Um político profissional, que de empregado bancário passou a movimentador de milhares nas suas contas depois de alcançar o estatuto de vereador, o pior que Coimbra já teve, consegue ser notícia.
Valha-nos isso. Aventei algumas vezes sobre o arguido Vilar*, por conta do processo dos amigos dos Correios, ou mais recentemente pelas sua participação nas recentes eleições internas da Federação de Coimbra do PS.
Hoje, dia em que foi condenado no primeiro dos seus processos a ser julgado, sinto que a minha cidade está mais limpa e asseada. Faltam os outros casos, e sobretudo falta dignidade a Vítor Batista. O ainda deputado do PS entregou a Luís Vilar a responsabilidade pelo financiamento do PS distrital nas eleições do ano passado, quando já era acusado por crimes de financiamento partidário ilícito, uma das razões porque hoje foi sentenciado em tribunal. Vítor Batista vai abandonar já o seu lugar de deputado? ou no mínimo o seu grupo parlamentar vai correr com ele? esperem sentados.
Entretanto e mais uma vez Domingos Névoa lá se safou, se bem entendi por prescrição. Um dia os estacionamentos subterrâneos da Bragaparques chegarão à superfície. É tudo uma questão de tempo.
* a expressão arguido Vilar é © do Fernando Moura, que pela primeira vez em Portugal fez a cobertura de um julgamento para o blogue das suas meninas, um grande marco na História da blogocoisa em Portugal, dando um gandabaile aos dois diários locais, fora o resto. Na blogosfera, essa expressão geometricamente desadequada, ninguém vai dar por isso. Parabéns a quem esta tarde mandou o servidor abaixo por excesso de visitas, coisa que nunca aconteceu ao Aventar, ia lá agora ter acontecido.

O rei João II teve uma morte no mínimo misteriosa. Muitos historiadores, contando com o parecer de alguns médicos precursores do tele-diagnóstico, têm-se inclinado para o envenenamento do monarca, ordenado pela própria rainha, nada de espantar se tivermos em conta que o rei limpara o sebo ao duque de Viseu, seu cunhado, e a mais uns tantos.
Agora “ciclo de ensino” traduzido do socratês é muito claro: tudo vai ficar como estava, escolas privadas sustentadas pelo estado a concorrerem com as públicas, lucros chorudos para empresários e mais uma fonte de financiamento da ICAR.






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