Por uma boa causa:
No Limite da Dor
“Ultrapassámos os limites do tolerável e do suportável. Ontem, o estudo acompanhado e a área-projecto eram indispensáveis e causa de sucesso. Hoje acabaram.
Ontem, exigiram-se às escolas planos de acção. Hoje ordenam que os atirem ao lixo. Ontem Sócrates elogiou os directores. Hoje reduz-lhe o salário e esfrangalha-lhes as equipas e os propósitos com que se candidataram e foram eleitos.
Ontem puseram dois professores nas aulas de EVT em nome da segurança e da pedagogia activa. Hoje dizem que tais conceitos são impróprios. [Read more…]
Yo, María del Totoral-Ensayo de etnopsicologia de la infáncia-4
casa de adobe, casa de pobre o casa rural
Prácticamente, yo diría que este es el contexto de la vida de María Cecilia, desde pequeña, hasta huir de casa y ganar la vida por sus propios medios, en casa de parientes, como empleada de profesores antiguos que tuvo, como D. Nolfa, un profesor de Corinto, el Sr. Días, etc. No gustaba de vivir en la casa de sus padres, hasta el cambio que ya mencioné, al comprar el padre una casa en Talca que ella trató de ordenar y limpiar. Como dice claramente en su entrevista y en los textos que escribe, no le gustaban las casas de los papás porque ni muebles había. Sus formas de pensar, actuar, recordar, nos hace pensar que la terapeuta que trató de ella y le ayudó a vivir con alegría, es como el caso de Melanie Klein e su análisis de Richard en 1939. [Read more…]
Presidenciais: Conclusão
O Prof. Cavaco Silva, a meio do discurso de vitória, afirmou que o seu próximo mandato será pautado por uma “magistratura actuante”. Ora, o anterior foi, palavras do próprio, uma “magistratura de influência”. Posso estar confundido mas de “influência” para “actuante” vai uma enorme diferença.
A mudança é fruto do que se passou durante a campanha eleitoral e, de igual forma, do resultado final destas eleições. Podemos olhar para os resultados de várias maneiras e conforme os gostos – Cavaco Silva, Fernando Nobre, Francisco Lopes, José Coelho e quase quase Defensor Moura cantaram vitória. Por sua vez, o valor da abstenção foi o maior de sempre (53,7%) e que dizer do valor dos votos em branco (4,26%) ou dos nulos (1,93%)?
O Presidente Cavaco Silva percebeu, muitíssimo bem, aquilo que aconteceu: venceu, é certo, mas ficou aquém do que desejava fruto de duas coisas muito simples mas bem significativas: uma campanha cuja recta final foi torpedeada por notícias nada abonatórias para a sua honra e honestidade e devidamente “cavalgadas” pelos partidários de Sócrates; um claro protesto maioritário contra o sistema e contra aqueles que, directa e indirectamente, suportaram este governo (fosse através de uma magistratura de influência, fosse pela pressão nunca vista da ala “cavaquista” para uma aprovação “sem espinhas” do actual orçamento de estado). Basta juntar a abstenção recorde, com os votos brancos (cinco vezes mais) e os nulos. E nem me atrevo a acrescentar o voto em José Coelho e parte substancial do voto em Fernando Nobre.
No seu conjunto, o povo deixou uma mensagem clara: o Presidente é reeleito mas o aviso fica feito.
Os outros destinatários não sei se perceberam. Já Cavaco Silva percebeu e daí a mudança de “magistratura”. Da mera e ambígua “influência” para a “actuante” é todo um novo caminho, todo um programa…
Breves notas de rodapé:
1. O discurso de derrota de Manuel Alegre merece um forte aplauso. Foi digno.
2. O resultado de José Coelho no Continente é surpreendente. Na Madeira é um forte aviso de duplo destinatário: para Jardim e para a actual oposição socialista na ilha.
3. A votação expressiva de Fernando Nobre merece destaque: é verdade que foi menor que a de Alegre nas anteriores mas o Presidente da AMI nunca teve a exposição pública deste nem qualquer cargo político de relevo.
