
Uma foto cheia de futuros ex, dedicada à matilha de serviço
Noronha Manda Destruir, Já!
Amigos amigos, negócios à parte

Os corporativos andam aflitos. Publicam fotos de toda a gente, mas nada daquilo que se espera, apesar das recomendações do sr. Amado quanto a “adaptações inadiáveis”, por exemplo. Já nem sequer falamos dos sectores camaradas do BES, PT e quejandos, mas tão só, de “assuntos de Estado” como eles importantemente gostam de fazer crer.
Aguardam-se ansiosamente, as fotos do grande líder Kadhafi em Lisboa e especialmente, aquelas onde surge o sr. Sócrates e a sua entourage de negociantes de areias em terra de desertos. O google está cheio delas, é só procurar as tendas, o forte à beira Tejo, as “valquírias” que tanto deslumbraram os cooperantes do Público, Expresso e afins. Pelo sim pelo não, já fomos recolhendo algumas fotos da passagem do “caixeiro viajante” que Ahmadinejad enviou às Necessidades, não vão os “boys de serviço” fazê-las desaparecer. Se estivesse no lugar deles, aconselharia o grande-chefe a agendar um encontro com Reza Ciro Pahlavi. Há que garantir os próximos tempos.
É vê-los agora, a sacudir a água do capote. O pior é que estão sob uma portentosa queda, ao estilo Niágara.
Os canalhas nunca são do seu próprio povo
A canalhice é como a estupidez, universal. Tal como a estupidez, torna-se tanto mais perigosa quanto mais poder tem o canalha. É nessas alturas que se vê com quantos paus se faz um canalha.
Chegados ao poder, os canalhas submetem povos, não lhes pertencem. Chegam a acreditar que o povo e respectivos pertences lhes pertencem. É por isso que o canalha bombardeia o seu povo, com bombas, se preciso for.
Por vezes, há pessoas sérias que abraçam os canalhas e declaram publicamente amizades profundas tão eternas como eternos são os amores enquanto duram e juram que os canalhas não são canalhas ou que não se deve meter o nariz nas canalhices dos canalhas, como a colher entre marido e mulher. O que dirão as pessoas sérias se os canalhas forem castigados pela sua canalhice?
Um conto tradicional: a Educação é um terreno agrícola
Escolas. Directores lançam metas até 2015, mas avisam que não vão cumpri-las
A terra a quem não a trabalha
Era uma vez um senhor que tinha muitos terrenos. Esse senhor era conhecido por Zé, Zé Povinho para os inimigos. Como os terrenos eram muitos, o senhor Zé resolveu pedir ao engenheiro José Platão que tratasse deles. O engenheiro era um homem bem vestido e, como, por vezes, punha um ar sisudo, o senhor Zé Povinho acreditou que era um homem sério. O José Platão lá começou, então, a tratar dos terrenos. Como eram muitos, pediu a ajuda de outros amigos que também não percebiam nada de agricultura. Na Quinta da Educação, trabalhavam, há vários anos, dois caseiros que conheciam muito bem a propriedade: a Joaquina Docente e o Serafim Funcionário.
José Platão pediu, primeiro, ajuda a uma bruxa que era má e, depois, a uma fada que parecia boa. O problema era que aquela Quinta só podia dar bons frutos se as coisas fossem feitas com calma, porque os bons produtos agrícolas precisam do tempo certo, como explicaram a Joaquina e o Serafim. O José Platão queria morangos todo o ano e não queria gastar muito dinheiro. O que era preciso era que o Zé Povinho acreditasse que a terra estava a dar morangos. [Read more…]
Quantos porcos tem uma vara?
