
Fotografia encontrada no que aparenta ser a página do facebook da Brigada de Trânsito (ou o que resta dela).
Parabéns aos responsáveis pelo sentido de oportunidade. E extenso sentido de humor.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Fotografia encontrada no que aparenta ser a página do facebook da Brigada de Trânsito (ou o que resta dela).
Parabéns aos responsáveis pelo sentido de oportunidade. E extenso sentido de humor.
Não sei bem o que os meus alunos comem. Mas presumo que parte dos seus recursos para alimentação se destinem a matrecos, sumos e croissants. Sublinhe-se que por mais suculento seja o menu proporcionado pelas escolas, comer mal fora da escola, comer vento fora da escola, frequentar o McDonald’s da esquina, são opções que hão-de ganhar aos pontos todas as vezes que é possível fugir às refeições escolares, o que em todo o caso parece ser raro. A ideia de avaliar o que se come ali não deveria atemorizar absolutamente ninguém, mas constituir um desafio congregador no sentido do aperfeiçoamento desse tipo de serviços. Não foi o que pensaram os que determinaram proibir fotografias num blogue tão útil e bem sucedido para o conhecimento íntimo e aperfeiçoamento da comida escolar, como o NeverSeconds, [Read more…]

A página no Facebook de Artigo 21.º desapareceu sem deixar rasto.
Consta que já havia sido apagada uma vez, vá lá saber-se por quem e porquê. Aconteceu o mesmo a todos os seus vídeos no Youtube.
Agradeço a quem tiver conhecimento do motivo que o faça saber.
Obrigado.
Jorge Meireles
(Foto encontrada no facebook da Brigada de Trânsito)

Foi com curiosidade que acompanhei nas redes sociais a divulgação do concurso que organizámos . Na imagem seguinte apresentam-se os números de partilhas na página do concurso à data presente.
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7000 partilhas no Facebook, 415 no Tweeter e 10 no Google+. Numa página que, num mês, acumulou mais de 130 mil visitas, a rede do Google foi apenas usada dez vezes para partilhar a página. Ou o contador da Google contem um erro crasso, ou a sua rede social está a ser um enorme fiasco. Outra leitura, claro, é que os utilizadores do Google+ não gostam de concursos. Enfim, poderão os leitores escolher a explicação que lhes pareça mais credível mas os números parecem não sorrir à Google.
Outro aspecto interessante foi o ritmo de partilha. [Read more…]
… quem tem por hábito brincar às petições, que existe legislação para ler antes de lançar um manifesto e pô-lo a circular pelas redes sociais para que o maior número de incautos, inflamados pelo ódio do momento, o assinem. Que eu saiba, embora já exista a modalidade de assinatura digital, os vulgares sítios para petições não a contemplam e são vulneráveis a que qualquer um forje uma identidade e a multiplique por centenas ou milhares de formulários pelo que nada, repito, NADA, valem , em termos legais, estas petições em-linha . De resto o senso comum deveria já ter alertado para a ineficácia e até para a patetice deste método. Ao lado de assuntos minimamente sérios, como a destituição do Presidente da República portuguesa, há quem queira salvar as zebras albinas da Etiópia ou impedir a saída de um concorrente da Casa dos Segredos.
Em matéria de petições, o que conta é a assinatura legal de quem quer fazer ouvir a sua voz e não meia dúzia de cliques executados do sofá da sala, enquanto se partilha uma piadola no mural do feicebuque ou se atira duas atoardas aos artigos de opinião do Público ou do Correio da Manhã. De resto, o sítio da Assembleia da República é bem explícito quanto ao regulamento peticionário:
“A petição, a representação, a reclamação e a queixa devem, porém, ser reduzidas a escrito, podendo ser em linguagem braille, e devidamente assinadas pelos titulares, ou por outrem a seu rogo, se aqueles não souberem ou não puderem assinar”. Mais informações aqui.
Quem mandar o senhor Silva embora? Têm duas soluções. Ou esperam que o mandato acabe e nunca mais votam no senhor, nem para cantoneiro da freguesia de Boliqueime, ou organizam uma petição como deve ser: com assinaturas reconhecidas em folhas de papel. Mas como eu sei que a segunda hipótese é trabalhosa e a geração de indignados é mais laptops e ipads, bem podemos continuar a contar com o senhor Silva a fazer o que ele sempre fez melhor. Nada.
Levaram sopa e recuaram. Uma pipa de sopa, para ser mais exacto.
Sendo quem são e representando o que representam, é natural que não fiquem por aqui e voltem à carga com maior conhecimento de causa.
