
Querem ver que ainda aparece o Ventura com um ramo de giestas a apagar o fogo?!
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Querem ver que ainda aparece o Ventura com um ramo de giestas a apagar o fogo?!
Com a saída de cena de António José Seguro, Pedro Passos Coelho parece agora posicionar-se como herdeiro natural do capacete casca de ovo que até agora pertencia ao Calimero socialista. Pobre homem! Isto das tecnoformas e das ONG’s é tudo uma armadilha porque ele, coitado, afronta os interesses instalados e, ao que tudo indica, um mensageiro – possivelmente o próprio Vasco – terá informado o primeiro-ministro que o seu governo não iria durar muito. José Gomes Ferreira já nos tinha alertado para a possibilidade de Ricardo Salgado estar por trás das denuncias referentes aos “remedeios” e omissões de Passos Coelho. Marques Mendes, o homem que ajudou a fundar o CPC sem saber como funcionava, afirmou que o erro de Passos foi o timing das suas explicações ao país, já que a sua seriedade não lhe oferece dúvidas. Já Marco António Costa relembrou-nos estes dias que o primeiro-ministro é um referencial de ética e transparência, Penso que estarão reunidas todas as condições para que Passos Coelho seja a nossa nova vítima até às próximas Legislativas.
António José Seguro está rendido à sorte da chuva torrencial que inundou o castelo de Costa. António Costa sente-se pungido pelo temporal. O povo está esvaído em dívidas. E Manuel Alegre está quase ofendido com as propostas de Seguro para diminuir o número de deputados. O Governo está ressentido com quem esvaziou o Citius.
Entre rendidos, pungidos, esvaídos, ressentidos, e demais “***idos”, alguém há-de escapar.
Eu próprio, mesmo com pleonasmo, sinto-me, então, comedido. Abusar, abusei ao almoço: entre uma feijoada à transmontana, com um bagaço para compor, e o Manuel Alegre que me entrou pela casa dentro, aos gritos, ofendido (quase) num comício, só me faltava ouvir o Mário Soares a perorar contra a intempérie, que é culpa da Protecção Civil, que só a previu a destempo dos políticos em campanha eleitoral. Mas esse deve estará dormir a sesta, que é o que vou fazer, já a seguir.
A conta, por favor!
No confronto entre Seguro e Costa é, hoje, consensual a constatação do vazio de propostas concretas ou de um debate conceptualmente interessante. Como era de esperar, os discursos de Costa no American Club e no Tivoli foram simples exercícios de oratória em que a ausência de ideias se escondia sob a muralha das palavras. Todavia, por ser de justiça, gostaria de relevar uma das pouquíssimas diferenças de substância entre eles: interpelado pela torpe golpaça eleitoral tentada por Seguro (redução para 180 deputados na Assembleia da República e alteração “ao conveniente” das leis eleitorais), Costa refutou e rejeitou tal proposta, garantindo que, na sua perspectiva, ela era inaceitável por ferir o principio da proporcionalidade – que considerou intocável – e consistir numa ilegítima tentativa de “ganhar na secretaria o que se perdeu nas urnas”. Mau grado a pobreza da analogia futebolística, louve-se e grave-se na pedra esta declaração de António Costa, já que aquele vai ser um caminho tentado pelos sectores mais golpistas do “bloco central”, com previsível efeito catastrófico sobre a legitimidade da representação parlamentar.
E esta gente, que é pouco inteligente mas esperta como um alho, já deu a conhecer a sua narrativa: esticar a corda com os juízes do Tribunal Constitucional, acusá-los de todos os falhanços da sua governação e, em última instância, apresentar a demissão por não ter condições para governar e pedir eleições antecipadas.
Com o PS em guerra interna e sem líder, este é o melhor momento. Ou muito me engano ou teremos novidades antes ainda do Verão.
É nos jogos palacianos que claramente se demonstra que primeiro está o partido, ilustrando igualmente como é que alguém chega a primeiro-ministro. Democracia? Está bem, está.
Os resultados de domingo já o anteviam. O anúncio de hoje de António Costa serve como certeza. Aconteça o que acontecer no PS, António José Seguro já não será o próximo Primeiro-ministro de Portugal.
Mesmo que o aparelho segure o Seguro, aos olhos do eleitorado este deixou de ser confiável. Se nem segura o próprio partido, como raio consegue Seguro segurar o país em mares tão revoltos como estes?
(foto do Público)
Parafraseando Thomas Mann, tenho o ‘hábito de não me habituar’. Uma teimosia por contágio, talvez.
