Súmula útil destes dois pontos do programa do 8.º ano de História.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Súmula útil destes dois pontos do programa do 8.º ano de História.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Longa-metragem de 1936, realizada por Humberto Mauro a partir da carta de Pero Vaz de Caminha. Há partes interessantes sobre a viagem de Pedro Álvares Cabral e a chegada ao Brasil.
ficha IMDb
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Para quem tiver conhecimentos e paciência para fazer a tradução deste documentário, aqui está um excelente contributo sobre a viagem de Vasco da Gama à India.
Sobre esta matéria, não pode deixar de ser feita uma referência, apesar de não ser um filme, ao projecto denominado «A Viagem de Vasco da Gama», da autoria do Centro de Competência NONIO da ESE de Santarém. Aí se apresenta a narração da viagem por etapas em banda desenhada, com jogos em cada uma dessas etapas. Brilhante.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Pequeno filme com infografia da viagem de Vasco da Gama. Muito bom.
Caminho Marítimo para a Índia: a Viagem from Daniela Fonseca on Vimeo.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Durante o reinado de D. Manuel I, Vasco da Gama chegou à India e Pedro Alvares Cabral ao Brasil. Um trabalho qe, em grande parte, vinha do reinado de D. João II.
Pode ver o filme aqui.
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Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Documentário do Canal História sobre o Tratado de Tordesilhas e a forma como D. João II reservou para Portugal uma extensa área a descobrir. Muito interessante.
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Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Documentário que descreve a exploração da costa ocidental africana até à dobragem do Cabo da Boa Esperança. Apesar das limitações, um bom filme de síntese de todas as aulas anteriores.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
D. João II foi provavelmente o mais importante monarca do período das descobertas. Durante o seu reinado, Bartolomeu Dias dobrou o Cabo da Boa Esperança, viagem que permitiu a chegada à India alguns anos depois. Foi também assinado o Tratado de Tordesilhas. Morreu prematuramente, ainda a tempo de ver o seu filho único morrer de forma trágica.
Pode ver o filme aqui.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Apesar de realizado no âmbito do triste concurso dos Grandes Portugueses, ganho, relembre-se, pelo não menos triste Salazar, há partes deste documentário que são aproveitáveis para discorrer sobre o Infante D. Henrique. É uma questão de fazer a montagem respectiva.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
A descoberta, colonização e exploração económica das ilhas atlânticas, Madeira e Açores, como primeira amostra audiovisual sobre este tema. No entanto, como forma de motivação para os Descobrimentos, aconselha-se a utilização de música e de poesia. De Fernando Pessoa a Fausto, de Camões a Rui Veloso.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Depois de ler a notícia «Madeirenses pagam a festa da aldeia, recuperam a igreja e ajudam a pagar tratamento de criança vítima de um acidente», fiquei a pensar: é preciso que venham os emigrantes resolver os problemas da sua terra. Os emigrantes saíram do país à procura de melhores condições de vida, fizeram um bom pé-de-meia e, sentindo-se gratos pelo sucesso e pela vida que lhes tem corrido bem, têm actos generosos como o tiveram os madeirenses de Boaventura que, chegados da África do Sul ou da Venezuela, pagam festas na aldeia e ainda providenciam melhoramentos e cuidam da saúde de uma menina.
Esperemos que seja apenas Boaventura e outras pequenas vilas e aldeias portuguesas a precisar destes pequenos (grandes) apoios.
As coisas estão de tal maneira, que não é difícil imaginar recorrer-se a eles para «desenrascar» Portugal.
Tratem-nos bem, é o mínimo que se pode fazer.
Bem hajam
Instituto do Desporto concedeu mais de meio milhão em subsídios depois de ser extinto (P)
Levanta-te e concede dinheiro.
… e depois não é que são mesmo todos iguais?
