
O Boeing 737-700 das Linhas Aéreas de Moçambique tinha a pista à frente. Do choque não resultaram feridos. Desta vez.
Aconteceu a 5 de Janeiro de 2017, às 17:15 horas, à chegada ao aeroporto de Tete, em Moçambique. Já com a pista à vista, a tripulação ouviu um estrondo, que se revelou ter resultado da colisão de um objecto com o nariz do avião. Lê-se na imprensa que terá sido um drone, apesar do comunicado da LAM não o confirmar.
Não se sabe o que faria um drone à turbina do avião, mas bem não seria, certamente. Por isso, faz todo o sentido que a Autoridade Nacional da Aviação Civil tenha introduzido limitações ao voo de drones. No entanto, legislação não chega, pois, como sabemos, as regras existem para ser quebradas. E há quem as quebre por rebelião, por inconsciência e também por maldade. Poderemos estar perante um novo problema de segurança com estes objectos voadores telecomandados. É possível que, a par com a indústria dos drones, apareça também a indústria de segurança contra os perigos que estes objectos possam (vão) trazer.




Barreiro, 
Em 2012 a União Europeia lançou uma campanha de três anos com o título ‘Science: it’s a girl thing!’**. Só a circunstância de existir uma campanha específica que pretendia demonstrar que o trabalho científico pode ser, e é, também realizado no feminino, demonstra que estamos longe, neste domínio como em muitos outros, tanto na esfera profissional como na esfera pessoal, da igualdade de oportunidades, consagrada na legislação de muitos países, incluindo Portugal. De facto, em 2012, as mulheres representavam 46% dos doutorados na União Europeia. No entanto, apenas 33% das mulheres trabalhavam como investigadoras e só 20% se encontravam em cargos de topo da carreira académica. Apenas uma em cada 10 universidades da União Europeia tinha tido alguma vez uma mulher como reitora. Ou seja, apesar de as mulheres serem tão qualificadas como os homens elas continuavam (e continuam, três anos passados) a estar amplamente sub-representadas na investigação, na academia e muito particularmente nos lugares de topo das carreiras académicas e nos órgãos de poder e decisão das instituições de investigação e ensino superior. 























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