Quando Cavaco fala ao País, é impossível furtar-me à ideia de que aquilo que ouço e vejo não é disparate, pronunciado por alguém que consegue ter o porte empoleirado na petulância, recheada de balofo e tecnocrático pensamento. Não consigo acreditar nos discursos, nas propostas políticas e na arrogância de quem se julga monopolista da verdade. Mais uma vez, no famigerado ‘projecto de salvação nacional’ acabou de comprovar-se a razão do meu ‘hábito de não me habituar’. Daqui a umas horas, na comunicação ao País, haverá nova prova, estou certo.
Se ouço o Coelho – sem querer até eu e uma multidão entrámos na reunião da Comissão Nacional do PSD, na última semana – não consigo dissocia-lo do Monty Phyton em ‘Como Irritar uma Pessoa’. Quem se habitua a admirar Coelho? Por aqui também não consigo eliminar o ‘hábito de não me habituar’.
Sim, Joaquim, claro que o PS tem muitas culpas no estado a que o nosso país chegou. Fui dos que mais atacou José Sócrates neste blogue. Claro que poderíamos continuar a andar para trás e falar dos 10 anos de cavaquismo, em que o défice cresceu como cresceu à custa do eleitoralismo de quem queria ganhar eleições, da mesma forma que a força produtiva do país ia desaparecendo.
Ou recuando mais ainda, poderíamos falar dos 800 anos de Monarquia, forma de governo profundamente ridícula e essa sim responsável pelo país que temos hoje.
Mas é a actual crise política que está em causa. Mais do que a crise económica e financeira, que seria exactamente igual se estivesse o PS a governar – com este PS, as medidas seriam as mesmas. As que a Troika mandasse.
E por muito que te custe, a actual crise política não tem nada a ver com o PS. A coligação PSD – CDS anda às turras há 2 anos. Passos Coelho diz uma coisa e Paulo Portas vem dizer outra. Passos Coelho anuncia medidas e Paulo Portas vem dizer que não aceita. Passos Coelho apresenta o rumo do Governo e Paulo Portas, no CDS, apresenta um rumo diferente.
Foi aí que começou a actual crise política. Que continuou com a demissão de Vítor Gaspar. E com a nomeação da nova Ministra das Finanças sem que Passos Coelho se dignasse a dar cavaco dessa decisão ao seu parceiro de coligação. E que teve um novo episódio com a demissão de Paulo Portas. E que culminou com a não-aceitação da remodelação por parte do Presidente da República. Que culpa é que o PS tem de tudo isto?
Se o PS cometeu algum erro na actual crise política, foi quando aceitou iniciar negociações com o Governo. Não o devia ter feito. Fazendo-o, permitiu que agora a Direita venha dizer coisas como as que tu dizes. Ditas como se nós fossemos todos burros.
E eles já estão a vacilar…
Até poderiam ter sido marcadas eleições antecipadas que ele poderia ganhar e tornar-se o próximo primeiro-ministro, mas, qualquer que fosse o caminho escolhido, a sua influência na decisão seria como foi: ZERO.
Completamente “entalado” entre a única janela de oportunidade para ganhar umas eleições que os seus coleguinhas de partido lhe permitiam e o pavor de ter de assumir a resolução dos problemas do País, imaginando que contava para o campeonato, pôs-se em bicos de pé e repetiu até à exaustão: eu é que sou o presidente da junta, perdão, são necessárias eleições antecipadas.
De Seguro a Passos Coelho, há alguma distância ideológica. Todavia, é insuficiente para garantir alternativa séria, corporizada em modelo e objectivos de governação de que o País carece – de resto, em acto de uma espécie de mimetismo dos masoquistas islandeses, o povo português, tudo indica, permanecerá, por teimosia e culpa, enredado no círculo dos partidos do ‘arco do poder’.
Há dias, vi a reportagem do almoço do 40.º aniversário do PS, na sede do Rato, apenas entre Soares e Seguro. O tom laudatório do patriarca socialista a louvar Seguro foi elucidativo do empenho proteccional ao reeleito secretário-geral do PS. Há afirmações pueris, apenas no aspecto: No fundo, trata-se de juízos intencionais e de uma modalidade de autoritarismo suave na aparência, mas plasmado na determinação do objectivo, semelhante à finalidade do ataque do pérfido felino a dominar a presa. E Seguro é, de facto, presa fácil.
Soares, desde sempre, nunca abdicou da prerrogativa de comandar o Partido Socialista, mesmo quando deslocado para funções incompatíveis com a militância – Presidência da República é um dos casos. Os vergonhosos afastamentos de Vasco da Gama Fernandes e Salgado Zenha são dois actos de ‘vendetta’ soarista que jamais a História deixará esquecer.
Seguro, ‘jota’, pardo ministro de Guterres e sem qualificações para chefiar a governação do País na complexa encruzilhada em que vivemos, é a réplica de um Passos Coelho para quem Mário Soares se chamou Ângelo Correia. [Read more…]
Kim Il-Seguro tem a sua moção aprovada com 99% dos votos.
