Anunciada a “saída limpa”, espécie de Nirvana para nabos, os nossos “amigos” falaram. Não tardou que o vice-presidente da UE, qual sargento falando às mulas na parada, viesse, de sobrolho levantado, bradar ordens e instruções sobre o que o governo português tinha de fazer. O despenteado mental do eurogrupo já veio prometer-nos as penas dos infernos se não nos portarmos como eles acham que “deve ser”. O FMI exige um mini-memorando (que coisa tão querida, ’tá ver tia) com as nossas obrigações detalhadas e a garantia de controlo das nossas contas públicas nas próximas décadas.
“Estamos livres”, “é 1640”, “Portugal recuperou a independência”, dizem os governamentais papagaios. Pois é. É uma maçada. Os nossos governantes sopram sobre nós esta brisa libertadora e vem a realidade e atira merda para a ventoinha.













Urban String Music
Nada a declarar. 





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