É verdade, João José Cardoso: “o drama, o horror, a tragédia“. Efectivamente, no dia 13 de Maio de 2015, no sítio do costume.
O drama:
O horror:
A tragédia:
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
É verdade, João José Cardoso: “o drama, o horror, a tragédia“. Efectivamente, no dia 13 de Maio de 2015, no sítio do costume.
O drama:
O horror:
A tragédia:
E basicamente a explicação está correcta…
JFK:
My fellow Americans, ask not what your country can do for you, ask what you can do for your country.
PPC:
Portugueses, não sejam piegas, emigrem, saiam da zona de conforto, desamparem as urgências e paguem impostos.

Um caso agudo de síndrome de Estocolmo.
Este homem não pode usar uma arma. Que tenha sido insultado, admita-se, mas quem não se sabe controlar, não pode estar numa polícia. E espancar um pai sem mais nem menos, à frente dos filhos, é de quem não se controla. Ou nunca teve pai, e fico-me por aqui nas curtas considerações que isto inspira a qualquer humano.
De todos os que se apresentam, explicita ou implicitamente, a candidatos a PR, vejo no discurso de Henrique Neto uma profundidade de pensamento que não encontro nos outros.
Henrique Neto não compreende como é que os dois últimos presidentes conseguiram conviver bem com a aposta nas PPP – «uma forma de parquear dívida pública» -, sem ter dirigido uma palavra aos portugueses. (…) Henrique Neto mantém o tom crítico em relação ao sistema político, e à forma como o país político parece prisioneiro de uma lógica de curto-prazo. [TSF]
A entrevista, que passou hoje na TSF, é muito mais do isto. Pena que o podcast não está disponível na totalidade.

Apesar de compreender (e sem pingo de anti-comunismo primário, faço notar), a posição histórica do PCP relativamente ao PS, cuja social-democracia os comunistas teimam em encarar como um mal maior do que o liberalismo económico do PSD (e estas designações precisariam de mudar, pois claro), não conheço presentemente outra solução governativa com verdadeiro interesse para o povo que não seja a de ajudar o PS das PPPs, coitado, a governar à esquerda. Assim, pergunto: vai o PCP chegar-se à frente para um acordo pré-eleitoral com o PS, ou bastar-lhe-á continuar a fazer oposição (sem resultados que o povo veja na sua vida concreta) e esperar (apesar da grande fé que põe na espera) pela “sublevação histórica” das massas indignadas, num dia qualquer de um futuro sem horizonte à vista no tempo útil da vida das actuais gerações? A pergunta é extensiva ao Bloco de Esquerda e a todos os partidos e movimentos emanados da utopia socialista do século XX.

Passos Coelho vendeu os tracinhos a uma empresa de marcação rodoviária.
“Passos diz que Portugal é considerado um país rico no mundo” [SIC]
«Cavaco. “É essencial criarmos condições para atrair aqueles” que emigraram» [E]
Onde é que estava este ser quando o governo de sua iniciativa apelou à emigração? Para fechar o ciclo de faccioso, só lhe falta aplaudir o VEM.
Neste mandato não houve dinheiro para obras públicas mas isso não quer dizer que não haja dinheiro para amigos na mesma.
“A cerimónia de beatificação de uma freira italiana mobilizou centenas de prostitutas para uma cidade queniana (JN)“. Alguém tinha que representar Maria Madalena não é mesmo?
Foto@LUSA/Público
O caso Antonio Costa VS João Vieira Pereira, na senda de outros clássicos como José Sócrates VS Mário Crespo, Miguel Relvas VS Maria José Oliveira e, numa vertente mais hardcore, Zeca Mendonça VS Paulo Spranger, é um caso que parece ilustrar a desorientação e o nervosismo de alguém que, apesar da conjuntura e da impopularidade do actual governo, não consegue descolar nas sondagens. Costa arrisca-se a ser o líder socialista que ficará na história como o primeiro da era da “pasokização” e ainda consegue perder tempo com guerras que apenas alargam o leque de argumentos disponíveis para a direita o atacar. Como se o passado socrático não fosse já suficiente.
O 31 que vai pelo 31 da Armada, porque José Maria Barcia assinalou “uma alucinação de meninos com fome e frio que se tornou num dos maiores produtos de marketing da Igreja Católica“, com uma caixa de comentários que é um primor, não é bem uma questão religiosa: contam-se por dezenas as tentativas da santa aliança ICAR/talassas para através de uma aparição parirem um movimento de ataque à República. Fátima é isso, embora a coincidência com o ano da Revolução Soviética lhe tenha dado um folgo maior. Há aquela parte teológica de servir como mais um exemplo do politeísmo e paganismo dos homens do Vaticano (desde JP I), mas não me meto nessa guerra.
Num blogue monárquico compreende-se que lhes tenha doído.