Partidos da Madeira recusam devolver ajudas utilizadas fora da lei
Em causa estão 6,3 milhões de euros desviados para campanhas eleitorais e outras actividades partidárias, em violação da lei orgânica da assembleia que consigna tais apoios exclusivamente para o apoio à actividade parlamentar. O PSD é o partido que maior montante tem a devolver, mais de 4,4 milhões referentes aos dois anos. Segue-se o PS, com 1,3 milhões, o CDS-PP com 229 mil euros, os deputados independentes João Isidoro e Ismael Fernandes (dissidentes do PS e reeleitos pelo MTP) com 170 mil, o PCP com 159 mil, o BE 62 mil e o PND 25 mil euros.
Tanto discurso cheios de moralismo, especialmente por partidos como o PCP e o BE, e depois nem o exemplo conseguem dar. E veja-se ali, o PS, agora que é oposição e até começa começa com o discurso “é preciso fazer diferente” mas tão igual aos outros. E PSD e CDS-PP que têm o poder, se nem as suas estrelas locais consegue conter, imagine-se como alguma vez será capaz de meter mão nos tubarões da república. Finalmente, os pequenotes MTP e PND a quererem ser grandes mas começando o caminho logo pelos tostões do financiamento partidário.
Parabéns leitor, deixou de tomar uma bica para patrocinar mais um acto de elevação política.
Jardim vai emprestar 259 milhões de euros a cinco sociedades falidas da região. O valor previsto do financiamento a concedido pelo Estado em 2012 é de mil milhões. Vá, agradeça o peso que lhe tiraram de cima… da carteira.
Subsídios serão repostos ao ritmo de 25% por ano a partir de 2015
Isto corresponde à n-ésima variante sobre o mesmo tema das calendas gregas. Tenho vergonha deste país que carrega parte da população com o fardo de pagar uma muito maior parcela da escandalosa nacionalização do BPN e do miserável buraco da Madeira. Ainda para mais com o enorme desplante de permitir à nobreza da função pública, a administração de topo, ter regimes de isenção destes cortes (já vai em 14!). Os erros foram cometidos por uns poucos, poucos estes que foram eleitos por muitos, e vai ser pago por uns poucos também.
Quando havia o escudo estes buracos também aconteceram muitas vezes. Mas, então, a desvalorização da moeda era o machado que a todos cortava o poder de compra por igual. Lembro-me, por exemplo, de haver depósitos a prazo que pagavam 18% ao ano, tal era a inflação. Agora, que esse algodão de limpar nódoas da má governação se foi, sobra-nos a sabedoria de Mazarin.
E não sou funcionário público.
Esta frase faz parte dos hábitos de uma população que desvaloriza a ética e que, portanto, nunca tem problemas em eleger ou reeleger políticos que não escondam, ou que escondam mal, o recurso a meios ilícitos ou menos lícitos para, como é costume dizer, “fazer obra”.
O cidadão nem sequer se preocupa em negar que o seu político tenha ultrapassado orçamentos ou recorrido a maiores ou menores corrupções: desde que seja da sua cor, qualquer atropelo à honestidade é compreensível “porque fez muito pela nossa terra”. Para além disso, há sempre outros que fizeram o mesmo ou pior, desculpa habitual no mundo infantil dos países em que a corrupção faz parte do carácter nacional.
Alberto João Jardim, esse Sócrates sem Paris, é o mais português dos políticos portugueses, porque, na realidade, ninguém pode negar que tenha realizado obra.
Alberto João Jardim não se arrepende de ter aumentado a dívida e diz que “não tinha, em consciência, o direito de deixar de aproveitar dinheiros de graça”. Tão de graça que até deixaram um buraco que parece o da camada do ozono.
Marinho Pinto considera surreal ser a GNR a fazer buscas na Madeira
Porque o problema não é quem faz as buscas mas a necessidade delas existirem. E sobre isso, nem piu.
Quem é que contou esta piada? Está mesmo boa! Imaginem que ouvi dizer que o João Jardim é o mandatário do Passos Coelho nas eleições internas do PSD! Este pessoal tem uma imaginação.
São 15h. No pavilhão do Gueifães está a começar um jogo de voleibol entre o Gueifães e o Leixões. A equipa de matosinhos luta pelo primeiro lugar no campeonato nacional feminino e as maiatas procuram um lugar na fase final que vai disputar o título. A luta pelo quarto lugar é com o Braga e com o Castêlo da Maia.
