Mário Henriques
Mário Soares: Nós queremos lutar contra a burguesia.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Mário Soares: Nós queremos lutar contra a burguesia.
“Sempre otimista [sic], contudo, o histórico socialista“. E eu também: Mário Soares nunca foi um ‘otimista’.
Celebram-se hoje seis anos sobre a publicação de «Momentos de Lucidez», post sobre as diatribes de Mário Soares enquanto líder da oposição, primeiro-ministro e presidente da República.
Um post apenas, entre os cerca de dois mil que escrevi desde então sobre os mais diversos assuntos e sobre as mais diferentes personalidades. Um post que teria caído no esquecimento não fosse o caso de um palhaço qualquer ter decidido que o seu autor não devia ser eu mas sim a jornalista Clara Ferreira Alves.
«Momentos de Lucidez» foi publicado a meio da tarde do dia 12 de Janeiro de 2009 no 5 Dias, um blogue infelizmente moribundo que, na altura, era constituído por vários militantes e simpatizantes do Partido Comunista e do Bloco de Esquerda.
De todos os lados do espectro partidário, choveram então críticas e elogios a esse post, mesmo dentro do próprio blogue. Não vou agora debruçar-me sobre a justeza dessas críticas e desses elogios, mas sempre direi que, seis anos depois, há por ali uma ou outra opinião pessoal na qual hoje não me revejo. Embora, no essencial, mantenha quase tudo o que escrevi. Afinal, nada daquilo é novidade, antes se baseia, na sua maioria, nas denúncias de Rui Mateus nos «Contos Proibidos» e nas reportagens de Joaquim Vieira na «Grande Reportagem» e de José António Cerejo no «Público». [Read more…]
Diz Mário Soares, em mais uma intervenção em defesa de José Sócrates, que não existe Justiça em Portugal.
É espantoso que alguém que foi primeiro-ministro por 2 vezes e presidente da República durante 10 anos venha agora confessar que, enquanto governante, nada fez para que existisse Justiça em Portugal.
Mas Mário Soares sabe bem do que fala. E tem toda a razão. É que, se existisse Justiça, José Sócrates não teria sido o primeiro ex-primeiro-ministro a ser preso no nosso país.
Não sei o que bebem nos jantares parlamentares de Natal, mas produz efeitos notáveis. António Costa recordou e exaltou os tempos do Bloco Central dizendo que nos anos 80 “tudo teria sido impossível sem a grande capacidade de mobilização, sem a capacidade política mobilizadora do colectivo nacional que Mário Soares assegurou e nos permitiu sair da crise”. Como há sempre uma emenda pior do que o soneto, já reforçou a asneira:
O que eu quis sublinhar é que o bem mais precioso que o país tem perdido ao longo destes anos é a confiança e que não há nenhum país que seja capaz de vencer uma crise, de superar as suas dificuldades sem recuperar a confiança e dei o exemplo do doutor Mário Soares e da forma como liderou esse Governo.
Deve pensar que a malta anda com amnésia, ou que a tia Merkel também nos ofertou a prima Alzheimer. Nem de propósito esta tarde passei pelo meu sótão e como de costume não encontrei o que procurava mas dei com um saco onde, entre outras memórias do meu tempo de estudante, estava esta preciosidade:
O artigo tem a curiosidade de ter sido escrito pelo Marinho da Anop, hoje mais conhecido por António Marinho Pinto, que me substituíra na coordenação do primeiro jornal da Secção de Jornalismo da AAC, episódio que, esse sim, deixo para trás, pela consideração que me merecem vários dos envolvidos. O mesmo não direi da Luís Parreirão, que de presidente da Direcção-Geral saltou para uma conhecida carreira na política e negócios, mais nos negócios Mota Engil que na política. [Read more…]

©LEONARDO NEGRÃO / GLOBAL IMAGENS (http://bit.ly/15Sodjd)
Ao contrário daquilo que por aí se escreve, Mário Soares nunca foi um ‘otimista’. Aliás, basta uma pequena consulta (aqui, ali e mesmo acolá) para rapidamente se perceber que a palavra é optimista. Exactamente: optimista, como eléctrica. Efectivamente.
Quanto ao optimismo que por aí anda acerca da aplicação do Acordo Ortográfico de 1990, uma leitura do Diário da República de hoje conduzirá a um estado de profundo pessimismo.
