Novembro de 2009
Maio de 2010
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Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Novembro de 2009
Maio de 2010
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pela primeira vez…
Estas medidas só são tomadas quando um político entende em consciência que não há nenhuma outra alternativa. Foi essa a conclusão a que cheguei agora e não em maio
…um mau analista…
a economia portuguesa estava a recuperar — como ainda está a recuperar, porque apresentámos já crescimento económico este ano. Ora, era muito importante que nenhuma medida pudesse afetar esse crescimento económico de forma intensa.
…um lírico…
Em 2011, Portugal tem pela frente um dos mais sérios e exigentes esforços orçamentais pela frente, já que precisamos de reduzir o nosso défice de 7,3 por cento para 4,6 por cento
…um otimista patológico (vá lá, sejam simpáticos, não me chamem mentiroso compulsivo)…
No final de 2011, pretendemos ter o mesmo nível de défice que a Alemanha prevê para nos afastarmos em definitivo do conjunto dos países muito afetados pelos mercados financeiros. É essa a razão que nos leva agora a tomar estas medidas.
…tenho a consciência tranquila (na verdade, sinto alguma vaidade pelo trabalho feito)…
…até porque tenho feito um esforço para melhorar o meu cúrriculo académico. O próximo, por exemplo, vai dar-me como catedrático em Harvard, razão pela qual já comecei a treinar o meu inglês.
Um dia o país esteve de tanga. Agora consta que está de fio dental.
Mais um momento genial do 31 da Sarrafada!!!
“Espero que todos os portugueses compreendam: eu aceito governar, apesar de todos os partidos, nenhum deles querer partilhar a responsabilidade de governar. O Partido Socialista, que ganhou as eleições, convidou todos os outros para acordos e para coligações. nenhum deles quer partilhar a responsabilidade da governação” disse Sócrates em Nova Iorque.
Sócrates aprendeu a partilhar? Ao que parece, em NY tudo é possível, if you can make it there, you’ll make it anywhere…
Alberto João Jardim acha que o melhor é não partilhar. Coitado, afinal só estava em Vila Baleira – cidade de que muito gosto (a contradição não é minha, nem da Wikipédia) – onde a música é outra:
Sócrates e as SCUT
Apesar de ter tentado encarar o discurso do Primeiro-Ministro, ontem em Matosinhos, com algum espírito, o certo é que o seu conteúdo evidencia uma enorme “lata”, pelo que não há temperança que resista.
Ao cabo de 5 anos e meio a chefiar dois governos que nos conduziram a uma situação que além de desgraçada parece ser a curto prazo completamente insustentável, vem falar de responsabilidade. É preciso desplante. Sabe “Senhor Engenheiro”:
– Verdadeira responsabilidade é assumir a incompetência de um governo que conseguiu aumentar, monumentalmente, a despesa pública, agravar, substancialmente, o défice das contas públicas, empolar, avassaladoramente, a dívida externa, colocar o índice de desemprego em níveis calamitosos, transformar a nossa justiça numa caricatura, permitir ao nosso sistema de saúde ter resultados muito, mas mesmo muito abaixo do que custa e gasta, ter um ensino público que além de inadequado e pouco produtivo, transmite uma enorme sensação de insegurança a quem a ele tem de recorrer, etc., etc., etc..
– Verdadeira responsabilidade é não atirar areia para os olhos dos eleitores e falar de Portugal como se fosse um oásis e um paraíso quando os Portugueses sofrem na pele todos os dias essa mentira.
– Verdadeira responsabilidade é não apregoar um estado social que não existe. Verdadeira responsabilidade é não culpar os outros pelo seu provável fim, o que irá acontecer devido à sua própria inépcia. Verdadeira responsabilidade é não enganar as pessoas e agitar-lhes o fantasma que os outros querem acabar com esse estado social quando a única coisa que pretendem fazer é permitir-lhe a sobrevivência e de uma forma que realmente seja justa.
– Verdadeira responsabilidade é assumir que se foi e é incompetente e demitir-se para que outros, bem mais válidos, possam conduzir os destinos do nosso País e encetar o caminho da recuperação e do desenvolvimento.
Sabe, verdadeira responsabilidade seria perceber que, neste momento, o “Senhor Engenheiro” não faz parte da solução, mas sim do problema. Mais, o “Senhor Engenheiro” é o problema!
Só quando me enganei e não usei a cedilha é que percebi o nosso Primeiro Ministro:
a “FORCA DO PROGRESSO” é o nosso slogan!
