25 de Abril: deixaram-no para ontem, queremos outro amanhã

Deolinda – Movimento Perpétuo Associativo

Abril pode ser no mês que um homem quiser

Uma explicação:  à revelia dos meus colegas aventadores (sim, o 25 de Abril começou por ser um golpe de estado) espalhei hoje por aqui várias cantigas que têm sido armas, excluindo propositadamente os clássicos da música dita de intervenção. Comemorar o 25 de Abril é muito bonito, ficar pelo saudosismo (que o tenho) ou pela discussão sobre o que foi ou não cumprido, é feio.

O passado de nada nos serve no presente se no presente nada fizermos pelo futuro. Quase 40 anos de governos repetidos trouxeram-nos a mais uma crise (estamos em crise desde 1973, banalizámos a crise, mas ela existe). No mundo, admito a possibilidade de o capitalismo superar esta convulsão, que passa pela transferência do imperialismo dominante dos EUA para a China, mas ensina-nos a história que nunca tal sucedeu sem guerra.

É um tempo de guerra o que vamos viver na próxima década. Pode ser, e espero bem que seja, uma guerra lenta, espaçada, de veludo mais ou menos frio. É um tempo de miséria o que temos pela frente, tal como sucedeu na década de 30 do séc. XX (e já assim tinha sido no séc. XIX). Mas é também um tempo onde aos homens e mulheres competirá decidirem do seu destino. As revoluções hoje podem não se fazer como no século passado. Podem ter mais ou menos sangue. Podem ser Tunísias, mas também podem ser Líbias ou Sírias ou Bahreins. Mas fazem-se, e vão fazer-se. A história nunca viveu sem elas e a história não acabou.

Eu fui à rua em Março – Música Rui Rebelo, Letra Miguel Castro Caldas

Esta cantiga, e outras, descobria-as no facebook, essa invenção reaccionária que por vezes vira revolucionária, num grupo que uma amiga em boa hora criou: (Banda Sonora para) Uma R E V O L U Ç Ã O. Passem por lá, para matar saudades do passado mas também para terem saudades do futuro que aí vem.

25 de Abril: tinha um defeito de fabrico, queremos um novo

Oquestrada – Se Esta Rua Fosse Minha

25 de Abril: estragaram-no, queremos um novo

Xutos & Pontapés – Sem Eira Nem Beira

25 de Abril: está velho, precisamos de um novo

Contemporâneos & amigos: Salvem os Ricos!

25 de Abril: avariaram-no, queremos um novo

Barca do Inferno – Revolução dos (es)Cravos

Facebook de Sócrates assaltado

facebook leaks

A ajuda internacional

O internacionalismo monetário chegou, ganhou:

O FMI teve lucros em quatro dos últimos seis anos fiscais – entre 2005 e 2010 – e já reviu em alta de 63 por cento as previsões de resultados operacionais para este ano, graças aos empréstimos aos países europeus em dificuldades. Expresso

e os banqueiros vão à sopa dos pobres:

O Governo prepara-se para formalizar a constituição de um fundo de contingência para garantir a capitalização dos bancos portugueses. O objectivo, apurou o Negócios, é criar garantias que assegurem o sucesso nos testes de stress europeus, cujos resultados serão conhecidos em Junho. Jornal de Negócios

A esta última notícia roubo (também tenho direito a roubar qualquer coisinha) um comentário assinado Olisipone. Com algumas reservas, mas merece:

QUAL BANCA PRIVADA??? Para começar, se eles não têm dinheiro para respeitar os critérios de Basileia III, isso significa logo à partida que não têm nem 8% de capital!!! Depois, se como disse aqui há tempo o Min. das Finanças, com o novo imposto sobre os Passivos da Banca o Estado contava ter uma receita de 170 milhões, aplicando uma taxa de 0,00015%, isso significa que os Passivos são de 113,3 mil milhões!!! E em terceiro lugar, a Banca portuguesa tinha no mês passado 39 mil milhões emprestados pelo BCE!!! Ou seja, são apenas agiotas que cobram juros emprestando dinheiro que não é deles.

