Ver melhor AQUI.
Qual é o seu blogue favorito?
10/03/2010 by
Qual é o seu blogue favorito?
Se quer saber, não faça batota, não vá já espreitar as respostas, antes de concluir o exercício.
O presente método de avaliação, combina de modo interessante a matemática com a numerologia.
Comece com calma, passo a passo, e não se iniba de usar uma calculadora:
1º) Escolha o seu número preferido de 1 a 9;
2º) Multiplique por 3;
3º) Some 3 ao resultado;
4º) Multiplique o resultado por 3;
5º) Some os dígitos do resultado;
6º) Memorize o resultado final.
…
Em Vias de Facto
09/03/2010 by
Ena pá, mais um blogue! E um dos bons. Ora venham de lá essas postas que a malta cá está para ler e entrar em Vias de Facto.
Obrigado a TODAS!
09/03/2010 by
A questão parece simples sendo verdadeiramente complexa: a Mulher precisa de um dia internacional? A Mulher ocidental certamente que não mas existe mundo para lá do nosso quintal.
Aliás, o nosso quintal teve ontem um belo conjunto de guardadoras de rebanhos, que isto da tradição já não é o que era. Dúvidas? As visitas são uma boa resposta: quase 2000 visitas únicas e mais de 4700 page views, uma das melhores segundas de sempre! O motivo: óbvio, a elevada qualidade do que aqui foi escrito neste Dia Internacional da Mulher por todas estas fantásticas bloggers:
Carolina; Maria Noémia Pinto; Zita Formoso; Isabel Diogo; Maria de La Fontaine; Mimi; Salomé Correia; Carla Romualdo; Ilda Rodrigues; Lurdes Rocha Girão/Paula Salema; Tereza; De Puta Madre; Ana; Ângela Castelo Branco; Maria Pinto Teixeira; Tindergirl; Rita Santos Rocha; M João Rijo; Renata Moreira de Sá Cruz e Ana Paula Fitas.
Foram 21 colaboradoras de luxo. O nosso muito, mas mesmo MUITO obrigada a todas vocês e a todas(os) as leitoras(os).
Se alguém me disser Bom Dia e eu não achar esse cumprimento importante, então não respondo
06/03/2010 by
Ana Paula Fitas no Aventar
05/03/2010 by
O Aventar tem o enorme prazer de anunciar a entrada de um novo elemento, Ana Paula Fitas. Bem podemos dizer que era um sonho antigo do Aventar. O convite já tinha alguns meses, mas só agora se concretizou.
Professora universitária, doutorada em Ciências Sociais, participou no «Simplex», blogue de apoio ao PS nas últimas Legislativas, e mais tarde em «A Regra do Jogo». Mantém o seu blogue pessoal, «A Nossa Candeia».
No Aventar, escreverá sobre o que quiser. Todos sabemos que os seus interesses são muito diversificados e que, no que diz respeito à política, revê-se nas políticas do Governo liderado por José Sócrates. Que seja muito feliz por aqui.
Aventar com Vivaldi
05/03/2010 by
Os homens notáveis são aqueles cujas existências e obras perduram na memória e admiração da humanidade, geração após geração, século após século. Ontem, com o “Aventar em obras”, não tive a oportunidade de homenagear António Vivaldi, nascido em Veneza em 4 de Março de 1678 (4 de Março é também a data de aniversário da minha filha mais nova).
Este género de homenagem a compositores musicais proporciona-me igualmente um sabor especial: o prazer de diminuir todos aqueles que de forma sistemática, na blogosfera ou fora dela, se entregam ao prazer mórbido da cabotinagem.
Apesar da dita homenagem não ter podido realizar-se ontem, aqui, não me dispensei de o fazer hoje com recurso a um video das famosas “4 Estações”.
Vencidos, à primeira hora do primeiro dia da primeira estação, os cabotinos iniciam o regresso à toca, mudos e de orelhas caídas. Coitados! … mas voltam sempre a cabotinar.
Gracias, Majestad…
05/03/2010 by

Um simples SMS pode resolver muitos problemas. Por intermédio de várias casas reais – que como se sabe e pelas leis da hereditariedade são todas a mesma, embora tenham nomes diferentes -, tudo se resolveu. O Aventar está de volta e mais risonho que “já-mé“!