Já apuradas estão uma equipa dos Açores, o Ribeirense e uma outra da Madeira – o CSMadeira. Ambas com um plantel quase constituído por atletas profissionais vindas do outro lado do atlântico.
Quando se sucedem as notícias que dão conta das dificuldades que os clubes da Madeira sentem para honrar os seus compromissos por força do aperto financeiro importa questionar que sentido faz a aposta insular na profissionalização das suas equipas com atletas estrangeiras.
Que o “meu” dinheiro seja usado para apoiar o desporto, tudo bem e em particular o desporto jovem, fantástico.
Que o “meu” dinheiro seja usado para apoiar os clubes que estando numa ilha têm dificuldades inerentes à descontinuidade geográfica, tudo bem na mesma.
Que o “meu” dinheiro seja usado para ir buscar brasileiras, entrar em campo com 6 estrangeiras profissionais que vão competir com equipas do continente completamente amadoras é que não!
Se a TROIKA não servir para nada, que sirva para moralizar a verdade desportiva.
O navio “ARMAS” que durante cerca de seis anos (desde 2006) fez a ligação marítima de transportes regulares de passageiros entre o continente (Portimão) e a ilha da Madeira (Funchal), deixou de o fazer.
Visitei pela primeira vez a ilha da Madeira no ano de 1976, no verão, em pleno Agosto, e durante doze anos fui visita assídua do arquipélago. Várias vezes por ano lá aportava e, entre Agosto e Setembro de cada ano, lá passava eu e a minha família perto de um mês na praia, no Porto Santo, o que me permitiu conhecer como poucos a ilha dourada e razoavelmente a ilha da Madeira. Depois, e durante os vinte e poucos anos seguintes, acompanhei a vida do arquipélago através dos mesmos familiares e das notícias que lia e ouvia, mas com poucas viagens feitas. A minha última viagem foi feita em Abril do ano passado.
Durante os trinta e cinco anos que passaram desde a minha primeira vez, ouvi de tudo sobre o arquipélago, sobre as suas gentes e em especial sobre o seu Presidente. O sr Jardim, da Madeira.
Durante esses anos foi sendo construída aqui no continente uma imagem negativa do nível de vida das ilhas e da capacidade intelectual das gentes da Madeira, e acima de tudo da competência e da honestidade do Presidente do governo Regional e dos membros do seu governo.
Quando conheci as ilhas, estas tinham um nível de desenvolvimento fraco e provinciano. Vindo eu da segunda maior cidade do País, via que a esse nível pouco as diferenciava das cidades limítrofes da minha e se calhar nem mesmo da minha. Lá como cá, o País era Lisboa, a capital o Estoril, e o resto era paisagem. Naquela altura nem o Algarve tinha ainda ganho mais um “L” para o internacionalizar e por essa razão não era ainda o País anglo-germânico que hoje é.
Com o passar dos anos vi a regionalização a ser implementada, as obras públicas a acontecerem com as estradas novas e os “furados” a rasgarem a terra, o crescimento do aeroporto, a criação da Zona Franca, o incremento do turismo de qualidade, e de um modo geral o grande desenvolvimento daquela parte de Portugal.
Corrupção, compadrio, favores, cunhas, e outras coisas do género, por certo que as houve e há, mas não mais do que em todo o Portugal de uma ponta à outra. [Read more…]
Sabe quem ganha com o offshore da Madeira? sabe que o director regional de impostos da Madeira está acusado pelo Ministério Público de evasão fiscal? Sabe porque não recebe a Madeira 500 milhões de euros de fundos comunitários para combater a pobreza? Sabe que os nossos governos deixam estes vigaristas fugir aos impostos e branquear dinheiro sujo, incluindo criminosos internacionalmente perseguidos, porque isso inflaciona o nosso PIB? Mais de 2000 milhões de euros roubados a todos nós, ou seja: mais do que vai ser cortado nos ordenados da função pública fazem parte das suas preocupações?
Ouça uma destas entrevistas com o autor de Suite 605. Vai ver que lhe dói, e não é pouco.