Lamentamos imenso, mas a culpa não é nossa. Não, não é nossa. Obrigado, Nabais.
Sobre a coerência política de Mário Soares, a recordar este texto de Clara Ferreira Alves…
Muito contribuiram ao longo dos anos para o estado do país. E não parece haver fim à vista…
(foto: Expresso)
Segundo Mário Soares, Isaltino Morais foi injustiçado, algo que se compreende se considerarmos que, dos iniciais sete anos a que foi condenado por branqueamento de capitais, fraude fiscal, corrupção passiva e abuso de poder, o simpático ex-autarca acabou por ser condenado a apenas dois, tendo permanecido enjaulado por apenas 14 meses, período esse que, segundo o seu advogado, terá sido ilegal. É realmente muita injustiça junta. E Soares, esse pólo aglutinador das esquerdas da Aula Magna, apreciador de Contos Proibidos e um dos rostos da renovação liderada por António Costa não podia deixar de dar um abraço fraterno a esse ícone do boa gestão autárquica, que nem da gestão dos seus discursos se esqueceu. Todo o bloco central num só abraço.
É de enaltecer que Mário Soares tenda cada vez mais para uma sinceridade que chega a ser comovente. Que viva muitos anos e mais episódios sejam contados, completando a História do empreendedorismo à portuguesa, sempre alapado aos governantes e ao estado.
O oportuno vídeo é do 31 da Armada, que se enganou no título: são 39 e não 40 anos. Vindo de quem comemora com tanto afinco o 25 de Novembro foi um deslize indesculpável.
As tentativas foram simpáticas mas o resultado foi perto de nada. Foi bom para o show-off, para alimentar egos enfatuados e para contribuir para o eterno mito de que o Soares não tem nada a ver com o lamaçal.
Segundo um estudo de 1998, beber whisky ajuda a prevenir doenças coronárias. Mai nada!
Mário Soares disse o óbvio: Eusébio foi mais um analfabeto num país de analfabetos e bebia uns copos onde Salazar ordenara que se bebesse vinho para dar de comer a um milhão de portuguesas. Nada que o desonre ou lhe apague os golos e as fintas, lhe ofusque a excepcional inteligência que demonstrava onde sabia, no campo; assim viveu, foi um homem do seu tempo.
A direita berra, histérica. Mentir, e aquela hipocrisia avulsa de fazer dos mortos uns heróis como nos romances, está-lhe na alma. Esquecer a verdade desse tempo, também. Isso e o ódio a Mário Soares que, suprema ironia, acaba os seus dias como o último símbolo de Abril que obcecadamente querem enxofrar, ele que foi muito mais de Novembro. O mundo é um lugar estranho, onde se dão muitas voltas mas a direita é sempre a mesma.
Os familiares e amigos deste idoso senil, devem evitar que o cidadão, outrora com responsabilidades na condução dos destinos do rectângulo. perca a escassa dignidade que lhe resta, mantendo o senhor afastado das câmaras. Não é bonito ver alguém exposto a tamanho rídiculo. Ainda há quem perca tempo a ler artigos de opinião ou pretenda ver lucidez nas suas patéticas tomadas de posições políticas.
A conceituada revista The Economist está a passar das marcas. Depois de considerar o Uruguai do perigoso José “Pepe” Mujica como país do ano, eis que surge um estudo que dá conta da entrada de Portugal (em conjunto com o Chipre e a vizinha Espanha) no grupo dos países com “elevado” risco de agitação social em 2014 – o quarto patamar em cinco possíveis.
É interessante perceber que integramos um grupo que conta também com as presenças de democracias tão distintas como o Haiti, a Etiópia ou o Paquistão. Mais interessante ainda é ver que a Portugal é atribuído um risco superior ao de países como o Ruanda, o Uganda, a Eritreia ou, imaginem, Angola. Toma lá um editorial para o edição de amanhã Jornal de Angola!
