
Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação
Jacques Chancel: Mais vous êtes conscient de faire quelque chose d’utile ?
Michel Foucault: Vous supprimeriez ma personne et mes livres, ça ne changerait pratiquement rien.
—Michel Foucault Entretiens radiophoniques, 1961-1983 Flammarion / VRIN / INA***
Dizia-nos ontem o Público que “a proposta orçamental elaborada pelo segundo Governo de Luís Montenegro será entregue esta tarde [8 de Outubro de 2026], às 14h15“. Isto significa que seriam 15h15 onde me encontro e não poderia estudar a proposta a tempo de acabar o texto no próprio dia. Com um dia de atraso em relação ao ideal, espero que a amostra seja do vosso agrado.

O ministro de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, faz a entrega do OE a José Pedro Aguiar Branco, presidente da AR. Foto: Nuno Ferreira Santos
Após 2012, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017, 2018, 2019, 2020, 2021, 2022 [1] e [2], 2023, 2024, 2025 e 2026, foi finalmente admitida, embora de forma implícita, a razão pela qual muitos representantes do povo têm votado favoravelmente as várias propostas.
Efectivamente, para a tomada de decisões, há partidos aos quais bastam umas ideias gerais (“exigência sobre a revisão constitucional que tinham feito a Montenegro”) e uns nomes de pessoas (“salientam também como dado positivo suplementar a escolha de Paulo Mota Pinto para dirigir o processo no PSD”) . Independentemente do texto. Em suma, o texto não interessa absolutamente nada. Tudo isto poderia ser tramitado através da oralidade, como acontece com umas toalhas de praia compradas na feira ou com uns ovos trazidos da senhora que está às segundas de manhã nas arcadas.
A verdade nua e crua é que quem irá votar o OE2027 não terá lido aquilo que lá está escrito. Uma excepção, já sabemos, será a deputada Eva Cruzeiro. Mas isso não chega. Tudo isto é triste, tudo isto é grave, excessivamente grave, como diria o outro.
De facto, o que encontramos no Relatório sobre a proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2027 (OE2027) (pdf)?
Vejamos uma pequena e simples amostra: [Read more…]
ἄνδρα μοι ἔννεπε, μοῦσα, πολύτροπον, ὃς μάλα πολλὰ πλάγχθη, ἐπεὶ Τροίης ἱερὸν πτολίεθρον ἔπερσεν
— Hom. Od. 1.1
***
Um apontamento da actualidade leva-me a revisitar tema que, como sabeis, ou sabereis, me agrada particularmente discutir. Não, não estou a falar do AO90. Refiro-me a este “do governo [sic] cair”.

A regra que proíbe contracções na presença de um infinitivo pessoal é aparentemente simples de aprender. Em suma, é incorrecto o recurso à contracção de preposição com artigo ou pronome, quando estes iniciam uma oração infinitiva. Por exemplo, na presença de um infinitivo pessoal, os imaginados dos, das, dele, dela, deles, etc., são efectivamente de os, de as, de ele, de ela, de eles, etc..
Vejamos três casos concretos: [Read more…]
With an eye toward future replication and extension studies, we address a range of conceptual and methodological issues that scholars should further elaborate, expand, and refine.
— Saito et al. (2022)
***
A confeção não existe no Brasil. Basta perguntar-lhe, a ele, ao Vocabulário da ABL:

E a confecção?

A confecção existe no Brasil.
No entanto, onde se adopta a escrita em português europeu, por causa daquele “critério fonético (ou da pronúncia)”, inventado em cima do joelho e aplicado às três pancadas, acontece exactamente o contrário, pois debalde procuramos confecção em dicionários com AO90.
Encontramos apenas nos dicionários em português europeu de qualidade, ou seja, sem AO90: [Read more…]
Furthermore, most people within the top 1 percent are what Leona Helmsley called “little people,” as in “Only the little people pay taxes.” The ultra-rich — the 0.1 percent, the 0.01 percent, the 0.00001 percent — pay much lower tax rates than the merely rich.
—Paul Krugman
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A fiscalidade leva-me a regressar ao excelente Krugman.
Perante esta publicação no Diário da República, quem paga as “novas taxas para a freguesia” deve protestar e recusar-se a pagar e quem cobrou essas taxas deve devolver o valor e exigir a respectiva correcção. Além disso, repare-se que estas “novas taxas para a freguesia”, no singular, poderiam ser “nova taxa para a freguesia”, sim, mas também “nova taxa pára a freguesia” — adiante.