Não partilhamos qualquer tipo de teorias da conspiração, porque mais conspiradores que nós próprios, é decerto difícil de encontrar. Contamos entre nós, com admiradores do João das Regras e dos pés-rapados que ilegalmente alçaram o Mestre de Aviz. Temos por aqui, entusiastas partidários do Prior do Crato. Por cá também medram como trevos de três folhas, herdeiros directos dos Conjurados do 1º de Dezembro, da revolta anti-Junot, assim como batedores de palmas à gente do Sinédrio. Numa grande e exultante confusão, cá está a turbamulta anti-Ultimatum, anti e pró 31 de Janeiro. Por aqui grassam admiradores do 5 de Outubro, da Monarquia do Norte e… preferimos- alguns – ficar por aqui, até porque se prosseguirmos, tropeça-se em partisans de Salazar, de Estaline, de Otelo e só Deus, Buda, Javé, Alá, Shiva e Confúcio saberão de quem mais!
A tecnologia do século XXI e as boas relações – à distância …de una tapa – com gente que conta milénios como números de série no B.I., são os recursos de que dispomos. O Aventar cá está uma vez mais… y todo esto gracias a un simple SMS. Gracias Majestad!
* Já agora, não existe alguém que queira blogar connosco e seja apaniguado do Miguel de Vasconcelos?
O Aventar volta sempre ao local do crime
04/03/2010 by
Ontem, 3 de Março, o Aventar publicou um anúncio no jornal Público procurando o que nos falta para sermos um blogue completamente pluralista: alguém que defenda o actual governo.
Pelas 14.00 ficámos offline.
Segundo a empresa Esotérica, que nos prestava o serviço de alojamento do blogue num servidor partilhado o excesso de tráfego do Aventar tinha mandado abaixo todo o servidor
Não sendo a primeira vez que tal sucedia, e tendo o Aventar entre as 13h e as 14h cerca de 200 visitantes, a solução que nos foi apresentada pela empresa passaria por mudarmos para um servidor dedicado, pela módica quantia de 60 € mensais, mudança que só seria possível a partir da tarde de hoje.
Deixando de lado algumas trocas de palavras mais rocambolescas, optámos por mudar de fornecedor. Solicitado à Esotérica acesso por ftp aos nossos ficheiros tal foi-nos negado.
Ao fim da tarde o Blasfémias publicou estes factos.
Após essa publicação tivemos acesso aos nosso ficheiros.
Neste momento voltámos.
Entretanto houve algumas respostas ao nosso anúncio, a despeito de termos ficado quase incontactáveis. Continuamos por isso mesmo abertos a mais propostas.
Queremos agradecer aos blogues que se solidarizaram connosco, em particular ao Blasfémias, 5 Dias, Fliscorno e Palavrossavrvs Rex. Nas suas caixas de comentários surgiram algumas hipóteses mais ou menos mirabolantes tentando explicar o sucedido. Não podemos deixar de desmentir que tudo isto tenha passado por um telefonema de Sócrates ao rei de Espanha, que por sua vez teria telefonado não se sabe bem a quem. No Aventar temos um fervoroso monárquico que se encarregou pessoalmente de impedir tal desiderato.
Não deixa de ser verdade que se tivéssemos entre nós um defensor governamental nada disto teria acontecido, pela simples razão de que não teríamos tido necessidade de publicar o anúncio. Agora também é verdade que 200 visitas numa hora mandar abaixo um servidor é razão para mudarmos de alojamento e não motivo para imaginarmos situações mais complicadas.
Precisa-se de Blogger socialista: Uma explicação
03/03/2010 by

Ainda a propósito do anúncio que publicámos no «Público» de hoje.
A verdade é que, depois de um «post» do Luis Moreira com alguns meses, não apareceram candidatos. Sendo um blogue plural, com elementos à Direita do CDS e à Esquerda do Partido Comunista, não temos no entanto qualquer elemento da área da Governação, o que é chato.
Não foi por falta de tentativas.
Ao longo dos meses, convidámos umas 10 pessoas e todas recusaram. Ou nem sequer responderam, o que mostra bem a educação de algumas delas. Dos que recusaram de forma gentil, lembro-me do Rui Herbon, da Ana Paula Fitas, do José Reis Santos ou do Tomás Vasques, a quem agradeço a simpatia de uma resposta.