Antena 1 – Entrevista a João Pedro Martins
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Neste passado Domingo perdeu-se mais uma oportunidade de melhorar a coesão nacional: os Açores foram obrigados a atrasar uma hora tal como Portugal continental e a Madeira. Ou seja continuam atrasados uma hora em relação ao resto do país. Não é justo.
Claro que pode usar-se o argumento dos meridianos e tal e coisa, mas não deixa de ser uma oportunidade perdida.

LA MARSEILISE
No dia 7 de Outubro, comentava um texto de António Fernando Nabais, que diz no fim: Alberto João Jardim já manifestou a sua indignação pelo facto de a Academia Sueca estar a querer imiscuir-se na campanha eleitoral, tendo criticado especialmente a parte em se pode ler “todos falam, fervorosos, na língua estranha”, o que terá sido entendido como uma referência menos elogiosa ao sotaque madeirense. Como retaliação, os madeirenses estão proibidos de importar móveis da IKEA. (o sublinhado é meu).
Como perceber o voto num político que vive amparado numa rede em que o poder legislativo, o poder executivo e o mundo empresarial têm ligações tão próximas e tão evidentes, ao ponto de podermos falar de uma legalização da corrupção? Jardim representa tudo o que não devemos aceitar num político, desde o desbragamento reles até à assumpção de que gasta mais do que aquilo que tem, com a desculpa de que tem “obra feita”.
Jardim fá-lo porque sabe que isso lhe rende votos. A relação da maioria dos cidadãos com a política é a mesma de um elemento de uma claque com o clube que apoia, é uma relação afectiva, tribal no sentido mais básico do termo.
O chefe da tribo, porque usa as mesmas cores do eleitor, merecerá sempre o seu voto. Para além disso, numa atitude muito mediterrânica, a possibilidade de o mesmo chefe revelar pouca seriedade nesta ou naquela área é sempre relativizado com um sorriso malandro que reduz as críticas a mau perder, ao mesmo tempo que desculpa a desonestidade com os resultados alcançados.
Há quem garanta que, na Madeira, nada voltará a ser o mesmo, que Jardim será obrigado a actuar de outra maneira, graças à firmeza do governo da República. Como São Tomé, cá estaremos, durante os próximos quatro anos, para confirmar que até pode não ser assim. Entretanto, a maioria absoluta continua e parlamento madeirense continuará a legislar de acordo com os interesses pessoais de alguns deputados, sujeitos à impunidade parlamentar.
Sobre os resultados da Madeira e os recados que os eleitores entenderam dar já escrevi AQUI.
O Alberto João Jardim, mais do que o PSD, ganhou as eleições. Mesmo que a vitória possa ser considerada amarga. Porém, a verdade é só uma: no segredo da mesa de voto, a maioria dos eleitores da Madeira deram mais uma maioria a AJJ.
E nesse mesmo cantinho secreto, castigaram de forma violenta o PS, o Bloco e a CDU. Uma geral das grandes. Por sua vez, o CDS teve um resultado histórico e o PTP idem.
Foram muitos os recados do eleitorado. Para todos. Até para nós…
45 vitórias eleitorais consecutivas na Madeira. Pudera, quem não vota no seu ganha pão? Uma coisa é certa, nunca poderá alguém dizer que o que se passa na Madeira não é culpa dos próprios. Apesar de AJJ, no seu discurso de vitória já estar a apontar desculpas para o liberalismo, os socialistas, Lisboa e a radiodifusão.
Enganar o Estado e ser eleito não é um exclusivo da Madeira. E ainda receber apoio popular, idem. Isto só prova que a democracia em Portugal é uma farsa.
adenda
Depois do caso dos recursos de uma empresa pública estar ao serviço de um partido, o que não é propriamente novidade, nem na Madeira nem no resto do país, anunciou o PS-Madeira que estava na sala uma eleitora que, quando foi votar, tinha o nome marcado nos cadernos eleitorais como já tendo votado. É caso para passar a pedir aqueles observadores da ONU que costumam vigiar as sólidas democracias africanas.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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