Começar o dia a comer gelados com a testa, com Duarte Marques

Hoje de manhã, ia eu descansado da vida no meu carro, a caminho de um trabalho sem mil ajudas de custo e outras mordomias auferidas por alguns inúteis pendurados no Estado desde a adolescência, os verdadeiros subsídio-dependentes que não dão um peido sem que o erário público lhes pague qualquer coisa, e eis que dou comigo a levar com uma entrevista matinal ao deputado do PSD Duarte Marques.  [Read more…]

Podcasts – Informação (In)útil

“Num minuto, coisas que não interessam a ninguém, mas vai gostar de saber. Curioso, Nuno Miguel Martins procura histórias que fogem à rede das notícias.” Assim é descrito o podcast Informação (In)útil (RSS; sítio).

Neste episódio disserta-se sobre a identidade de Banksy. Noutro, o assunto é o “autor que ninguém conhece do quadro que todos conhecem.” De segunda a sexta na TSF, num formato agradável sobre pequenas coisas embaladas num tema musical.

Que se lixem as eleições autárquicas em Lisboa. Desde que o PS não ganhe

Lembram-se da indignação com que inúmeros notáveis à direita apontavam o dedo ao acordo de esquerda, alegando que o arranjo parlamentar que suporta o governo tinha como principal objectivo afastar a coligação PSD/CDS-PP do poder? Recordam-se dos rios de tinta que correram, dos artigos de opinião irados e da revolta que se apoderou do Caldas e da São Caetano à Lapa? Pois bem, eis que os papéis se invertem. É a reedição do Que se lixem as eleições, versão Autárquicas 2017. [Read more…]

Uma sugestão para a playlist de Eduardo Vítor Rodrigues

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Na hora do almoço, enquanto conduzia, dei por mim a ouvir a playlist de Eduardo Vítor Rodrigues, autarca de Vila Nova da Gaia, na TSF. Devo confessar que fiquei bastante surpreso, não pela escolha musical, que até me pareceu bastante agradável, mas pela ausência de uma dedicatória a Marco António Costa, esse grande obreiro da catástrofe financeira na CM da Gaia. [Read more…]

Manipulação grosseira na ex-rádio-jornal TSF

O João Mendes já tinha chamado a atenção para outra manipulação grosseira por parte de um órgão de comunicação social do mesmo grupo do da TSF, a Global Media.

Agora foi a vez da TSF dar azo a um conjunto de truques para trazer para primeiro plano uma imagem e um título no Facebook, mas que apontam para outra imagem e outro título no sítio desta rádio.

Comprove você mesmo repetindo os passos seguintes.

  1. No Facebook, partilhe o URL http://www.tsf.pt/politica/interior/manif-dos-colegios-agita-final-do-congresso-do-ps-5211869.html. Como descobrirá, o texto e imagem da partilha são os apresentados na imagem seguinte (sem os destaques, claro).
    2016-06-05 18_41 tsf congresso ps
  2. [Read more…]

A estreia de David Dinis como director da TSF

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Filipe Amorim/Global Imagens

David Dinis estreou-se ontem na TSF com um artigo de opinião a comentar o caso de Maria Luís Albuquerque se apoiar nos buracos da lei das incompatibilidades para ir para uma empresa onde, moralmente e legalmente, não devia trabalhar.

Não foi isto que o ex-director do O Observador disse, porém. Para ele, não há problema legal.

Não o digo porque seja ilegal. Olhando para a lei, o facto de ser “não executiva” na Arrow Global provavelmente iliba-a desse ónus.

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A observadorização da TSF

David Dinis será o próximo director da TSF. A direita reforça assim a sua enorme influência na comunicação social nacional, supostamente de esquerda. Para quando Helena Matos e José Manuel Fernandes no comentário político?

