PAF-PAF num país em recuperação (3)

paf-bebeBruno Maçães, Sec. Estado Ass. Europeus, tenta convencer o WSJ a publicar os seus números do desemprego. Uma luta de décimas para fazer de conta que estamos melhor do que em 2011.

Debate a propósito do livro De pé, Ó Vítimas da Dívida

Paulo Pereira

Mariana Mortágua – Temos de estar preparados a ir até ao Fim ceder implica Negar a nossa própria Existência

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A ideia salvadora

O meu amigo estava desesperado. Ele é matemático e o melhor do seu trabalho ocorre no estranho e esotérico campo da matemática estocástica. Ora, estando há uns tempos de volta de um inovador e complexo paper destinado a uma prestigiada revista científica, tinha emperrado numa dificuldade. Faltava-lhe um detalhe, qualquer coisa, uma intuição salvadora que o desencalhasse. Os computadores fumegavam, as folhas de notas acumulavam-se cheias de cálculos cuja mancha gráfica parecia uma colónia de formiga salalé enlouquecida. Mas nada. Falei com ele num serão de angústia criativa, animei-o conforme pude, já que ajudá-lo nas suas matérias de investigação estava completamente fora do meu alcance. De repente, pareceu-me que lhe ocorria algo de novo. O seu rosto iluminou-se um pouco. Partiu, resmungando que se aquilo não resultasse, nada resultaria. [Read more…]

PAF-PAF num país em recuperação (2)

Alemanha interessada em enfermeiros e paramédicos portugueses, diz Paulo Macedo. (Julho 2015) “Ah e tal, nunca incentivámos a emigração”.

Uiii! Algo me diz que

Lá se vai o estado de graça em que se encontrava Hollande junto da esquerda lusa…

«Morre mais depressa, Europa!» [Heiner Müller, 1989]

«A Europa tornou-se um conceito de higiene social, pois cada vez mais se faz da pobreza um problema de higiene. Como é que, nessas condições, poderia subsistir o fundo intelectual da Europa? É para mim um mistério, a menos que se atribua uma alma ao dinheiro. O tema poderia ser objecto dos mais amplos debates filosóficos – de qualquer modo, o capital tem uma líbido. Acabaremos sem dúvida por encontrar-lhe uma alma, também. E ela surgirá com tal impacto que teremos de a conter. Heiner Müller em 1989 [em Francês, parcialmente traduzido para Português em baixo]

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(c) Roger Melis (1940 – 2009)

 

«Morre mais depressa, Europa!»

Em 1989, a revista Transatlantik publicou cinco entrevistas com Heiner Müller, realizadas por Frank Raddatz. Publicamos as segunda e quinta entrevistas, realizadas respectivamente em Janeiro e no Outono de 1989, aqui reunidas sob o título da segunda: «Morre mais depressa, Europa!»

Transatlantik: Há relativamente pouco tempo, a palavra Europa designava antes de mais apenas a parte ocidental do velho continente. Agora, usa-se com cada vez maior frequência a noção de casa comum europeia, para melhor dar conta da realidade a Leste e a Oeste. Poucas pessoas têm percorrido as duas alas desta casa, como é o seu caso. Será Heiner Müller o Europeu por excelência?

Heiner Müller: Sou um Europeu bastante bera, mais não seja porque apenas posso comunicar em Inglês. No que respeita às outras Línguas, tudo se torna muito mais trabalhoso. Infelizmente, ignoro quem forjou esse belo slogan de «casa europeia», no entanto, encontrei recentemente essa formulação num texto de Carl Schmitt a propósito do discurso de Hitler sobre a Sociedade das Nações. Nele, Schmitt cita o seu Führer e chanceler do Reich, Adolf Hitler, que fala da «casa europeia». Isso evoca para mim, de modo muito vincado, o debate sobre a reunificação alemã. A Alemanha apenas existe por oposição aos outros, aos franceses, por exemplo. Talvez o mesmo suceda com essa ideia de “Europa”.