Mas como não queremos continuar sem socialistas, logo agora que eles estão a passar um mau bocado, decidimos colocar um anúncio no jornal, porque parece não haver outra hipótese.
Isto é a sério: estamos desesperados por um socratista. Os socratistas é que parece que não querem…
José Leite Pereira censurou o Aventar (Mário Crespo II)
03/03/2010 by

O anúncio hoje dado à estampa no «Público» ia ser publicado inicialmente no «Jornal de Notícias» do último Domingo.
Acontece que o Director do JN, José Leite Pereira, censurou o Aventar. Este mail é a prova de que José Leite Pereira, demonstrando que os amigos são para as ocasiões, proibiu que o anúncio fosse integrado na edição de Domingo, apesar de já estar paginado pelos serviços do jornal e de já estar pago. «Vejam lá que anúncios andam a pôr», ter-lhe-á dito o «amigo Joaquim» em tempo oportuno.
Será que, apesar de não ter sido contactado pelo Director do JN, posso considerar-me um segundo Mário Crespo?
Precisa-se de Blogger simpatizante de José Sócrates
03/03/2010 by
Afinal, Roma paga aos traidores
02/03/2010 by
O nosso JJC já abordou o tema. Na blogosfera muito se escreveu, hoje, sobre a matéria. Não podendo destacar todos, fico-me por dois exemplos: o do Gabriel e o de Eduardo Pitta. Concordando em absoluto com o aventador JJC e com o blasfemo Gabriel, permitam-me que reproduza o Eduardo Pitta, de uma clareza extraordinária:
Face a uma não-notícia, PPM revela publicamente a identidade de alguém que tem o direito a escrever sob pseudónimo. [Read more…]
Filho da Pide
02/03/2010 by
Não gosto de anónimos. Cá tenho as minhas razões. Pensar que na Rede qualquer um é mesmo anónimo só porque assina com um nome que não é o seu irrita-me, dou-me mal com a imbecilidade humana.
Era isto um intróito para contar que Paulo Pinto Mascarenhas assinou hoje uma das coisas mais vergonhosas do jornalismo português mais recente. É muito fácil identificar um anónimo, como já tentei explicar ao procurador Pinto Monteiro, e sendo alguém que escreve no blogger, propriedade do Google mais fácil ainda, como o Jorge do Fliscorno aí desenvolve em comentário à essa mesma explicação.
É muito baixo identificar alguém que quer ser anónimo e não cometeu nenhum crime, como achou o DIAP e explica o próprio. É de filho de uma grande pide, seja a senhora sua mãe quem for.
E é muito fácil as minhas irritações virarem-se para outro lado com uma rabanada de vento deste calibre.

Imagem do jumento
6 Blasfémias 6:
01/03/2010 by
Seis anos de Blasfémias? É obra! Muitos parabéns e que venham mais 6 e mais 6 e mais 6 e mais…
A Regra do Jogo está mesmo Fora de Jogo???
27/02/2010 by
Depois da implosão do blog A Regra do Jogo eis que surge o blog Fora de Jogo. Mas onde é que eu já vi este filme? Meio porno, é certo…
…Muitos anos de vida…
27/02/2010 by
O Insurgente já por cá anda há cinco anos. Estão todos de parabéns!
Venham mais cinco e mais cinco e mais cinco e mais….
Amor…Sobre o Tempo que Passa:
26/02/2010 by
Tenho um velho hábito de blogger: passear pela blogosfera e ler as novidades nos meus blogues preferidos. O hábito tornou-se quase “profissão” quando no Aventar, juntamente com o JJC, ficamos responsáveis por fazer uma revista semanal de blogues.
Regressado às lides, comecei a deambular, pé ante pé, desenhando a próxima edição do “Destra Sinistra”. De repente, dei de caras com um momento sublime e que diz muito, mas mesmo muito, sobre o seu autor.