Atão o nosso inginheiro tem feito um trabalho tão bom e vivemos num país em que tudo funciona tão bem (pelo menos segundo o que ele próprio apregoa, porque eu não consigo ver bem isso, mas, obviamente, que é porque tenho cataratas) e vem aquele rapaz mais novo e diz que isto não pode continuar? Tem a lata de dizer que só aprova o orçamento se o Governo quiser descer a despesa do Estado e se não subir os impostos? Atão sem subir impostos como é que se pagava a bestial governação do senhor inginheiro e as despesitas da administração? Só faltava dizer que também não podiam pedir uns cobres lá fora!
É, mesmo, preciso uma oposição madura. Uma oposição que não queira impor estas coisas sem sem sentido. Uma oposição que seja responsável e dê “roda livre” ao senhor inginheiro.

Não será por falta de optimismo que o Governo Sócrates não levará o barco a bom porto. Será por incompetência mesmo.
…eu hoje também pio no PiaR.
Um piar sobre o Pacheco Pereira, o José Sócrates, o Pedro Passos Coelho, o Jornalismo com e sem aspas e as agências. Sem esquecer a Britney e a Pamela. “inde ler”, sff.

Em 6 anos, não conseguiram ouvir o Primeiro-Ministro.
Não é falta de eficiência, claro que não é. O problema é que eles sabem mais do que a Lúcia.
E ainda queria o outro que pedissemos desculpa a José Sócrates. Por quê? Por sabermos que, apesar de tudo ter dado em nada, ele deve estar enterrado neste escândalo até aos ossos?
As agências de ‘rating’, ora uma, ora outra, são vigilantes zelosas do estado do sistema financeiro internacional. Não há país ou instituição financeira que agora escape – escapou o deflagrar da crise nos EUA, o Lehman Brothers e mais de uma centena de bancos norte-americanos falidos, mas tudo isto é pormenor insignificante.
À semelhança do que havia feito para a República Portuguesa, a Moody’s baixou a notação dos principais bancos portugueses: CGD, Santander Totta, BES, BPI, Espírito Santo Financial Group, BCP, Montepio e Banif. O Diário Económico é mais detalhado na notícia, citando, banco a banco, a nova notação e a qualidade do ‘outlook’, positivo ou negativo. Cinco das referidas instituições financeiras estão sob o estado de ‘outlook negativo’. Significa correrem riscos acrescidos de nova descida das notações.
Segundo Maria-Jose Mori, analista da Moody’s, a descida generalizada das notações deve-se à fraca capacidade do Governo para ajudar os bancos; ou seja, dizemos nós, falta de mais dinheiro dos exauridos contribuintes para valer aos financeiros do regime.
Com este cenário, e sobretudo as subsequentes dificuldades e custos de financiamento mais elevados, a economia portuguesa acelera o passo para uma recessão mais profunda, conforme previa ontem o Banco de Portugal. E justamente ao contrário do optimismo de José Sócrates, espelhado na frase: «Não vejo nenhuma razão para não confiar no nosso país». Eu e muitos portugueses vemos um punhado de razões. Oxalá seja o senhor engenheiro a estar certo.
Ainda não estamos fartos desta trampa?
Uns a ganhar rios de dinheiro e outros que nem emprego têm. Os custos da vida de cada dia a subir, e o governo a querer aumentá-los ainda mais. O problema das Scut e a oposição maior a querer que todos paguemos. Um Primeiro que já deveria ter ido embora mas que ninguém tem coragem de o pôr dali para fora porque ainda não convém. Um Presidente que [Read more…]
O primeiro-ministro diz que o desemprego é um problema grave. Que subiu em Portugal, pois, mas subiu em toda a União Europeia. O Eurostat, gabinete de estatísticas da UE, vem dizer que não. A taxa de desemprego continua a subir em Portugal, tendo atingido os 10,9 por cento em Maio, enquanto na UE e na Zona Euro se manteve nos 9,6 e 10 por cento.
O Eurostat, claro, está enganado. Está visto que não dispõe de todos os dados. Além do mais, não devem saber fazer contas. É óbvio que o desemprego subiu em toda a Europa e não apenas em Portugal.
Claro que isto nos deixa muito mais felizes.
Passócrates – o mesmo que Socrelho.
Pois bem, Fernando, vamos desfazer confusões e pôr as cartas na mesa:
1-Pedro Passos Coelho pensa que “A Constituição tem implícito um programa de governo, ao dizer que a Educação e a Saúde têm de ser tendencialmente gratuitas”. Eu penso que não se trata de um programa de governo, mas sim de um modelo de sociedade cuja formulação a própria social democracia não renega. Acho mesmo que, se há que cortar despesas, se há que limitar benesses, estes direitos devem ser os últimos onde tocar, dada a sua natureza social e simbólica.
