Hoje dá na net: Os Grandes Aldrabões

São os quatro irmãos Marx, é claro. Um filme de 1933 com Groucho, Harpo, Chico e Zeppo Marx, realizado por Leo McCarey.

Legendado em português, ficha IMDB

A falsa história do sexo de despedida

Desmontada pelo Marco Santos. Acrescento que tratando-se de muçulmanos vale tudo e todos os disparates passam. A caça ao mouro em todo o seu esplendor.

O Contrato

Excelente videoclip político, para variar até tem um final feliz.

Ninguém? Vítor Constâncio o habitual cego que vê

Vítor Constâncio vê com preocupação o desemprego a crescer (…)

«é certo que em determinados países há recessões, mas já estava previsto e ninguém previu no entanto que o desemprego aumentasse tanto», explica.

Os Donos da Propaganda

A versão vídeo de Os Donos de Portugal (que enquanto livro é uma obra historiográfica notável, não sendo exactamente uma investigação académica) levantou na extrema- direita (e em alguma direita também) o que era de esperar: incapacidade de contestar os factos e a acusação repetida de que se trata de um trabalho de mera propaganda política.

Mesmo a anarco-direita (que encontrou ali argumentação contra o papel do estado na economia que muito lhe convém) torce o nariz, é da sua natureza, e ao que parece um documentário de tese tem de ter contraditório, sobretudo quando a tese não nos convêm. Não dizem o mesmo dos estafados comentadores do regime que invadem as televisões todos os dias, num saudável pluralismo de repetições.

Mas vejamos um exemplo de argumentação da extrema-direita: [Read more…]

Estimulemos então: Vítor Gaspar para o desemprego, já

Vítor Gaspar: “Evolução do desemprego é um estímulo para acelerar reformas estruturais”

A Fome*

Enquanto Helena Matos se indigna com o pequeno-almoço gratuito nas escolas (e demonstra não ter visto o Feios, Porcos e Maus), há pais que dão bons conselhos aos filhos.

*sim, com maiúscula, quem já experimentou perceberá porquê.

Países que não precisam de turistas para nada

Holanda aprovou proibição de coffeeshops a estrangeiros.

Já ficam com o IRC de meia-Europa, compreende-se.

Hoje dá na net: O Contentor

de Edgar FeldmanFilme feito em colaboração com os alunos e professores da turma PIEF da Escola E.B. 2,3 das Olaias, em Lisboa durante o ano lectivo de 2010/2011 emitido pela RTP2 em 25/4/2012.

Dizem que vai ficar pouco tempo na net. Dizem-se tantas coisas.

É bom demais para não dar viral: uma escola como ela é, sem açúcar. Ao pé disto a quarta temporada do The Wired é para meninos. Quem voltar a falar sobre ensino em Portugal sem ter visto pelo menos um quarto de hora deste contentor, ou vivido um, vá dar banho ao dógue, tópas puto?

A cantiga da rua, hoje na Noruega

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Milhares de noruegueses saíram à rua para cantar a canção que Breivik odeia

O multiculturalismo (vejam lá: uma canção norueguesa inspirada noutra do comuna Pete Seeger) juntou 40 000 cidadãos na rua, só porque Anders Behring Breivik declarou em tribunal que a cantiga lhe provoca os suores frios que nossa querida extrema-direita sente nos passos de uma Grândola Vila Morena.

Aguardemos até a blasfema insurgência nacional descobrir aqui a perdição da raça e o princípio do fim da superioridade da civilização cristã ocidental.

O próximo episódio da guerra da Fontaínha

A implosão será, mais tarde ou mais cedo, o caminho a seguir por quem demoliu um bairro social para abrir a paisagem à classe. Se a escola da Fontaínha não é minha, implode-se, pensa um pobre complexado que chegou a autarca por mera falta de comparência do adversário. E cantará vitória, como se os nossos libertários não estivessem ali a demonstrar que estão vivos, valendo isto um poema à nossa memória e espero que ao nosso futuro.