A liberdade, assim mesmo, faz-lhes comichão e a internet é um espaço de liberdade difícil de controlar. Ora isto, para quem está habituado a pensar que toda a sociedade se condiciona a bel-prazer, é mais do que podem suportar. Voltarão, isso é certo. Mas acontece, e isso é igualmente certo, que as armas estão do lado de quem faz a rede. Ora, sem superioridade bélica do seu lado esta gente não está habituada a lutar. Para já levaram sopa. Ainda vão levar uma pipa de derrotas até controlarem a net. Alguma vez conseguirão?
Recomendo o uso do site hardly work que permite andar no facebook à vontade parecendo que se está numa folha de cálculo. Foi criado para não ter chatices com o patrão e evitar despedimentos. Infelizmente no vosso caso o patrão, ou seja o povo, é muito tolerante e nunca mais vos despede (concretamente ao CDS, como parece ser o caso).
Quando vejo um apelo de partilha numa rede social por alguém desaparecido puxo logo do google. Normalmente ou são boatos, ou casos resolvidos. Este, de que bem me lembro, merece atenção porque tende a cair no esquecimento. Ocorreu em 2006, já deu origem a um processo judicial:
Pela ausência de investigação, pelos erros grosseiros cometidos pelas instituições do Estado Português e pela sua demissão de apoio e ajuda aos seus cidadãos em momentos de crise, os familiares da Rita Slof Monteiro accionaram um processo Judicial no Tribunal Administrativo do Porto, que deu entrada a 21 de Dezembro de 2009.
E a família da Rita Slof Monteiro continua a querer saber dela, o que é natural, tenha sucedido seja lá o que for, e nem temos de pensar sempre no pior. Rebentou agora no facebook, se calhar o sítio onde vale a pena, e explodiu ontem por uma razão muito simples: outra Rita escreveu: [Read more…]
Uma década depois do boom, que é feito dos blogues?, pergunta o Público, para acrescentar a seguir
Uma década depois do boom, o blogue não morreu, mas perdeu mediatismo
Não é esse o caso do Aventar, nem de outros blogues portugueses. No nosso caso, e desde o início do blogue, o número de leitores e de visitas tem vindo sempre a aumentar e ainda não estabilizou. As notícias sobre a nossa morte, enfermidade, letargia ou o que seja são, uma vez mais, claramente exageradas. Mas nem sequer é verdade o que afirma o artigo sobre um certo adormecimento da blogosfera. Se, em vez de fazerem perguntas a “históricos dinossauricos”, tivessem consultado a lista do concurso Blogues do Ano 2011, chegariam à conclusão que os blogues continuam vivos. E estão melhores hoje do que no início.
Corre viral a carta de uma cidadã indignada, filha de emigrantes, mãe, licenciada e mestre que diz viver uma vida precária. De seu nome Myriam Zaluar, a indignada investigadora de Braga aponta a Pedro Passos Coelho, culpando-o pelo incitamento à emigração, pela situação em que se encontra, pelo Passado, pelo Presente e pelo Futuro. A carta, embora extensíssima, não impressiona pela descrição contundente como impressionaria a de uma mãe desesperada com os filhos nos braços a pedir pão à porta de uma igreja. Mas é, de facto, um desabafo sentido como muito que se ouvem e leriam (se todos os estigmatizados escrever pudessem) em tempo de crise. Há, contudo, gente que não tem facebook onde possa lançar as suas queixas, nem carro, nem casa própria. Nem filhos. Não obstante, li com atenção a mensagem da Dr.ª Myriam. De resto as notas públicas do seu facebook estão cheia de alusões à luta popular e à defesa das acampadas que, durante o verão, se reproduziram viralmente, muito embora a Dr.ª Myriam diga que, quanto à ideologia política, “está muito à frente” (o que talvez seja equivalente à antiga formula tabeliónica: quanto aos costumes nada). [Read more…]
Confrontos violentos na praça Tahir transmitidos em directo aqui:
http://occupy.elementfx.com/occupytv
Este endereço está bloqueado dentro do Facebook. Começou a outra internet, aquela onde os governos são senhores e a liberdade de expressão acabou.
Actualização: Como era de prever este artigo, na sua forma de publicação automática foi censurado pelos filtros do Facebook por conter a ligação maldita.
É muito fácil a um estado bloquear uma ligação no facebook, basta que umas centenas denunciem, neste caso um link, automaticamente bloqueado antes de ser revisto por um humano. O princípio do bloqueio contra ou a favor de um estado é intolerável.