O debate desta manhã, na Assembleia da República, revelou um Primeiro-Ministro dócil, em vez de severo, terminando as intervenções com uma declaração romântica, deveras enternecedora:
Disse em resposta a Heloísa Apolónia dos ‘Verdes’, a propósito do “namoro pegado” do chefe do governo com a ‘troika’, o CDS e o PS. Creio que apenas o incontido Berlusconi, ex-PM de Itália, foi mais longe neste tipo de confidências, em actos públicos.
Todavia, nas supostas passagens mais sérias dos discursos de PPC, ressaltam dois temas de especial significado para a vida dos portugueses:
Ou quer esperar pela orientação do novo comentador ou teme o que ele dirá. Qual é a pressa?
… feito com a dívida portuguesa (1%), diz Seguro. E os lucros feitos pelos amigos da banca portuguesa (1% a 2%) são para esquecer?
Está em pulgas a curva azul dos Super – o António Costa vem aí e o Vitor Pereira atira-se aos critérios discutíveis dos homens do apito. Percebo o pânico – perder o poder é sempre uma coisa complicada e ter um adversário mais forte é sempre pior do que ter um mais fraco. Eu entendo o PSD e entendo que os apoiantes do actual governo queiram que o Braga jogue na máxima força contra o Sport Lisboa e Benfica. É natural que assim seja.
Se António Costa deixar a Capital, abre a porta a Seara, um benfiquista na capital, mas corre o risco de se tornar o próximo primeiro-ministro de Portugal. E isso incomoda o PSD.
E se calhar também incomoda Vitor Pereira que, pelos vistos, também foi ao mercado hoje. Só não sei se ao do Jardim do Marquês ou ao de S. Lázaro – tenho que ver, mais logo, a mesa da sueca.
Já sei, foi ao Castelo do Queijo – era lá que o Liedson andava a jogar ao sobe e desce, creio que com o Sokota e o Pizzi.
Seguro diz que vai “surpreender os portugueses quando chegar a altura de apresentar um futuro governo”, e que “no laboratório de ideias do PS há um “viveiro muito grande de futuros membros de um Governo” socialista.”
Percebo que se tente fazer a defesa do Governo e até entendo que se procure atacar a oposição.
José Sócrates e Teixeira dos Santos, bem ou mal, responderam à crise de 2008 com a receita que todo o planeta usou- bem ou mal foi entendimento (recomendação!) da União Europeia recorrer ao investimento público para dinamizar a economia. O que aconteceu depois, bem ou mal, foi julgado pelo povo nas urnas. E goste-se ou não, ficou encerrado um processo – o PS de José Sócrates.
E agora é o tempo de Vítor Gaspar à frente do Governo – para o bem e para o mal. O que lá vai, lá foi! Não concordo com a criminalização da vida política, até porque isso significaria ficar sem Presidente – por falar nisso, alguém sabe quando acabam as férias dele?
Alegam os Boys que o PSD deu a mão ao PS, que agora, com Seguro, foge a sete pés do apoio ao Governo.
Foge e bem porque já se percebeu que a receita do Primeiro-Ministro, Vítor Gaspar, não funciona. E se não funciona, o melhor para o país é deixar esta gente, incompetente, sozinha, com a vergonha dos seus comportamentos. É que o governo já caiu, mas eles ainda não repararam.
Ou se calhar já, porque ninguém os vê junto do povo.
Confesso que começo a ter pouca paciência para os convites, em público, de Passos Coelho ao PS.
Estas coisas não se fazem assim e muito menos em público.
Até porque dão ao adversário todas as cartas para a resposta que bem entenderem.
O PSD começa a parecer um tipo encostado a um precipício que implora a todos os que passam que o empurrem, para assim vestir o papel de vítima. O problema é que o tombo é demasiado grande para ser feito, sem ser por acidente. Gaspar já meteu água uma vez, não faz sentido que use a mesma receita para repetir o equívoco.
A resposta do PS chega no tom e na forma certa:
“Ao fim de 16 meses de governação, o desemprego é o maior de sempre, a economia continua a cair, a divida pública a aumentar e o défice orçamental é superior ao previsto. As pessoas estão mais pobres, há cada vez mais famílias insolventes e mais empresas a entrarem em falência. Há famílias desesperadas, sem dinheiro para pagarem a renda da casa, a luz, a água ou o gás. Há cada vez mais desempregados, e em cada dia que passa mais desempregados sem qualquer apoio social.
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Confesso que tinha o governo de Santana Lopes como um exemplo.
Sim, admito!
Pensei que não seria possível fazer pior. Enganei-me – acontece.