E quanto ao título desta notícia, “Estado-accionista de Bancos privados”, é um total absurdo que sequer se pense em tal solução. Eles devem é ser todos nacionalizados, até porque mais de 10% da Dívida Pública está nas mãos dos Bancos portugueses, que cobram ao Estado 5 a 9% de juros sobre o dinheiro que o BCE lhes emprestou a 1%!!!

A nacionalização permitiria logo anular esta fatia da Dívida. E ainda lhes vão emprestar mais dinheiro??? Ou comprar-lhes acções emitidas na hora e que não valem um tostão furado???

Diogo Leite Campos a mamar do estado

O ex-professor catedrático da Universidade de Coimbra vai auferir uma pensão de 3240,93 euros, valor que soma à reforma que já recebe do Banco de Portugal, de onde se aposentou como administrador em Fevereiro de 2000. O fiscalista exerceu aquele cargo entre os anos de 1994 e 2000. CM

Mesmo reformado Leite Campos é sócio da Leite de Campos, Soutelinho & Associados – Sociedade de Advogados, RL, que em 2010 facturou à conta do estado pelo menos 17000€ em pareceres. Recentemente abandonou a PLMJ:  “Quase a atingir os 65 anos, Diogo Leite de Campos tem que reformar-se e deixar de prestar serviços para a sociedade”, explicava o DE.

E o coelhinho, pá?

A intolerância pica o ponto

Ainda a propósito de uma tarde de tolerância de ponto, referi o patrão dos patrões, António Simões, um homem que veio do grupo Mello esse grande beneficiário das parcerias público-privadas em particular na área da saúde. À porta do FMI não teve pejo em fazer queixinha, que não podia ser, era uma vergonha, devia estar tudo a trabalhar, etc. etc.

Apesar das críticas públicas à iniciativa do Governo, enquanto empresário António Saraiva foi ainda mais longe ao dar tolerância de ponto aos seus funcionários que ontem não trabalharam durante todo o dia. Confrontado pelo PÚBLICO, o patrão dos patrões acabou por confirmar que tinha dispensado todos os seus funcionários. “Dei tolerância de ponto, porque acabo por ter ganhos em termos energéticos e de transportes. Se não fosse assim, não teria dado”, justificou, para acrescentar: “A actividade privada fará de acordo com a avaliação empresarial; a actividade pública tem responsabilidades”.

São estes os nossos gestores de topo. É esta a coerência dos que vivem encostados ao estado, dele e dos seus funcionários tudo exigindo. Em troca, em média um terço das empresas portuguesas declara ter tido prejuízo, e dois terços não pagam IRC. É por causa desta gente que estamos como estamos. O resto são mentiras.

Fernando Nobre, Bandex e a vantagem financeira

Outra vez a mentira dos feriados

Sendo certo que tolerância de ponto nem é feriado, volta a mentira de sermos o país da Europa com mais feriados.

Não é verdade: temos 12 feriados por ano, a média europeia é de 11,92.

Certo, não conto com as 3 tolerâncias de ponto habituais (Natal, Carnaval e Páscoa). Duvido muito é que sejam um exclusivo nacional.

Quanto ao que Pedro Passos Coelho hoje diz é de uma hipocrisia espantosa: sabe perfeitamente que se chegar ao governo fará o mesmo. Como sabe perfeitamente que o problema da produtividade tem outras causas: empresários analfabetos, por exemplo.

E você, “negociava” com estes gajos?

Os jornais desportivos de Lisboa mudaram-se para Madrid

Sondagem dá empate técnico PS/PSD

A TSF divulgou uma sondagem da Marktest onde o bloco central, ou  melhor dizendo o próximo governo,  aparece empatado.

Não querendo dar demasiada importância a sondagens nesta altura do campeonato, fica mesmo assim desvendado o que há de comum entre Pedro Passos Coelho e Jorge Jesus.

Já apagaram a luz?

E os banqueiros, pá?