No concelho de Alijó, porque o caciquismo caceteiro de alguns autarcas começa a fazer escola, a ordem é calar todas as vozes contrárias à construção da ignóbil Barragem que vai destruir o Douro Património da Humanidade.
No Facebook, a censura está a actuar pela noite fora. Os lacaios de Mexia, Viegas e quejandos estão atentos e, ao mais pequeno comentário contra a Barragem, censuram. Apagam o comentário, impedem novos comentários daquela pessoa e, em última instância, apagam a página, como aconteceu com aquela que o Dario abordou no post anterior.
Os Vereadores do PSD no concelho de Alijó, por razões que se percebem facilmente, também têm andado, pela noite fora, com o lápis azul bem afiado. Tentei comentar algumas vezes, mas os comentários não duraram mais do que meia dúzia de segundos. Desapareceram imediatamente. O mesmo aconteceu na página do Teatro Municipal de Alijó, em que a censura é ainda mais rápida.
O que se passa em Alijó para que, de repente, todos se tenham unido em torno de algo que vai destruir o que de mais belo o concelho tem? Não precisam de responder, todos já percebemos o que está em causa…
[Read more…]
Afinal a PSP não viu a sua página no facebook assaltada, como ironicamente aqui contei. A PSP é mesmo fiel ao seu passado de polícia salazarista, seu pai verdadeiro. Nada que seja de espantar mas que vem ao de cimo quando tem no poder gente com a mesma vontade, agora disfarçada de liberalismo.
Sendo causa para lembrar a velha máxima anarquista quem nos protege dos nossos protectores, coloco aqui os comentários no mural da PSP antes de almoço, e depois de almoço, quando ao mesmo tempo que apagavam escreviam isto:
A PSP agradece todos os comentários que, ao longo da manhã, foram feitos na sua página oficial. Com isso não só garantimos o diálogo que se pretende promover nas redes sociais como aumentámos ainda mais o número de seguidores. Ficou no entanto a dúvida sobre o motivo da Imagem: “eles falam, falam…” e nesse sentido justifica-se que o único propósito da imagem foi apenas garantir que o princípio do respeito é mantido nesta rede social. A PSP tem mais de 16.000 seguidores, com várias faixas etárias, dos 16 aos 80 anos de idade e temos verificado, nas últimas semanas, a utilização recorrente de vernáculo e linguagem desapropriada que, não querendo eliminar por respeitarmos todos os comentários, achámos ser altura de repudiar. Não estamos contra as opiniões, nem contra as pessoas, estamos sim contra, nestes fóruns, o uso de linguagem desapropriada com que são feitos alguns comentários. Respeitamos nessa medida, quem nos respeita!
Descubram as diferenças, e encontrem o vernáculo:
Debaixo desta bela imagem escreveram:
Diariamente lemos crónicas interessantes, desabafos contundentes, opiniões inflamadas contra a PSP, contra “agentes infiltrados”, contra contradições e todos sob o mesmo mote: Todos são suficientemente conhecedores desta realidade para opinarem, para monitorizarem o trabalho policial, para dizerem o que se deve e não deve fazer. É fácil criticar, é simples escrever sobre preconceitos, difícil é passar pelos problemas e resolvê-los! No fim do dia, quando regressarem a casa, os outros, os “suspeitos do costume” estarão ao seu lado para o proteger, com as cores do costume, com a farda do costume e com a disponibilidade que lhes reconhecemos! Eles falam, falam, mas na hora do aperto, A TODAS AS HORAS, são sempre os mesmos a avançar! Consigo desde 1867, todos os dias!
Tirando o dislate de a PSP não ter sido criada em 1867 (a Polícia Cívica monárquica foi emprateleirada pela República que criou a GNR. mas naturalmente quem cometeu este atentado não percebe nada de História) esta defesa do papel da PSP ao longo de 48 anos de ditadura é obviamente obra de quem tenta denegrir a imagem da instituição. Não se tratando de um agente infiltrado do mundo do crime só pode ter sido obra de “piratas informáticos”, como usam escrever os jornais.
Há indícios de que a PSP pode ter retomado o controlo da sua página, uma vez que tem apagado vários comentários, mas ainda não conseguiu eliminar o ultraje original. Aguarda-se a todo o momento uma conferência de imprensa de Miguel Macedo.
Certa tarde, um famoso banqueiro ia para casa na sua limousine quando viu dois homens à beira da estrada comendo erva. Ordenou ao seu motorista que parasse e, saindo, perguntou a um deles:
– Porque é que estais a comer erva…?
– Não temos dinheiro para comida, disse o pobre homem e por isso temos que comer erva.