Efectivamente, há muitas ocorrências afins no sítio do costume e ninguém se mexe: nem a autoridade (desautorizada desde que o “agora facto é igual a fato (de roupa)” veio à tona), nem quem, na presença de *fatos, cobra e paga as tais “novas taxas”. Sendo verdade que ficar especado a especular é uma prática indígena — e um interessante caso grafofonémico — a história do espetador a espetar descansa-nos quanto à norma a seguir: a de 1945/73.
Exactamente.
Por outro lado e mudando de assunto, estivera eu em Nova Iorque e teria ido ver este fabuloso Knicks–Celtics.

Neste instantâneo da partida, vemos os meus dois jogadores predilectos da NBA da actualidade: Jalen Brunson (com a bola) e o inconfundível Neemias Queta (para completar o ramalhete, à direita, temos Towns e White).
Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.
***
A *redação, também *março, depois *afeta, mas não pára. Não pára? Duas vezes? Sim, pára. Exactamente.

I don’t trust him one iota.
—Cycling MikeyStreets and shoes
Avenues
—Jim Morrison… indicating that Chinese would face perceptual difficulties in these sounds.
–Zhang & Liao (2023)
***
Prestes a terminar 2025, feito o ponto da situação orçamental, quer aqui, quer no Público, convém responder a duas perguntas:
Começando pela primeira pergunta, responda-se não. Pessoa muito chegada pediu-me recentemente informações sobre as alterações da lei laboral. Remeti-a para sindicalista de conhecimento comum. O documento encontra-se aqui (pdf) e aquilo que nele se lê justifica o não ainda agora indicado.
Repare-se naquela inspectiva

e nestes respectivos

Acordo Ortográfico de 1990? Para quê?
Portanto, não.
No que diz respeito à segunda pergunta, a resposta é [Read more…]
Não é a primeira vez que a excelente facção surge no jornal que, irresponsavelmente, há uns anos, anunciou a poupança de letras. Os meus agradecimentos a Marques Mendes e a António Filipe por terem estimulado estas facções.




Recordando:

Hikaru strikes at the center, with c5, following the general rule: if there’s a move on the flank, you strike in the center.
— Daniel Naroditsky (1995-2025)Ne mettons pas la morue avant les boeufs, comme on dit par ici.
— Astérix
***
Antes de 2012, nenhum fato determinaria qualquer transmissão. Essa impossibilidade de fatos determinarem transmissões era um dado adquirido. Todavia, a cegueira ortográfica e a aversão a pareceres levou a que, comme si de rien n’était, nos aparecesse isto:

Quando?
Hoje.
Onde?
No sítio do costume.
Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.
***
David Bell (1959-2025)

Consultar o magnífico Dicionário de Luís de Camões é um prazer e um sofrimento, além de uma necessidade. O sofrimento deve-se ao facto de estar contaminado pelo chamado acordo ortográfico (AO90).
Entrar na letra R acaba por nos proporcionar um divertimento amargo.
Encontramos aí vários verbetes dedicados à recepção da obra de Camões em diferentes países.
Os textos escritos por estudiosos portugueses começam pela palavra-coisa “Receção”. Já o brasileiro Gilberto Mendonça Teles assina o verbete “Recepção de Camões na Literatura Brasileira”.
O chamado acordo ortográfico, se bem se lembram, servia para exterminar ou esbater as diferenças ortográficas.
Refaçamos uma síntese. Com o AO90:
1 – palavras com diferentes grafias passaram a escrever-se da mesma maneira;
2 – palavras com diferentes grafias mantiveram diferentes grafias;
3 – palavras com a mesma grafia passaram a escrever-se de maneira diferente (como é o caso de receção, em Portugal, e recepção, no Brasil);
4 – apareceram duplas grafias quando só havia uma (nós, portugueses, por exemplo, podemos escrever “expetativas” e “expectativas”).
Sobre o primeiro ponto, muito haverá a dizer, mas os outros três deixam tudo dito acerca da comédia que é o AO90.
Por dois motivos:
1-Significa que o Boca não ganhou ao Benfica.
2-Quer dizer que não estão *dececionados — e não estar *dececionado é espectacular.
Marchesín & colegas estarem decepcionados indica-nos igualmente que o jornal A Bola efectivamente continua a não adoptar o AO90, mesmo sem a tal manifesta apatia disfarçada de resistência silenciosa. Mas isso, pois, já sabemos há imenso tempo.

