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São 14h27m e há algumas horas (pelo menos 4) que não é possível aceder ao site Parlamento. Será que a onda norte-africana atravessou o Mediterrâneo?
São 14h27m e há algumas horas (pelo menos 4) que não é possível aceder ao site Parlamento. Será que a onda norte-africana atravessou o Mediterrâneo?
Ao longo de 11 anos o ex-deputado do PSD Vasco Pulido Valente escreveu vários horóscopos sobre o Bloco de Esquerda. Primeiro não ia eleger ninguém, elegeu dois deputados, depois os deputados não seriam reeleitos ou estaria tudo doido, estava tudo doido e duplicou o grupo parlamentar como continuou a acontecer em sucessivas eleições, sempre contrariando a lucidez crítica de VPV, parecendo mesmo que um número sempre crescente de portugueses trocou o seu voto consciente pela casmurrice de contrariar o homem.
Hoje no Público o grande analista constata que é preciso um QI de 40 ou 50 para votar no BE. Parafraseando o Almada, se o Vasco é inteligente eu quero ser um idiota. Sempre me engano menos vezes.

“A sabedoria dos Romanos residia no seu cérebro, a dos Indianos na sua imaginação e a dos Árabes na sua língua”
(Poeta árabe citado em ALVES, 2013, pág. 29)
O Português é uma língua derivada dos dialectos latinos, românicos peninsulares ou simplesmente romance, que resultaram da mistura do “latim vulgar”, falado pelos soldados romanos, com os dialectos locais existentes na Península Ibérica à data da sua ocupação. O Português, primitivamente Galaico-português, forma-se directamente a partir do Leonês ou Asturo-Leonês, e tem como substrato a língua nativa dos Galaicos, Lusitanos, Célticos e Cónios.
O Português sofre inevitavelmente a influência da Língua Árabe, influência que ultrapassa em muito a extensão que a maioria dos autores refere, não só em termos de “marca” no seu léxico, como da própria forma como se opera.
Por causa de um certo e determinado indivíduo (cujo nome infelizmente não posso revelar por questões contratuais e outros quejandos que não cabe aqui explicar) , vejo-me ou encontro-me (como queiram), na contingência de escrever um post semanal. O prestígio de pertencer a esta prestigiosa e heterogénea agremiação assim o obrigam.
Sob a Estrada Nacional 13, a jusante do apeadeiro da Gelfa, Linha do Minho, anos 60-70.
Cheguei a declarar-me egípcio e a celebrar antecipadamente, ontem. Agora, enquanto todos festejam, felizmente, chegou a hora de fazer de advogado do diabo e dar aos egípcios uma pequena notícia: este foi o último dia em que o processo no Egipto foi deles.
Amanhã, muito cedo, começam a aterrar os representantes das internacionais ideológicas e partidárias. Vão organizar o processo. Vão criar partidos, encontrar líderes, instruir filiados, implantar-se no país. Virão representantes dos EUA e da Europa domesticar a transição, garantir os fluxos, proteger Israel e os reinos sauditas, manter posições, garantir permanências.
Virão também outros, representantes de interesses económicos diretos e indiretos, ONGs, farsantes, bem-intencionados, extremistas de todos os extremismos, turistas das revoluções, negociantes de armas, oportunistas espertalhões, voluntários de causas politicamente corretas, etc., etc., etc.
Os peões (os egípcios, regime incluído) avançaram. Alguns comeram, outros foram comidos. Agora começam a sair os cavalos, os bispos, as torres, mas este é um xadrez com muitas casas e cores, há muito que acabou o xadrez das pretas contra as brancas.
Hoje festeja-se na Praça Tahrir. Ainda bem. Amanhã os egípcios começam a lutar por uma democracia que lhes convenha. É melhor que o saibam cedo, do que tarde.