Armando Vara tem um curriculum marcado pela eficácia. Do ponto de vista académico, em 2004, sem licenciatura do curso antes frequentado na Universidade Nova de Lisboa, obteve um diploma de Gestão Pós-Empresarial do ISCTE. Posteriormente, a três dias de ser nomeado Administrador da CGD, obteve a licenciatura da extinta Universidade Independente, a tal que examinava ao Domingo os alunos – José Sócrates é a cabeça de cartaz – com testes resolvidos e enviados por fax. Inglês Técnico, Física Quântica, o Electrão e o Positrão, e outras áreas científicas, integravam o programa de matérias complexas. Ao alcance, apenas, de sábios, de que a governação da nação se vem valendo há anos.
O coitado do Vara – esqueçamos o infelizmente inesquecível José – vivia tranquilo. Uma vidinha simples e recatada de empregado de balcão da CGD em Vila Real e, azar dos azares, desencaminharam o homem para funções partidárias e governamentais na capital. Uma espécie de “americano em Paris”, subitamente e a “Bem da Nação”, sem mais nem ontem está envolvido em trapalhadas da governação. Para cúmulo, oriundo de Vila Real, cidade premonitória da política à portuguesa.
O fim da crise no cérebro de Sócrates
Cérebro humano está uma bola de ténis mais pequeno
Sócrates diz que Portugal foi dos países que melhor saiu da crise em 2009
Mais uma vez, as notícias, mesmo sem saber, estão relacionadas. Efectivamente, só um encolhimento cerebral pode levar Sócrates a afirmar que Portugal saiu da crise. Se for este o caso, penso que é arriscado mantermos um primeiro-ministro inimputável. Por outro lado, pode dar-se o caso de que o chefe do governo acredite que é possível proferir inanidades, graças ao encolhimento do cérebro dos portugueses, o que, a ser verdade, é um caso de desrespeito por pessoas com deficiência cognitiva. Seja como for, é grave.
Essa coisa chata da coerência
O grande estadista diz que…
… e no entanto…
Lisboa: Governo Civil proíbe manifestação da Amnistia Internacional
«O Governo Civil de Lisboa proibiu a concentração promovida pela secção portuguesa da Amnistia Internacional (AI) em frente ao Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, neste sábado, o primeiro dia da visita do presidente chinês, Hu Jintao, a Portugal. (…) A concentração da AI tinha como objectivos pedir a libertação do prémio Nobel chinês, Liu Xiaobo, o fim da detenção domiciliária da sua esposa, Liu Xia, e a comutação da pena de morte em prisão para o cidadão português de etnia chinesa, Lau Fat Wei, residente em Macau.»
Bem prega frei Tomás, faz o que ele diz e não o que ele faz.
Sócrates em jeito de olha para o que digo e não para o que faço
No Parlamento, José Sócrates indignou-se. As crianças, disse mais ou menos desta forma, não podem ser utilizadas como forma do protesto das escolas particulares contra a redução dos valores dos contratos de associação. Foi ontem. Tem razão, não deviam.
Já não sei é se é o mesmo José Sócrates que fez demonstrações do Magalhães com crianças contratadas a 30 euros.
Escutas e mais Escutas
FACE OCULTA COM RABO DE FORA
Esta saga não acaba. Vara, Sócrates e companhia ainda nas bocas do mundo e em cópias guardadas em cofres, a sete chaves.
Presidenciais: Conclusão
O Prof. Cavaco Silva, a meio do discurso de vitória, afirmou que o seu próximo mandato será pautado por uma “magistratura actuante”. Ora, o anterior foi, palavras do próprio, uma “magistratura de influência”. Posso estar confundido mas de “influência” para “actuante” vai uma enorme diferença.
A mudança é fruto do que se passou durante a campanha eleitoral e, de igual forma, do resultado final destas eleições. Podemos olhar para os resultados de várias maneiras e conforme os gostos – Cavaco Silva, Fernando Nobre, Francisco Lopes, José Coelho e quase quase Defensor Moura cantaram vitória. Por sua vez, o valor da abstenção foi o maior de sempre (53,7%) e que dizer do valor dos votos em branco (4,26%) ou dos nulos (1,93%)?