O problema de Rui Rio é dentro da sua arrogância ainda não ter percebido que não vai substituir Passos Coelho, por mais fascista que se imite; os tempos são outros e os governos de salvação nacional são agora sempre conduzidos por um um homem da Goldmam Sachs.

Ficará para a histórinha como um tolinho das corridas de automóveis, do posso, quero e mando. Ao pé dele Luís Filipe Menezes parece um génio da política. É obra.

E que tal uma pega de rabo e cernelha ao van Rompuy?

O presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy, deu hoje Portugal como exemplo de um país que tem “agarrado o touro pelos cornos”, referindo-se ao combate à crise e à implementação de reformas estruturais.  Jornal de Negócios

Os Donos de Portugal

Documentário de Jorge Costa

Donos de Portugal é um documentário sobre cem anos de poder económico.
O filme retrata a proteção do Estado às famílias que dominaram a economia do país, as suas estratégias de conservação de poder e acumulação de riqueza.
Mello, Champalimaud, Espírito Santo – as grandes famílias cruzam-se pelo casamento e integram-se na finança. Ameaçado pelo fim da ditadura, o seu poder reconstitui-se sob a democracia, a partir das
privatizações e da promiscuidade com o poder político. Novos grupos económicos – Amorim, Sonae, Jerónimo Martins – afirmam-se sobre a mesma base.
Quando a crise desvenda todos os limites do modelo de desenvolvimento económico português, este filme apresenta os protagonistas e as grandes opções que nos trouxeram até aqui.

Adeus Miguel Portas

A despeito de divergências, que as houve e muitas, Miguel Portas lutou pelo que eu luto. Coisas simples, como um mundo onde a igualdade entre os humanos se sobreponha à desigualdade, à humilhação e à exploração. Um planeta para os humanos e não dos financeiros. Fez política pelos outros, como muito bem se demonstra nesta intervenção, num Portugal  onde a política é ocupada por canalhas e farsolas.

Miguel Portas deixou-nos. Mas enquanto cá estivermos continuamos.

Calma, ainda estamos caros

Custos do trabalho em Portugal abaixo de metade da média da zona euro no ano passado, Público

Até ao fim de 2012 o Gaspar faz da Bulgária e da Roménia novos paraísos para a emigração portuguesa.

É um desperdício

não ler a desmontagem, peça a peça, feita pelo José Vítor Malheiros à caridadezinha dos restos e outras sobras de comida.

O que mais irá acontecer

Câmara Corporativa hibernou com as primeiras chuvas do ano. A Fernanda Câncio vai ao 25 de Abril dos que o fizeram. A partir daqui tudo é possível, até mesmo que Sócrates faça um doutoramento num dia da semana.

Donos de Portugal

No meio de 24h que a RTP2 vai dedicar a documentários (privatiza-a, filho privatiza-a, que a malta depois nacionaliza e dá-te um cortador de relva) pela 1h 30 deverá estrear o documentário de Jorge Costa Donos de Portugal.

O filme retrata a proteção do Estado às famílias que dominaram a economia do país, as suas estratégias de conservação de poder e acumulação de riqueza. Mello, Champalimaud, Espírito Santo – as grandes famílias cruzam-se pelo casamento e integram-se na finança. Ameaçado pelo fim da ditadura, o seu poder reconstitui-se sob a democracia, a partir das privatizações e da promiscuidade com o poder político. Novos grupos económicos – Amorim, Sonae, Jerónimo Martins – afirmam-se sobre a mesma base.
Quando a crise desvenda todos os limites do modelo de desenvolvimento económico português, este filme apresenta os protagonistas e as grandes opções que nos trouxeram até aqui.

Esta noite não vou ver, é de festa. Mas amanhã estará num computador perto de todos nós (tás a ver, relvinhas, tu privatizas, nós nacionalizamos-te).

