Os polémicos blocos de actividades*

Inicialmente, de férias e afastado do mundo real, tomei conhecimento do polémico caso através das redes sociais. A tentação para me indignar foi imediata: havia um plano de discriminação de género em marcha, orquestrado pela Porto Editora e por um qualquer gangue de arrojas misóginos, através de cadernos de actividades que tratavam o macho como alfa e a fêmea como uma patega incapaz de concluir labirintos complexos. [Read more…]

EXEMPLAR

MANIFESTACION EN BARCELONA ” NO A LA GUERRA “

Exemplar a todos os níveis:

  • 500.000 pessoas na rua, a expressarem repúdio pelo terrorismo e a recusarem submeter-se ao medo
  • Participação, lado a lado, de todos: cristãos, muçulmanos, gente de esquerda e de direita, unidos contra a violência
  • Não à islamofobia
  • Afirmação da diversidade, da tolerância, da solidariedade, da força dos cidadãos.
  • Não à guerra.

A Dra. Isabel Oneto gosta de ver

Sara Cista*

Proponho-me engolir uma webcam- pode ser daquelas que se usam para andar de bicicleta – e registar as imagens e o som da sua viagem pelo interior do meu corpo, até ao recto. Uma vez aí chegada, proponho-me provocar a sua imobilidade com um fármaco sugerido pelo INFARMED, que prenda as fezes e os movimentos peristálticos, assim para que fique sem cagar durante uns quinze dias.
Ao fim desse período, sempre a gravar, farei uma viagem de ambulância a um hospital do SNS, – pode ser o de Guimarães ou o de Penafiel – onde pedirei, de joelhos, depois de ter no pulso durante sete horas uma anilha verde, um potente laxante que me faça cagar em rajada e espalhar merda, e a webcam, pelas paredes dos corredores da urgência.
Depois de ser operada a uma perna, por engano, enviarei o filme da aventura ao cuidado da Dra. Isabel Oneto, Secretária de Estado Adjunta e da Administração Interna, fã da vídeovigilância, para que ela possa vir a ser condecorada por serviços heróicos prestados à segurança da Pátria e, mais do que isso, durma satisfeita e descansada.

 

*Bruxa

Ditadores do pensamento único


Financiado por obscuros interesses, em que o rosto mais mediático é George Soros, o mundo tem assistido impávido e sereno, com algumas bolsas de resistência é certo, à instauração da nova ordem mundial, falo da ditadura do pensamento único, ou politicamente correcto. [Read more…]

Contributo para a igualdade de género!

Dedicado à patrulha de controle e vigilância dos bons costumes!

Puta que os pariu!*

Estes fascistas  já recomendaram que as  lojas de roupa interior retirem o que tem à venda?

*Título da biografia de Luiz Pacheco, de João Pedro George

SIRESP

Mas afinal contrataram exactamente o quê? Ninguém desmente a PT?

Oportunismo político…

Para viabilizar um executivo PS, André Ventura já não é racista? 

O ataque aos independentes

Subitamente, donde menos se esperava, os independentes são alvo de ataque sistemático, pois passaram a ser um enorme perigo para certas organizações políticas estáticas, retrógradas, paradas no tempo, incapazes de pensar o mundo e contribuir para aquilo que é mais nobre na política que é mudar o mundo.

Os independentes passaram a ser um enorme problema, algo a combater, mesmo por aqueles que em tempos afirmavam a sua independência e respetivas virtudes. Esquecem que ser independente é uma forma de estar na vida, com convicções, claro, com opinião assertiva, claro, com ideias políticas e alinhamentos políticos, claro, sabendo bem onde se está e o que se é, claro, mas sendo livre na forma de pensar e na capacidade de o fazer.

Os independentes são um enorme perigo porque não há nada mais revolucionário do que pensar de forma livre. Francisco Sá Carneiro, um homem que tinha a vertigem do risco e viveu antes do tempo, tinha uma definição fantástica de independência. Dizia ele: “Saber estar e romper a tempo, correr os riscos da adesão e da renúncia, eis a política que vale a pena”. É sintomático que muitos, demasiados, daqueles que agora descobriram que não gostam de independentes, que têm nojo dessa forma de estar, sejam de esquerda. É sintomático, muito revelador e muito triste.

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O disfarce e a circulatura do quadrado

[Santana Castilho*]

A interacção e a interdependência das sociedades modernas são cada vez maiores e provocam um interesse crescente pelos instrumentos que influenciam os seus diferentes sistemas. A Saúde, a Justiça, a Educação e a Economia, para citar apenas as áreas que de modo mais evidente marcam a nossa qualidade de vida, estão sob escrutínio constante de instrumentos de comparação e de grupos de pressão, que nos dividem entre “bons” e “maus”, segundo encaixemos ou não no que determinam ser politicamente correcto. No contexto da discussão pública, tais realidades acabam por se impor e contaminar a análise de outros factores.