De um ponto de vista histórico, a Europa não existe. Por ocasião da entrega do prémio europeu de cinema a Krysztof Kielowski pelo seu filme Não matarás, o realizador disse algo muito interessante numa entrevista: regozijava-se por aquele prémio ter sido atribuído a um filme polaco, pois isso significava que a Polónia fazia parte da Europa. Acrescentou que havia duas Europas, uma marcada pelo cunho de Bizâncio, e a outra de filiação romana. Mais que não seja em razão do catolicismo, a Polónia faz parte da Europa «romana», enquanto que a Rússia e toda a Europa do sudeste relevam da cultura bizantina. A fronteira situa-se algures na Hungria. É uma condição prévia importante para toda e qualquer reflexão sobre a Europa. Muitos mal-entendidos entre o Leste e o Oeste resultam de um conhecimento insuficiente relativamente a esse facto histórico.

A actual discussão sobre a Europa é motivada por uma campanha puramente económica. Tal como os «Republicaner» ganharam existência por fazerem campanha contra os estrangeiros, utiliza-se a ideia europeia para vender aos alemães uma salsicha que não responde às normas de consumo em vigor na RFA. [Read more…]

A construção política da Europa

«(…) Só quando a Europa for contestada (…), não já em nome do passado que desonrou mas em nome do presente que divide e do futuro que será capaz de abrir ou fechar, poderá tornar-se uma construção politica duradoura. (…)» Etienne Balibar, Para acabar com a União dos tecnocratas e dos banqueiros [em Francês]

Da superioridade moral do Syriza…

Nadia Valavani demitiu-se por discordar do acordo, ou talvez tenha sido algo um pouco mais complicado

Serviço público

Passos Coelho mente? Rebobine a gravação

O rigor pós-Jardinista do PSD Madeira

Jardim Albuquerque

Fiéis a uma longa tradição de derreter milhares de euros em festas à grande e à Jardim, os responsáveis do PSD Madeira preparam-se para gastar 100 mil euros na festa anual do regime, honrando desta forma esse ícone do despesismo público que é Alberto João Jardim.

Ainda assim, e apesar da propaganda social-democrata do rigor, vazia e sem qualquer tipo de valor que se consiga percepcionar, o PSD-Madeira congratula-se com a redução do despesismo, na ordem dos 50%. Até agora, os homens que faliram a Madeira torravam 200 mil euros no seu comício anual, agora torram apenas 100. Para quem gere uma ilha enterrada em dívidas, parece-me um valor que faz jus ao discurso moralista que o partido vomita diariamente.

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Taxa de emprego 1988-2015

taxa emprego 1988-2015

Fonte (com adaptação minha). In Portugal, employed persons are individuals with a minimum required age who work during a certain time for a business. This page provides – Portugal Employed Persons – actual values, historical data, forecast, chart, statistics, economic calendar and news. Content for – Portugal Employed Persons – was last refreshed on Sunday, July 19, 2015.

Quando se fala de emprego em Portugal logo vem à baila a taxa de desemprego, o que é um contra-senso. Eu prefiro olhar para a taxa de emprego, que até está menos sujeita a redefinições cosméticas (todos os governos as têm feito como forma de camuflar o desemprego).
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PAF-PAF num país em recuperação

Astérix-et-PAF“Nós temos limitações óbvias do ponto de vista constitucional para lidar com o problema dos salários.” (Passos Coelho, Julho 2015)

Alguém se importa de enviar esta tradução à Sr.ª Merkel?

Portugueses trabalham mais 486 horas por ano do que os alemães Portugiesen arbeiten 486 Stunden mehr pro Jahr als die Deutschen
Os portugueses trabalham em média mais 486 horas por ano do que os seus parceiros alemães, o que equivale a um acréscimo ligeiramente superior a 35%. Enquanto na Alemanha, que é o país da União Europeia (UE) onde se trabalha menos horas, a média é de 1371, em Portugal são efetuadas 1857, sendo o sexto país da UE onde se trabalha mais horas, depois de Hungria, Estónia, Polónia, Letónia e Grécia, que é onde se trabalha mais, num total de 2042 horas por ano. Die Portugiesen arbeiten im Durchschnitt 486 Stunden pro Jahr mehr als ihre deutschen Partner, was etwas mehr als 35% höher entspricht . Während in Deutschland, dem Land der Europäischen Union (EU), wo man weniger Stunden arbeitet, der Durchschnitt 1371 Arbeitsstuden ist, arbeitet man in Portugal 1857. So ist Portugal das sechste EU-Land, in dem länger arbeitet, nach Ungarn, Estland, Polen, Lettland und Griechenland, wo man am längsten arbeitet, insgesamt 2042 Stunden pro Jahr.