Deputados e ex-presidentes com dignidade, tenham-na

Aos anos que ouvimos a direita na mesma choraminguice, que as comemorações oficiais do 25 de Abril não fazem sentido, que ninguém liga nenhuma aquilo, que não é pedagógico, que é como as velhas comemorações do 5 de Outubro uma mera romagem de saudade, carpindo-se com a periodicidade anual dos pólens nesta altura abundantes e difusores de alergias.

Subitamente tudo mudou, apenas porque quem fez o golpe militar afirma que apenas na rua onde se fez a Revolução (que quiseram “evolução“, lembram-se?) o vai comemorar este ano. Aflição geral na direita, que a democracia são eles, os que foram eleitos (o facto de o terem sido prometendo não fazer tudo o que têm feito não interessa nada, é a democracia-voto-cheque-em-branco onde escrevem as mentiras que ainda hão-de vir), que é um despautério, afrontamentos da terceira idade, balha-me-deus. [Read more…]

Hoje dá na net: Diário de um SkinHead

Documentário baseado no livro de Antonio Salas, jornalista que se infiltrou no movimento SkinHead.

Legendado em português.

É apenas incompetência

E tratando-se de Assunção Cristas, tende sempre para ser asneira grossa.

Inventaram a palavra democracia, só a palavra

As últimas sondagens na Grécia ameaçam vir aí um resultado fantástico, em que a minoria pode governar a maioria. É que o partido mais votado tem um bónus de 50 deputados. Assim também eu.

Que não seja o dia dos livros mortos

Há sítios onde os livros ressuscitam, sem abate de árvores. Na Universidade de Coimbra, por exemplo.

A PGR não abre inquérito?

Um oficial da PSP, Magina da Silva de seu nome, declara estado de sítio, ou mesmo de guerra, para todos os efeitos um golpe de estado. O Otelo não está no activo, tudo o que diga é irrelevante, mas neste caso estão à espera de quê?

Pimenta no anal dos outros para ele é vaselina

Rajoy: “Entregar el petróleo a extranjeros es de un país de quinta“.

Hoje dá na net: Os segredos da Goldman Sachs

A Goldman Sachs manda, nos EUA e na Europa. Veja como.

 Legendado em português.

Ligeira espreguiça ortográfica

Enquanto me vou divertindo com a raiva seven-up que se despeja sobre a minudência conhecida por acordo ortográfico, feita na maior parte dos casos por quem não tem a mínima ideia do tempo em que vive e se pensa ainda aristocrático dono da escrita, e me mantenho preguiçosamente com um único artiguito aqui deixado sobre a reforma ortográfica que há-de vir, recolhi este carta de um leitor que o Público publicou por estes dias, maltratada no título, e guardada no canto onde por ali se despeja o bom senso:

Acordo Ortográfico devia ter simplificado mais

Intriga-me a sanha anti-Acordo Ortográfico (AO) que o Público não se cansa de difundir. Também sou contra, mas não pelas razões apresentadas que se fundam essencialmente na tradição, no saudosismo, na etimologia.

Tentam ridicularizar a eliminação das consoantes mudas que ajudam a abrir a vogal anterior. Ora há numerosas palavras em que tal não se verifica (actriz, actual, actividade, etc.). Acabo de ler a carta de um leitor alarmado com e eliminação da consoante muda em “ótica” por poder ocasionar confusões que levem a operar aos ouvidos quem sofre de cataratas… [Read more…]

A Argentina explicada aos mentirosos

pelo João Rodrigues. Sim, mentirosos, não tenho a mínima dúvida de que esta gente sabe mas mente. E é paga para isso.

Não há dinheiro

Vinte e quatro comeram e beberam num jantar que custou um salário mínimo. Todos ganharam este pão com o suor do seu rosto. Nem sequer têm vergonha na cara. Não há dinheiro?