Efectivamente: hiperactivo

MRS

Confirma-se: Marcelo Rebelo de Sousa não disse nada daquilo que a grafia por aí (TSFSIC) adoptada poderá sugerir. Rebelo de Sousa é claro: [ativɐˈmẽtɨ] e [ipɛɾaˈtivu] e não [ɐtivɐˈmẽtɨ] e [ipɨɾɐˈtivu].

Ou seja, «activamente – corro o risco de ser considerado hiperactivo», em vez do profundamente enganador «ativamente [?] – corro o risco de ser considerado hiperativo [??]». Em ortografia portuguesa europeia, sff.

Continuação de uma óptima semana.

“Plafonamento vertical”? “Cenário macro-económico”?

As palavras da linguagem técnica e obscura do actual combate político, que o cidadão comum gostaria de ver trocadas por miúdos, como bem lembraram Pedro Lopes Marques e Pedro Adão e Silva na TSF hoje ao fim do dia.

Uma rádio portuguesa, com certeza

TSF

Segundo uma rádio portuguesa, a página do Bloco de Esquerda publicou a carta aberta escrita por Alexis Tsipras, traduzida por um “blogue português”. Ora, para quem não souber, o “blogue português” referido pela rádio portuguesa é o AVENTAR. A-V-E-N-T-A-R. Exactamente: o Aventar.

Não percebo o motivo de a rádio portuguesa não ter dito que a página de um “partido português” tinha publicado uma tradução de um “blogue português”. Ou somos todos portugueses, ou há moralidade.

Agora, vamos ao *Handesblatt.

Em primeiro lugar, não é Handesblatt, é Handelsblatt. H-A-N-D-E-L-S-B-L-A-T-T. Se, na rádio portuguesa, lerem com atenção a tradução feita pelo “blogue português”, perceberão.

Cito:

A maior parte de vós, caros leitores do Handelsblatt.

Em segundo lugar, registo o facto de a rádio portuguesa referir — sem grande êxito, como se percebeu — o nome do jornal alemão e de não mencionar o nome do “blogue português”.

Como não sou mal-educado, ficai a saber que a rádio portuguesa que não menciona o nome do “blogue português” é a TSF.

Lamentável, lamentável, lamentável.

Vergonhoso, vergonhoso, vergonhoso.

Actualização (31/01/2015): Entretanto, a TSF retractou-se. Causa finita est.

tsf retractação

Contraceptivos naturais

Esta manhã, na TSF, o presidente da Associação das Famílias Numerosas garantia que os contraceptivos naturais são perfeitamente seguros. Aqui está alguém que merece toda a credibilidade sobre este tema.

Vítor Rua: o que ser músico significa

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Imagem daqui

A TSF tem uma rubrica chamada «A Playlist de…» (e a palavra playlist estraga logo tudo). Toda a sorte de mais e menos famosos entregaram já nas mãos da TSF as suas preferências musicais, confidenciando na rádio as histórias e razões ligadas às escolhas que compõem a dita … playlist, assim chamam na TSF à música da vida das pessoas. A ideia – pôr no ar música escolhida por quem a ouve e gosta dela, pelas razões particulares que nos ligam às coisas – é em si boa. É o tipo de programa que fica sempre bem numa rádio que quer ser o espelho da sociedade a que as suas emissões se destinam. É também um dever de pluralidade e de memória, em favor da música de diferentes gerações. A música que cada um ouve é uma parte de si. Para aqueles que não se importam de a partilhar, uma rubrica assim vem a calhar – e sortudos os que possam ouvir com agrado, e se possível empatia, essa música de razões subjectivas que a rádio transmite.

