
A banca está a alterar a forma de autenticação nos serviços online, passando a usar, de uma forma generalizada, as SMS neste processo. Contrariamente ao que se poderia pensar, esta prática não é recomendada. [Read more…]
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

A banca está a alterar a forma de autenticação nos serviços online, passando a usar, de uma forma generalizada, as SMS neste processo. Contrariamente ao que se poderia pensar, esta prática não é recomendada. [Read more…]
Segunda-feira – Febras de porco bísaro
Terça-feira – Costeleta de malhado de Alcobaça
Quarta-feira – Lombinho de porco ibérico
Quinta-feira – Posta mirandesa
Sexta-feira – Naco de vitela barrosã
Sábado – Bife alentejano
Domingo – Medalhões de vitela açoreana

Em declarações ao Observador, Rui Rio afirmou que a função de deputado não o entusiasma completamente. Rui Rio quer ser primeiro-ministro, não deputado, independentemente das sondagens, que valem o que valem mas que teimam em atribuir valores historicamente baixos ao PSD. [Read more…]
British Airways cancela quase todos os voos previstos para hoje e 3.ª feira
Há cerca de 195 mil passageiros afetados globalmente [TSF]
Como se fosse necessário, há nesta greve várias constatações sobre quão errada foi a atitude do governo nas greves dos camionistas e da Ryanair.
Dêem a maioria absoluta a Costa, dêem.

Quando me deparei com o artigo de opinião do padre Gonçalo Portocarrero de Almada, não fiquei particularmente surpreendido. Vivemos tempos em que a defesa do fascismo, da tortura e da perseguição de minorias viraram moda. Que o digam os presidentes dos EUA e do Brasil, bem como a extrema-direita que vai fazendo pela vidinha um pouco por toda a Europa. Felizes de nós, portugueses, que só cá temos fascistas palermas, sem ponta por onde se lhes pegue. [Read more…]
Fui à página do partido Iniciativa Liberal para ler o programa com que concorrem às próximas eleições legislativas e, entre puxa para cima e para baixo para o encontrar no meio dos slogans, reparei neste em particular.
CORRUPÇÃO
- Diminuir o poder do Estado, para reduzir possibilidades de corrupção
- Mais transparência e mais escrutínio dos agentes políticos
Deduz-se que não existe corrupção no sector privado. Talvez seja a juvenilidade do partido a contribuir para a falta de memória mas, sem ir mais longe, deixam-se aqui três casos que somam prejuízos equivalentes a cerca de um terço do dinheiro emprestado pela troika: BPN, BPP e BES.
Talvez os senhores liberais possam explicar como é que menos regulação, ou seja, menos poder do Estado, tal como defendem, teria evitado estes buracos sistémicos.
Em Março do ano passado, Trump anunciou que ia entrar em diversas guerras comerciais. E que estas eram boas e fáceis de ganhar.
“When a country (USA) is losing many billions of dollars on trade with virtually every country it does business with, trade wars are good, and easy to win,” Trump tweeted Friday morning. “When we are down $100 billion with a certain country and they get cute, don’t trade anymore – we win big. It’s easy!” [CNBC]
Não fugindo à norma, estas declarações não tinham fundamento e apenas reflectiram o lado narcisista de Trump.
Comparativamente com Agosto do ano passado, segundo o Expresso, o balanço é o seguinte:
Olhando só para estes números, vê-se que Trump não está a ganhar guerra alguma. Nem tal será fácil. Surpresa. O cowboy americano ainda não descobriu os conceitos de win-win e de cá se fazem, cá se pagam.
Mas pode sempre pegar no seu marcador preto com que alterou a rota do furacão Dorian e rabiscar qualquer coisa que lhe amacie o ego.
Ou pode abrir mais excepções, como o adiamento das novas taxas a aplicar aos produtos chineses, essas que, segundo Trump, não afectam a economia americana – apenas para que, afinal, não afectem as compras de Natal, digo, o espírito natalício.
Houve um tempo em que se podia ter controlado a China, quando a indústria se estava a mover em massa do ocidente para o oriente, em busca de salários quase nulos e de ausência de respeito ambiental e laboral. Esse tempo há muito que passou. E não serão taxas sobre importações que irão limitar o gigante amarelo nesta economia interdependente.
De um lado, estão os descendentes directos e indirectos de uma longa linhagem de gente demasiado preocupada com a sexualidade alheia, escandalizada com a natureza dos outros, desejosos de impor ideias e ideologias, limitados a uma imagem única de família, como se o amor fosse só um. Algumas instituições, como a Igreja Católica, estão deste lado, dispostas a aceitar, por exemplo, a homossexualidade, desde que fique quieta, calada e até heterossexualmente casada, se for necessário.
Durante milénios, todos os que a Natureza afastou de qualquer norma foram, na melhor das hipóteses, criticados. Além disso, havia e há outros costumes como torturar, matar ou curar. Alan Turing foi alvo de um tratamento há menos de um século.
Do outro lado, estão os descendentes dos oprimidos, ainda doridos daquilo que lhes foi ou está a ser feito, ainda revoltados pela violência de que foram alvo. Como acontece tantas vezes com as vítimas, a reacção acaba por ser exagerada. Enquanto os primeiros anseiam pelo silêncio, do lado destes há barulho e exibicionismo, há, por vezes, uma outra religião em que as procissões são substituídas por paradas do orgulho gay ou pela imposição do acto de sair do armário, como se alguém devesse ser obrigado a confessar as suas preferências sexuais, gastronómicas ou outras. [Read more…]