4. O discurso de Pedro Passos Coelho foi brilhante e uma bofetada de luva branca em muito boa gente…
(Igualmente publicado AQUI)
José Manuel Coelho venceu no Funchal, no Machico e em Santa Cruz

Todos os resultados por distrito no site do Público.
O presidente de vinte e tal por cento dos portugueses
Com mais de 50% de abstenção, Cavaco conseguiu metade dos votos. O que significa que o presidente de todos os portugueses foi eleito com dois milhões e tal de votos. Cerca de 25% dos eleitores e de 22% dos portugueses. Uma fatia apenas do queijo eleitoral.
Isto numa eleição onde os votos em branco não contaram, já que, caso contrário, Cavaco ficaria aquém dos 50% e haveria segunda volta. Cavaco é pois um Alegre’2006 em dobro, apesar de mais magriço. Já Alegre’2011 passou de um milhão para 800 mil votos, o que representa uma nítida quebra no valor bolsista. Ai, os mercados…
Falta agora saber da apetência do reconduzido presidente para o bombas atómicas e cogumelos nucleares. Por bolo-rei já sabemos que é considerável mas há que mudar a dieta. Um fondue de queijo em molho de parlamento dissolvido far-lhe-á o gosto? Vamos ver o que diz a ASAE, já que estamos perante um prato com validade de alguns anos…
Presidenciais: A noite eleitoral minuto a minuto
Como de costume, o Aventar reuniu e debateu, minuto a minuto, as peripécias da noite eleitoral. Tudo o que foi dito e visto à luz muito própria dos autores do blogue.
Aventar: Boa noite, já com algumas sondagens à beijar as urnas, abrimos aqui o debate sobre as Presidenciais 2011
20:00
FMSá: Cavaco Silva venceu à primeira. Foi ele e a abstenção
20:03
JJ Cardoso: Se ganhar com, dentro dos intervalos, com os números mais baixos. falta saber se o voto do Ministério da Administração Interna também contou.
20:04
FMSá: O Coelho consegue uma votação forte.
20:06
José Freitas: Admito que o Nobre me surpreendeu.
20:06
José Freitas: Contava apenas com cerca de 10 a 12 por cento.
20:06
JJ Cardoso: Pois é Fernando, entendi-te: é o ano do Coelho
20:07
José Freitas: “Em democracia só perde quem não comparece”, diz Maria de Belém. Ou quem comparece e não sabe jogar, digo eu.
20:10
José Freitas: Cavaco ganha, Alegre fica abaixo de há cinco anos, Nobre obtém bom resultado. Nada de surpreendente.
20:11
JJ Cardoso: Vi agora num rodapé televisivo Coelho com 26% na Madeira. Não se faz isto a um Jardim em convalescença. [Read more…]
E esta noite, o Cavaco e a Maria, o que irão fazer?
Os meus parabéns ao presidente dos outros portugueses.
A clamorosa derrota dos Partidos
Ganharam os candidatos que mais se afastaram dos Partidos ou que mais os combateram: Cavaco, sempre a pôr-se acima do PSD e do CDS; Fernando Nobre e José Manuel Coelho completamente independentes. Quanto a Manuel Alegre, é a maior prova da derrota dos Partidos: teve menos votos com o apoio do PS e do Bloco do que quando concorreu sozinho.
O sempre lamentável Pedro Marques Lopes, sobre Fernando Nobre, considera que a postura anti-Partidos é um ataque à Democracia. Pois que seja. Os Partidos são os principais responsáveis pelo estado a que chegámos. A clamorosa derrota de hoje representa a esperança numa Democracia diferente num futuro mais ou menos distante.
Resultados das Eleições Presidenciais – primeiras previsões
O Aventar divulga em primeira mão as primeiras previsões:
Cavaco Silva – 52 a 58%
Manuel Alegre – 18 a 21%
Fernando Nobre – 14 a 16%
Francisco Lopes – 5 a 8%
José Manuel Coelho – 2 a 4%
Defensor Moura – 1 a 2%
Sondagens à boca das urnas
Quem nos salva desta ministra?