Mas a música que cada um ouve é também uma caixa de mistério, uma escolha que em princípio não responde a nenhuma razão mercantil, e que habitualmente não passa na rádio. Isso é bom, uma lufada de ar fresco na névoa pesada e repetitiva da música para grande consumo com que constantemente nos moem o juízo (mas não foi sempre assim). Claro que melhor ainda seria a rádio deixar-se justamente de playlists, que não servem nem a música nem os verdadeiros músicos (que também os há falsos, em grande número até), mas os interesses intermediários e parasitas da criação musical e das indústrias que gravitam em torno dela. Sucede que a dado passo também as rádios sucumbiram aos imperativos dos mercadores de discos, concertos e cervejas, e estragaram tudo (mas a XFM existiu mesmo, e não é possível esquecê-la).

Vem tudo isto que já vai longo a propósito da entrevista que Fernando Guimarães, homem da rádio e também do Aventar, fez a Vítor Rua, uma pessoa que aposto que jamais aceitaria participar numa rubrica chamada «A playlist de…». [Read more…]

E viva a greve

Nada do que se passa passou hoje na TSF.

Enjoo

Para a TSF, comprova-se, contar uma greve não vai muito além do “transtorno” para quem não foi atendido, com historietas que roçam o ridículo, como a do utente do centro de saúde que só ia para pedir uma receita e agora “teria de ir ao privado”, como se a receita não pudesse ser pedida daqui a dois dias.
Mas a minha favorita da manhã foi mesmo a entrevista ao condutor de camionetas que nos últimos tempos só tem feito excursões de protesto. Hoje vai levar médicos do Porto a Lisboa, a semana passada foi outra classe profissional, para a semana será outra.
Pergunta do repórter: “Já deve estar enjoado de tanto protesto, não?”
O condutor não sei, mas eu estou enjoada da TSF.

Polícia para o trânsito para patos atravessarem

Assim seria o título desta notícia, se o Acordo Ortográfico de 1990 fosse de facto adoptado. Contudo, como não é adoptado, temos “Polícia pára o trânsito para patos atravessarem”. Sim, é a tal “apreensão da lógica e da substância“. Efectivamente.

Depois de descobrir as diferenças entre A e B, responda sff à seguinte pergunta: o Acordo Ortográfico de 1990 serve exactamente para quê?

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Einstein a mostrar a língua

E a TSF a mostrar o estado actual da adopção do Acordo Ortográfico de 1990 em Portugal:

A fotografia é uma arte, mas não são necessariamente as obras de arte mais belas que se tornam as mais famosas, mas sim aquelas que registam fatos

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Exactamente: fatos.

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Sim, em Portugal.

Albert Einstein sticks his tongue out to photographers in 1951

© Arthur Sasse/ AFP (http://bit.ly/1nr6nXc)

A “ocupação” da TSF

Isabel Atalaia

Ensaio Geral

Mais do que uma “ocupação” para mim foi uma travessia de muita emoção, que partilhei com a cooperativa O Bando da qual sou membro e que acompanho há 35 anos. Este ano por feliz coincidência o Bando vai festejar a idade da Revolução.
A partir de um convite da TSF e inspirados nesta “Quarentena” O Bando reuniu 50 actores (profissionais e amadores) e músicos.

O ensaio geral foi dia 23, poucos sabiam onde iam ou quem íamos “ocupar”, na primeira hora da madrugada de 24 de Abril, na reunião final de preparação sentia-se a partilha de um pequeno arrepio. Resultaria? Não resultaria? E problemas? E confrontações? [Read more…]

TSF ocupada

Um grupo de cerca de 50 pessoas ocupa as instalações, e a emissão em directo da TSF, “em defesa do direito à palavra“.

O rapaz esquecido

Lá fui para mais um dia de uma primavera que teima em se esconder atrás do cinzentismo coerente com os nossos governantes. Percorri, como sempre, os segundos que separam o mais novo de casa. “Até logo pai“, ouvi eu lá ao longe, depois de um beijo que não quero perder. Mas hoje, perdi. Perdi porque o Fernando Alves roubou-me o exercício da paternidade quando me levou para a noite, longa, de quase 40 anos, do esquecimento do José Alves Costa.

