Usufruir do que o estado faz e fugir aos impostos tem um nome: roubo.
17 a 26,3 biliões de euros andam escondidos nesses antros de ladroagem chamados offshores, revela agora um estudo.
Não ficamos com uma ideia da parte que corresponde a roubos efectuados em Portugal (e continuamos a ter um covil na Madeira), mas pelos cálculos genéricos apresentados era capaz de, devidamente taxado, endireitar as finanças públicas em pouco tempo.
Não sei quantos portugueses estão entre os 10 milhões de ladrões que o estudo calcula existirem no mundo. Mas sei que usam estradas e hospitais, é o estado que assegura a sua protecção, etc. etc. Numa frase: usam mas não pagam, e os outros é que vivem acima das suas possibilidades.
Vivemos de olhos fechados, elegendo governos que sucessivamente protegem estes malfeitores. Até quando?






Noutros tempos era uma bica e um bagaço, para inebriar. Agora, é a bica e uma factura, o que também produz êxtase a qualquer amante de Kafka. Há um detalhe que me escapa neste avanço governamental. Porque é que se opta pelo aumento da complexidade papelárica em vez se simplificar? Vem isto a propósito deste dual conceito talão de caixa/factura, tão contrário ao declarado objectivo objectivo de se reduzir a economia paralela. Para contextualizar, vou contar um episódio que vivi.
A 




Além de melhor festival de verão, o 






Recent Comments