
Scarfolk, uma cidadezinha no noroeste de Inglaterra, é um lugar estranho.
Para começar, nela o tempo deteve-se em 1979. Com efeito, desde então, tem revivido a década de 1970, uma e outra vez, num loop infinito. [Read more…]
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Scarfolk, uma cidadezinha no noroeste de Inglaterra, é um lugar estranho.
Para começar, nela o tempo deteve-se em 1979. Com efeito, desde então, tem revivido a década de 1970, uma e outra vez, num loop infinito. [Read more…]

Pieter Bruegel de Oude De val van Icarus (c. 1558), Koninklijke Musea voor Schone Kunsten van België, Brussel (http://bit.ly/2k4kara)
For Seint Paul seith that al that writen is,
To oure doctrine it is ywrite, ywis— Chaucer
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feita pela Rádio Renascença do encontro entre António de Castro Caeiro e Frederico Lourenço.

Michel Foucault dispensant un cours au Collège de France. Paris, 1971. © Michèle Bancilhon / AFP (http://bit.ly/2it5mGd)
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Trotz dieser intellektuellen Tortur setzt sich die »lächende Lüge« positiv von der »überzeugten« oder »höhnischen« Lüge ab, womit eine starke Identifizierung von Einstein mit Seghers ausgedrückt sein könnte, nennt er dessen Radierungen doch — gewiß auch selbstbezüglich — »des monologues d’une agonie sénile«.
— Klaus H. Kiefer (1994/2011)
Os jogadores estão num estado calamitoso.
— Rodolfo Reis, 15/1/2017
Séparation entre signes linguistiques et éléments plastiques ; équivalence de la ressemblance et de l’affirmation. Ces deux principes constituaient la tension de la peinture classique : car le second introduisait le discours (il n’y a d’affirmation que là où on parle) dans une peinture d’où l’élément linguistique était soigneusement exclu.
— Michel Foucault (1973/2010)
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P.S.: Bruno, obrigado pelo mote.

Esta madrugada a actriz Meryl Streep, nos Globos de Ouro, foi ao palco receber o seu mais que justo prémio de carreira e fez um discurso brilhante. Podem ver e ouvir neste link.
PADRE: Cinco años, día por día. ¡Ay, Dios mío!
— Federico Garcia Lorca, Así que pasen cinco añosDans le modèle de Klein, l’état spatial est l’opération linguistique de base dans la représentation de l’espace.
— Arnaud Arslangul (2007)Fast alle Schnecken, nur etwa drei Gattungen ausgenommen, haben ihre Drehung, wenn man von oben herab, d. i. von der Spitze zur Mündung gehet, von der Linken gegen die Rechte.
— Kant, Von dem ersten Grunde des Unterschiedes der Gegenden im Raum
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Quando, há cinco anos, isto começou a acontecer de forma sistemática

dei início à recolha de material para um documento, apresentado, um ano mais tarde, na Assembleia da República. A única resposta pública que então obtive foi do ILTEC:
Tal não invalida, é claro, que sejam legítimas as preocupações que o autor expressa no seu trabalho. É importante que os órgãos oficiais, sobretudo num período de transição como este, se esforcem por dar o exemplo e evitem erros.
De facto, cinco anos depois de os fatos e afins terem começado a ocupar quer o lugar dos factos e afins, quer o quotidiano dos leitores do Diário da República, eis o resultado das acções silenciosas que terão sido conduzidas pelos responsáveis políticos para combater o flagelo ortográfico em curso, baseadas evidentemente em estudos secretíssimos e, sem qualquer sombra de dúvida, aturados, demorados e muito rigorosos:

Efectivamente, 2 de Janeiro de 2012 e 2 de Janeiro de 2017.
Contudo, hoje é dia 6. O que terá acontecido hoje, dia 6 de Janeiro de 2017? [Read more…]
De Emir Kusturica. Com Monica Bellucci e Emir Kusturica.
Estreia hoje. Nos cinemas em Lisboa (Ideal, Monumental, UCI El Corte Inglés), Porto (Teatro do Campo Alegre, Alameda Shop & Stop, UCI Arrábida), Cascais (Cinema da Villa), Coimbra (Alma Shopping) e Setúbal (Charlot).
Primavera em tempos de Guerra. Todos os dias, o leiteiro atravessa a fronteira de burro, lançando balas para levar as suas preciosas mercadorias aos soldados. Abençoado pela sorte na sua missão, amado por uma bonita aldeã, um futuro tranquilo parece aguardá-lo… Até que a chegada de uma misteriosa mulher italiana vira a sua vida de pernas para o ar. Esta é uma história de paixão e amor proibido, que os levará numa série de fantásticas e perigosas aventuras. Unidos pelo destino, nada nem ninguém parecem poder pará-los. Vencedor de duas Palmas de Ouro do Festival de Cannes, Emir Kusturica realiza e dirige esta história de amor e guerra, recheada de emoção, comédia e aventura.