Cunhal foi-nos perigoso na sua servil e irredutível fidelidade à URSS e depois, com o passar do tempo, transformou-se apenas em mais um venerável e inócuo idoso pré-mumificado, ainda carismático, coerentemente petrificado, enquanto a URSS desaparecia e ficavam apenas as deletérias cinzas dela, milhões de mortos, presos políticos, silenciados, estrangulados nas liberdades mais elementares. O Político falhara. Surgiu o Artista. Avultou o Romancista. E esses são para amar e venerar, sem lentes nem peias, porque é sobretudo a humanidade, mais que a fria postulação política, a manifestar-se. [Read more…]
Era uma vez um simpático friso com três corruptos: Soares, Lula e Sócrates. Soares, com a EMAUDIO-Fax de Macau e outro tanto num longo currículo de nebulosidades negras, delinquentes, pelas quais nunca foi julgado ou demitido: ele é o Regime e o Regime geme na mão dele; Lula, com o Mensalão, um escândalo nacional a estarrecer o Brasil, esse imenso Portugal; Sócrates, com tudo e ainda mais, especialmente o tardo-cripto-burlo-keynesianismo 2008-2011 de encher pneus e atochar o recto dos amigos com o último dinheiro, vai-fechar, coisa que veio a revelar-se a Falência de um País, com suas malignas consequências, com os seus dez milhões de torturados, vítimas, danos colaterais. [Read more…]
Sublinhando que o buraco do BPN estimado naquela altura era de 600 milhões de euros, muito longe dos milhares de milhões que hoje já são conhecidos, Sócrates considerou “mais prudente fazer a nacionalização”. [Expresso]
Posto assim, a mensagem implícita é “o buraco era pequeno”. Se era pequeno, não poderia haver risco sistémico nem seria necessário “assegurar a estabilidade do sistema bancário português“, tal como defendeu Constâncio numa comissão de inquérito parlamentar. Por outro lado, se não era possível estimar a dimensão do buraco do BPN, não se devia ter nacionalizado o banco num tempo recorde de apenas alguns dias. Com garantias do BPN não afectar contas do défice até 2013 e com afirmações como o “Estado não gastou nem envolveu dinheiro dos contribuintes” no BPN e no BPP.
Concordo com Soares sobre os cachopos que nos governam merecerem serem julgados. Idem quanto ao repto sobre Cavaco. Mas quem o faz acusando os outros, sem olhar para a sua casa, não merece o meu respeito. O governo que tornou em público o que era um problema privado, possivelmente o maior desfalque do pós-25 de Abril, merece igual julgamento. Não é coisa de somenos. Estamos a falar de uma decisão que empurrou o país decididamente para o lodo onde estamos. Foi o prenúncio da operação salvar a banca.
É precisa muita lata um andar a pintar narrativas em entrevistas e outro vir com o síndrome de Frei Tomás. Uns e outros não passam de políticos sem vergonha na cara.
É das maiores ironias da minha vida: tantos anos a combatê-lo e acabo a defendê-lo, porque acima de tudo não suporto a mentira e a canalha, em particular a miúda.
Há vários tipos de ódios a Mário Soares, que foi, quer gostemos quer não, um dos dois políticos profissionais de grande gabarito na sua geração (alargada, Álvaro Cunhal sempre lhe deu explicações), incomparável aos criminosos que ambos combateram e deixando num rodapé da História os seus outros adversários.
O de esquerda, fundamentado na tese de que foi o responsável pela contra-revolução. Não houve revolução, o que houve suicidou-se mais do que foi assassinado, mesmo sem qualquer ódio ando por esses lados, é sabido.
Já na direita podemos encontrar várias espécies.
A primeira votou PS em 1975, chamam-lhe voto útil, custou a engolir, ainda não digeriu, dispara desde as eleições seguintes onde já votou CDS ou PPD sempre que tem oportunidade. É o homo tuga fascitus, no seu pior, com prisão de ventre irreversível. Antes os que nunca votam, sempre são coerentes com o seu Salazar.
Depois temos o retornado típico, vulgo ex-colonialista. O homo tuga colianalos vive na falácia de que Mário Soares entregou as colónias, como se as colónias fossem portuguesas, como se tivesse havido descolonização, como se o então ministro dos Negócios Estrangeiros não tivesse tentado minimizar os estragos de uma guerra perdida definitivamente no dia 25 de Abril de 1974. É gente que vive entra a irracionalidade pura e a falta de vergonha pelo que andou por lá a fazer, garantindo de mãos no ar e em louvor da sua senhora racista, eu? que tratava tão bem os pretos, tanto lhes apertavam o pescoço como a mão a um branco. Estão cada vez mais senis, espalhados por caixas de comentários de quem ainda atura anónimos nas ditas, juntamente com a espécie anterior nem estas linhas merecem. [Read more…]
Aos 90 anos de vida, começo finalmente a admirar Mário Soares.
