A alternativa à A25

Troço da Estrada Nacional 16 entre Vilar Formoso e Guarda. Eis a “alternativa” à  A25…

Los pórticos de la A-62 (Autovía de Castilla) a su paso por Castilla advierten “En Portugal Telepeaje en todas las autovías“. Vergonzoso.
Y si no tienes dinero para entrar en Portugal desde Europa, puedes usar la carretera internacional Nacional 16, un camino semiasfaltado al que un amigo mío llama “O Progresso”. Las carreteras españolas son, en general, mucho mejor que las portuguesas. Por lo menos, los que no tenemos dinero, podemos circular por carreteras dignas. Lo siento por los hosteleros. El próximo verano por culpa de los peajes, muchos restaurantes y hoteles cerrarán.

Jesus Cabanillas.

 

Santiago de Compostela-Madrid em menos de cinco horas

Clique na imagem para ver o vídeo promocional

La Palabra, La Obra. LAV Ourense – Santiago – A Coruña – Adif

E já em 2012, com a introdução de novos comboios híbridos, todo o noroeste da península ficará a menos de cinco horas de Madrid. Entretanto, da Corunha à fronteira portuguesa, já quase toda a linha é nova, moderna, rápida…

Alegria de Ver o Comboio Passar

De antologia. Podia ser assim uma estória na história da Linha do Tua e do caminho-de-ferro que foi Portugal; esta fotografia encontrei-a por aí. Assumo ter sido tirada por volta de 1966-67 na passagem de nível da Estrada Nacional 15 junto ao apeadeiro de Rebordãos, uns oito quilómetros a jusante de Bragança. Muito provavelmente, a fotografia ilustra a entrada ao serviço das então novas automotoras CP de fabrico holandês “Allan”, de via estreita, com veículo motor e respectivo reboque.

Passa o comboio, Trás-os-Montes veio ver o comboio passar.

Entretanto, nos dias que correm, e a 35 km da fronteira, passam cada vez mais comboios mais rápidos a ligar a  Galiza a Madrid e Barcelona… como dizia o outro: “virem-se para Espanha”…

ps: avisam-me que estas automotoras vieram para o Tua um pouco antes, em 1955.

Hoje dá na net: Caminho de Ferro de Benguela, a história de uma linha de comboio

É uma história de ingleses, portugueses e angolanos.

Uma história de impérios, de colonialismos, de independências, de guerras civis, de processos de paz. Um olhar sobre o passado, o presente e o futuro de uma linha de comboio em África, a linha do C.F.B. (Caminho de Ferro de Benguela), da baía do Lobito à República Democrática do Congo.

É uma história de cidades construídas e  destruídas, de gerações a olhar o “Kamakove” ou a sua ausência, de restos de viagens, de fumo e de vapor, de faúlhas, de vida e morte à beira linha.

Este documentário é composto por 11 partes. A primeira parte, tal como a última, são sequências fotográficas.

Governar à boleia da ignorância

Para perceber tanto de transportes como aqui se vê, Álvaro, o ministro, deve ter vindo do Canadá de metro. Ou de comboio.

Transportes públicos e transportes privados

Há muito que ando a pensar no problema dos transportes públicos dos grandes centros urbanos. Os transportes são públicos porque, penso eu, preconizam um serviço essencial à sociedade que deve ser assegurado pelo Estado a um custo inferior ao que resultaria se o serviço de transporte fosse assegurado por transportes privados.

Tanto a Carris como os STCP (Sociedade dos Transportes Coletivos do Porto) funcionam em áreas muito movimentadas, com muitos clientes. Tanto uma como outra, digo eu, têm condições para ter resultados de exploração positivos. Acontece que, na realidade, estas duas empresas têm acumulado prejuízos atrás de prejuízos. Não tenho dúvidas que, estando em áreas metropolitanas com muita população, esta atividade seria facilmente assegurada pelos privados.