E Relvas é apenas uma parte da questão. Sabemos agora que teve equivalências a disciplinas que nem existiam. Um visionário, este boy! Sempre à frente do seu tempo
Do que se diz por aí, parece que é brilhante na gestão do aparelho, das secções, das distritais e nessas áreas nublososas da sociedade portuguesa – mas está agora visto que a excelência defendida por Nuno Crato é, na verdade, uma realidade na pessoa do sr. Ministro Relvas, o licenciado.
Mas, o problema do governo é o Relvas? [Read more…]
“Alerta: os políticos já chegaram da praia Passos defende-se, Seguro ataca, o BE quer um Governo de esquerda. Eis a pouco motivadora rentrée” (editorial do Público de hoje).
Escreve o editor para terminar: “É no que dá demasiado sol. O tal sol que não brilha, já se sabe, para todos.”
Sim, cuidado com eles! Continuarão a fazer estragos.
A política real, débil fruto de pobres mentes, transformou-se na endemia a que estamos condenados. Em Portugal, porque é do nosso País que falo, os principais agentes portadores e difusores de tal surto endémico são naturalmente os políticos, em especial destaque no Séc. XXI.
Manufacturados nas jotas, de Barroso a Sócrates, de Santana a Portas, de Passos a Seguro, temos um lote de enormes talentos da linguagem gestual e da palavra solta. Verdadeiros mestres a cuidar e bem das suas vidinhas, tramando a pacífica e bem comportada horda de infelizes, alguns dos quais, neste momento, se envergonham da pobreza para que foram arremessados.
Todavia, os ilustres ex-jotinhas não esgotam a actividade na mexeriquice interna. Gostam de viajar, falar com os homónimos estrangeiros e mostrar aos companheiros ou camaradas europeus que também são gente. Passos e Seguro, os dois chefes do ‘bloco central’ decidiram, pois, ir até Londres e Madrid – Portas, por inerência do cargo, tem as viagens de serviço asseguradas, como antes para a compra de submarinos. [Read more…]
E Eu A Pensar Que Isto Se Resolvia Com Chuva
“Viver no interior é muito difícil”, constatou o líder do Partido Socialista em Bragança, pensando por certo que os Brigantinos o não sabiam. O senhor Seguro falou assim no início de uma semana de visitas aquelas zonas do país, com o objectivo de “ter um conhecimento mais aprofundado das regiões” e propiciar o que definiu como “um novo olhar”. Atitude que, enfatizou, “não passa por políticas de encerramento, extinção ou deslocação de serviços, colocando áreas tão importantes como a saúde ou a justiça distantes das pessoas”.
Se se tratasse de empresa cotada na Bolsa de Lisboa e integrasse o PSI 20, e se fosse apostador dessa e de outras bolsas, garanto que nem uma acção, ou fracção desta, compraria. Os gestores de topo, identificados no nome da empresa, constituiem uma espécie de enxame de vespas capaz de afugentar o mais corajoso.
A despeito da falta de confiança, tais accionistas existem como políticos, andaram ou andam por aí com outros que tais, tramaram e continuam a tramar a vida a centenas de milhar de cidadãos.
Segundo o ‘Público’, Sócrates pediu ao PS que vote contra o OGE 2012. Por outro lado, o jornal adianta que Seguro, um penitente da insegurança, está a congeminar a hipótese de se abster, a troco da eliminação do aumento do IVA da restauração e, mais timidamente, tentando evitar corte tão drástico nos subsídios de Natal e de férias dos funcionários públicos no activo e aposentados, bem como como dos pensionistas do regime geral da Segurança Social (sector privado).
O semanário ‘Expresso’, por sua vez, dá conta de que Sócrates desmente o anunciado pelo ‘Público’, através de Teresa Pina, ex-jornalista da SIC e ex-assessora de imprensa do ex-primeiro ministro (ex, ex, ex…).
Toda esta trapalhada nutritiva para os ‘media’, do diz que disse mas final não disse, é também fenómeno comum dos políticos da era actual. Os ‘ex-jotinhas’ Sócrates, Seguro e Passos Coelho são exemplares paradigmáticos da mentira, da sobreposição de oportunismos sobre o interesse geral, da irresponsabilidade político-social, da incompetência e de muitas outras incapacidades que os portugueses estão e vão pagar duramente – Cavaco e Guterres, cujas características genético-políticas têm origem diferente, foram os fundadores do pantanoso terreiro, onde os jovens sucessores se alimentam insaciavelmente.
O lado B através do Miguel. Bem visto!

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Tuttle Creek Rd., Lone Pine, Califórnia, EUA, Junho de 2025
(a propósito de tudo sobre o excelente Bad Day at Black Rock, por causa do Spencer Tracy)

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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