É triste envelhecer entre o pateta e o intratável, entre o venenoso e o choné. E ninguém o avisar de como é feio passar por sedicioso, nocivo e chanfrado.
Meu caro João, lamento, mas Soares nunca tem razão, uma razão pura, inocente, solidária. E os erros que comete não são só os de comentador sofista chanfrado, mas os de velho e inveterado acumulador de benesses e privilégios a fim de mover influências, colonizar de afilhados o Aparelho de Estado, tudo em nome da grande eminência parda maçónica que tutela na sombra o Regime e está na base da cleptocracia bancarrotista que escreveu a História Gloriosa dos últimos quarenta anos com as suas três falências.
Baptista-Bastos, de quem gosto e com quem há algum tempo troquei uns simpáticos e-mails, é ainda, pelo contrário, um bom velho Quixote, talvez o último, por uma justiça social, uma moralidade essencial, que não vemos concretizada nem na sociedade, nem no trabalho, nem na política, nem em quase nada português, mas não pode dar razão a quem, como Soares, tem passado uma mensagem abrasiva, impaciente, sediciosíssima, de profundo contempto pelos factos puros e duros da manutenção do Estado Português no Euro e de cumprimento das metas estabelecidas pelos Credores ao Estado Português, metas inescapáveis. [Read more…]
Ainda mais curioso, Helena, minha grande fascista!, é o facto de, chegada a Primavera e depois o Verão, acabar-se como que por magia todo o ímpeto sanguinário sombrio desses soares e demais proponentes sinistros de sangue para os outros, ferro, fogo e mortes nas praças para os outros, e mais violência e mais horror.
Na sagrada altura de ir a banhos, de contemplar a beleza de Portugal entre Festivais Rock e Festas da Sardinha, não há menino nem vozes revolucionárias. Os soares e todos os instigadores de desgraça — contra a Direita, tumulto generalizado contra os Ladrões do Governo, sedições organizadas contra o Pacto de Agressão, motim infernal dos Trabalhadores do Público contra o dia a dia dos Trabalhadores do Privado —, os soares e os outros, dizia, entram no defeso da instigação da revolta, no sossego da instilação do ódio, na pausa desportiva da apologia coerente de violência. Até ao Outono seguinte. Às primeiras chuvas.
Não há qualquer dúvida de que, num putativo caos, baderna louca generalizada em Portugal, os minúsculos filhos da grande puta que efectivamente roubaram a República e acoitam os seus largos milhões em secretíssimas e sigilosíssimas offshores passariam ainda mais incólumes pelos habituais pingos da chuva e salpicos de sangue alheio. [Read more…]
Quem defende os delinquentes comparece sempre no local do crime.
Mário Soares acerta no alvo. Os delinquentes, perdão, o alvo sente-se atingido.
Especialista em rapacidade disserta em modo gagá sobre delinquência.
Acabo de ler mais uma entrevista de Mário Soares, o proprietário do PS. Elas são semanais. Quantas mais entrevistas, mais desespero, menos poder efectivo na sombra de eminência pardacenta do Regime. Lê-se aquilo e fica-se com imensa piedade de qualquer um que resolva ser líder desse partido, tirando a suprema besta desavergonhada, Torpe Playboy, que fez o que bem lhe apeteceu, devastou, estropiou, e ainda se queixa da coligação negativa que o conduziu a demitir-se, após anos sob um chorrilho de críticas públicas, tsunami de detestação geral e razões fundadas para processos consecutivos numa Justiça que não fosse mero penduricalho impotente, à vez, do Partido no Poder.
Todos os líderes do PS têm sido títeres de Soares, tendo o beneplácito inicial do octogenário-viciado-em-aparecer, até ao momento em que resolvam efectivamente liderar, tomar posições próprias, demasiado livres da tutela opinativa e chantagista da eminência parda Soares, formatador do Regime segundo um perfil soba do tipo venha-a-nós-sou-rei. Mesmo Passos foi acalentado e apoiado inicialmente por este Dono do Regime [há outros, como Almeida Santos, patrono de centenas de empregados no Aparelho de Estado], até ao momento em que Soares se viu ignorado ostensivamente, traído e vexado no velho vício de influenciar, pressionar, condicionar um Primeiro-Ministro de cada vez, assegurando o velho fluxo de recursos com que se paga alguma paz mediática e opiniativa para um Governo. [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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