Estamos no momento das cantorias e quermesses para todos os gostos. Seja. Os dias que aí virão, serão esclarecedores acerca do que sairá de tudo isto. Como não acredito em “internacionalismos fraternais”, parece-me bem provável a “alá-u-akbarização” da coisa. Pessimismo? Talvez. Esperemos e veremos se 1979 se repetirá.
Entretanto, os portugueses bem podem ir tomando consciência de estarem amarrados a um cadáver. Este!
Sem resignar explicitamente o cargo, o presidente egípcio e familiares deixaram o Cairo para se refugiarem no palácio do clã, na estância balnear de Sharm el-Sheikh. Mubarak reinterpretou, na história contemporânea, o papel do Faraó do Antigo Egipto: um rei absolutista a que o povo da antiguidade obedecia com veneração. De facto, como chefe político supremo, o Faraó, reza a História, estava impregnado de poderes divinos; de tamanha transcendência que lhe era reconhecido o poder milagroso de fazer repetir as cíclicas cheias do Nilo e da consequente renovação anual da fertilidade nas margens que orlam o extenso rio. [Read more…]
O suor, o fedor a povo, a comunhão humana que só as revoluções fabricam, a solidariedade, a fraternidade.
Adoro revoluções naturais, sem partidos da classe operária e outros aditivos tóxicos.
A terra dos escravos que ergueram as pirâmides, dos camponeses que lavraram o vale do Nilo, pela primeira vez é sua, deposto o último faraó.
Que seja mesmo o último. Façam o favor de não gritar o povo unido jamais será vencido, conselho de amigo, dá azar.

Com a crise do Egipto aprendemos uma coisa: nos americanos não se pode confiar.
Mubarak resignou-se e desceu da cadeira; nasce hoje uma nova esperança para vários outros regimes democráticos do Norte de África…
Na verdade, o Egipto foi a pátria ideológica da Al-Qaida, e a organização que individualmente mais moldou o fundamentalismo islâmico, é a Irmandade Muçulmana que, sabe-se, não teve até agora papel fundamental nos protestos. Mas o grupo existe, tem força e uma longa história de perseguições por parte de Nasser, Sadat e Mubarak, e representa uma presença activa contra o secularismo e a modernização da sociedade egípcia. A queda de Mubarak significa o fim de uma ditadura, mas também tira do poder um militar que sempre foi um travão à influência fundamentalista. Para haver democracia no Egipto não basta derrubar Mubarak, é preciso impedir que, no vazio do poder, não ascenda a Irmandade Muçulmana.
Os negritos são meus, a saber: sujeito, vírgula e predicado.
As regras para virgular são complicadas, e por vezes subjectivas, a da vírgula entre sujeito e predicado é das poucas muito claras, sendo gramaticalmente um erro grave.
Estou a desviar a atenção para a gramática, em vez de me referir ao conteúdo? Pois estou. Sabendo que Pacheco Pereira até já soube o que é uma ditadura e que uma ditadura nunca será um mal menor, prefiro corrigir-lhe a gramática. O resto já não vale a pena
É um Portugal nebuloso o que temos hoje em dia, cheio de secretas esperanças e de cada vez menos valores. Com a revolução, já lá vão uma quantidade de anos, chegou a democracia nas palavras que depressa desapareceu nos actos (se alguma vez chegou a existir neles), chegou alguma modernidade e um moderado desenvolvimento, subiu temporariamente o nível de vida de uns quantos, com todos a passarem a considerar-se aristocratas e, fruto de inúmeros erros, os critérios das escolhas das chefias baseados na competência foram desaparecendo como que por encanto, substituídos pelo laxismo, facilitismo, pelo grupo político predominante e pelo favorecimento económico.
Desde o tempo do poeta Pessoa que os fantasmas povoam o nosso imaginário, se bem que mesmo antes do primeiro quarto do século passado, seja certo que também eles por cá tenham andado. [Read more…]
José Manuel Pureza declarou hoje à Antena 1 que a direita cairá no ridículo se votar a moção de censura ontem anunciada por Francisco Louçã. Acrescentou ainda que a moção se destina a separar águas e distinguir esquerda e direita. É assim a modos que uma moção-electrólise, digo eu.