Como gosto muito de ficção científica e não fiz o trabalho de casa, fui ver o filme “Passageiros”. Meus amigos/as, salvo melhor opinião, é de fugir! Que grande barrete. E é muito bem feito, quem me manda a mim ir ver um filme sem primeiro dar uma vista de olhos ao resumo e às críticas sérias de quem sabe da poda?
Fica o aviso aos leitores do Aventar.

May the force be with you, princess Leia 🙁

Entretanto, na galáxia das redes sociais, o feed entupiu-se de exéquias virtuais de ocasião, não raras vezes escritas por indivíduos para quem o falecido mais não foi do que aquele cantor gay que foi apanhado numa casa de banho pública em preparos pouco ortodoxos. Mas hoje a comunidade social-tecnológica está de luto pelo que se torna obrigatório aderir à movida.
A partir de hoje, e durante os próximos dias, as rádios serão tomadas pelo mesmo ímpeto hipócrita que este ano permitiu que músicos geniais como David Bowie e Prince voltassem a ter espaço entre os excrementos que pululam nas playlists das rádios reprodutoras de qualquer aborto musical imposto pelas editoras. E não, não estou a falar da Last Christmas, essa sempre aparecia pelo Natal. [Read more…]

REUTERS/Handout
Não é novidade – tem tudo que o ser? -, mas para fugir ao frequente registo nacional de autocomiseração, aqui fica uma nota diferente.
Um mapa marítimo do século XVI num cofre de uma biblioteca de Los Angeles prova que os aventureiros portugueses, não britânicos ou holandeses, foram os primeiros europeus a descobrir a Austrália, diz um novo livro que detalha a descoberta secreta da Austrália. [Michael Perry, Reuters, 21/03/2007]
The insights Schmidt gained from studying Wes and from a later case study of himself learning Portuguese during a five-month stay in Rio de Janeiro […] led him to formally propose the Noticing Hypothesis in the early 1990s’.
— Lurdes Ortega (2009:63)
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Quando? Hoje, efectivamente. Onde? No sítio do costume, obviamente.

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They sentenced me to twenty years of boredom
For trying to change the system from within
I’m coming now, I’m coming to reward them
First we take Manhattan, then we take Berlin
I’m guided by a signal in the heavens
I’m guided by this birthmark on my skin
I’m guided by the beauty of our weapons
First we take Manhattan, then we take Berlin
May you rest in peace, Leonard. We’ll take Manhattan for you.
Neste dia tão triste, lembremos um excelente texto da Carla Romualdo (já agora, eis outro) e esta Villanelle que o A. Pedro Correia nos trouxe.
Foi apresentada/inaugurada, com pompa e circunstância (à parte a falta de pilhas no comando que ligaria a luz), a nova peça de Joana de Vasconcelos. Um galo de Barcelos à beira-Tejo.
Ao longe ouviam-se as grandes gargalhadas de dois Antónios, o Oliveira Salazar e o Ferro!
É pouco provável que algum de vós tenha conhecido o Mocambo. Fechou portas em 1958, depois de década e meia de glória no esplendoroso Sunset Boulevard, onde os argumentistas fracassados acabam a boiar nas piscinas. Com a sua decoração carregada de estereótipos de uma América do Sul de caricatura, e as paredes cobertas de jaulas de vidro com papagaios, catatuas, e pombos, devia ser um desses lugares em que tudo é genuinamente postiço. Ver e ser visto no Mocambo era um imperativo para as estrelas da época e nenhuma falhava. E actuar no Mocambo era o empurrão necessário para qualquer carreira musical. Poucos eram, porém, os artistas negros que conseguiam um contrato, numa época em que a segregação racial ainda era a norma.
Impunha-se, portanto, jogar uma carta alta para que uma cantora negra pudesse actuar no Mocambo. Foi necessário que a sua amiga e admiradora fizesse ao dono do clube uma proposta irrecusável. Se ele contratasse certa cantora, a quem apenas a mais preconceituosa burrice poderia cerrar portas, ela, a sua amiga e admiradora, estaria todas as noites na fila da frente do Mocambo, sorriria para as câmaras dos fotógrafos que não deixariam de seguir-lhe os passos e com isso faria ao clube uma publicidade tão esplendorosa que nem o Mocambo poderia desdenhar. [Read more…]