– Bem, então venham à minha casa e eu lhes darei de comer – disse o banqueiro.
– Obrigado, mas tenho mulher e dois filhos comigo. Estão ali, debaixo daquela árvore.
– Que venham também – disse novamente o banqueiro. E, voltando-se para o outro homem, disse-lhe:
– Você também pode vir.
O homem, com uma voz muito sumida disse:
– Mas, senhor, eu também tenho mulher e seis filhos comigo!
– Pois que venham também – respondeu o banqueiro.
E entraram todos no enorme e luxuoso carro. Uma vez a caminho, um dos homens olhou timidamente o banqueiro e disse:
– O senhor é muito bom… Obrigado por nos levar a todos.
O banqueiro respondeu:
– Meu caro, não tenha vergonha, fico muito feliz por fazê-lo! Ireis ficar encantados com a minha casa… A erva está com mais de 20 cm de altura!
“Quando achares que um banqueiro (ou banco) está a ajudar-te, não te iludas, pensa um pouco antes de aceitares qualquer acordo…”
Eu gosto de teorias de conspiração. Sempre fui um fã incondicional dos Ficheiros Secretos e considero que não há nada mais fantástico do que imaginar urdiduras entre extraterrestres e humanos, como naquela série V – Vitória final de que sou acérrimo espectador. Mas, convenhamos, na vida real, as coisas não são assim. Se existem extraterrestres com uma tecnologia tão avançada, porque raio haveriam eles se de dar ao trabalho de raptar gente de quintas isoladas no meio do Alabama, ou aparecer a casais de namorados na praia de Francelos? Admito que certos grupos exerçam pressão, mexam cordelinhos e ajam na sombra. Admito que a maçonaria, a Opus Dei e esses grupelhos a que pertencem certos indivíduos mais por vaidade do que por consciência façam transmitir a sua mensagem em cadeia. Mas fico sempre com um pé atrás quando me tentam impingir complexas teorias em que meia dúzia de pessoas tentam tomar o poder e inaugurar uma nova ordem mundial.
No entanto, estas coisas agradam a um vasto público. Quando mais dispomos de informação, mais estúpidas são as justificações sobre movimentações, pessoas, projectos. A crise permitiu, aliás, que certos aspectos do social e do económico se convertessem em pretensos sinais de uma vasta conspiração, que vai da empregada de limpeza que terá foi abusada pelo Strauss-Kahn até à rainha de Inglaterra, por alguns considerada um reptilídeo descendente de uma linhagem de extraterrestres que há milhares de anos habita confortavalmente o planeta terra.
Atlântida, mortos que não morreram, Templários, seitas, estranhos desaparecimentos, etc. Há uma curiosa relação entre imbecis e teorias da conspiração, de tal forma, que quanto mais idiota é o seu seguidor, mais elaborada é trama. De resto, desde que a religião deixou de ser um caminho para muitos, que estas requintadas parvoíces passaram a ser objecto de veneração. E já nem me refiro ao neopaganismo e à wicca, que juntos conseguem sublimar largamente o que de estupidamente bestial poderá existir noutros ritos, seitas ou religiões. [Read more…]
O teu apoio é fundamental para o sucesso desta iniciativa até porque parte substancial do trabalho já está feito. Partilha, participa, comenta e se puderes mantém debaixo de olho a taxa cambial do Franco suíço.
No facebook
Não se esqueça de preencher em pessoas a cargo:
Mercados financeiros e outros especuladores, BPN em particular e banqueiros em geral, Alberto João Jardim e respectivo séquito, ex-titulares de cargos públicos na reforma, ex-ministros trabalhando em parcerias público privadas, EDP, empresários contemplados com contratos de prestação de serviços ao estado que o estado deveria assegurar pelos seus próprios meios, escritórios de advocacia contratados pelo governo, hospitais privados, colégios com contratos de associação, transportes privados subsidiados, governantes actuais quando passarem a ex-governantes e outros assaltantes não identificados.
Deixar uma mensagem aos governados via Facebook, com os comentários mais ou menos abertos (há quem se queixe de ter sido apagado, mas pelo menos hoje não há lápis azul mais rápido do que a própria sombra) em princípio é uma boa ideia em termos de comunicação. O texto é um choradinho chovendo no húmido, uma tentativa pobrezinha de mostrar o lado humano do governador, no fundo o que interessa é que enquanto o pessoal comenta ocupa a raiva e não anda a partir montras.
Financeiramente falando isto vai implicar uns assessores a trabalhar por turnos pelo menos nos próximos dias. É caro, mas enquanto estão ali sempre ficam entretidos e não se metem na dróga.
