Há um caso de violência policial? ao dobrar da esquina, ultrapassando veredas, galgando montanhas, encolhendo planícies, ele aí está, o curioso personagem que defenderá sempre a autoridade, sejam quais forem as evidências em contrário, o lambe-chuis.
O lambe-chuis, vários tratados o afirmam, tem basicamente um fetiche sexual pelas fardas, seja quem for que as vista (mas gritou pelo Kaulza quando o Marcelo permitiu mulheres na polícia), reencarna o velho legionário seu avô, pateta fardado com armas de carnaval, embora agora ande travestido de liberal, seja lá o que eles querem dizer com isso, e no equipamento um objecto em peculiar o fascina, orgasmos seguidos lhe explodem quando um cassetete é manipulado com precisão.
Deve a autoridade puxar do cassetete? para o lambe-chuis é uma evidência: claro que sim. Qual a função do cassetete? partir cabeças. E da autoridade? exercê-la. Ora a autoridade, é sabido, exerce muito melhor de cima para baixo do que noutra posição qualquer (embora o lambe-chuis por vezes se imagine de gatas, mas a sua vida privada não é para aqui chamada). Logo o cidadão deve ser, por esta ordem: empurrado, quebrado na cabeça, e eventualmente aproveitado, espalhando-se outras negras por diferentes partes do corpo, é sabido que as partes do corpo são muito ciumentas entre si, e o que é para uma que seja para todas. [Read more…]




















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