Discurso de balanço do governo PSD/CDS
A vítima, visivelmente assustada, praticamente não reage. Mantém-se encostada à parede com as mãos atrás das costas. A escumalha juvenil que a rodeia, desmiolada e cobarde, parece conseguir tirar prazer de toda aquela situação ou pelo menos simula conseguir para que ninguém tenha dúvidas sobre a espectacularidade da sua existência delinquente, tal é a ausência da mais ínfima gota de personalidade ou compaixão destes autómatos controlados por uma marginal. Na verdade, quase todos os bandalhos que participam neste acto cobarde não passam de putos vazios e manipuláveis que mais não fazem do que seguir as ordens da chefe, aquela figura ridícula e nojenta, nos mais variados sentidos que a palavra pode assumir, que dirige a agressão e que aparenta ter pouco mais que ar, vento e merda terá dentro daquela cabeça.
O verdadeiro macho reduz uma sova colectiva a uns tabefes, “um rapaz que fica 13 minutos a levar estalos e murros de 5 meninas diferentes” não passa de uma mariquice para o forcado Rodrigo Moita de Deus.
Irmão, filho, neto e por aí fora de figueirenses, gajo que assistiu a um jogo do Leirosa (meninas são as claques dos grandes ao pé da assistência fêmea no campo mais temido pelos árbitros da A. F. Coimbra), embora tenha perdido a monumental coça que todo um posto da GNR já ali levou, deixo um desafio, e não renegando a minha outra ascendência, macha, alfacinha e ribatejana:
– Ó Rodrigo vai lá, a Buarcos, à Quinta do Paço, à Cova ou à Gala, à Leirosa ou à Costa, mas Tavarede também pode ser, mete-te nas Alhadas, vai lá chamar-lhes meninas, de caras e frente a frente.
Podes levar outro herói, uma coisa que assina NILTON, suponho que é uma abreviatura e se arma em justiceiro de facebook, sempre são dois.
Eu vou contigo, só para ver como ficam os teus colhões.
http://www.dailymotion.com/video/x2plmnv_asdf_auto?start=5
Num país onde a maioria dos responsáveis políticos ilude e mente aos seus concidadãos, descobrir que existe mais uma senhora versada nas artes do oculto – seja lá o que isso for – não me choca nem surpreende, até porque o que não falta por aí são embustes com búzios e cartas e “professores” com nome de guerreiros africanos e hábitos ocidentais. Tal como tantos dos nossos políticos, vender ilusões e fabricar realidades absurdas é coisa que lhes assiste e que, infelizmente, vem também a ser legal.
O que me choca é que esta senhora, de seu nome Maria Helena, tenha tempo de antena na SIC para – espero que estejam bem sentados – usar a sua varinha de condão. De resto uma estreia total na televisão: até ali, Maria Helena só tinha autorização para usar os seus poderes mágicos em Hogwarts mas dizem as teorias da conspiração que o professor Dumbledore poderá ter metido uma cunha ao Balsemão no último encontro Bilderberg.
É o que conclui do boletim do INE. Melhorámos graças a combustíveis mais baratos e à intervenção “estatal” europeia, que injectou dinheiro na economia.
“Esta pega, feia, gorda, invejosa, nojenta, salazarenta, cretina e complexada, acha que dizer mal dos outros no FB não tem mal nenhum.” – Sofia Fava no Facebook.
Num país onde os rostos públicos tantas vezes não têm cara onde meter a vergonha, Maria de Lurdes Rodrigues reaparece palrando sobre políticas públicas. O país é o mesmo onde a TSF a considera um “Par da República”, juntamente com Proença de Carvalho, o que diz tudo sobre uma República cada vez mais mera república.
Pode ainda andar de recurso em recurso, mas a socióloga de engenharia das profissões foi condenada em tribunal a uma pena suspensa de prisão de três anos e meio e ainda a pagar ao Estado 30 mil euros, por ter contratado o irmão de um amigo, colega e camarada, para fazer o que nem fez nem tinha competência para fazer. Chegámos pois ao estado em que quem usou um cargo governamental para vigarizar o estado beneficiando um correlegionário pode andar por aí, como pretensa defensora da coisa pública. Volta Salgueiro Maia.
Nestas circunstâncias, compreende-se que quem fechou escolas possa escrever: [Read more…]
Para construir uma mentira à volta do que foi a sua governação, o PSD inventou a metáfora do xarope – deve ter dado conhecimento ao CDS por SMS, a forma oficial para a coligação comunicar.
“O objectivo que temos é o de vencer a doença, não é o de perguntar se as pessoas durante esse processo têm febre ou têm dor ou se gostam do sabor do xarope ou se o medicamento que tomam lhes faz um bocado mal ao estômago ou qualquer outra coisa, quer dizer, se os efeitos secundários de todo o processo por que se passa valem ou não valem a cura” [Passos Coelho]
A acção é concertada, isto é, não se trata de mais um improviso de PPC. A ministra das finanças já usou os mesmos termos e a caixa de ressonância Observador e respectivos blogs que fazem pandā vão justificando a sua razão de ser papagueando a propaganda.