Continuam as  negociações com o FMI & filiais. Até gente decente se tem prestado ao papel ridículo de participar numa coisa que não existe – o FMI não negoceia: empresta, manda e lucra. Hoje foi a vez do patrão dos patrões aproveitar para se queixar de uma tolerância de ponto, como o ridículo não mata, o homem continua de boa saúde.  Supomos que deve ter aproveitado para pedir por todos os santinhos que não obriguem os seus filiados a pagar impostos (convém lembrar que pelo número de empresas que declaram não terem lucros Portugal não está em crise, é a própria crise).
Não há é notícias de os senhores que mandaram chamar o FMI terem sido recebidos pelos negociadores. Convém lembrar que o FMI foi chamado porque os bancos portugueses se recusaram a emprestar mais dinheiro ao estado que os alimenta, recordar que instrumentos como os certificados de aforro foram destruídos por este governo para não concorrerem com a banca e  já agora que o problema não é a dívida pública mas sim a privada, que estes cavalheiros  foram estimulando ao longo de anos. Eles sim, têm muito que negociar, e aposto que serão ouvidos. O resto tem tanto de farsa como de mentira.

As religiões fazem mal à saúde, mental e não só

Esta fotografia de Andres Serrano representa um crucifixo mergulhado em urina. Piss Christ tem sido vítima da intolerância religiosa, e acaba de ver destruída mais uma impressão em Avignon, às mãos de uma turba de fundamentalistas católicos.

Mais um episódio a juntar, por exemplo, à democrática forma como o governo de Madrid lida com o direito à manifestação dos ateus.

Sempre achei que a fé move a inteligência para partes do corpo que não lhe foram destinadas pela natureza. Problema de quem a tem, à fé, e desde que não mova o seu comportamento no sentido da imposição do seu peculiar modo de ver o mundo aos outros, por mim tolerância absoluta.

Para haver uma piada no episódio acresce que a turba, apoiada pelo episcopado, se queixava de cristianofobia. Aqui me confesso: temo as religiões, sobretudo quando se transformam em turba. Esta gente, que acha natural termos de levar com a sua iconografia por tudo o que é sítio, esquece-se que isso ofende o comum dos mortais, já para não falar do notório mau-gosto. Algumas das obras de arte que mais mexem comigo representam JC na cruz, lamentos, deposições, e outros episódios da mitologia católica, mas logo por azar o que anda por escolas, hospitais, quartéis e outros espaços públicos é por regra cópia de obras vulgaríssimas.

Depois os muçulmanos é que são os únicos maus da fita, os fundamentalistas, etc. etc. Fossem todos ler poesia ao invés dos seus livros “sagrados”, e o mundo estaria muito melhor do que está.

Adenda: este texto, no centenário da Lei de Separação da Igreja do Estado, é dedicado aos milhares de portugueses que ao longo de séculos foram torturados, humilhados e assassinados por motivos religiosos, e a todos os que durante os mesmos séculos foram obrigados a professar e sustentar a religião oficial do estado.

Saúde e Fraternidade para todos, em particular para os comentadores que tanto se esforçaram para confirmar o que escrevi.

O CDS já foi negociar com o FMI

“Ainda que a margem de manobra seja pequena, tem de ser resguardada essa escolha soberana do povo português”

diz Paulo Portas, depois de uma delegação do CDS ter ido levantar a patinha ao FMI & filiais. A escolha soberana do povo português é uma belíssima frase, sobretudo se resguardada. O aviso de que vai contar tudo o que negociar a PS e PSD aproxima-se do hilariante. Durante os próximos dias CDS, PSD e PS continuarão a fingir que negoceiam, tipo condenado à morte discutindo com os carcereiros se a sua última refeição será de carne, peixe, ou simplesmente vegetariana.

Não sei o que diria o jornalista homónimo sobre estas coisas, mas gostava imeeeenso de saber, pecebe?:

Vídeo via Klepsýdra

O programa eleitoral do PSD

De acordo com o que acabo de ouvir numa rádio, a versão Coelho do programa do FMI resume-se a isto: sopa dos pobres e privatizações. Parece que o estado ainda tem empresas que dão lucro, e se dá lucro privatiza-se. Parece que o estado ainda presta serviços públicos, um verdadeiro desperdício, serviços privatizados podem sempre dar lucro a um pobre qualquer, tipo Mello, que por sua vez pode muito bem organizar uns torneios de golfe para ajudar os pobrezinhos ainda não privatizados.