A ocorrência de intersetado deveria preocupar muita gente. Pior: a co-ocorrência no mesmo texto de intersetado e intersetaram demonstra coerência e anula a habitual desculpa de mau pagador da gralha. Evidentemente, os suspeitos do costume continuam a assobiar para o lado. Isto acontecia antes do AO90? Não, não acontecia. E acontece porquê? Porque interceptado>intercetado>intersetado é muito simples e interceptado>intersetado uma improbabilidade, para não arriscar uma impossibilidade.


O teor da notícia merece comentários, sim, mas hoje é domingo.
PS: Obrigado, Manuel Araújo, pelo alerta.
Progressão rima com expressão e com exceção.
Não sei se era essa a intenção.
A composição do novo Parlamento é uma má notícia para todas as forças políticas, com exceção da extrema-direita. Especialmente má para o PS, o que, só por si, deveria preocupar os democratas e as forças económicas e sociais responsáveis. Mas a expressão quase residual obtida pelos partidos mais à esquerda e a não-progressão da IL num contexto de forte crescimento à direita são também sinais de alerta.
Efectivamente, ninguém pára o Benfica. Isso é bom. E não é de agora. Também é bom saber-se que esta é a imagem clara da adopção do Acordo Ortográfico de 1990. Convém que alguém pare com isto.


Exactamente. Efectivamente. Independentemente da propaganda e apesar da alegada resistência silenciosa, a ruptura não engana.
‘Wait a minute, before you answer… You saw that fat man.’
‘Yes.’
‘His name is Mel. He’s from California. I don’t know his real name, but he calls himself Mel. I happen to know that in Detroit his name is Hennessy’
‘ You know him , then.’
— Arthur Miller, Focus
***
Chegados a 2025, reflictamos acerca destes três momentos ocorridos em 2024.
Comecemos pelo momento isto não são gralhas, senhores:

Passemos agora ao momento isto é grave, gravíssimo:

Terminemos, pois, com um momento isto é velho e relho, sim (cf. p. 7 deste pdf), mas continua tudo como dantes:

Até breve.
***
Just loosen him up,
And make him feel bright.
I think that’s all right.
Now add lemonade…
— Sid
***

Não é novidade, mas há sempre quem passe ao lado destas coisas — por exemplo, quem escreve “agora facto é igual a fato (de roupa)” e afins. Se hoje fosse sexta-feira, desejar-vos-ia um óptimo fim-de-semana, com os respectivos hífenes. Mas hoje, como sabereis, não é sexta-feira. Os meus agradecimentos ao excelente Manuel M., obviamente, pela aquisição deste precioso exemplo de ortografia.
***
It’s very boring.
— Sam Shepard***
Não é novidade — pelo menos, para quem anda atento àquilo que efectivamente se passa –, mas a notícia da morte de Liam Payne veio dinamizar o fenómeno.
No fim destas linhas, encontrareis uns fragmentos, recolhidos na CNN Portugal e Euronews.
Note-se que não há nestas notícias qualquer registo de Direction. Há uma ocorrência de Directioner (“ser um Directioner era isso para mim”) — e é tudo.
Note-se.
Além dos One Diretion, também temos o xis fator, também conhecido como X-Fator.
Conheceis?
Ide ao fim destas linhas.
Já agora, se quiserdes qualquer informação adicional, já sabeis, podereis obtê-la junto do Recrutamento da Unidade de Assuntos Jurídicos de Recursos Humanos, através, obviamente, de contato.