Eis, portanto, a mensagem infantilizada que o governo pretende usar para comunicar com os portugueses até às eleições. É uma metáfora abjecta, baseada em mentiras repetidamente desmontadas, que procura mover a discussão do plano sério, onde seria impossível esconder os danos causados ao país, para o imaginário da fantasia e da realidade alternativa.
É uma forma de fazer política que dá asco e que procura tratar os portugueses como crianças. Cabe a estes fazer-lhes o que se fazia às crianças que se portam mal: um par de estalos e orelhas de burro.
Nota: Em vez de seguir esta estratégia comunicacional para contra-argumentar (o tal remédio que mata), acabando por a validar ao jogar no campo do inimigo, devia a oposição mostrar que os portugueses não são crianças. Afinal de contas, ninguém gosta de ser rebaixado e o argumento virar-se-ia contra os próprios, tornando-se inútil a propaganda associada. Mas isto digo eu, que não sou pago para ser cabecinha pensadora.
“o número de enfermeiros portugueses a trabalhar no Reino Unido aumentou cinco vezes em quatro anos” (Expresso)
Dizem que temos uma nova, e agora é a oficial. O drama, o horror, a tragédia.
Burro velho não aprende novas ortografias, nem precisa no séc. XXI.
É muito simples: oficial é publicar documentos oficiais, e nisso já levo experiência, uns quatro anos. Não é escrever.
Quem quer escrever na velha, escreve, e uma vez descarregado o Lince, converte para a nova. Nem é preciso ler, embora seja provável uma falha ou outra, da qual não virá grande mal ao mundo E depois publica, envia, conforme o caso. É o que tenho feito quando é preciso e não me esqueço.
A nova ortografia é foleira para quem aprendeu na velha, natural para os meus alunos que sendo novos já se habituaram. Nem uma nem outra fazem sentido quando temos um teclado pela frente, ou pior do que isso, o procuramos num écran táctil, mas as novas ortografias são outro assunto.
Se escrevem à mão, recomendo a de 1911, estão sempre a tempo de aprender e fica sempre bem com arqueologias.

Por norma, faço um esforço para fugir às generalizações, nem sempre conseguido, pelo que passo a concretizar desde já. Há um considerável número de taxistas nos aeroportos que praticam esquemas para cobrarem bastante mais dinheiro ao cliente do que aquele que normalmente seria devido e não me refiro apenas ao velho truque de fazer um percurso cheio de desvios só para cobrar mais quilómetros. [Read more…]
Ao que parece, foi a CIA que inventou o conceito de ‘negação plausível’ para proteger o JFK de embaraços como a Baía dos Porcos, o Reagan do escândalo Irão-Contras e o Clinton de saber-se, ao certo, a dimensão dos favores sexuais da estagiária.
Havendo uma ‘negação plausível’, manda a lógica que haja também uma ‘afirmação plausível’. Lógica essa que os partidos e os sindicatos rapidamente aproveitaram. Por exemplo, uma manifestação que leve, vá lá, 20 mil marchantes, pode passar para a imprensa como levando, efectivamente, mais de 100 mil. Uma acção de campanha eleitoral com meia dúzia de jotinhas e uma bandeira em cada mão, pode muito bem parecer, se o plano for simpaticamente fechado, um comício de dimensões épicas. E uma greve com uma adesão de 20% pode, do mesmo passo, transformar-se numa paralisação praticamente total.
Apesar de tudo, o partido ou o sindicato podem sempre socorrer-se da ‘afirmação plausível’. Quem pode obstar, com certeza absoluta, que 20 mil não são mais de 100 mil e meia dúzia de fervorosos jotinhas não são uma multidão? Como negar a fé do sindicalista que, apesar da chafarica continuar obedientemente a funcionar, vê ali uma paralisação de pelo menos 80%?
Bem vistas as coisas, o jornalista pode ter tido o cuidado de filmar a única chafarica que funcionava obedientemente. Toda a gente sabe que os jornais são maioritariamente controlados por interesses, amiúde obscuros, as mais das vezes estrangeiros. E, assim, fica sempre a pairar uma nuvem de incerteza. Que é exactamente o pressuposto da ‘afirmação plausível’.
No entanto, há greves e greves. Há greves que não aquecem nem arrefecem. Tenham 20, 50 ou mais de 90 por cento de adesão, tanto faz. Ou acabam às dez da manhã e retomam às cinco da tarde, por turnos, ou já ninguém se lembra delas no dia seguinte. As nossas greves, por norma, passam e andam. E incomodam mais a classe operária que os patrões. Que, aliás, sobretudo quando o patrão é o estado, até agradece os efeitos positivos nas contas públicas com a poupança de um dia de salário+subsídio de refeição, por cada grevista assumido.
A greve de 10 dias de alguns pilotos da TAP foi, no entanto, uma coisa completamente diferente. [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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