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E com razão

“Richie Porte, queixou-se de ter sido agredido por um espetador.” Com espetos não se brinca.

Bipolaridade saudita

Nuns dias financia terroristas, noutros prende-os. Nem os restantes fanáticos os compreendem.

Angela Merkel torna-se útil

Schäuble admite demitir-se devido a divergências com a Chanceler. Maldito referendo grego que não serviu para nada…

Como se esquivar à CPI do BES, ao MP e ao DIAP de Lisboa. E ainda ter tempo para ir ao barbeiro

Jose Gui

O simpático senhor que podemos ver nesta fotografia do Jornal de Negócios é José Guilherme, uma espécie de caloteiro grego que nos deve 121 milhões de euros via BES e que, qual fanático da extrema-esquerda, pretende uma reestruturação da sua dívida.

Empresário da construção civil, com certeza do lote daqueles que nunca corromperam um político – algo que como sabemos não existe – para conseguir aquele negocio ruinoso da praxe, trata-se do amigo de Ricardo Salgado que lhe ofertou uns míseros 14 milhões de euros, possivelmente imunes a impostos que os pobrezinhos da Comporta precisam de comer, a mesma pessoa que, quando convocado para prestar declarações na Comissão de Inquérito (CPI) ao caso BES, não pôde estar presente por estar doente e fora do país, motivos que não o impediram de passar no estabelecimento do senhor Aurélio Robalo, em Lisboa, para cortar o cabelo.

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Euro divergência

André Serpa Soares

Convergência. Esta é a palavra-chave que sempre me fez acreditar que é bom estar integrado na União Europeia.
Convergência no desenvolvimento e em tudo o que ele implica: educação, saúde, apoio social, qualidade de vida, poder de compra, aprofundamento da democracia, civismo, cultura, infraestruturas, livre circulação de pessoas e bens… Convergência.
A Europa partilha um espaço geográfico comum que, como se costuma dizer, vai do Atlântico aos Urais, da Escandinávia às ilhas mediterrâneas.
Partilha também, supostamente, uma tradição comum, histórica e filosófica, de ética e de valores.
A antiga Grécia, o Império Romano, o cristianismo, são pilares identitários comuns à maioria dos povos europeus. No entanto, existe na Europa uma enorme diversidade cultural, étnica e religiosa, aumentada pelos fluxos migratórios de outros povos e continentes, e esse multiculturalismo e abertura ao mundo é também um dos seus valores
A II Guerra Mundial e a separação do “velho continente” em dois blocos políticos (e sociais) não foram suficientes para abrir fracturas tão permanentes que impedissem a criação e desenvolvimento de uma consciência e de um “espaço europeu”, alargado ao longo dos anos.
E foi este desenvolvimento da consciência e do “espaço europeu” que levou os povos a transferirem parte da sua soberania para cinzentos “eurocratas” que nos conduziriam a todos, europeus, a uma convergência. [Read more…]

Carta do Canadá: Por quem os sinos dobram

A maratona negocial de Bruxelas, que teve a Grécia por motivo, trouxe-nos ensinamentos dolorosos e perguntas que magoam. E saldou-se por um acordo punitivo,  odioso, vingativo, a que se chegou por meio de chantagem: ou os gregos aceitavam o garrote da penúria ou seriam  mandados morrer de fome fora do euro.  E que servisse de exemplo a quem ousasse contrariar  as imposições da Alemanha, os interesses da Alemanha, a mente quadrada da Alemanha.  Deitou-se mão de tudo para espezinhar e humilhar os gregos, na pessoa de um Alexis Tsipras que, por amor ao seu povo sofrido,  se vergou sem estar convencido e já sem ilusões acerca das injúrias que iria ouvir dos que, se estivessem no lugar dele, teriam feito o mesmo.  Um homem jovem que, tendo sido obrigado pela manobra hitleriana da actual União Europeia  a aceitar o contrário do que havia prometido e até sublinhado pelo referendo, teve a hombridade de o declarar ao seu país e ao mundo, em discurso claro e sem rodeios.  Não foi nenhum farsante que prometesse a lua aos eleitores e depois, de rabo entre as pernas, fosse além  das troikas e baldrocas com que os  não eleitos de Bruxelas andam  a tirar dos pobres para dar aos bancos dos países ricos.  A Grécia teve a postura  dum país milenar, hoje servido por uma geração de jovens políticos  inteligentes e academicamente bem preparados, perante a arrogância ignorante dum país recente que mais não é do que o agregado de territórios feudais, qual deles o mais abusivo, que veio a desaguar numa comunidade que, no espaço de um século, tentou destruir a Europa e levou a guerra ao mundo todo.  Quando começaram as queixas contra Varoufakis, o ex-ministro das finanças grego, que só com o olhar perfurante tresmalhava aquele formigueiro malsão,  o primeiro ministro Tsipras teve a elegância de substituir o seu companheiro de governo.   No entanto, quem tudo manda em Bruxelas teve o topete de reconduzir o presidente do Eurogrupo,  o detestável Dijssolbloem  que, com a sua expressão  desvairada de gato castrado, humilhou e maltratou quanto quis a delegação grega. [Read more…]