Maria Isabel Girão de Melo Veiga Vilar, outrora conhecida entre as crianças e adolescentes portugueses como Isabel Alçada, profícua escritora de Aventuras para a juventude, arrisca-se agora a ficar na História do Portugal recente como a ministra da Educação mais hipócrita e inquisitorial das últimas décadas.
Esta senhora ministra da Educação, num comportamento pré-fascista e censório, lembrou-se de dizer que é “extremamente indefensável” colocar “crianças na rua a fazer reinvindicações”, e isto a propósito da avassaladora onda de justos protestos contra cortes desproporcionais no ensino particular com contrato de associação face ao ensino “estatal”. [Read more…]
Milhares de cidadãos que não puderam votar
É a democracia à moda de Portugal. Tudo porque no Cartão do Cidadão não aparece o número de eleitor.
Foi o caso dos meus pais. 80 anos a arrastarem-se para a mesa de voto, sistema bloqueado, voltaram para trás. Felizmente, iam votar no Cavaco. Bem feito.
Abstenção

O Pedro disserta aqui no Aventar sobre as razões da abstenção. Concordo e acrescento que a insistência em não se discutir o que vai a votos não convida a que a atitude seja diferente.
Apesar de tudo isto, os temerários que ainda assim se deslocam à assembleia de voto puderam presenciar nesta eleição ao choque do país real com o país virtual dos simplexes. Com as mudanças do local de voto trazidas, por exemplo, com o cartão do cidadão, muitos eleitores ficaram impedidos de votar, seja por não saberem o número de eleitor, seja por não saberem a que local de voto se dirigirem.
O presidente da CNE não sabia que se poderia obter o número de eleitor com um SMS. Ou que o site do recenseamento eleitoral poderia dar dar esta informação. Poderia! Pois estes serviços deixaram de funcionar logo que o nível de utilização subiu, colocando a nu o amadorismo da sua implementação. Valham-nos alguns serviços menos usados ainda funcionam.
No país de Sócrates, os simplexes funcionam. O problema é que a votação não ocorre no Second Life, onde pelo menos uma acção de campanha decorreu, mas sim num local físico. Onde as pessoas têm problemas reais que os perfeitos mundos virtuais não resolvem.
Tem um cartão de cidadão ou perdeu o cartão de eleitor? está tramado, a incompetência pode não o deixar votar
Virados para a parede, de castigo, com orelhas de burro, é o que merecem os responsáveis pela vergonha que hoje se está a repetir: eleitores impedidos de votar, porque desconhecem o seu número de eleitor.
Basta ler os comentários que os nossos leitores vão escrevendo nos textos onde tentei ajudar quem procura as indicações para poder votar, porque tem um cartão de cidadão ou perdeu o cartão de eleitor.
O cartão de cidadão contém o número de eleitor, mas para ser lido é preciso um terminal.
A página do recenseamento eleitoral não aguenta os acessos, os sms não funcionam, há portugueses impedidos de votar, falseando os resultados eleitorais. Imaginem que uma segunda volta se decide por um pequeno número de votos como sucedeu nas últimas presidenciais.
Logo à noite vamos ouvir muitas queixas e leituras dos paineleiros do costume sobre a elevada abstenção. Duvido muito que os responsáveis por esta abstenção forçada sejam chamados ao quadro. [Read more…]
As razões da abstenção
Para uns são os mortos, para outros o frio, para outros o desinteresse.
Tudo isso contará um pouco, mas a verdade é que a tendência para o aumento da abstenção resulta de um divórcio, de uma má relação, de uma falta de confiança, de um descrer.
Independentemente dos poderes do PR (as outras eleições enfermam do mesmo) os portugueses não crêem que o ato de votar valha a pena, não acreditam que traduza a manifestação da sua vontade, que mude a situação. Por outras palavras: não se sentem representados e vêem o voto como inútil.
Outros, muitos, sentem-se ultrajados. Entendem que mereciam melhor, que o país mereceria outra coisa. Mereceria melhores cidadãos? Claro, mas sobretudo melhores políticos, mais ética, menos vileza. Políticos mais responsáveis, menos mentirosos, menos imediatistas, menos vendidos.