Apenas o conheço da blogosfera e de uma ou outra aparição na televisão. Habituei-me a lê-lo com a atenção devida e merecida pela excelência da sua escrita. Sempre olhei para ele com o respeito devido aos seres a quem reconheço uma superioridade intelectual rara. Mas foi com verdadeiro espanto e comoção que li esta sua prosa. De um amor tocante pelo outro. De uma coragem só possível a alguém superior. Fica a minha pequena, comovida e simbólica homenagem, através desta cópia do seu post, a este grande Senhor da blogosfera portuguesa e que justifica, palavra por palavra, aquilo que escrevi anteriormente sobre a importância e o papel de um blogue.
Não é todos os dias que alguém, como José Adelino Maltez, assume com coragem um momento de dor e perda como este. A mim, tocou-me fundo:
Escrever ou blogar, eis a questão (Memória descritiva)
24/02/2010 by
A propósito da mini-polémica que aqui se desencadeou sobre o universo dos blogues, entre o aventor Carlos Fonseca e o artista plástico Leonel Moura, lembrei-me de um artigo de Pierre Assouline que, em 26 de Janeiro passado, foi publicado no “le Monde des livres” sobre os escritores blogueres. Antes de mais, temos uma inauguração pessoal – resolvi adoptar o verbo blogar. Blogar – verbo transitivo (do inglês to keep a blog). Não sou pioneiro, outros já o utilizam há tempos. Mas vamos ao tema.
Segundo diz Assouline, são mais raros do que se pode julgar os homens de letras que blogam e por duas razões: uma boa parte deles não mantém qualquer convívio com o computador e com o universo que se encontra subjacente, e os que estão ligados à net depressa se apercebem de que a manutenção de um blogue representa um exercício de regularidade e um acréscimo de trabalho que obrigam a sacrificar todos os dias algumas horas do tempo de escrita. Assouline não o diz, mas eu acrescento que, além do tempo que se ocupa a redigir os textos, o vício de consultar o blogue diversas vezes ao dia, ler e responder a comentários, transforma-nos em blogo-dependentes.
Diz o jornalista francês que o facto de não ser meio a que os escritores se afeiçoem facilmente, constitui ainda mais razão para referir aqueles que não só se aventuram por esses caminhos, como dão também um prolongamento de tinta e papel ao seu diário on line, como é o caso de José Saramago, de 87 anos, e do romancista francês Èric Chevillard, de 46 anos. Não vou transcrever as entrevistas, disponíveis na net, apenas referir um ou outro aspecto do conteúdo do texto de Assouline. [Read more…]
O vício foi mais forte
23/02/2010 by

Eu, com o meu fato de atleta dotado pela Natureza, a snifar uma dose de Aventar
Pois é, o vício foi mais forte e acabo, afinal, por não sair do Aventar. Prometi que saía, por causa de desavenças internas provocadas pela entrada de Carlos Santos, mas parece que não consigo manter uma reles promessa. Nunca mais digo mal dos políticos que não cumprem promessas – eis mais uma promessa para quebrar ainda hoje.
A culpa nem sequer é minha. Para o meu regresso, concorreu uma incrível vaga de fundo como eu nunca tinha visto até hoje. Foi preciso viver até aos 39 anos para acreditar que as vagas de fundo existem mesmo.
Vou deixar-me de tretas. A verdade, verdadinha mesmo, é que eu sou do Aventar desde pequenino…
Carlos Santos no Aventar
19/02/2010 by
Carlos Santos é professor de economia na Universidade Católica e analista de política internacional. Na blogosfera, começou com o seu blogue pessoal, «O Valor das Ideias». Durante o Verão de 2009, colaborou no «Simplex», blogue colectivo de apoio ao Partido Socialista. Terminado esse projecto, fundou «A Regra do Jogo», que teve uma duração efémera.
Convidei o Carlos Santos para o Aventar logo que terminou o «Simplex», porque fazia-nos falta alguém com queda para a economia e que estivesse mais ou menos na área socialista – temos gente que está à Direita do CDS e gente que está à Esquerda do PCP, mas nunca conseguimos que alguém da área do PS aceitasse o nosso convite.
Na altura, o Carlos Santos estava empenhado em «A Regra do Jogo», mas deixou a porta aberta para um futuro próximo. Que é hoje. No Aventar, vai analisar sobretudo a evolução dos mercados, os problemas orçamentais do país e a política internacional. Como todos os aventadores, poderá sempre que quiser estender-se por outras áreas.