O raciocínio é mais ou menos este: nós vamos apresentar uma moção mas vocês não sejam ridículos, não votem nela. Não votem, porque se votarem, a moção faz efeito e não é para isso que a apresentamos, é só para dizer que nós somos nós e vocês são vocês. Nós chamamo-nos B. de Esquerda e vocês assumem-se de centro direita e de direita. Toda a gente sabe isso, mas nada como uma moçãozinha para deixar claro o que todos sabem.
Dito de outra forma: se vocês votarem a nossa moção são ridículos. Caso contrário, a moção não serve para nada (antecipadamente assumido por JMB) e torna-se ridícula.
Sócrates esfrega as mãos e ri-se. Pudera.
De acordo com as conclusões divulgadas, os problemas verificados nas eleições de 23 de Janeiro, e citando o relatório, tiveram origem numa “convergência de razões de natureza operacional e de natureza técnica“. Para além disso, ficamos a saber que “uma outra gestão da mesma infra-estrutura tecnológica poderia ter sido suficiente para evitar os comportamentos anómalos ocorridos no dia 23 de Janeiro“. Daí pode concluir-se que essa mesma infra-estrutura se mostrou “inadequada à resposta de grande concentração de solicitações”, o que não significa que “exista obrigatoriamente uma necessidade específica de reforço da componente computacional”.
Dito de outro modo, e tendo em conta a informação disponível sobre as conclusões do relatório acerca dos problemas ocorridos durante as eleições presidenciais, é possível deduzir que esses mesmos problemas foram consequência das respectivas causas, ou seja, que algumas situações se deveram a certas ocorrências, ou melhor, que, no fundo, as coisas correram mal pela simples razão de que não correram bem. Um estudo mais aprofundado sobre o tema poderia, mas só se fosse realizado, conduzir a um aprofundamento do assunto, do mesmo modo que uma análise mais incisiva dos eventos poderia levar a que se pudesse perceber cabalmente o que era perceptível.
Com toda a consideração que tenho pelo Luís Lobo, dirigente do meu sindicato e rapaz da minha criação, esta sua afirmação ao Público:
“Não trabalhamos por email ou por blogue, vamos, pessoalmente, escola a escola, alertar os professores, é um trabalho que dá frutos, mas não de um momento para o outro”
obriga-me a perguntar se entende por ir à escola afirmar numa reunião sindical que o actual processo de liberalização selvagem resulta da queda da União Soviética, acrescentado com requintes de crueldade que as social-democracias nórdicas apenas existiam porque o sol na terra estava ali ao lado. Aconteceu na minha escola, no 1º período.
Pesem as nossas divergências ideológicas sei que o Luís não confunde uma sessão de esclarecimento do PCP com uma reunião sindical. Além disso repito o que já escreveu o Paulo Guinote: nós estamos nas escolas, vocês vêm cá reunir, e descobrir realidades que desconhecem. Tivesse o SPRC aceite a proposta feita há muitos anos de limite de mandatos dos dirigentes sindicais, ou seguissem estes a prática exemplar de alguns colegas, que se recusam a ficar no sindicato a tempo inteiro, e as coisas seriam mais fáceis.
Quanto ao mail, deixa cá ver quantos anos demorou o SPRC a descobrir que podia mandar mails aos sindicalizados, mais barato e eficaz que o jornal em papel, e já agora aproveito para contar que no dia 13/04/08 enviei um mail ao webmaster da Fenprof solicitando a implementação de um feed na página, o google reader facilita, que me respondeu “Feed RSS é coisa que está planeada, e que será implementada logo que possível.”
Azar, até hoje ainda não foi possível. Isso e deixar de usar software da Micro$oft.