2-Mais estado, ou menos estado, não deve ser apenas um slogan que se atire da boca para fora, é necessário dizer-se onde e como. O que anda na boca de muita gente e está à vista de todos, é propor menos estado em sectores que são negócios apetecíveis para certos grupos privados e intervenção do estado quando se trata de salvar negócios especulativos e ruinosos como o BPN, por exemplo.
Na educação e na saúde, caro Fernando, eu sou por mais e melhor estado, naturalmente que mantendo a existência e a presença dos privados nessas áreas.
3-O registo neo-liberal de Passos Coelho é antigo e conhecido. [Read more…]
Eu, de Pedro Passos Coelho, não espero o que o país espera, a julgar pelas sondagens. Quando o Sr. ascendeu à liderança do PSD fez um bom discurso e eu, tal como outros, com a actualidade ainda quente, elogiei o regresso da política – que não a politiquice usual e corriqueira, mas a política, temas colocados em cima da mesa, escolhas perante as quais o país se defronta.
Num país civilizado, tal facto não mereceria o mínimo encómio. No paízinho rasteiro e trauliteiro em que nos transformámos, havia ali uma nuance a registar, um facto positivo a despontar. Não sendo crédulo, saudei a nuance e permaneci atento.
Foi sol de pouca dura e, em poucas semanas, Pedro Passos Coelho dissipou o meu reticente benefício da dúvida. Se no congresso laranja meteu o neo-liberalismo no saco, apressou-se a retirá-lo agora, regressando a ele, se estendeu a mão a Sócrates e se prestou a apoiá-lo em nome do “superior” interesse nacional, apunhalou-o assim que virou as costas pedindo desculpa aos portugueses (por se ter movido em nome do dito superior interesse nacional? Por afirmar solidariedade a Sócrates e puxar-lhe o tapete com a demarcação? Diga-se, em abono da verdade, que o PS não se portou melhor anunciando a seguir a continuação da febre de betão que, aparentemente, ocultara na reunião entre os dois líderes, a tal da contenção e “salvação” do país). [Read more…]

No futebol, o que hoje é verdade, amanhã é mentira. A afirmação, populariza por Pimenta Machado, ex-presidente do Vitória de Guimarães, há muito deixou de ser território exclusivo do desporto-rei. Está espalhada por todo o lado. Na política portuguesa é tão evidente como o Natal cair todos os anos a 25 de Dezembro. E não é de hoje.
Daí que José Sócrates nem se pode orgulhar de ter inaugurado uma nova fase da política e governação caseiras. É apenas um digno sucessor de outros aldrabões. Nada disto tem a ver com o caso TVI / PT ou da ética política. Isso são ‘peanuts’, como dizem os estado-unidenses.
Há cerca de duas semanas, o chefe do Governo garantiu que não iria mexer nos impostos, em concreto no IVA. Mesmo depois de todos os especialistas dizerem que era inevitável para cumprir as metas do défice. Hoje, o Governo vai aprovar o aumento do IVA e do IRS sobre vencimentos. Logo, o que na semana passada era verdade, amanhã é mentira. E o Dia da Libertação dos Impostos já não é hoje.
Que não. Sócrates garantiu que não tem intenções de parar as principais obras públicas que o Governo tinha estabelecido como prioritárias. Talvez, se tiver de ser, respondeu o ministro das Finanças à mesma questão.
Que não. Sócrates garante que não tem pretende aumentar impostos, nem o IVA. Talvez, se tiver de ser, respondeu o ministro das Finanças à mesma questão.
Fora os detalhes de semântica e as particularidades do português dos “sound bytes”, é assim que o português médio, alheado das tricas políticas e preocupado com a carteira, entende aquilo que o primeiro-ministro e o seu ministro das Finanças vão dizendo. E o que vão dizendo é que parecem não se entender.
Sabíamos já que a governação de José Sócrates, além de inúmeros faxes ao domingo, comportava exercícios sem rede e fantásticas acrobacias. Agora, ficamos também a saber que o mesmo governo conduz o País sem Seguro. Não é infracção, mas ter um adversário dentro próprio PS, como António José Seguro, pode complicar, ainda mais, a vida já atribulada do Primeiro-Ministro.
Seguro é determinado na acção e nos propósitos. Começou por criticar, no seu próprio ‘site’, a obscenidade de remunerações e prémios de António Mexia na EDP; segundo diz, a empresa mais endividada do mercado de capitais português (14,007 mil milhões de euros). Agora, o ‘site’ do deputado revela que este acaba de questionar o Ministro das Finanças sobre as remunerações dos gestores públicos.