O presidente dos EUA, numa das suas habituais homilias de factos alternativos, decretou, via Twitter, que o furacão Dorian atingiria o Alabama, apesar de nada fazer prever tal cenário. Para justificar mais uma diarreia cerebral, deu uma conferência de imprensa na Casa Branca, onde apresentou o mapa da rota do furacão, alterado a marcador. O botão nuclear está muito bem entregue.
Não vejam nostalgia (embora por vezes vá parecer). Vejam o galope (que a escrita não traduz) a que o meu cérebro põe o meu coração, quando pensa no ano penoso que se inicia para tantos professores.
«A direita está tão à rasca que acabou por agarrar-se às casas de banho.» – Tiago Brandão Rodrigues
Depois do presidente que não esteve porque tinha mais que fazer, poderemos ter o presidente que não está porque foi ver o Papa.
Quando fazemos assumpções, é melhor validá-las antes de as tomar por certas. Por exemplo, tinha assumido que um banco seria pouco dado a partilhar dados dos seus utilizadores com entidades externas, como por exemplo o Facebook e a Google. Descobri que estava enganado.

Fonte: brave.com

Finalmente é notícia que “O gigantesco projeto internacional de infraestruturas lançado pela China “uma faixa, uma rota” pode minar os objetivos do Acordo de Paris sobre o clima“ – neste caso, constatado por uma conhecida unidade de investigação chinesa, num estudo realizado em conjunto com a consultora Vivid Economics e a fundação ClimateWorks Foundation.
“Se continuarmos por este caminho, mesmo que todos os outros países do mundo, incluindo os Estados Unidos, países europeus, China ou Índia cumpram as metas, as emissões de carbono mundiais continuarão a explodir”, aponta Simon Zadek, do centro da Tsinghua.
A China é hoje a maior emissora de gases causadores do efeito estufa, correspondendo a 30% das emissões globais.
Para Simon Zadek, Pequim deveria ter uma “política coerente” para a redução das emissões de CO2 no país e no exterior.
Ora uma “política coerente” é aquilo a que o ministro Augusto Santos Silva chamaria de ingenuidade; E também por cá, Governo e o PS fazem a maior questão de não serem ingénuos, querem-se sabidões, finórios. Portanto não desistem de promover a todo o vapor os bons negócios, como por exemplo o acordo UE-Mercosul, que vêm impulsionando como campeões. Que a Amazónia e as comunidades indígenas tenham de sucumbir aos poderosos interesses econômicos da criação de gado, do comércio ilegal de madeira e da produção de soja geneticamente manipulada, paciência, não sejamos é ingénuos!

Foto: Francisco Miguel Valada.
Fica aqui mesmo em frente à ACAPO – Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal, em Coimbra. É uma passadeira para peões accionada pelo habitual botão. Não é um cruzamento, portanto os automobilistas param ao semáforo vermelho – e respectivo boneco verde -, mas as cavalgaduras continuam a marcha sem problemas. Como passo lá diariamente e me apercebi, pelas numerosas transgressões,do crescimento desta segunda espécie cavalar, comecei a fazer a minha estatística. Coisa empírica e sem rigor científico, é verdade, mas o suficiente para constatar que as bestas perigosas estão em crescimento, sobretudo se, ao transgredir numa passadeira, não correrem o risco de levar com outra viatura nos delicados lombos. O resultado foi: em cada 10 situações de semáforo fechado, 5 (!) passavam sem parar – é uma média, já que à noite as coisas pioram. Perguntareis se, dada a localização dessa passagem, os condutores teriam especial atenção quando se tratava da travessia de um cego – perfeitamente identificável, por razões óbvias. Para mal do que resta da vossa confiança na espécie humana, tenho a informar que a situação piora! – os invisuais não podem testemunhar, não é?
Escrevo estas linhas pouco depois de eu próprio quase ter sido passado a ferro quando ia a meio desta travessia. E o alarve ainda se ria. Seria atropelado nos termos da lei, direis; e como tal teria – eu ou os que me sobrevivessem – direito aquela indemnização com que a lei portuguesa mostra o valor – de merda – que dá à vida humana. Dispenso, prefiro ficar por cá.
Não é raro ver aqui amigos que, indignados por razões diversas razões, fazem votos para que os que classificam como “filhos da puta” vão para este ou aquele lugar mais ou menos desagradável. Da próxima vez, não se esqueçam destas bostas de gente nos vossos votos.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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