Notícia pornográfica, daí a bola vermelha, não recomendada a pessoas sensíveis. Se se impressionar com facilidade não leia. Não digam que não avisei.
A capitã Patrícia Almeida poderá, muito em breve, sair do Comando do Destacamento Territorial da GNR de Santarém. A oficial que protagonizará, em conjunto com a cabo Teresa Carvalho, o primeiro casamento gay da história daquela força de segurança, pediu para ser transferida para o Comando Administrativo e de Recursos Internos (CARI), em Lisboa.
O Correio da Manhã faz destaque hoje desta informação. Com chamada à primeira página. Parece que por lá dizem ser uma ‘notícia’. Não consigo é perceber porquê.
É a primeira oficial da GNR a fazer um pedido de transferência? É a primeira oficial de nome Patrícia a pedir a transferência? É a primeira vez que o Correio da Manhã publica uma notícia sobre a GNR? É a primeira vez que o Correio da Manhã (CM) publica uma notícia? Ou não há notícia e o CM tinha falta de assunto? O CM faz notícias de todos os pedidos de transferência? Ou só dos pedidos de transferência de elementos das forças de segurança? O CM faz notícias ou é o boletim interno da GNR?
Só não quero é acreditar que o CM faz esta ‘notícia’ – e com chamada à primeira página – porque quem pede a transferência é uma senhora homossexual que vai casar. Porque não quero acreditar que o CM seja um feito por um bando de miúdos que se excitam com informações deste teor.
Pareciam-me uma ignomínia as formas de tratamento dos patrões aos inquilinos, especialmente se eram da Nação Mapuche. Porque denomino Nação ao que se designa normalmente uma etnia na nossa ciência da Antropologia? Primeiro, porque eram os proprietários da terra tomada pelos invasores estrangeiros, pelos huinca. Porém, para os Mapuche, eu não era chileno, era estrangeiro ou huinca. Este conceito não está definido no Dicionário Da Real Academia da Língua Espanhola, por não ser palavra da mal chamada Língua Espanhola. Como também não aparecem as palavras usadas pelo luso – galaico da Galiza, ou o Bable das Astúrias, denominado pelo arrogante Dicionário citado de dialecto de los asturianos, ou o euzkaro das Províncias Bascas que a real academia da língua não reconhece como idioma do Reino de Espanha, tal como a língua Catalã, que define como Lengua romance vernácula que se habla en Cataluña y en otros dominios de la antigua Corona de Aragón, apesar disto, o meu avô paterno, aragonês, falava um Castelhano quase imperceptível. [Read more…]
Ontem, em diversas cidades egípcias, havia imensa esperança na retirada de Mubarak. No santuário da revolta, a Praça Tahrir no Cairo, a expectativa do povo estava ao rubro. Quem pôde e quis, à volta do globo, testemunhou. A complementar as imagens, notícias de diversas fontes, da BBC à Reuters, indiciavam que Mubarak estava prestes a demitir-se.
Cerca de 22:00 horas no Cairo, finalmente, via TV, o ditador surgiu a discursar às massas. Ao ruir das expectativas, eclodiu a imensa frustração dos cidadãos na Praça Tahrir; e certamente em muitas outras praças, ruas e ruelas do Cairo, de Alexandria, do Suez e de, sabe-se lá, quantas mais localidades e povoações do país. Mubarak confirmou-se disposto ao sacrifício de prolongar os 30 longos anos de presidente, até Setembro próximo. Prometeu alterações da lei constitucional e respeitar, agora sim, um povo, que ele próprio desprezou ao longo de três décadas. A Omar Souleiman, o vice-presidente e homem de confiança dos EUA, delegará poderes no sentido da democratização do Egipto. [Read more…]
…e o dia do suicídio do Bloco de Esquerda.
