
Há dias, na Bertrand de Braga, reparei que o livro de Jorge Nuno Pinto da Costa liderava a tabela de “não ficção” daquela livreira.
Hoje, noutra cidade do Minho, na FNAC, lá estava o livro em destaque, comandando, pasme-se de novo, a “não ficção” nacional.
A sério?!
Sendo, como é, o maior tratado de ficção, fantasia e devaneio (como antónimo de realidade – facto, realidade) publicado em Portugal, nos últimos meses, como podem dois padrões de vendas de livros persistir na falácia de considerar o livro como “não ficção”?!
Acho de muito mau gosto tentarem influenciar desta forma falaciosa o público. Tentarem, não, porque, a ser verdade o volume de vendas que coloca o livro na liderança a nível nacional, foi mesmo influenciar, tout court. Nem precisaram de tentar!
Desilusão! Decepção! Desengano!
(Estou à vontade porque desde sempre não me deixei convencer pelo carisma de JNPC. O cortejo de traições que cultivou – a traição-mor foi ao clube – e os enganos que semeou na massa associativa, para o bem e para o mal, já nos idos de 80 do século e milénio passados eu escrevia o que se segue em imagem do Jornal do clube, a cujo corpo redactorial pertenci).





















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