A abstenção resulta principalmente da descrença absoluta nesta classe política medíocre, sem grandeza nem clarividência, incapaz de cativar o cidadão para a coisa pública, para o interesse colectivo (a que outros chamam nacional). O cidadão, aliás, não acredita sequer que a dita classe esteja, ela própria, cativada pela coisa pública ou pelo interesse colectivo ( ou nacional). Daí ao divórcio vai um passo.
E o passo foi dado numa campanha sem chama, sem ideias, sem rasgos, sem algo ou alguém em que crer. No entanto, hoje à noite, a classe política que nos desmotiva será perguntada sobre as razões da abstenção. As respostas serão os mortos, o frio, o cartão de eleitor e outras menoridades e malabarismos.
Ora, a abstenção deve-se, precisamente, a esse tipo de respostas.
Saiba como obter o nº de eleitor pela net
Muitos leitores têm ocorrido ao Aventar por terem dificuldades em saber o seu número de eleitor e qual a sua mesa de voto.
Além das dicas que damos aqui
e aqui
Recebemos ainda outra de um leitor, a quem, naturalmente, agradecemos:
Mariko K. Yoshida diz:
Gente, também estava a desesperar com isso. Mas descobri uma maneira.
Vão através do site móvel, utilizando os telemóveis.
http://movel.portaldocidadao.pt
Funciona em qualquer internet, eu fiz com o meu velhinho sistema wap e demorei 5 segundos a ter o resultado. Digam isto a toda a gente que tiver problemas em descobrir o número de eleitor.
Ah, podem ir através da net normal também. Vai lá dar à mesma. Descobri isso agora.
Como obter o número de eleitor, e saber em que freguesia está recenseado
Nuno Godinho Marques, porta-voz da Comissão Nacional de Eleições, acaba de dizer em directo à TSF que não é possível obter o número de eleitor via net, recomendando uma ida à Junta de Freguesia, o que já por si é tolo, já que muita gente nem sabe em que freguesia está recenseado.
É falso. Talvez porque entre CNE e o Ministério da Justiça, responsável pela página do recenseamento eleitoral as coisas há muitos anos não corram bem, o que escrevi há bocado (para quem perdeu o cartão de eleitor, ou tem um cartão de cidadão onde ainda não se consegue ler o número de recenseamento), baseava-se na minha própria experiência pessoal, esta manhã, e funcionou.
O único problema é que o acesso à página está muito complicado, pelo que recomendo o envio do sms como expliquei e aqui repito:
enviar um sms (gratuito) para 3838, com o texto com «re», espaço, número do Bilhete de Identidade ou Cartão de Cidadão, espaço, data de nascimento (no formato AAAMMDD), por exemplo:
re 1234567 19740425
Quanto ao porta-voz da CNE, vá ver a página da… CNE, e mais não digo. Só espero que nem senha de presença receba por um disparate deste tamanho.
Previsão de resultado eleitoral
-Sem dinheiro para realizar uma sondagem telefónica, o preço das chamadas está demasiado caro agora com IVA a 23%, nem por isso deixo de avançar com a minha previsão de resultado eleitoral, com rigor mais ou menos científico, antecipando-me aos restantes blogues e generalidade da comunicação social, espero não apanhar com uma multa da CNE ou ter problemas com a ERC. Quem quiser pode comentar, concordando ou discordando, mas importa relembrar que o objectivo é acertar a previsão e não exprimir um desejo ou intenção de voto. [Read more…]
O meu presidente favorito – uma questão de copos
Uma vez que já sei em quem não vou votar, não preciso de andar a reflectir muito antes que chegue o momento de carregar a cruz até ao boletim de voto, novo Gólgota. De qualquer modo, só me interessa o aparentemente improvável: haver uma segunda volta.
Livre que estou de dúvidas, quedei-me ocioso e deu-me para pensar: qual terá sido o meu presidente favorito?
Não seria lícito exigir a outros a perfeição de que a Natureza não nos dotou e acabei por ficar dividido entre Mário Soares e Jorge Sampaio.