Em Educação, as medidas de política têm estado demasiado ligadas à ideologia dos grupos dominantes. Melhor dizendo, aos convencimentos dos que, em cada momento, governam em nome desses grupos. As últimas alterações que o sistema de ensino sofreu oscilaram entre concepções anglo-saxónicas, de raiz empirista, e ideias construtivistas, de inspiração piagetiana. Estas, hipervalorizando as ciências da Educação. Aquelas, hipervalorizando o conhecimento. E quando novos líderes recuperam medidas de líderes passados, que a prática mostrou estarem erradas, contam sempre com o apoio dos prosélitos da tribo, convenientemente esquecidos das evidências que viveram. Muitos deles são autores, nas redes sociais, quase sempre sob anonimato, de intervenções onde a injúria substitui a troca civilizada de argumentos e falseia a percepção do que se discute. Nesta espécie de bordéis de cobardes, a ignorância é o menos. O mais é a subserviência infame ao interesse do momento. O mais é impor como politicamente correcta uma visão ideológica que já foi testada e falhou. Assim vamos, em meu sentir, no prólogo de mais um ano escolar, sob o policiamento disfarçado do pensamento livre, rumo a uma pedagogia totalitária. [Read more…]

Talvez o meu pai morra amanhã

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Fátima Marinho

Talvez o meu pai morra amanhã. Se Deus quiser. Se Deus for clemente e compassivo, sim, talvez o meu pai morra amanhã. Se as minhas preces servirem para alguma coisa, sim, talvez o meu pai morra amanhã.
Morre tarde, todavia.
Morre às mãos dos que, pela crueldade, para se livrarem de culpas, o obrigaram a tormentos impossíveis de imaginar, mesmo nos mais negros quadros de guerrilha e tortura.  [Read more…]

Floresta?

É um pedaço da estrada Nacional 103, ali para os lados de Forjães, Vila Cova e Feitos, entre Viana do Castelo e Barcelos.
Há cerca de quatro anos, um grande incêndio libertou o terreno de muitos dos seus eucaliptos e outras árvores deixando para o incêndio do Verão passado a tarefa de aniquilar totalmente qualquer árvore remanescente.
No terreno assim purgado de quaisquer outras formas de vida, e à vista de todos, floresce agora um viçoso e perenifólio eucaliptal, palavra que em Portugal quer dizer “floresta”.
À falta de melhor, é o que temos. É isto uma floresta?

Algumas Leis parecem existir para serem ignoradas

Quer-me parecer que esta parvoíce será tão útil quanto o limite de velocidade nas auto-estradas. E seguramente trará menos dinheiro aos cofres do Estado por via das coimas. Para cúmulo é discriminatória e imoral, por penalizar os cidadãos nacionais.

Os nossos brandos costumes…

À boleia dos mediáticos acontecimentos recentes nos EUA, que dão conta da retirada de estátuas de importantes figuras da guerra civil americana, penso que a coisa esteja confinada aos generais Robert E. Lee e Stonewall Jackson, mas isso para mim é irrelevante. Para começar, nem sequer é um assunto federal, mas do foro interno de cada um dos 50 Estados que compõem a União. Acontece um pouco por todo o mundo, na guerra do Iraque, presenciámos em directo o êxtase popular durante o derrube da estátua de Saddam. No antigo bloco de Leste, após a libertação do jugo soviético, polacos, checos e húngaros, não se pouparam na eliminação de símbolos que evocavam o antigo opressor. [Read more…]

Tenham VERGONHA. Carlos Costa não pode continuar como Governador do Banco de Portugal.

 

Ontem estive a ver a reposição do “Assalto ao Castelo” da SICN. Penso que não tinha visto com a devida atenção em Março. Carlos Costa, Governador do Banco de Portugal é particularmente visado e diretamente acusado.

Hoje ficamos a saber que CARLOS COSTA não sabia nada sobre RUI CARVALHO, o funcionário do BdP (Departamento de Mercados e Gestão de Reservas), que vendeu ações do BES dois dias antes da resolução do banco, tendo acesso a informação priveligiada. Carlos Costa argumenta que nada sabia e culpa o DMR e o consultor de ética (Orlando Caliço) do banco por não reportarem a siatuação à administração do BdP.

ORLANDO CALIÇO terá tido conhecimento do caso 3 meses depois da resolução, mas como obteve de Rui Carvalho a declaração que “comprou as ações, mas vendeu-as na manhã de 1 de agosto quando soube que iria trabalhar diretamente sobre o BES”, achou que estava tudo esclarecido e “… já não havia uma situação de conflito de interesse para avaliar“. O que mais me indigna é que estas pessoas dizem estas coisas com a maior das naturalidades.

RUI CARTAXO, administrador do Novo Banco (o banco BOM do processo de resolução do BES) é arguído no caso EDP/REN, que tresanda a corrupção e em que as ligações ao BES são mais do que muitas, mas o BdP e Carlos Costa em particular não tem nada a dizer. Um dia desses dirá que de nada sabia e não tinha sido alertado por ninguém.