Vivo numa zona rural onde os transportes públicos que existem pertencem a empresas privadas. A taxa de ocupação é muitíssimo inferior à taxa de ocupação da STCP ou da Carris, mas as empresas continuam a assegurar o transporte regular e conseguem gerar lucro, caso contrário já se teriam retirado. Urge perguntar, por que razão estas empresas continuam a dar prejuízo? Não será melhor deixar as empresas privadas explorarem a atividade de transporte naqueles locais (pelo que sei, corrijam-me se estiver enganado, as empresas privadas estão proibidas de circular em algumas zonas, que são exploradas exclusivamente por aquelas empresas)? O erário público agradece.

Se o Estado deve proteger os mais carenciados, por que razão é que os transportes continuam a ser públicos nos grandes centros urbanos (onde há mais pessoas, logo mais interessados em explorar esta atividade) e continuam a ser privados nas zonas mais rurais, onde os privados não são muito atraídos pelas condições de mercado?

Texto de João Pinto / Cortesia de Criticamente Falando

“Ferroviários Unidos Jamais Serão Vencidos”

Enviaram-me esta fotografia; assumo que fosse obtida nas Oficinas do Barreiro por alturas de 1974/75; os Ferroviários estavam unidos, estavam em luta, estavam junto a uma locomotiva de fabrico americano Whitcomb da série CP 1300…de duas centrais e cabine ao centro…

Gente diferente para pior

No ano de 2010 a Metro do Porto (MP) transportou 267 064 000 passageiros-quilómetro(PK’s). No mesmo ano a CP Porto (CPprt) transportou 622 767 000 PK’s. A CP Lisboa (CPlx), por seu turno, transportou 1 212 540 000 PK’s. Os custos operacionais destas entidades foram respectivamente de 41,729 milhões de euros para a MP, de 38, 244 milhões de euros para a CPprt e 92,477 milhões de euros para a CPlx. Destes números resultam que a MP gastou 0,15 euros por cada PK transportado, a CPprt gastou 0,06 euros por PK transportado e a CPlx 0,08 euros. 

 

Passageiros x km [PK] Custos Operacionais [M€] Custo por PK [€]
Metro do Porto 267 064 000 41,729 0,15
CP Porto 622 767 000 38,244 0,06
CP Lisboa 1 212 540 000 92,477 0,08

 

Salta à vista que as duas unidades de comboios urbanos da CP, de exclusiva gestão pública, onde todos os trabalhadores operacionais são seus funcionários e não “alugados” a um suposto concessionário, fazem uma gestão muito mais eficiente dos seus recursos apesar das supostas “melhores práticas internacionais” da Metro do Porto. Antes que perguntem pelos proveitos, eu respondo já que os preços são ditados administrativamente e é público que o preço pago pelos passageiros do MP é o mais alto do país. Ainda assim são os que no global conseguem obter o maior prejuízo por passageiro transportado. Mas isso deve-se, valha a verdade, a factores financeiros (a dívida acumulada) que para a questão em apreço não interessam.

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Estação do Pocinho, 1972

Comboios de via larga e via métrica na estação do Pocinho, por Paul Brysn.

Dias de Outono

Se os belos dias de Outono no Minho pagassem imposto…

Também Beja merece

O espectáculo, a partir das 21h30, é organizado pelo movimento de cidadãos “Beja Merece”, que foi criado para contestar o fim das ligações directas via comboio Intercidades entre Beja e Lisboa e defender a electrificação do troço Casa Branca-Beja e a ligação à Funcheira, que permite a viagem até ao Algarve.
Segundo a organização, o espectáculo servirá para “fazer o balanço da luta em festa” e “mostrar que os cidadãos de Beja devem ter motivos de orgulho pela vontade manifestada e assumida na luta”.
Correio do Alentejo

Onde estarei, em espírito, até porque sem Intercidades é complicado…

Campanha de difamação dos transportes?

A estratégia para as empresas de transportes públicos parece ser mandar uma quantidade de poeira incrível para o ar para, na confusão gerada, o governo conseguir fazer passar as suas “políticas” com tranquilidade (coloco políticas entres aspas porque cada vez mais, as medidas deste governo, se parecem com dogmas, muitas vezes surreais).