Todos sabemos o que se passou nos últimos dias, por isso seria estúpido fingir que não aconteceu nada. Aconteceu sim, mas no passado – e neste momento, sinceramente, a hora é de olhar para o futuro. Sendo assim, que o Carlos Santos seja muito feliz por aqui e que nunca deixe que os seus defeitos – entre os quais se encontra um benfiquismo cada vez mais dominante no Aventar – apaguem as suas grandes qualidades.
Bufos (II)
17/02/2010 by
A denúncia hoje feita no CM, informando o resto do mundo daquilo que estávamos fartos de saber, que sim, que parte da equipa governamental é paga para dar apoio ao blogues governamentais, encerra algumas questões interessantes sobre as quais me apetece opinar.
Primeira: é legítima a utilização de meios do estado para fazer passar a mensagem governamental?
Não devia ser mas é. Para todos os efeitos os governos têm assessores cuja missão consiste nisso mesmo, e nunca ninguém se abespinhou por tal. Haverá aqui assessorias que o não são para a comunicação social, e alguns gastos mínimos do orçamento do estado, mas isso são amendoins, como dizem os anglo-americanos: qualquer câmara mais municipal e menos corporativa gasta o décuplo por mês em publicidade a si própria. Não me escandaliza, desde que os envolvidos nunca tenham tido a lata de criticar a célebre central de comunicação santanista. O argumento muito usado nestes dias de que os outros também fizeram não é um argumento, é uma tolice, ou começamos todos aos tiros uns aos outros porque outros também já o fizeram.
Segunda: é correcto dentro de uma coisa chamada netiqueta que num debate político um dos lados tenha subterraneamente as assessorias todas de que precisa, sem o referir explicitamente?
Não é, mesmo que a netiqueta seja uma entidade vaga, e feita de pouco mais que senso comum. O leitor, e o problema está na recepção, tem o direito de saber que fulano escreve isto ou aquilo baseado na fonte x ou y. Servir de mero testa de ferro fica logo mal a quem o faz. Acresce que ao contrário do que alguns neófitos tentam defender o anonimato na net é uma prática de putos e de imbecis, neste caso de quem assinando com pseudónimo tenta fazer dos outros parvos.
Terceira: neste caso concreto a denúncia vinda de alguém que esteve no blogue oficioso da campanha do PS é bufaria? [Read more…]
Bufos (I)
17/02/2010 by
Depois do polvo, hoje é dia do bufo.
A maior das rapinas nocturnas portuguesas, o bufo-real é uma das espécies mais cobiçadas pelos observadores de aves, mas nem sempre é fácil de encontrar.
Enorme, com os seus 60 cm de tamanho o bufo-real é inconfundível.
Possui dois penachos sobre a cabeça, que fazem lembrar duas “orelhas”. Os olhos, muito grandes, são cor-de-laranja.
O seu canto “Uhu” pode ser ouvido a vários quilómetros de distância.
Tal como a maioria das outras rapinas nocturnas, o bufo-real raramente aparece de dia, o que torna a sua observação bastante difícil e pode dar a ideia de se tratar de uma espécie muito rara. Contudo, esta espécie não é especialmente rara e pode mesmo ser encontrada com regularidade em certas zonas no interior. No entanto, devido aos seus hábitos nocturnos é mais facilmente ouvida que vista. A sua actividade vocal é mais intensa nos meses de Inverno (particularmente de Novembro a Fevereiro).
De regresso ao ‘Aventar’
14/02/2010 by
Saravá Carla, saravá Ricardo, saravá Luís, saravá José de Freitas, saravá a todos os outros, anteriores e novos companheiros do ‘Aventar’, sem excluir antigos e recentes comentadores, sejam estes cordatos ou contestantes. Saudações, pois, a tantos quanto as queiram aceitar, neste momento de regresso ao ‘Aventar’; a minha retirada, agora demonstrada claramente como temporária, fundou-se em motivos de ordem pessoal que, em devido tempo, explicitarei ao Ricardo – devo-lhe um almoço, a pagar em Março, em qualquer restaurante do Porto, Matosinhos, Maia, outro lugar à sua escolha; um almoço para breves cinco minutos de esclarecimentos, ficando o tempo remanescente para tudo quanto o improviso e a conversa suscitarem.