Em 1917 o golfe ainda não ajudava os pobres, mas já era assim:

A comissão de festas da Cruzada de Mulheres Portuguesas, realizou uma festa (venda de flores e rifas) no Jardim Zoológico de Lisboa, a favor da Sopa para os pobres, uma obra de beneficência do Século. Nas imagens de Benoliel: na barraca da Sopa para os pobres, entre outras, Angélica Pereira da Rosa, Camila Meireles e Eugénia Magro; e na barraca da Cruzada das Mulheres Portuguesas, Gabriela Aragão Morais, Ermelinda Cordeiro e Angelina Chagas.

Citado do excelente blogue Ilustração Portuguesa, que teve de sair do blogger acusado de pornografia. Realmente, se isto não é pornografia, parece.

Reúnam com os vossos animais de estimação

O FMI (& filiais) andou hoje de manhã a telefonar para os partidos. Queriam uma reunião sem precisar “a composição dessa delegação”, “nem o tempo atribuído à reunião, nem mesmo a sua agenda detalhada”.

Bloco de Esquerda e PCP mandaram-nos passear. Outros terão muito a latir perante o dono. Por estas e por outras é que votar PS, PSD ou CDS vai dar ao mesmo. Mal por mal, agora até temos um partido que defende os verdadeiros animais irracionais.

Primeiro contacto técnico do FMI

Por divergências óbvias, não sou exactamente um fiel leitor do Ferreira Fernandes, embora lhe reconheça o talento para a crónica. Neste caso foi o talento, foi a pontaria, tudo no alvo,  e aqui a copipasto:

Hotel Tivoli? Daqui, do aeroporto, é um tiro… Então o amigo é o camone que vem mandar nisto? A gente bem precisa. Uma cambada de gatunos, sabe? E não é só estes que caíram agora. É tudo igual, querem é tacho. Tá a ver o que é? Tacho, pilim, dólares. Ainda bem que vossemecê vem cá dizer alto e pára o baile… O nome da ponte? Vasco da Gama. A gente chega ao outro lado, vira à direita, outra ponte, e estamos no hotel. Mas, como eu tava a dizer, isto precisa é de um gajo com pulso. Já tivemos um FMI, sabe? Chamava-se Salazar. Nessa altura não era esta pouca-vergonha, todos a mamar. E havia respeito… Ouvi na rádio que amanhã o amigo já está no Ministério a bombar. Se chega cedo, arrisca-se a não encontrar ninguém. É uma corja que não quer fazer nenhum. Se fosse comigo era tudo prà rua. Gente nova é qu’a gente precisa. O meu filho, por exemplo, não é por ser meu filho, mas ele andou em Relações Internacionais e eu gostava de o encaixar. A si dava-lhe um jeitaço, ele sabe inglês e tudo, passa os dias a ver filmes. A minha mais velha também precisa de emprego, tirou Psicologia, mas vou ser sincero consigo: em Junho ela tem as férias marcadas em Punta Cana, com o namorado. Se me deixar o contacto depois ela fala consigo, ai fala, fala, que sou eu que lhe pago as prestações do carro… Bom, cá estamos. Um tirinho, como lhe disse. O quê, factura? Oh diabo, esgotaram-se-me há bocadinho.

O deputado dos morangos com açúcar gosta de viajar em 1ª classe

Há coincidências espantosas. José Manuel Fernandes, ex-presidente da Câmara de Vila Verde, foi eleito deputado europeu nas listas do PSD. Apostado em dar nas vistas, além de ter levado uma concertina para Bruxelas pensando tratar-se de um instrumento tradicional português, deu nas vistas quando decidiu levar também os “Morangos com Açúcar” para o PE, à custa do orçamento, é claro, e garantindo a sua participação em alguns episódios.