Uma dessas ideias foi comunicada pelo ministro Álvaro numa audição parlamentar de triste lembrança, nas chamadas linhas orientadoras do PET, no oitavo slide, pode-se ler:

 

Metro de Lisboa. Encargos com juros. 101M. Passivo 1.372M. Oferta superior à procura em 400%

 

A desinformação é tanta que, confesso, na altura nem sequer liguei a esta questão da “oferta superior à procura em 400%“. Esta é uma das características da propaganda dos nossos governos: é insidiosa, vai fazendo chegar até nós informação desenquadrada, não completamente falsa. É com esta informação fragmentada que depois, nós tomamos decisões, isto não é uma atitude de boa fé, de pessoas de bem.

Neste caso descobri a verdade, mais completa e enquadrada, no excelente artigo: A novela do PET em 16 de Outubro de 2011, o dia seguinte ao dia dos indignados do blog fcsseratostenes.

 

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Ironia do Metro de Lisboa

Goze a viagem? Estão a gozar com quem?

Reparei nesta decoração numa carruagem do Metro de Lisboa, paga pelo Ministério das Obras Públicas Transportes e Comunicações. Não deixa de ser irónico se tivermos em conta os rumores que andam a circular.

Ponte Maria Pia: Uma Ponte de Eiffel … e de Seyrig

“Aquando das comemorações do 75º aniversário da Ponte Maria Pia, em 1952, foi publicado um conjunto de artigos, sob o título “Os homens da Ponte Maria Pia”, associando três nomes à realização daquele notável empreendimento: Manuel Afonso Espregueira, que na sua qualidade de Director Geral da Companhia Real dos Caminhos de Ferro resolveu definitivamente o problema do atravessamento do rio Douro pela linha férrea do Norte;”

No 134º aniversário da Ponte Maria Pia, importa conhecer este documento da autoria de José Manuel Lopes Cordeiro (in 2009).

 

 

Em defesa da Linha do Tua contra o chefe Mexia, o capataz Passos e o secretário Viegas (por ordem de importância)

Nestas coisas da Energia, já se sabe, quem manda em Portugal é o Mexia da EDP. O seu humilde capataz, o Passos – burro mas suficiente para o que é necessário fazer – lá vai executando, de gatas, as medidas do chefe. Quanto ao Viegas, entretido que anda a cobrar as entradas dos museus aos Domingos, ainda nem deve ter percebido muito bem que uma via férrea centenária quase única e uma paisagem Património da Humanidade também fazem parte do seu pelouro. Seja ele qual for.
Neste caso, nem sequer temos desculpa. O facto de sermos governados por um ignorante e iletrado, de quem nada se espera em termos de defesa do património natural e edificado do nosso país, não dá a ninguém o direito de cruzar os braços perante o atentado criminoso que se prepara para o Vale do Tua e a sua inacreditável linha ferroviária.
Para quem não sabe, a Linha do Tua foi equiparada, pelos mais reputados engenheiros, em termos de dificuldade, às Linhas ferroviárias dos Alpes Franceses ou Suíços. Pela sua beleza e rigor técnico, merecia ser classificada como Património Nacional ou, mesmo, Património Mundial da Humanidade.
Ao invés, querem destruí-la. Para dar lugar a uma Barragem, que representará menos de 4% da produção de energia existente de norte a sul. Uma Barragem! Um monte de betão, tão do agrado dos novos engenheiros de Portugal. Os pequenos economistas que hoje mandam no país [Read more…]

Privatização dos transportes de Lisboa e do Porto

O ministro não mentiu quando disse que os transportes de Lisboa (Metro + Carris) e do Porto (Metro + STCP) não iriam ser privatizados. O negócio é ainda melhor, vão ser concessionados! Lucro puro e não adulterado para os amigos – se formos a ver essa coisa do investimento e manutenção de infraestrutura é uma coisa muito cansativa…

Eis a resposta tímida do ministro da economia quando questionado sobre este tema:



Audição em Comissão Parlamentar

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Defesa da honra?