Assim vai a ortografia em português europeu.
Agora, os fragmentos: [Read more…]
In categorical perception, discrimination of sounds across a category boundary is easier than discrimination of sounds within a category.
— Boersma & Chládková (2013) (pdf)
***
Efectivamente, o dia 12 de Setembro é um dia importante, como são especialmente importantes todos os dias desde 1 de Janeiro de 2012. Qualquer dia, disse isto há uns tempos, o contato e o fato serão a norma europeia — ou aceites na norma europeia, a par do facto e do contacto, ao abrigo das facultatividades e a reboque do erro, patrocinado (nomeadamente) por quem um dia escreveu “agora facto é igual a fato (de roupa)” e justificado (temo o pior) pela frequência de uso. Já dizia o outro: Quia parvus error in principio magnus est in fine.
Fica o apanhado de hoje. [Read more…]
Mantenho aquilo que é o meu direito ao silêncio.
— António Lacerda SalesPelas razões que já referi, não tenho nada a responder.
— Nuno Rebelo de Sousa
***
Há deputados incomodados com os silêncios de Lacerda Sales e de Rebelo de Sousa. Todavia, não vejo qualquer deputado incomodado com o permanente silêncio de quem escreveu “agora facto é igual a fato (de roupa)“. É silêncio antigo, mas sem referir razões. No entanto, aparentemente, não incomoda.

Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.
***
Ça posera un problème pour la Grèce parce que ça n’a pas très bien marché.
— Michel Foucault (2019: 201)
***
O actual primeiro-ministro de Portugal, na ausência de comentários de antigos primeiros-ministros desse mesmo país, deveria perder alguns (poucos) minutos a reflectir acerca destes fenómenos: os One Diretion, os Artic Monkeys e o novo álbum de Lenny Kravitz (Blue Eletric Light). Poderia acrescentar os fator issues, mas são contas de outro rosário.

É um problema para Portugal, mas a vista grossa, pelos vistos, é feitio. Exactly. Or should I spell exatly? Mon cœur balance.
Primeira nótula: Hoje, por mero acaso (informático), fui obrigado a estar em casa durante a hora do almoço. Resolvido o problema (e terminada a refeição), liguei o televisor na RTP Internacional, em vez de ir espreitar, alhures, aquilo que se passava no Croácia-Albânia. Ainda bem.
Segunda nótula: Há pouquíssimas horas, para curar um ataque de saudade, pus-me a ouvir o Buddha of Suburbia, do David Bowie, mas na versão feat. Lenny Kravitz… Efectivamente, o Kravitz. Ele há coisas… Adiante. Siga.
***

Efectivamente. Os meus agradecimentos ao excelente Manuel M. Já agora, e porque hoje é sábado, Santana Lopes ainda não se retractou relativamente ao “agora facto é igual a fato (de roupa)”.
… noch nicht das Ende erreicht.
— Hans-Georg Gadamer
***
Exactamente.
Esperemos que o programa do XXIV Governo Constitucional (pdf) seja chumbado.
Porquê?
Comecemos por dois motivos.
O primeiro é este:

O segundo é este:

Aparentemente, são o mesmo motivo.
Efectivamente, são motivos diferentes.
Há mais, de outra índole.
Por exemplo, [Read more…]
Tu dì al professore che li raccoglierò per lui
— Tano Cariddi
***
Efectivamente, *contatos.



Continuação de uma óptima semana.
***
de José Pacheco Pereira, regressemos a A São solidária e a função diacrítica de há uns tempos.

W h o
A r e y o u
Who is born
In the next room
So loud to my own
That I can hear the womb
Opening and the dark run
Over the ghost and the dropped son
Behind the wall thin as a wren’s bone ?
In the birth bloody room unknown
To the burn and turn of time
And the heart print of man
Bo w s n o b a p t i s m
Bu t d a r k a l o n e
Blessing on
The wild
Child.
— Dylan Thomas
***
Sim,
é verdade
que a carta de
condução e o cartão
de cidadão no telemóvel
passaram a ter o mesmo valor
dos documentos que trazemos na carteira.
Mas só “em território nacional“, ou seja, só em Portugal:

Curiosamente, a alteração à Lei 19-A/2024 foi
publicada durante a semana passada, no
sítio do costume de 7 de Fevereiro,
no qual encontramos mais
provas do completo
falhanço do
AO90:

Completo falhanço “em território nacional”, sim, mas não só.

Continuação de uma óptima semana.
***
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
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