O Presidente Cavaco Silva percebeu, muitíssimo bem, aquilo que aconteceu: venceu, é certo, mas ficou aquém do que desejava fruto de duas coisas muito simples mas bem significativas: uma campanha cuja recta final foi torpedeada por notícias nada abonatórias para a sua honra e honestidade e devidamente “cavalgadas” pelos partidários de Sócrates; um claro protesto maioritário contra o sistema e contra aqueles que, directa e indirectamente, suportaram este governo (fosse através de uma magistratura de influência, fosse pela pressão nunca vista da ala “cavaquista” para uma aprovação “sem espinhas” do actual orçamento de estado). Basta juntar a abstenção recorde, com os votos brancos (cinco vezes mais) e os nulos. E nem me atrevo a acrescentar o voto em José Coelho e parte substancial do voto em Fernando Nobre.
No seu conjunto, o povo deixou uma mensagem clara: o Presidente é reeleito mas o aviso fica feito.
Os outros destinatários não sei se perceberam. Já Cavaco Silva percebeu e daí a mudança de “magistratura”. Da mera e ambígua “influência” para a “actuante” é todo um novo caminho, todo um programa…
Breves notas de rodapé:
1. O discurso de derrota de Manuel Alegre merece um forte aplauso. Foi digno.
2. O resultado de José Coelho no Continente é surpreendente. Na Madeira é um forte aviso de duplo destinatário: para Jardim e para a actual oposição socialista na ilha.
3. A votação expressiva de Fernando Nobre merece destaque: é verdade que foi menor que a de Alegre nas anteriores mas o Presidente da AMI nunca teve a exposição pública deste nem qualquer cargo político de relevo.
4. O discurso de Pedro Passos Coelho foi brilhante e uma bofetada de luva branca em muito boa gente…
(Igualmente publicado AQUI)
Paga aí, que eu não trouxe a carteira – o Estado e os funcionários públicos
Versão portuguesa de “Robin dos Bosques”, com Cavaco Silva no papel de Príncipe João e José Sócrates no de Xerife de Nottingham.
Robin dos Bosques é um dos meus heróis de sempre, o mito que me fez odiar não ter nascido na Idade Média, onde poderia enlaçar Lady Marian, ao mesmo tempo que, com a mão livre, enfiaria setas certeiras no bucho dos poderosos que desfavoreciam constantemente os desfavorecidos.
Uma das imagens marcantes desse mundo mítico-cine-televisivo consistia na alarvidade com que os esbirros do Xerife de Nottingham arrombavam as casas humílimas dos pobres agricultores ingleses para lhes extorquir o último grão de trigo e restantes fazendas de que sobreviviam. Os ditos esbirros juntavam à aleivosia praticada o argumento arbitrário de que o Príncipe João precisava de dinheiro, o que deixava a minha firme ética infantil revoltada, numa ingenuidade que me levava a acreditar que cenas dessas não seriam possíveis nos dias de hoje. [Read more…]
Esta é de homem, é muito de homem
Sweden’s Crown Princess Victoria speaks to Portugal’s Prime Minister Jose Socrates during the World Future Energy Summit at the Abu Dhabi National Exhibition Centre January 17, 2011 um achado da Ana Cristina Leonardo,
Da mercearia para o hipermercado
No post anterior, o Jorge critica a postura de Sócrates. Também considero o Primeiro-Ministro de Portugal cada vez mais caixeiro-viajante e menos estadista. Mas se até aqui o homem foi fazendo algumas vendas menores a personagens pouco recomendáveis, que nos divertem pela excentricidade, de repente passou a ser recebido por gente que não brinca em serviço. Temos negócios com países árabes ao mais alto nível, a China compra dívida pública portuguesa, isto é um patamar completamente diferente da exportação de computadores para a Venezuela. Pouca gente refere o facto, mas Portugal ganhou subitamente importância no palco mundial, graças à eleição para o Conselho de Segurança das Nações Unidas. Não quero sequer pensar na possibilidade do voto português ficar refém ou condicionado, por razões de mercearia, em questões de Direitos Humanos.
Campanha de Alegre: Onde está o Wally?