Um dos primeiros critérios que uso para definir se gosto de alguém que não conheço pessoalmente resume-se nesta pergunta de evidente valor científico: “será que iria beber um copo com este gajo?” [Read more…]
Jesus agride um jogador do Nacional
Desta vez foi antes do túnel. Desta vez as televisões filmaram. Desta vez não há Ricardo Costa, embora haja outra vez Rui Costa.
Jorge Jesus não tem personalidade para treinar uma equipa de futebol do 1º escalão. Porque esta agressão é antes de mais uma agressão ao Benfica, que por muito que me custe admiti-lo está muitos furos acima de personagens deste calibre. Ser treinador de uma equipa de futebol não é só saber de tácticas, é também saber estar numa indústria de entretenimento. Seguir o exemplo de Scolari não foi exactamente uma ideia brilhante. Esperemos pelas consequências.
Perdeu o cartão de eleitor? não sabe o seu número de recenseamento? vote na mesma
Quem perdeu o cartão de eleitor, ou tem um cartão de cidadão onde ainda não se consegue ler o número de recenseamento, tem várias opções:
- ir à página do recenseamento eleitoral, e pesquisar.
- enviar um sms (gratuito) para 3838, com o texto com «re», espaço, número do Bilhete de Identidade ou Cartão de Cidadão, espaço, data de nascimento (no formato AAAMMDD), por exemplo:
re 1234567 19740425
A abstenção também é um direito, mas não diga que não votou porque não sabia o número…
Yo, Maria del Totoral-3
a casa de adobe en la que María del Totoral no queróa vivir: símbolo de pobreza
El fundo Las Viñas del Totoral era un castigo. Me fui. Vivía en una casa pobre, una casa triste, sucia, como nos correspondía: éramos jornaleros, no teníamos bienes en ese tiempo donde vivíamos como jornaleros. No éramos pagos en dinero, pero si en los productos descritos más arriba. Recuerdo ver los días viernes, la fila de hombres a pagar lo que debían en productos enlatados, a la cooperativa del propietario. Salían más pobres de lo que habían entrado. La salvación de estos jornaleros para obtener dinero en moneda, eran los productos trabajados por la familia que quedaba en las tierras de las casas cedidas por los patrones, casa y huertas cedidas con ese propósito: la familia se dividía, el padre era trabajador, puerta afuera de la casa, a voluntad del propietario, toda la semana y el día entero, en cuanto la mujer y los hijos eran jornaleros de sí mismos. El producto era llevado a las ferias cercanas, para trocarlo en moneda con los
Eleição Presidencial 2011: analise e comente com o Aventar
Acompanhe, comente, analise e desabafe connosco na noite eleitoral da eleição presidencial
Sol de inverno

Andam desesperados, receando a perda da legitimidade que a simples soma de 50% dos eleitores + 1 confere. Pois assim sendo, aqui está uma excepcional oportunidade para fazermos algo de mais interessante. Quem resida na zona de Lisboa, poderá amanhã visitar a magnífica exposição “Primitivos Portugueses”, patente no Museu de Arte Antiga. Darão o vosso tempo por algo muito mais proveitoso e interessante do que qualquer questão bizantina acerca dos anuais 16 milhões de Euros. No fundo, a dita eleição a isso se resume, postas de lado demagogias, “fazeres de conta” e outras habilidades de poder fictício para patego acreditar.
Voto em José Manuel Coelho

Não costumo ter problemas a decidir. PCP ou Bloco – é sempre por aí. Nas últimas Presidenciais, votei Garcia Pereira.
Desta vez, estive tentado a votar em Francisco Lopes. Mas se o PC queria concorrer a sério nestas eleições, devia ter arranjado um candidato forte, por melhor que tenha sido a prestação do seu.
Assim, e porque Fernando Nobre sempre me pareceu uma criação de Mário Soares, decidi optar por alguém de fora do sistema. Mesmo utilizando estratégias discutíveis, é o único que chama os nomes aos bois. E o único que diz todas as verdades.
Palhaço? Não. Esses são os outros.
Dia de Reflexão:
Estou cheio de dúvidas: Avanço para os “Bolinhos de Amor” ou fico-me pelo “Pão de Ló Fatiado” da Casa dos Lenteirões?











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