“Sabemos que no dia em que estamos a discutir não tem qualquer utilidade prática a apresentação de uma moção de censura”, disse Louçã. Que acrescentou: “Apresentaremos sempre alternativas e não nos pronunciaremos sobre moções de censura que não existem ou sobre intenções vagas de apresentação por este ou aquele partido.”
Disse Francisco Louçã no dia 5, e anda meio mundo a disparar que o anúncio hoje feito da apresentação de uma moção de censura entra em contradição com esta frase. Quando o Bloco volta a ser de Esquerda, sinto-me na obrigação de explicar aos não falantes da língua portuguesa que: [Read more…]
Uma senhora morreu em sua casa e o seu corpo foi encontrado apenas agora, nove anos após o falecimento.
É uma notícia triste, de solidão , abandono e desinteresse, um retrato de certa sociedade que criámos. O meu colega José Freitas deu conta dos factos aqui no Aventar, num estilo curto, seco e objectivo. Dizia que o corpo da senhora e o do seu cão haviam sido encontrados após nove anos, pouco mais.
Bastou para que oito pessoas levantassem o polegar, carregassem no botão e dissessem Gosto. Gostam? Mas gostam de quê, podem dizer-me? Dada a natureza e o tom da notícia, parece que gostam da morte da senhora e do abandono do cadáver.
Eu sei que o botãozinho está lá, mas deve ser utilizado com um mínimo de inteligência. E de pudor, já agora.
Para já ganha o povo, o futuro logo se verá. Para já ganha a civilização contra a barbárie. Para já ganhamos todos.
17h27 Paulo Moura, enviado especial do Público, no Cairo: “A praça Tahrir está a encher-se de gente, está a ficar completamente cheia. Não há caos. As pessoas continuam organizadas, estão a fazer os piquetes do costume, são civis que revistam as pessoas para ver se não têm armas. Para entrar na praça é preciso passar por uns 15 checkpoints destes. Na praça as pessoas estão num grau de excitação enorme, dão beijos umas às outras, há um clima de vitória.”
17h21: “Mubarak está de saída (especialmente desde que o ministro da Informação o negou)”, escreve o antigo editor de Médio oriente do “Guardian”, Brian Whitaker. Mas exército e Suleiman lado a lado a governar o Egipto é um cenário que não agradaria à maioria dos egípcios.
17h19: “Praça Tahrir, agora: cânticos, música, assobios. Isto já não é um protesto, é um enorme concerto”, escreve no Twitter Arabzy.

Precipício
Uma notável carta do CEO da Nokia aos seus co-nokianos. Sobre a Apple, o Android e demais concorrência. Sobre a própria Nokia e a forma de encarar o presente. A ler no 31 da Armada.
Eu, que fui entusiasta dos produtos dessa empresa, acabei por mudar para uma marca branca, um tal “Boston”, pela simples razão de estar anos luz à frente do que a marca tinha para oferecer. Por um preço aceitável, ganhei um bom dispositivo de acesso à net e um mau telefone. Um inconveniente menor, uma vez sinto menos falta do telefone do que da net.
Vi a empresa definhar a cada resposta inadequada à concorrência. Como é que eles mesmo não o viram? Às vezes não queremos ver, fale-se de pessoas, de empresas, de governos ou de países. A prova é o Portugal que aí está, à beira do colapso financeiro e, segundo o líder, no rumo certo. Em direcção às chamas, seguramente.
Vindo do fundo do pelotão o Bloco de Esquerda passa da ameaça velada à concretização e vai apresentar uma moção de censura ao governo dentro de um mês.
Vamos assistir ao milagre da multiplicação das moções, aposto. PCP, PSD e CDS, sentir-se-ão ultrapassados, e cada um terá a sua, mais coisas menos coisa.
E alguma será aprovada? Duvido. Mas vai ser entretido ver se passam ou não. E como em barco à deriva os náufragos são dados à asneira, vamos ver quantos friportes nascem e quantos sobreiros à portucale são abatidos.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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