
Para outras gerações, como a do meu pai, os capitães foram outros, como o saudoso Fernando “Bibota” Gomes ou João Pinto. Para mim, o Porto teve um, e apenas um grande capitão. E o seu nome era Jorge Costa.
Jorge Costa não era o mais dotado tecnicamente. Mas era a voz de comando de um Porto que sentia, lutava e jogava à Porto.
Um Porto que não se ajoelhava, que não vacilava ou se perdia em vaidades, que comia a relva e deixava tudo em campo.
Um Porto nobre e leal, autor de algumas das mais belas páginas desse livro de honra de vitórias sem igual que cantamos no início de cada jogo. [Read more…]

Instado a comentar a época futebolística, Fábio Cardoso, jogador do Futebol Clube do Porto, declarou: “Dou nota oito à época, queríamos mais…”














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