Porque não vi ontem o Banco Alimentar no Mini Preço?
Uns sabem, outros não
O Ministério da Privatização do Ensino Público, vulgo da Educação, decidiu centralizar os dados de carreira dos seus funcionários, operação com uns bons anos de atraso e que até poupa umas horas de trabalho a muita gente, incluindo os visados, os professores.
Claro que assim terá finalmente possibilidade de saber exactamente quem gere em termos de pessoal, o que se chama entrar na normalidade.
Vai daí mandou um mail a todos os professores, solicitando que via net colocassem os seus dados. Sucede que como a informática e o estado funcionam assim, um tolo mandou um endereço https ir parar a um endereço http. Nada de estranho. Estamos em Portugal.
Anormal é o meu sindicato, da Fenprof, me spamar com um mail avisando que podia ser uma tentativa de phishing, o que é de infoburro para baixo, e sendo de senso comum nem vou perder tempo a explicar porquê.
Os professores, ao longo da última década, foram obrigados a tornarem-se infoincluídos, o que faz todo o sentido. O meu SPRC mesmo assim insiste em mandar-me o seu jornal em papel, a somar ao da Fenprof, em pdf não porque deve ficar muito caro. Podia contar mais estórias, a [Read more…]
Passa hoje
São colégios privados, totalmente financiados pelo estado, ou seja, pagos por todos nós. Só este ano receberam de financiamento, qualquer coisa como 25 milhões de euros. Foram construídos de Norte a Sul do país, onde supostamente, as escolas públicas já não podiam receber mais alunos. Mas, na realidade o que uma equipa da TVI encontrou no terreno é completamente diferente. Fomos encontrar escolas públicas subaproveitadas, com salas vazias, à espera de alunos que foram transferidos para os colégios privados. O «Repórter TVI» mostra-lhe também um retrato do que se passa nesses colégios, com professores a serem ameaçados de despedimento, denúncias de manipulação de notas, professores que se sujeitam a humilhações. Ao todo são 26 colégios, todos do Grupo GPS, que tem como consultores, deputados e Ex-Secretários de Estado que depois de deixarem o cargo, passaram a trabalhar para o grupo. «Dinheiros Públicos, Vícios Privados» é uma reportagem da jornalista Ana Leal, com imagem de Gonçalo Prego e montagem de Miguel Freitas
Quem tem medo dos movimentos sociais?
Excelente vídeo do Ministério da Verdade. O medo que esta gente tem do povo à solta nas ruas é cá uma coisa…
Se eles se juntam há que imaginá-los divididos
Não li uma única citação que comprove ter sido aprovada no XIX Congresso do PCP qualquer orientação no sentido de excluir de uma unidade de esquerda o BE e mesmo o PS (embora tenham salvaguardado que este terá de mudar de política, o que não é novidade nenhuma). Mesmo na resolução política o BE leva a mais suaves das referências desde que existe e o PS apanha o (merecido) tratamento habitual.
Cecília Honório que representou o BE no Congresso também não parece ter ouvido:
Confrontada com a ideia de que o PCP se demarcou estrategicamente do Bloco de Esquerda ao considerar mais importante saber com que política se chega ao Governo do que discutir com quem se chega ao Governo, Cecília Honório disse não partilhar essa interpretação.
Mas entretanto o DN, e não só, criou uma ficção política. Pelos vistos há quem tenha medo, muito medo, de uma alternativa de unidade de esquerda, e o melhor será começar já a parti-la.
Diz que não disse mas disse
Passos Coelho afasta copagamentos no ensino obrigatório.
Mentiroso.
Palestina reconhecida como estado observador da ONU
O estado do povo a que não deixam ter estado e pretendem dizimar no campo de concentração de Gaza é desde hoje reconhecido como observador pelo mundo (com excepção da Micronesia, Nauru, Palau e mais uns estados menores subsidiados pelo sionazismo internacional, que bem se podem sentar no chão). Portugal votou a favor, o que só demonstra que Paulo Portas tem os seus defeitos mas não é exactamente um criminoso, além de que o governo precisa de exportar portugueses para uns certos países árabes..