Na altura afirmou que teria de meter  dinheiro do seu bolso. Como a crise aperta e o bolso tem limites, foi responsável pelo relatório que aumenta o orçamento parlamentar em 2,3%, abaixo da inflação, diz ele, o que inclui um aumento de 0,9% nos seus salários e a manutenção de regalias parvas, como a de viajar em executiva entre Lisboa e Bruxelas.

Como já aqui referi, este episódio deu origem à canalhice de plantar num pasquim castelhano uma fotografia de Miguel Portas, dormindo num avião, em executiva, e omitindo que se tratava de uma viagem para Moçambique, logo fora do alcance da propostas que tanto contrariaram os mais parolos dos nossos deputados. Viagem que ocorreu em 2009, onde “na qualidade de observadores às eleições gerais daquele país africano” se deslocaram 3 deputados portugueses, a saber Miguel Portas, Vital Moreira e José Manuel Fernandes. Vital Moreira é conhecido como jurista e político, e menos conhecido como um bom fotógrafo amador. A fotografia canalha que por aí circula, além da falta de ética revela também uma imensa falta de jeito para lidar com máquinas fotográficas. E além disso Vital Moreira votou contra a continuação desta mordomia que tanto encanta o deputado minhoto.

Os meus agradecimentos ao leitor Paulo Pita por ter deixado um comentário que me fez luz sobre esta estória.

Empreendedorismo

Um festival em S. Paulo, a Virada Cultural,  criou o nicho de mercado da retrete limpa e com papel higiénico, oportunidade bem aproveitada por este morador, demonstrando o espírito de empreendedorismo que tanta falta faz aos pobres portugueses, sendo reconhecidamente uma das causas da crise que atravessamos. O pobre brasileiro, muito mais avançado, contribui com este tipo de iniciativas para o crescimento da economia, com os resultados que estão à vista.

Uma ideia a copiar num evento perto de si.

Como incentivo, espero que o programa do próximo governo contemple uma redução no IVA do papel higiénico, potenciando aos desempregados portugueses um retorno satisfatório. Não há festivais todos os dias.

Sim, isto foi dito num canal de televisão

Já desconfiava. Impõe-se uma limitação à liberdade de expressão: permitir que clubes de futebol tenham canais de televisão ia dar nisto.

Particular atenção ao que é dito ao minuto 2’40. E depois nos blogues é que se escrevem barbaridades, coiso e tal.

A canalhice

Segue o esclarecimento de Miguel Portas sobre uma foto canalha publicada na imprensa porno castelhana. Confesso que também gramava saber quem plantou a foto no dito pasquim. Quando à autoridade moral dos canalhitas que a têm espalhado por aí, está ao nível dos deputados portugueses que votaram contra a alteração ao regime de viagens dos parlamentares europeus.

1. A fotografia publicada por um jornal electrónico espanhol de mentideros, “el confidencial”, começa a chegar a alguns órgãos de comunicação social em Portugal.

2. O jornalista que colocou essa notícia não teve, sequer, o cuidado de me contactar previamente, ao contrário de outros profissionais espanhóis de radio e imprensa escrita. Esses tiveram observaram a regra deontológica de não publicar uma imagem tirada por um eurodeputado que, segundo o pasquim em causa, terá sido movido por “motivos de vingança pessoal”.   [Read more…]

Luta Luta, o 12 de Março pelos Bandex

O 12 de Março remixturado pelos Bandex. Sim, já havia Bandex antes de meterem Sócrates a cantar para Não Dizer Mentiras. Dedico esta à direita que se tem lambido com um vídeo em que Sócrates olha sempre para a esquerda, e não é por causa do teleponto.

E por falar nisso, já temos um Movimento 12 de Março (M12M), que a luta é contínua e continua.

Arte urbana

Pantónio: street signs

Uma final Porto-Braga no horizonte?

Seria lindo.

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Mas para já o que conta é que Braga ou Benfica vão a Dublin. Se o talento que aplicamos na indústria futeboleira se aplicasse a outras, não estava cá o FMI.

Fica o jogo do Porto, que foi dar mais uma lição de bola a Moscovo.