Sócrates e apoiantes que se cuidem, porque, mesmo quando o PS se mete consigo próprio, funciona a receita do Dr. Jorge Coelho. É acto de auto-flagelação, mas é a verdade: o PS leva.
Estará na calha a conclusão do acordo entre o Governo português e o Governo espanhol, quanto a Olivença, dependente de avaliação constitucional, embora o Tribunal Constitucional espanhol não esteja na melhor fase.
Tudo terá sido tratado directamente entre Sócrates e Zapatero, por telemóvel, usando linguagem codificada a pedido do Primeiro-Ministro português.
O acordo prevê que Olivença passe a integrar o território português e o território espanhol, rotativamente: um ano é portuguesa e outro ano é espanhola. A administração será feita por gestores de nomeação política, e todos, portugueses e espanhois, terão de usar o Magalhães.
Em compensação, todas as concessões de aluguer de barracas, cadeiras e bicicletas, com como os postos de venda de gelados, nas novas praias de Madrid, já anunciadas pelo Ministro das Obras Públicas, António Mendonça, no âmbito do TGV – onde se inclui, por exemplo, Cascais e Estoril -, serão adjudicas a custo zero, sem limite temporal, a empresas de capitais exclusivamente espanhois, e terão o mesmo regime fiscal das “lojas dos chineses”.
Quando José Sócrates entrou para o gabinete onde geralmente reune com a imprensa, já o Director do JN, José Leite Pereira, o esperava. Vestira o seu melhor fato para a ocasião, comprado de propósito na melhor loja do edifício Avis.
– Boa tarde, sr. Director – disse o primeiro-ministro.
– Muito boa tarde, sr. primeiro-ministro -José Leite Pereira levantou-se atarantado para cumprimentar o primeiro-ministro, mas logo se pôs na posição original. Atabalhoado, deitara abaixo um pass-partout com a foto de um projecto que José Sócrates acarinhava especialmente, o da moradia de Valhelhas, dos tempos em que era técnico na Câmara da Covilhã.
– Peço desculpa, sr. primeiro-ministro.
José Sócrates dirigiu-se ao seu lugar e, sem querer, calcou José Leite Pereira enquanto passava por ele.
– Peço muita desculpa, sr. primeiro-ministro.
Sem tempo para conversas de circunstância, José Sócrates foi directo ao assunto:
– Sr. Director, não sei se o nosso amigo Joaquim falou consigo…
– Falou, falou, sr. primeiro-ministro. Aquilo das perguntas que os putos da redacção andam a fazer, não é? Peço muita desculpa, sr. primeiro-ministro, mas a rapaziada nova tem sangue na guelra. São jovens, têm a mania da independência e não têm medo de ninguém. Às vezes, nem eu tenho mão neles. Mas para já está resolvido, sr. primeiro-ministro. Pu-los a fazer a cobertura da transmissão do Loto 2.
– Óptimo.
– A do Euromilhões não, que aquilo dá na TVI e nunca se sabe…
– Agradecia que não me falasse desse canal.
– Tem razão, sr. primeiro-ministro, não volta a acontecer. Peço muita desculpa. Pensei que as coisas estavam melhores, agora que está lá o Júlio. Nunca mais falaram do Freeport!
Sócrates arregalou-lhe os olhos.
– Peço muita desculpa, sr. primeiro-ministro.
– Olhe lá, não deixar publicar aquela do anúncio a pedir um blogger que me apoiasse foi um tiro no pé, não acha? Claro que aquele Ricardo Santos Pinto, esse sujeitinho ordinário, ia logo aproveitar.
– É um porco, sr. primeiro-ministro, é um porco!
– E depois publica aqueles anúncios do «relax». Não é muito coerente, pois não, isso?
– Pensei que não ia gostar do anúncio, sr. primeiro-ministro. Foi por si. Peço desculpa, sr. primeiro-ministro.
– Foi por mim, foi por mim, mas eu é que fico mal no retrato.
– Peço muita desculpa, sr. primeiro-ministro, não volto a repetir.
– Bem, vamos começar a entrevista. Onde é que está o outro jornalista, o que vai fazer as perguntas difíceis para dar sinal de imparcialidade?
– Deve estar a chegar, sr. primeiro-ministro. Seja como for, fui eu que escrevi as perguntas dele. Já as enviei ontem, sr. primeiro-ministro.
– Eu vi. Bom, vamos começar.
– Quando quiser, sr. primeiro-ministro.
– Ó homem, ao menos levante-se. Vai estar de joelhos durante toda a entrevista?
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
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