Que mal pergunte: não falta ninguém na campanha eleitoral de Manuel Alegre? O Primeiro-Ministro já apareceu e discursou, outros dirigentes socialistas também, mas… e os outros? Por onde andam? Por que motivo se escondem?
Afinal, onde está o Wally?
Dúvidas existenciais sobre o pântano
Neste pântano imenso que é o caso BPN só há um gajo preso? E os outros? E os contribuintes, palavra que está a substituir o termo cidadãos, têm de suportar este esterco por mais dez anos?
Porque é que o banco não foi falência? Por medo de afectar o resto da banca nacional? O BPN? Ai, ai…
Analogias

O Estado resolveu “reforçar” o capital social da Caixa Geral de Depósitos com mais 550 milhões de Euros. Por mera coincidência, o BPN “precisa urgentemente” de uma injecção de 500 milhões. Um mundo de coincidências para o sr. Cavaco Silva comentar neste estilo:
-“Bem… aaaah não foi o que eu disse…, a senhora jornalista deturpou as minhas palavras…, aaaaaaaaaah… BPN actual, não o que está a correr em tribunais…, não tem a ver com pessoas…, aaaaaah uma constatação, a recuperação… não estou a fazer julgamentos…, tenho muitas dúvidas…, como sabe, aaaaaaaaaaaah… (glup!), o contexto… sabe, gló-blóóó, góóó…”
Devem pensar que somos parvos?!
PISA 2009 vs. GAVE 2010?
Relatório 2010. Alunos não sabem raciocinar nem escrever
Aguardam-se as reacções de Sócrates e respectivas corporações à notícia acima referida, cuja base está neste relatório produzido por um departamento do Ministério da Educação.
Já comentei (aqui e aqui) os tão celebrados resultados do PISA. A verdade é que todos os foguetes que se largaram, então, são apenas consequência de um provincianismo estéril, próprio de quem prefere alegrar-se conjunturalmente a agir estruturalmente. Seria igualmente provinciano transformar este relatório do GAVE num momento de depressão. O que, verdadeiramente, interessa é saber com rigor em que patamar estamos – e há muita gente que sabe – e planear a partir daí. O que interessa é que, finalmente, a Educação passe a constar de uma agenda de cidadania e que deixe de ser um departamento ao sabor de delírios financeiros e pseudo-pedagógicos.
Trinta e Três Cêntimos Por Dia
Sócrates já teve momentos de lucidez
João Marcelino entrevista José Sócrates na TSF
Quando José Sócrates entrou para o gabinete onde geralmente reune com a imprensa, já o Director do DN e entrevistador da TSF, José Marcelino, o esperava. Vestira o seu melhor fato para a ocasião, comprado de propósito na melhor loja de Manhattan.
– Boa tarde, sr. Director – disse o primeiro-ministro.
– Muito boa tarde, sr. primeiro-ministro -João Marcelino levantou-se atarantado para cumprimentar o primeiro-ministro, mas logo se pôs na posição original. Atabalhoado, deitara abaixo um pass-partout com a foto de um projecto que José Sócrates acarinhava especialmente, o da moradia de Valhelhas, dos tempos em que era técnico na Câmara da Covilhã.
– Peço desculpa, sr. primeiro-ministro.
José Sócrates dirigiu-se ao seu lugar e, sem querer, calcou João Marcelino enquanto passava por ele.
– Peço muita desculpa, sr. primeiro-ministro.
Sem tempo para conversas de circunstância, José Sócrates foi directo ao assunto:
– Sr. Director, não sei se o nosso amigo Joaquim falou consigo… [Read more…]
O brilho de La Plata

Os mais famosos caixeiros viajantes da empresa JP Sá Couto, já estão em Buenos Aires, esperando vender mais 900.000 computadores Magalhães. Neste campo de reconhecida competência, seria um alívio se os senhores Cavaco Silva e José Sócrates, definitivamente assentassem arrais na zona de La Plata. Com mais uns tantos contactos governamentais, até poderão passar à ofensiva e abrir mais uns tantos horizontes de expansão. A Dª Kirchner até poderá dar uma ajuda!