Isto arrastou-se durante quase uma hora, antes de começarem a trabalhar. Defesa da honra!? Qual honra?

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“Canção do Desterro”

Pocinho, Tua, rio Douro, linha do Douro

Aeroporto de Beja: 164 passageiros em 3 meses

aeroporto de beja

No aeroporto de Beja não há sorriso que se veja na chegada nem amante que se beija na despedia porque, simplesmente, não há passageiros.

Já agora, na notícia do Expresso, «em 2007, o aeroporto de Beja previa atingir, entre partidas e chegadas, uma média de 178 mil passageiros em 2009, que poderiam aumentar até 1,8 milhões em 2020, segundo as previsões da empresa EDAB, responsável pelo projeto». É oportuno lembrar um outro elefante branco prestes a ser construído e que também terá milhões de passageiros… no papel: o TGV.

As pessoas que tomaram conta do Estado e que gastam dinheiro desta forma têm nomes. Até quando vai ser possível continuar com esta impunidade? A punição eleitoral é manifestamente pequena quando decisões autistas, mas fundamentadas em imensos estudos convenientes, nos afectam durantes décadas.

Famalicão, 1963

Um comboio de via métrica sobe desde Lousado por entre os carris da via larga (1668 mm) entrando na estação de Famalicão. © Fred Matthews

 

O 6011

Naquele tempo (1987), os comboios do Douro eram os “seis mil”, os do Minho eram os “cinco mil”. No 6011, cujo horário de maquinista acima se apresenta, devo ter viajado uma ou outra vez, umas quantas vezes, as suficientes para saber que o mundo de agora é diferente daquele. Depois vieram os burocratas a vender-nos um futuro prêt-a-porter, grátis, em prestações sem juros e eis-nos chegado ao sopé dos piores anos das nossas vidas. A folha horária, que podia ser de meu pai, encontrei-a aqui. A página seguinte está aqui.

Solidariedade Ferroviária

Fonte próxima.

 

Um dia na CP

Hoje tive a sorte de começar o dia a trabalhar na baixa lisboeta. Uma agradável surpresa que logo me convidou ao velho hábito de comprar o Público, apanhar o comboio da linha de Sintra e aproveitar para iniciar a manhã sem o stress automóvel.

Ouro sobre azul? Seria, não houvesse uma avaria em alguma coisa, não se sabe o quê, levando ao caos na estação. Problemas em todo o lado existem, a diferença está em saber a eles reagir ou não e  como pude verificar, a CP não sabe. Há painéis electrónicos para informação mas nada diziam; o sistema sonoro estava mudo; na bilheteira havia uma fila de pessoas a tentar obter uma resposta do funcionário, o qual não respondia porque estava ao telefone a tentar perceber o que é que se passava; clientes furiosos tentavam que lhe devolvessem o dinheiro pago pelo bilhete, mas sem sucesso porque o “sistema não deixa ver”. Desorganização total.

Mas voltemos um pouco atrás. Estava para sair de casa e peguei nos vários cartões recarregáveis de viagens. Um deles haveria de funcionar. Azar, alguns eram do metro e, apesar de serem teoricamente usáveis em todos os transportes de Lisboa, depois de usados num transporte já não funcionam nos outros. E os dois que foram estreados na CP tinham a validade expirada. Parece que só se podem usar durante um ano.

Acabei por comprar um novo cartão, lá apanhei um comboio e fui à minha vida. Ao regressar a casa, lembrei-me que podia tentar devolver o cartão expirado. Atendeu-me um cavalheiro, prestável e simpático, que lamentou nada poder fazer, já que os cartões só podem ser trocados nos cinco dias depois da compra. Mas foi uma boa notícia, pois antevi o plano de, à chegada, devolver o cartão na bilheteira. O plano só falhou por estar fechada  mas fora isso é perfeito.