Ele que, bem vistas as coisas, FEZ o 25 de abril.

Em lágrimas pensei no meu Pai.

Também nunca mais voltou a Lisboa e nunca mais voltará. Temo, pois, o que irá sentir José Alves Costa quando voltar a Lisboa – olhar para o Tejo e perguntar: valeu a pena? Foi por isto? Para isto?

Para ler hoje no Público.

Lunaticidade em Portugal e na Venezuela

Temos rido algo sobranceiramente daquelas manias Venezuelanas de antecipar o Natal. Ora, o que se passa aqui é que o FMI vai prolongar a Quaresma. É mais ou menos a mesma coisa, [mas] em vez de [se] antecipar [, perpétua-se]. A época dos jejuns (…), dos sacrifícios, …» RAP, no Governo Sombra.

É de ouvir.

Narcísico Merdeiro

O Supremo Burlão quer antena e vai vendendo a banha que não há: só ele é que está bem.

Rui Moreira, Tango e Governabilidade

Os partidos, os partidos, e os partidos. As lições aos partidos. A moralização dos partidos. É espantoso que o dr. Rui Moreira, nesta entrevista, revele demasiada permeabilidade a uma aliança com o Partido Socialista, vendo nela uma solução natural para a câmara do Porto, o que na verdade equivale a tresdizer [tresleitura dos eleitores!] o que se disse dos partidos e das dinâmicas partidárias no poder local ao longo de toda a campanha.

Para que serviu o terror caça-hereges do dr. Lobo Xavier, o pudor eremita do dr. Pacheco Pereira e os pruridos preferencialistas do dr. Costa, tudo e todos contra a putativa perigosíssima eleição do dr. Menezes, se a eleição do dr. Rui Moreira, ao que parece, já redunda nisto, nesta forma de capitulação?! Dentre todo o tipo de alianças possíveis arquitectáveis para a governabilidade do Porto, alugar agora a barriga aflita de independente inexperiente ao PS de Pizarro para que o PS cresça, lidere, federe, no Porto, não lembrava ao careca. Na prática, quem dança o Tango com o PS, leva um pontapé no cu, não tarda, secundarizando-se naturalmente.

Depois de ter ganho a autarquia sem maioria absoluta, o independente Rui Moreira, apoiado por um certo CDS e um certo PSD enrustido, entrega afinal a sua independência, o seu projecto, as suas ideias, à caução determinante de um partido, o PS?! Se um tango não se dança sozinho, ao dr. Moreira já não importa a governabilidade proporcionada por quem votou nele, por quem confiou nele e por quem o pode apoiar nas causas e batalhas da cidade?! Será preciso chamar o António, que por acaso se chama Manuel Francisco Pizarro de Sampaio e Castro?!

Não percebo como é que os eleitores do PSD-Porto interpretarão esta rendição. Nem percebo o que os eleitores do CDS-Porto ganham com isto. Do que tenho a certeza é que o tal ethos do Porto que aparentemente rechaçou Menezes, os seus porcos assados, as suas bailarinas pimba e os seus interesses nebulosos, também não suporta fraqueza ou demasiado azar na rifa. Como será, dr. Moreira?! Se não é político, vai ter de se tornar num, quer queira quer não queira.

Onde pára? No cartaz!

Parou  e inclinou, Bruno! O cartaz, claro.

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Mas, ao que parece vai continuar viagem e não fica por cá.

Um boa notícia.

Inglês II – aprender francês dá para ser porteiro

Isto nas políticas daquele sujeito com traços de javali.

“Passos revogou

a irrevogável decisão de Portas”. Fernando Alves sobre a irrevogabilidade.

Nuno Crato e a unidade da língua portuguesa

http://patxocashome.blogspot.be/2011/07/falam-de-nuno-crato.html

© Paulo Alexandrino (http://bit.ly/Zu5l3l)

Segundo a TSF,

O gabinete do ministro da Educação entende que as declarações de Nuno Crato numa entrevista a uma revista brasileira foram mal interpretadas.