Um país de políticos filhos da puta
As grandes empresas decidiram antecipar para 2010 a atribuição de dividendos devidos apenas em 2011, com o objectivo de fugirem aos impostos que há muitos anos já deviam estar a pagar.
José Sócrates fez o papel que dele sempre se espera: protegeu os poderosos e deu instruções ao Grupo Parlamentar do PS para rejeitar a proposta do PCP de taxar esses dividendos já a partir de 2010. Claro que há contrapartidas: o fundo de Pensões da PT, em dinheiro, vai chegar no fim do ano, mesmo a tempo de contar para o défice de 2010. As paredes de S. Bento, se falassem, descreveriam em pormenor as chantagens e as ameaças da PT para que a lei não fosse avante.
O problema é que José Sócrates gosta de se pôr de cócoras, de perninhas abertas, para o grande capital. Sabe-lhe bem porque faz parte da sua matriz ideológica. Que é.. não ter ideologia e vogar, a cada momento, ao sabor dos seus próprios interesses. E não é que quase sempre os interesses do grande capital coincidem com os seus próprios interesses!
Francisco Assis, por seu lado, já percebeu que só é respeitado dentro do seu Grupo Parlamentar com ameças e chantagens. O pequeno serventuário de Sócrates esteve desde sempre ao lado dos poderosos e chega a pôr o seu futuro político em causa para defendê-los. Não sei quantos dos seus amigos ficariam prejudicados com a taxação de dividendos, mas também não interessa. A cara de songamonga e o nome de santo já não conseguem disfarçar a sua verdadeira personalidade. Já o miquei há muito, mas o povo de Felgueiras micou-o antes de todos.
E depois temos Pedro Passos Coelho, outro artista.
Eleições da Ordem dos Advogados: José Sócrates apoia Marinho e Pinto
Só pode. Era uma injustiça que assim não fosse.
Afinal, estamos em presença de uma pessoa que era radicalmente contra o(s) Governo(s) e os políticos enquanto simples jornalista e advogado (quando chamou arrogante, pesporrento e malcriado a Mário Soares) e, a partir do momento em que foi Bastonário, se tornou incrivelmente dócil. É a pesosa ideal para presidir à Ordem dos Advogados.
Quem não se lembra da forma calorosa e vigorosa como Marinho e Pinto defendeu José Sócrates no Jornal de Sexta da TVI? Quem não se lembra que só 3 ou 4 escritórios de advogados é que têm acesso às mordomias do poder? E por que não o meu, terá pensado Marinho e Pinto algures no tempo?
Quanto a mim, espero sinceramente que Marinho e Pinto sofra uma derrota estrondosa. É que, farsola por farsola, ao menos os seus antecessores nunca escondiam ao que iam e por que razão estavam naquele cargo.
Se As Eleições Fossem Hoje
SE … Mas Não São!
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Não tem perdão
via Denúncia Coimbrã, onde a capacidade de desculpar é bem superior à minha
O mexilhão
Já ontem aqui citei esta frase de Sócrates:
“Estas medidas só são tomadas quando um político entende em consciência que não há nenhuma outra alternativa. Foi essa a conclusão a que cheguei agora e não em maio.”
Pois, o problema é esse, não percebem e disfarçam tudo com desculpas porque estão mais preocupados com a maquilhagem do que com a realidade. Tivessem começado em Maio, pelos sítios onde deviam ter começado, e não chegariam a esta dramática situação de Setembro em diante.
O Aventar – tal como muitos outros portugueses – avisou em Abril. Na altura, a desculpa era a fragilidade do euro. Portugal, esse, estava forte e bem governado, tudo cheirava a rosas, ninguém afronta, amedronta ou derrota o pessoal do Largo do Rato (e se o fizerem, maquilha-se).
Agora paga o mexilhão, pois claro.















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