
Um dos temas da agenda da reunião do Conselho de ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia (UE) que se realiza hoje em Bruxelas é o Irão e as consequências do abandono do acordo nuclear iraniano pelos Estados Unidos.
A Europa quer, obviamente bem, demarcar-se de mais um desvario incendiário e manter o acordo. Agora, é bom sabermos o que está em jogo:
Além disso, os bancos europeus terão de garantir as transacções comerciais com o Irão – transacções monetárias privadas e das empresas estatais.
Já se fala também em compensações para empresas europeias que investiram no Irão após a assinatura do acordo e de apoio às empresas contra as retaliações dos EUA.
É que não há volta a dar, quem se lixa é o mexilhão.














Para que os caças Israelitas possam atacar as instalações ligadas ao programa nuclear do Irão, terão que viajar cerca de 2000 Kms, limite da autonomia de vôo dos aviões. Mas a Arábia Saudita dá uma ajuda, abrindo um “corredor aéreo” limpo de radares de defesa para que os caças possam sobrevoar o território.








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