A Joana Couve Vieira conta a história toda aqui. A jornalista do Público, Susana Almeida Ribeiro, veio aqui e conta a história no seu jornal citando exactamente esta frase publicada aqui, referindo que a recebeu por e-mail.
“Nunca pensei que esta simples publicação no Facebook tivesse esta repercussão, mas fico contente que tenha acordado outros para o problema. Não me incomoda muito ter sido banida, incomoda-me sim o que a EDP anda a fazer a este país, às pessoas e à Natureza, marketizando mentiras, sem que nada seja feito para o impedir”.
Entretanto o Mural da EDP no Facebook foi inundado de protestos “eu não pedi um plano nacional de barragens” como se vê aqui. No entanto, faltou aqui um link (ou referência) para o Aventar. Não que nos preocupe. Nós andamos sempre por aqui.
ADENDA: Já depois de publicado este post, o artigo do Público foi transferido para aqui. Sem o tal link, é claro.
Já está publicada toda a trilogia “A Morte do Assessor de Imprensa” no PiaR:
1º Da Comunicação de Massas à Comunicação das Massas;
Uma cliente reclamou. A Ensitel não gostou que a cliente contasse a estória. A Ensitel processou a cliente. A Ensitel é uma besta fascista mas curtida!…

A Lusa traduziu e fiquemos com mais um clássico do Grande Livro do Pensamento Único:
E custam porquê? porque a MyjobGroup, uma generosa empresa de contratação via twitter, perguntou a 1000 pessoas quanto tempo usavam a aceder às redes sociais no seu horário de trabalho.
Deixando de lado coisas irrelevantes (como a produtividade não ser contabilizável apenas pelo tempo de trabalho excepto em casa de um idiota chapado, o estudo ser feito por uma empresa tão suspeita como o Vitalino Canas a falar de trabalho temporário, e só aceder à net quem trabalha com computador), temos mais uma verdade universal em todo o seu esplendor.
“As empresas deveriam monitorizar o acesso às redes sociais durante o horário de trabalho e assegurar que os seus trabalhadores não estão a abusar da liberdade de acesso a estes sites”
Dizem eles. E já agora monitorizem o acesso ao telefone, controlem se anda alguém a conversar com o parceiro do lado, amordacem-nos, amarrem-nos, e despeçam: a MyjobGroup precisa de despedidos, que até ganha a vida a contratar substitutos. Tudo muito temporário, é claro.
Por mão amiga recebi os dados referentes ao período de 8 de Março a 7 de Abril da ComOn (Elemento Digital SA): “Relatório sobre os principais partidos políticos portugueses e seus líderes”.
Os resultados são muito bons para o Aventar. É óbvio que ficamos satisfeitos sem que tal signifique espantados. Não posso esquecer que se o Aventar foi o blog mais influente, já no Twitter foi a Deputamadre que liderou – ela é uma das nossas aventadoras. Mais um motivo de satisfação para a nossa e vossa casa.
Sobre este tema e também sobre o blasfémias podem ler amanhã, Sexta 23 de Abril, no Semanário Grande Porto o meu artigo de opinião.
A Rede e, já agora aproveitando o embalo, é obrigatório ler esta posta de ANL:
Adapta-se que nem uma luva a certas personagens que conheço!
Eu já o tinha afirmado aqui e até destacado alguns dos principais animadores com quem tive o privilégio de partilhar grandes momentos ao longo destes últimos meses. Agora, no Sapo, leio Artur Alves a destacar a importância das Redes Sociais nestas eleições. Sobre o tema espero, daqui a alguns meses, partilhar convosco muito do que consegui escrever e o resto, imenso, que ainda falta.
Estamos a viver uma revolução silenciosa na comunicação política.
Ao longo destes dias, um grupo de homens e mulheres cruzou os seus caminhos pelas redes sociais. É a eles e depois da retumbante vitória de ontem que quero dedicar esta música.
Obrigado:
CAA, ANL, VC, CGO, PG, RS, LM, CSC, MFR, PM, AV, AM, AAN, PMF, JCM, TAF, MS, SL, JSM, MX, TC, MA, FMF, RV.
(as minhas desculpas se me esqueci de alguém e por não ter o link de todos, mas vocês sabem que me lembrarei sempre de todos e de cada um).

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Tuttle Creek Rd., Lone Pine, Califórnia, EUA, Junho de 2025
(a propósito de tudo sobre o excelente Bad Day at Black Rock, por causa do Spencer Tracy)

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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