Volto, pois, a abrir no quotidiano mais uma frente de luta com a inspiração, essa substância gasosa, intangível, que tantas vezes me desampara nas horas de reflexão; assim fico reduzido a pensamentos por caminhadas sem rumo e sem nexo. De tal desencontro, mais se agrava o meu lado controverso. Mas cá estou, de novo, para o desafio de exprimir ideias e opiniões, umas vezes melhor, outras pior.
Deixo, por ora, os desabafos e as lamúrias, e para provar que nem sempre são desejados os regressos a felicidades passadas, reproduzo um soneto semi-anónimo, obra única atribuída a um tal Octávio Rocha, intitulada ‘Romance’:
“Venha me ver sem falta… Estou velhinha.
Iremos recordar nosso passado;
a sua mão quero apertar na minha
quero sonhar ternuras ao seu lado…”
Respondi, pressuroso, numa linha:
“Perdoe-me não ir… ando ocupado.
Ameia-a tanto quanto foi mocinha
e de tal modo também fui amado.
Passou a mocidade num relance…
Hoje estou velho, velha está… Suponho
que perdeu da beleza os vivos traços.
Não quero ver morrer nosso romance…
Prefiro tê-la, jovem no meu sonho,
do que, velha, apertá-la, nos meus braços!
Mesmo no ‘Dia dos Namorados’, quando podemos escolher, é muitas das vezes preferível optar pela saudade em detrimento da revivescência. Não é o caso do meu regresso ao ‘Aventar’.
O comentador MAT é objectivamente um bocado subjectivo
13/02/2010 by
O argumentário do Governo para a crise que o atravessa tem sido distribuído na forma de comentador MAT, começando sempre por largar a prosa no blogue oficioso da corporação socrática, onde ganha logo direito a publicação, seguindo-se o percurso habitual das assessorias por outras caixas de comentários.
É fraquinha a capacidade argumentativa, que a causa não dá para mais, e desta vez agarra-se à subjectividade da coisa: as escutas, os pareceres, é tudo muito subjectivo, tópam? tão a ver?
Objectivo era Sócrates ter entrado pela TVI dentro e dado um murro nas fuças ao casal Moniz, essa é que era objectiva, percebem, mas não aconteceu, ou pelo menos não há provas.
Objectivo era o orçamento geral do estado contemplar a nacionalização de todos os grupos de comunicação social. Mas não contempla e se contemplasse era objectivamente chumbado.
E como não aconteceu nada disso, nada aconteceu, toda a gente objectivamente vê isto, até nas sondagens do Rui Oliveira Costa que não são nada subjectivas salta à vista que o povo o ama, só um conjunto de gente é que anda subjectivamente a lançar o país no caos; “desde o caso da licenciatura de Sócrates, há um conjunto de gente convencida que José Sócrates não tem carácter“, é verdade, conjunto esse de gente que em Setembro se juntou para votar contra Sócrates que por acaso só teve o apoio de um conjunto de gente um bocado mais pequeno, mas claro que isto é muito subjectivo porque não votaram todos na velha, e isso é que tinha sido uma derrota.
Como aventa o Luís Moreira em resposta a um comentário do mesmo género:
Então as escutas não existem? É uma hipótese…
Pois é. Uma hipótese um bocado subjectiva, mas porra, é o que se pode arranjar.
Posts históricos da blogosfera: o polvo
12/02/2010 by
Se há coisas de que gosto é de polvo. Cosido, assado, estufado, em pastéis, feito com arroz, seco, enfim, só não gosto é de cru. Também nunca provei.
O meu amigo “Mar Fossas”, um dos profissionais destacados na arte da pesca ao octópode, tem sempre a gentileza de me ofertar um exemplar ou mais, dependendo sempre do peso do animal bem como da fartura da captura, quando me encontra no Porto de Abrigo da minha Sesimbra.
Pois este meu amigo, com o qual compartilhei aventuras que não consigo narrar aqui, pescador que, como ele comprova, assobia aos polvos e eles vêm ter com ele, merece que eu lhe dedique este post.
Portanto, em discurso directo:
– João, apanha este se fores capaz…














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