Os zangados da literatura estão, na sua indignação, a promover Dylan a grande – ou mesmo genial! – músico, tentando, assim, diminuir-lhe a obra poética. “O que ele é é músico” – proclamam. Ora eu, que gosto de Dylan, não o considero um genial músico, um grande cantor e, muito menos um, sequer, razoável instrumentista. Na verdade, sendo um melodista de mérito, com algumas boas ideias musicais que se quedam na sua mais pura simplicidade, é um cantor de voz deveras limitada – para dizer o mínimo – e um ainda mais limitado instrumentista. Dylan é um bardo, um trovador, um poeta que canta as suas palavras. E é aí que se lhe vislumbra a grandeza. Tanta, que acabamos por lhe perdoar as limitações como interprete. E mais: fizemos da sua voz rouca e limitada, do seu estilo simples e básico, valores artístico por si mesmos. É pela palavra que Dylan se eleva aos grandes. E como a palavra é bela, todo o conjunto se ergue como excepcional.
Há muitos anos, encontrei entre os alfarrábios da loja do Ricardo, ali do Arco da Amedina, uma volumosa edição artesanal – e pirata…- das “lyrics” das canções do Bob Dylan. Estava a ler o meu achado na mesa do canto da Brasileira e não tardou a piada sobre se me ia pôr a cantar. Não ia. Mas confirmava esta evidência: há uma grande diferença entre um letrista e um poeta. E raramente se encontram na mesma pessoa. Dylan é uma das excepções. Por cá, José Afonso e Sérgio Godinho – entre os poetas-cantores – são bons exemplos, como Ary dos Santos, Alexandre O’Neill e David Mourão Ferreira o são entre os que têm o segredo de fazer poesia que (se) canta. O movimento que, nos últimos anos, tem trazido para a canção grandes poetas, deu belos resultados; e também disparates intragáveis.
Quem quiser que se entretenha na florentina discussão de saber se o que Dylan faz é literatura ou não. Se o seu nariz cabe no catálogo teutónico de judeus, se os seus genes lhe traem a origem russa. Quero lá saber. Como o Poeta, eu “canto o peito ilustre” Dylaniano.

(Jean-Baptiste Auguste Leloir: Homer, 1841.)
Devo dizer que discordo de Francisca Prieto aqui no Delito. “A literatura é, simplesmente, para ser lida. Não tem outra função, não é apenas uma parte de outra coisa maior.” Este foi um argumento que vi replicado em vários sítios. Mas não creio que seja de todo assim. Até ao século XVII na Europa, os livros eram lidos em voz alta para uma sala de pessoas (na corte, por exemplo). A literatura não era tanto lida como era ouvida e como era um exercício colectivo. As cantigas de amigo que são a base de qualquer programa de literatura portuguesa, eram originalmente cantadas.
Mais importante: Homero – a ter existido – não sabia ler nem escrever e os seus épicos sobreviveram por via oral até alguém os decidir fixar em escrita. Não podemos dizer simplesmente que Homero já não é relevante pois viveu há muito tempo. Homero é a base de toda a literatura ocidental e quem pensa em literatura e no que ela é hoje não o deve perder de vista.
Hoje em dia, em África e na Índia a oralidade continua a ser uma forma de contar histórias que não têm certamente menos valor do que as ocidentais histórias escritas.
No caso de Dylan, nem sequer estamos a falar na ausência total de um texto porque ele existe sendo “apenas” cantado.
Tudo isto para dizer que a nossa visão de literatura como algo ligado obrigatoriamente a um texto que tem de ser lido individualmente é muito recente. Eu nem estou necessariamente a favor do Nobel a Dylan. Preferia que o prémio tivesse ido para outros possíveis candidatos. Mas parece-me salutar que a Academia tenha uma visão lata do que é Literatura, uma visão lata da importância da Palavra, seja ela escrita ou oral, e especialmente, uma visão que obviamente sabe de onde tudo isto veio.