Numa nota, o gabinete de Nuno Crato notou que há expressões no português do Brasil que não coincidem com o português usado em Portugal.

Ainda bem que na RCM n.º 8/2011 se lê

Ao Governo compete criar instrumentos e adoptar medidas que assegurem a unidade da língua portuguesa e a sua universalização, nomeadamente através do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa e da promoção da sua aplicação.

Portanto, a pergunta era a seguinte: se um ministro de Portugal não consegue transmitir as suas ideias a uma das mais conceituadas revistas brasileiras, porque “há expressões no português do Brasil que não coincidem com o português usado em Portugal“, então o Acordo Ortográfico de 1990 serve exactamente para quê?

Nota: Os meus agradecimentos a João Roque Dias, pela indicação do apontador da TSF.

Sou contra a *co-adoção de crianças por casais do mesmo sexo

Estava sossegado a tomar o meu café, depois de umas páginas sobre o Cícero e o Timeu de Platão, quando, sei lá bem porquê, comecei a ler as notícias do dia e me deparei com um título fundador (já S. Tomás de Aquino lembrava, no De Ente et Essentia e bem acompanhado pelo Estagirita, que “[q]uia parvus error in principio magnus est in fine”). Decidi, muito rapidamente, trazer de novo ao Aventar aquela que é, aparentemente, uma das mais enigmáticas bases do Acordo Ortográfico de 1990 (AO90): a XVI.

Segundo o Público, «[d]epois de Áustria, Finlândia, Alemanha e Israel, Portugal é o quinto país onde a co-adopção de crianças por casais homossexuais foi aprovada». Acrescentaria que, sendo o quinto país em que a co-adopção de crianças por casais homossexuais foi aprovada, Portugal será muito provavelmente o primeiro a não saber escrevê-la. Salvo honrosas e excelentes excepções, como o Público.

Efectivamente, segundo a base XVI do AO90, «[n]as formações com prefixos (como, por exemplo […]  (co- []), só se emprega o hífen nos seguintes casos: a) Nas formações em que o segundo elemento começa por h: […], co-herdeiro […]; b) Nas formações em que o prefixo ou pseudoprefixo termina na mesma vogal com que se inicia o segundo elemento […]; Não se emprega, pois, o hífen […] Nas formações em que o prefixo ou pseudoprefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal diferente […] coeducação».

Ora, sabendo nós [Read more…]

TSF, rádio local

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Já chego atrasado, mas ainda a tempo de bater na TSF na semana em que comemora 25 anos de existência. Não me esqueço de Paulo Baldaia e da forma como colaborou com o socratismo. Nem da forma como vai sempre tentando estar do lado dos poderosos.
De resto, convém lembrar como nasceu a actual TSF. Nasceu quando o então primeiro-ministro Cavaco Silva, esse democrata, acabou com centenas e centenas de emissoras livres, onde se fazia rádio a sério, e chamou-lhes piratas, acabando assim com um dos momentos mais belos da comunicação social portuguesa no pós-25 de Abril.
Ao invés, através de critérios pouco transparentes, criou um feudo para meia dúzia de rádios ditas locais. Entre elas, a TSF. Que, como se sabe, é uma emissora eminentemente local…
Convém não esquecer. E parabéns ao Fernando Alves.

TSF, 25 anos

TSF 20 anos

cartoon alusivo aos  20 anos

Um Charlatão

Deu uma das entrevistas mais interessantes que ouvi nos últimos tempos. Pouco profissionalismo por parte de todos os que nem sequer questionaram a idoneidade do senhor? Pura ingenuidade? Ou o desejo, ainda que insconsciente, de fazer passar a mensagem? Não sei, mas gostei. Muito. Desde a entrevista ao caricato da situação. Parabéns, Artur Baptista da Silva!