Assim foi o meio dia na CP. Fui servido e, por bónus, ainda ganhei um cartão para a colecção. Quem sabe se isto não é como os selos e, daqui a uns anos, não terão valor para a troca?

In illo tempore

Poucos minutos depois das 0h00 de há 32 anos – 10 de Setembro de 1979 – atrás recolheu às extintas instalações dos Serviços Municipalizados de Braga, à rua do Avelino, o último troleicarro que circulou em Braga.  Eram tempos muitos agitados e conturbados e a rede de transportes urbanos da cidade – troleicarros incluídos –, então operados por uma companhia privada, a SOTUBE, estavam na “mira” da nacionalização, tão em voga na época: a SOTUBE (boa ou má, não interessa agora ao caso) era diariamente “torpedeada”: inclusive tinham tido recebido, pouco tempo antes, ordem de despejo das instalações dos SMB da dia para a noite, e só os troleicarros ali permaneciam “de favor”. Favor esse que terminou em 10 de setembro de 1979, um domingo, quando a ‘Avenida’ passou, por determinação camarária, a ter apenas circulação viária no sentido descendente; ora como os troleicarros a usavam cerca de 200 m no sentido ascendente… consumatum est.

Os troleicarros, esses, estavam decrépitos; e a rede ainda em pior estado. Mas dois veículos tinham sido recarroçados 4 anos antes; quem sabe a SOTUBE queria continuar…

Tudo, como se sabe, foi para Coimbra, que ainda usa algum material da linha aérea; os carros foram vendidos como sucata. “Sobra” o carro-torre, uma velha relíquia – em breve apenas relíquia dado o péssimo estado de conservação em que se encontra num esconso do pátio descoberto dos SMTUC.

Mas hoje recordemo-los enquanto eram o melhor do havia na “cidade dos Arcebispos”: em frente à Arcada, em foto de Arselino de 1965, na minha coleção pessoal.

Emídio Gardé

Jornalismo na Sarjeta…

A edição de ontem do Correio do Minho garante: centenas de minhotos perderam a vida no acidente (ferroviário) de Alcafache. Foram… centenas… só do Minho… centenas…

Aquele que terá sido o mais sério acidente ferroviário em Portugal, desde que há memória televisiva, não tem uma estatística conhecida; estariam a bordo dos dois comboios envolvidos cerca de 400 passageiros. A imensa maioria, assegura quem por lá andava, sobreviveu, até mesmo sem mazelas físicas.

Assim vai certa imprensa divinatória.

Rumo ao Norte

No sentido inverso ao dos pássaros.

Rumo ao Sul

Acaba-se o verão e os pássaros vão para Sul.

O Comboio em Fonte Coberta

Bem perto do apeadeiro de São Miguel da Carreira, Linha do Minho. Vivam os comboios de todos os tamanhos.

Lisboa e Porto têm, os outros não

Foi criado um novo passe social para os pobrezinhos, que tem feito correr muita tinta. Defendo, como é óbvio, transportes públicos financiados pelo estado, mais que não seja por razões ambientais.

Mas há um outro aspecto neste caso que não chega aos jornais: é que este passe, tal como os transportes públicos subsidiados pelos impostos de todos os portugueses, limita-se a Lisboa e Porto. No resto do país contribuímos, com os nossos impostos, mas os transportes públicos são exclusivamente apoiados pelos municípios.

Nas cidades médias onde existem serviços municipais de transportes continuamos a dar sem receber. Chama-se a isto um roubo, com décadas, e na prática mais um pequeno empurrão para que duas metrópoles cresçam ao nível do insustentável, enquanto outras cidades caminham a passos largos para o estatuto de aldeias despovoadas. E depois precisam de mais transportes públicos porque as pessoas vivem cada vez mais longe do seu local de trabalho: assim se planifica o território em Portugal.

foto Denúncia Coimbrã. Espero que com a mudança de governo a CMC não retire esta iniciativa dos seus autocarros…

O Macdrive Está Aberto Até às Duas da Manhã

Linha do Sul.