Parece que é preciso repetir, repetir, repetir, repetir,

Schaeuble my precious

No passado domingo, Schäuble dizia que havia um problema de confiança com a Grécia. E colocou como condição para a apoiar que um fundo luxemburguês administrasse 50 mil milhões de euros dos gregos.

Mas…

Entretanto soube-se que esse fundo era administrado pelo banco estatal alemão KfW, cujo chairman é Schäuble. Nessa altura deu-se uma inversão nas negociações e começou-se a desenhar um acordo. Isto poucas horas depois de Merkel assumir publicamente que não haveria acordo.

Portanto…

Não havia problema de confiança nenhum, o que se passava é que

Schäuble queria meter a mão nos 50 mil milhões  de euros dos gregos;
Schäuble queria meter a mão nos 50 mil milhões  de euros dos gregos;
Schäuble queria meter a mão nos 50 mil milhões  de euros dos gregos;
Schäuble queria meter a mão nos 50 mil milhões  de euros dos gregos.

Durante 6 meses nunca houve acordo quanto à Grécia porque  [Read more…]

Por acaso, ideia do fundo grego foi do PM holandês

É no que dá a gabarolice.

O Acordo Nuclear Iraniano

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Legenda *

A propósito do Acordo Nuclear Iraniano alcançado há 2 dias, parece-me oportuno replicar aqui um texto de minha autoria e, publicado a 29 de Novembro de 2013, aquando da assinatura do Acordo Interino (24.11.13), espinha-dorsal desta versão final agora alcançada:

Irão: Os “gémeos” Hussein Obama e Hassan Rouhani lá se entenderam!

Permitam-me que vos diga, o acordo alcançado sobre o programa nuclear iraniano no passado fim-de-semana, não é surpresa nenhuma. É inédito, é “jebétacular”, é mediático, mas era aguardado há já algum tempo, sobretudo por dois factores.

O 1º porque o Presidente Obama quer ficar para a História para além do óbvio e, percebendo que a solução Dois Estados entre israelitas e palestinianos é impraticável, teria que tirar outro coelho da cartola. A cada segundo mandato, todo o Presidente americano investe nesta “solução”, na tentativa de ficar referenciado como aquele que resolveu o problema, blindou ambas as partes e permitiu o surgimento duma Palestina independente e soberana. Ora a Cisjordânia neste momento não passa duma “micronésia de terra” rodeada e recortada por colonatos e muros, sem qualquer contiguidade territorial, o que a remete para um crescente e agonizante disfuncionalismo, com a agravante de ver cada vez mais vedado o acesso a um bem essencial. A água. Logo, uma parte perdedora deste acordo são os palestinianos e a sua causa.
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Milícias de extrema-esquerda tomam BCE e FMI de assalto

extrema

As sedes do BCE e do FMI foram hoje tomadas de assalto por milícias de extrema-esquerda que reclamam a adopção de medidas de reacção ao caminho único da austeridade. Lideradas pela famosa rebelde Christine Lagarde, a quem se juntou o anarco-sindicalista Mário Draghi, os insurgentes pretendem forçar uma reestruturação da dívida grega, que poderá inclusive passar por um perdão parcial, à revelia da linha dominante numa Europa de pensamento de influência passista-rajoyzista. Os bravos jornalistas que se infiltraram neste autêntico cenário pós-apocalíptico que se vive nas instalações das duas instituições conseguiram captar declarações de Draghi:

“É necessário um alívio da dívida grega. Nunca ninguém disputou essa questão, a dúvida é saber qual é a melhor forma de fazê-lo, tendo em conta o nosso enquadramento legal”

A violência das palavras de Draghi, outrora um respeitável neoliberal, estão a chocar a Europa civilizada, que se questiona sobre quando esta loucura terá fim. Mas esse fim não parece próximo. Contrariando a resistência alemã, a líder da insurreição foi mais longe e afirmou mesmo que a organização que lidera não tem dúvidas de que a dívida grega é insustentável e sublinha que a Grécia necessita de um alívio da dívida “muito além” dos planos da União Europeia:

“A dramática deterioração da sustentabilidade da dívida aponta para a necessidade de um alívio da mesma numa escala muito maior do que aquela que esteve sob consideração até ao momento – e que foi proposta pelo Mecanismo Europeu de Estabilidade”

O fim está perto. Tenham medo, tenham muito medo…

 

Passos Coelho inspira Christine Lagarde

alem da troika

Mais: o FMI não tem dúvidas de que a dívida grega é insustentável e sublinha que a Grécia necessita de um alívio da dívida “muito além” dos planos da União Europeia. “A dramática deterioração da sustentabilidade da dívida aponta para a necessidade de um alívio da mesma numa escala muito maior do que aquela que esteve sob consideração até ao momento – e que foi proposta pelo Mecanismo Europeu de Estabilidade”. [Expresso]

Passos Coelho teve a ideia de ir além da Troika, o FMI inspirou-se nela para agora defender a necessidade de ir além dos planos da UE devido à insustentabilidade da dívida grega. Se isto é Marketing Político da coligação, estão de parabéns. Se não é estão de parabéns na mesma. A ideia por acaso é dele e não se via tanta criatividade desde os tempos em que se manipulavam fóruns da TSF.

Os ‘trolls’ estão a ganhar a batalha

Hoje, lembrei-me dos ataques e do estudo. Porquê? Por causa deste artigo de Ellen Pao.

“Tira a minha mulher da equação senão vou-te aos cornos”

Difamação, Injúria e coacção são os crimes que constam na acusação contra o marido da ministra. Claro que, no final do dia, a coisa acaba arquivada. Ser esposo de tão distinto membro da casta terá com certeza as suas vantagens.

Poderosa e Descontrolada: A Troika

Amanhã, 17 de Julho, o grupo de teatro O Bando projecta o documentário “Poderosa e Descontrolada: A Troika”, de Harald Schumman. A sessão começa às 21h00 e a entrada é gratuita.

‪#‎PorAcasoFoiIdeiaMinha‬

Entre tanta pantominice e porcaria feita por este tipo e é pela gabarolice que leva porrada.

‪‎PorAcasoFoiIdeiaMinha‬

Não te preocupes, está tudo bem!

Não penso

A corrupção não existe. A corrupção, o tráfico de influências ou qualquer forma de clientelismo. Pelo menos na política. Existem uns quantos chanfrados, que se escudam nestes argumentos patéticos como forma de desculpar a sua inércia enquanto pessoa, enquanto empreendedor, porque na verdade não passam de invejosos egocêntricos que mais não sabem fazer do que se queixar e criticar.

São tudo teorias da conspiração. Um político quer, por princípio, ser reeleito. Existem leis que impedem delitos. Existem grandes escritórios de advocacia que ajudam na criação dessas mesmas leis para que se tornem infalíveis. E também esses escritórios querem continuar a trabalhar e o Estado, os organismos públicos, são clientes que pagam e que por norma são muito sérios. Até porque alguns dos seus funcionários são também funcionários do Estado logo seria uma loucura achar que estas pessoas, idóneas, seriam potenciais criminosos.

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Muito bem, Bloco de Esquerda

Segundo o Observador, o Bloco de Esquerda “recusa-se a participar em receção“. Se me enviassem um convite para participar numa ‘receção’, também recusaria, por um motivo muito simples: não sei o que significa. Aliás, não estou sozinho. Além de mim e de outros falantes e escreventes de português europeu, também os falantes e escreventes de português do Brasil desconhecem o significado de ‘receção’. Efectivamente, não nos esqueçamos do objectivo: “conseguir chegar a uma ortografia comum”.

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