© Ted Russel/Polaris
Não que as letras de Bob Dylan sejam uma arte menor. Muito pelo contrário, uma letra musical pode ter a qualidade de um poema ou de um romance. Mas a decisão da Academia sueca é discutível. Desde logo, o problema maior está em encaixar letras de música num reconhecimento por razões de Literatura.
Há claramente uma interpretação extensiva ao encaixar Bob Dylan no reino dos laureados. Química é Química, Física é Física e Literatura deveria ser Literatura. Se a Academia queria atribuir o Nobel a Dylan teria de criar um prémio para a Música ou a Composição Musical. Anunciar que é-lhe atribuído o Nobel da Literatura «por ter criado novas expressões poéticas na tradição da canção americana» evidencia um descuido: é referida a palavra “canção”, não obstante a referência a “expressões poéticas”. A canção em Bob Dylan, como na generalidade desta arte, só existe porque há uma combinação entre escrita, sons provocados por instrumentos musicais, voz humana, pausas e uma infinidade de coisas.
Seja como for, abriu-se um novo capítulo. Não tão surpreendente como seria atribuir o Nobel da Física a Ronaldo, quando ele tenta contrariar a lei da gravidade; ou da Medicina, quando faz fintas, pondo as cabeças dos adversários viradas do avesso; ou ainda da Literatura, porque um golo pode ser um momento estético ou, no dizer do Nobel, uma “expressão poética”. Não se engane na estante quando for às compras; Dylan está mais na secção musical…
A Academia sueca decidiu e está decidido.
José Mário Branco fala, canta e escreve a minha língua nativa.
Nada contra Dylan, tudo pelo lusofonia. Prémio Camões já ontem, já.
“O menino é mal criado, o menino é ‘pequeno burguês’, o menino pertence a uma classe sem futuro histórico… Eu sou parvo ou quê? Quero ser feliz porra, quero ser feliz agora, que se foda o futuro, que se foda o progresso, mais vale só do que mal acompanhado, vá mandem-me lavar as mãos antes de ir para a mesa, filhos da puta de progressistas do caralho da revolução que vos foda a todos!”
Elena Ferrante é autora de uma tetralogia que anda a entusiasmar leitores do mundo inteiro. O nome da escritora é, na realidade, um pseudónimo. Tendo manifestado a vontade de manter o anonimato, respondeu sempre por correio electrónico às entrevistas que concedeu.
Recentemente, Claudio Gatti, um jornalista italiano, terá desvelado a identidade de Ferrante. Sabendo-se que isso vai contra a vontade de autora, parece-me que esta investigação, na melhor das hipóteses, pisa uma fronteira ética. Se um escritor quiser ser apenas um nome ou um narrador, está no seu direito.
Claudio Gatti, no entanto, resolveu complementar a sua descoberta com argumentos a favor da sua investigação. A ser verdade o que se lê no Diário de Notícias, oscilam entre o oco e o disparatado.
Em primeiro lugar, recorre ao estafado as pessoas têm o direito de saber. Não é sequer invulgar ouvir jornalistas de rádio e de televisão usarem a pergunta “O público não tem direito a saber?” Sendo certo que um jornalista presta (ou deveria prestar) um serviço público, a verdade é que esta pergunta é apenas sensacionalista e/ou provocatória, porque a realidade é que há assuntos que as pessoas não têm o direito de saber, especialmente a partir do momento em que alguém não quer que se saiba. [Read more…]

Fonte: postcardsgods (http://bit.ly/2cRVajV)
Marco Can you lift this chair?
Eddie What do you mean?
Marco From here.
— Arthur Miller, “A View from the Bridge“

Fonte: TheaterMania (http://bit.ly/2cucfFo)
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Enquanto o ministro dos Negócios Estrangeiros assobia para o lado, aguardando serenamente, a Secretaria-Geral do Ministério dos Negócios Estrangeiros escreve “contato telefónico”.
Efectivamente: “contato telefónico”. “Contato“? Exactamente. Quando? Hoje. Onde? No sítio do costume.

Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.
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Nuno Lopes dedica prémio de melhor actor da secção Horizontes no Festival de Cinema de Veneza:
“Gostava de dedicar este leão a todas as pessoas do Bairro da Bela Vista e do Bairro da Jamaica (…), eles são os os verdadeiros heróis do filme” na sua luta contra “o dragão da austeridade”. E “Quando as pessoas começarem a ser vistas como seres humanos e não como números numa folha de excel, poderemos começar a discutir o futuro da Europa e dos nossos filhos”.
Mais palavras para quê? Houvesse mais artistas portugueses deste calibre a dizerem coisas destas…. É ir ver o filme, sem falta!

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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