continuarem a não ter a certeza do número de horários-zero que iriam ter. As escolas foram, portanto, obrigadas a indicar um tipo de horário que poderia ser designado por horário-zero-eventualmente-um. Pelo meio, os professores com esses horários-zero-eventualmente-um seriam obrigados a concorrer para sair da escola, embora pudessem, a qualquer momento, ser repescados, caso as escolas viessem a confirmar que, afinal, havia horário para esses mesmos professores, que passariam de um horário-zero-eventualmente-um para um horário-efectivamente-um. Depois disto tudo, o MEC ter-se-á lembrado de pedir às escolas que indicassem o mínimo de horários-zero possível, para além de, aparentemente, permitir que sejam abertas turmas de ensino profissional que estavam, até aqui, fechadas. [Read more…]

O Partido Socialista agride também a gramática

Numa breve incursão pela página do Partido Socialista, para além de confirmar aquilo que Miguel Relvas afirma, descubro que a incompetência se estende à escrita. Uma das regras mais básicas da pontuação é a que afirma que o sujeito e o predicado não podem ser separados por vírgula. Aqui, podem ler as seguintes frases:

Paulo Campos, lidera a lista da Guarda, Fernando Medina, é o primeiro nome da lista por Viana do Castelo, Pedro Marques, concorre por Portalegre, e Ricardo Rodrigues encabeça a lista pelos Açores.

Vieira da Silva, é o cabeça de lista por Setúbal

É claro que a crise é mais importante do que as vírgulas, mas era escusado revelar ignorância também naquilo que é básico.

"O maior escândalo do século na medicina"

“O maior escândalo do século na medicina”

( Façam o sacrifício de ler, pois creio que vos trará algum proveito)

Exerço clínica há quase 50 anos, desde uma clínica um tanto primitiva da primeira fase da minha vida, em plena serra da Gralheira e no interior da Guiné, até à clínica especializada da maior parte da minha vida. Portanto, tenho direito a algum crédito naquilo que digo. E o que digo não é bom nem agradável.

Clama o Sr. Wolfgang Wodang, presidente da Comissão de saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, que a campanha da “falsa pandemia de gripe, criada pela Organização Mundial de Saúde e outros institutos em benefício da indústria farmacêutica, é o maior escândalo do século na medicina”. Ele vai pedir um inquérito para analisar a pressão que os laboratórios terão exercido sobre a Organização Mundial de Saúde. De facto, mais grave do que isto não é fácil conceber.

Claro que, como diz o povo, “tarde piaste”, ou “agora agarra-lhe no cu com um gancho”, ou ainda “agora adianta-te um grosso”. Com cinco mil milhões no papo, a indústria farmacêutica faz um manguito e farta-se de rir à gargalhada. Só não estará totalmente satisfeita, porque uma boa parte da população já tem os olhos mais ou menos abertos, muitos médicos e outros agentes de saúde não são otários, e, portanto, marimbaram-se para o esquema, mandando às urtigas as vacinas, senão não eram cinco mil milhões, mas dez mil, quinze mil ou vinte mil milhões. A não ser que os governos já as tenham todas pagas, mesmo as não utilizadas. Se assim for, só lhes resta ensopá-las com batatas.

De pés bem assentes na minha vida e experiência clínicas, com a responsabilidade que sempre procurei ter, mas de pé atrás pelas inúmeras patranhas a que há anos estou habituado, e também avisado desde início desta “pandemia” pela análise lúcida e isenta de muita gente, quer do mundo médico quer do mundo político, como por exemplo o Prof. Vaz Carneiro e Ignatio Ramonet, eu não tomei a vacina, não a prescrevi nem a aconselhei a nenhum dos meus pacientes, nem tão pouco aos meus familiares, nomeadamente filhos, noras e netos. E não estou arrependido. Nem eles, creio eu. [Read more…]