Andam por aqui umas bestas antropomórficas da Brigada Mossad, muito chateadas, difundindo a propaganda goebbeliana do costume e criticando aqueles em que votaram. Podem ir levar no Palau.
PEC IV
A 04 de Maio de 2011 a insuspeito Câmara Corporativa escrevia:
Tanto alarido à volta dessas ‘novidades’, quando, afinal, bastaria consultar um documento que está na internet desde Março deste ano. Chama-se Programa de Estabilidade e Crescimento 2011-2014.
Experimente seguir a ligação, que era esta: http://www.min-financas.pt/inf_economica/21032011-PEC2011_2014.pdf
A evolução que lhe dá continuidade.
Crianças doentes de fome
Nos hospitais, por causa da crise, vindas da esfomeada “instituição familiar”, Helena Matos.
Bem vinda Palestina
Portugal no New York Times
Veja Portugal Passes Another Austere Budget, fotografias de Maurício Lima para o New York Times.
A linguagem é um vírus*, a Troika também
Apanhei um “potential security risk which can be modified maliciously by virus“, o raio que os parta, um ddespesa.dll, que me mandou um mail, como se viesse para o Aventar, com este interessante conteúdo, tipo andam para aí uns gajos a contar o que se passa na Agenda de Trabalho do FMI em forma de ataque informático. Fica aqui, nestas cenas nem todos os antivirus funcionam, estejam prevenidos, farei relato de mais ataques:
IMF: Portugal Expenditure Review Process Workshop Agenda
No passado dia 6 de Novembro de 2012, no edifício do Ministério das Finanças, foi ministrado pelo IMF um workshop de modo o explicar o que deverá ser dito para justificar a necessidade do corte de 4 000 M€ nas despesas do Estado.
O workshop foi ministrado pelo inglês Richard Hughes e pelo australiano Jason Harris, tendo contado também com as intervenções do Dr. Tiago Espinhanço Gomes (Assessor do Ministro de Estado e das Finanças), do Dr. Paulo Leiria (ESAME) e do Dr. Pedro Ginjeira do Nascimento (ESAME). [Read more…]
Propinas no Secundário
Haverá desconto para jotinhas que prometam só largar os estudos depois dos 30 anos?
A lição dos estivadores
Como se percebe da leitura do extenso trabalho que veio hoje a lume no Público, há sindicatos e sindicatos, e uns e outros distinguem-se pelos trabalhadores que têm e sua consciência.
Enquanto nuns portos os estivadores pagam uma quota elevada e beneficiam com isso da possibilidade de prolongar uma greve, o responsável do sindicato de Sines afirma não ter hipóteses de o fazer (embora saiba que uma greve de 8 dias faria ceder qualquer governo), o que até se compreende. Uns ainda são trabalhadores, os outros estão no grau abaixo de zero do precariado e do salário pelo mínimo.
É essa a diferença, é para aí que governo e patronais pretendem empurrar os trabalhadores que sobram. Espancando para a ausência completa de direitos, para a reproletarização na versão clássica do esses que nada têm a perder porque nada têm, mas não ganharam ainda a consciência de terem tudo a ganhar. Esses a quem chamam em gozo de balofa hipocrisia colaboradores.
Têm azar: mais tarde ou mais cedo este filme também acaba assim:
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=S6VBdu_ur48]Não Querem Saber de Nós
E assim o Diogo Sena fez-me descobrir o que é isso de One Direction. Podia ser pior.
A vida não está fácil para os liberais
Carlos Guimarães Pinto insurgiu-se e sobe agora a Montanha de Sísifo.
Coimbra,1969, os fascistas
28 de Maio: “Assembleia Magna que decidiu a greve. Votação “contra” – 190 votos.” Onde estão?
Imagem Secção Fotográfica da AAC.
Viva a Catalunha, e a República
Viragem à esquerda, descida das direitas. Independência, porque não?













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