Em qualquer país DECENTE do mundo, Carlos Costa não poderia ser Governador do Banco Central. A pressão mediática obrigaria a que se demitisse de imediato. O facto de este país continuar a TOLERAR este homem como Governador do Banco de Portugal diz tudo sobre o nosso amor-próprio e o respeito que temos por nós mesmos.

Esta gente não tem a MENOR VERGONHA e nós não nos damos ao respeito.

Talibãs do politicamente correcto

Não há dúvida que existe hoje, um pouco por todo o mundo, uma verdadeira patrulha ideológica que pretende impor à humanidade o que consideram ser política e socialmente aceitável. Esses fanáticos imbecis, estão por todo o lado e não hesitam ofender todo e qualquer cidadão que não siga a cartilha e ouse pensar pela sua cabeça. No Brasil chegaram ao ponto de acusar Ney Matogrosso de homofobia e Chico Buarque de machismo. Além de tristes, não passam de desprezíveis trastes sem respeito pela Liberdade…

Sobre o crescimento do racismo e da xenofobia na cúpula do PSD

Foto: Público

Feliciano Barreiras Duarte, antigo secretário de Estado do PSD, constatou aquilo que já todos sabíamos mas que social-democrata algum tinha tido ainda a coragem de constatar publicamente: que existem elementos racistas e xenófobos no seu partido que estão a ganhar peso e a influenciar o discurso do PSD. A ascensão de indivíduos como o candidato Ventura, ou as intervenções públicas infelizes que se multiplicam, como foi o caso do discurso proferido por Pedro Passos Coelho no Pontal, não auguram nada de bom para o maior partido político português. Não auguram nada de bom para o país. Será que ainda vamos assistir a uma coligação com o PNR, abençoada por Viktor Orbán, o fascista de serviço no PPE?

O novo caso Calheiros

O fogo e os submarinos

Imagem via Yronikamente

Ou as prioridades de um país que continua a arder todos os anos, violentamente, sem estratégia ou meios adequados. A culpa morre solteira, as árvores e os animais morrem carbonizados, as clientelas enchem os bolsos e quem vier a seguir que feche a porta.

A single postcard from Krakow

«Sou muito cosmopolita…

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sinto-me o mesmo desgraçado em toda a parte», escreveu Manuel Rivas, num livro de crónicas que li há uns anos. Pensei nisto hoje quando realizei que tinha tomado o pequeno almoço em São Petersburgo, o almoço em Moscovo, o lanche em Viena e o jantar em Cracóvia, onde estou neste momento. Não que me sinta desgraçada, ou sequer cosmopolita, mas a frase de Rivas veio-me à cabeça. Por muito que andemos, por muito que vamos e regressemos a casa, somos sempre os mesmos, pelo menos no modo como sentimos as coisas, no modo como olhamos para as coisas.

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Entretanto, pela imprensa estrangeira e arredores…

Alguma comunicação social retratou Trump como ele é. Um merdas da extrema-direita, cheio de cautelas para não perder o apoio desses grupos. Pelo ritmo de demissões, não faltará muito para que apenas lhe sobrem esses.

Este é um bom momento para recordar as investidas que alguns opinadores realizaram, na comunicação social, em blogs e no Facebook,  com o intuito de suavizar e racionalizar esse doido que ocupa o lugar de presidente dos EUA. E acho engraçadas algumas reacções do comentadorismo nacional face a esta inequívoca colagem de Trump à extrema-direita. Alguns exemplos: o discurso de ódio na América não é novo; nazismo e comunismo são a mesma coisa; falam da América mas calam-se sobre a Venezuela. A técnica é muito simples. Dado que não podem negar a realidade, procuram relativizá-la para a diminuir.

Mas a realidade é clara. Apenas algumas décadas passadas sobre a loucura do nacionalismo que conduziu à Segunda Guerra Mundial, os extremistas chegaram de novo ao poder de mais uma potência económica e militar. Maus augúrios se anunciam. Quem tiver dificuldade em ler o actual contexto a partir da História pode sempre optar por uma versão romanceada, como a de Ken Follet.

Et tu, Brute

Steve Bannon saiu da Casa Branca.

Really mr. Trump?


Não tenho capacidade para prever o futuro. Mas quer-me parecer que este vídeo será uma inspiração para o que resta do actual mandato presidencial e que à semelhança do que aconteceu em 1974, o vice-presidente eleito acabará por prestar juramento como presidente dos EUA.
Sucedem-se os episódios envolvendo Donald Trump, cada reacção mais bizarra e inacreditável que a anterior. A paciência dos Republicanos também tem limites, que mais cedo ou mais tarde serão atingidos.

“Macaco Velho” e os Movimentos de Cidadãos

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Miguel Teixeira

Macaco velho“, diz-me o meu sogro, também ele um ex-vereador do Turismo aqui do município de Luís Correia, é a expressão utilizada no Brasil para designar o indivíduo que tem uma enorme experiência política, que se profissionalizou na área, fazendo disso a sua vida, fundamental para o “ar que respira”, que conhece todos os artigos e artifícios da lei, formais ou informais, que podem inviabilizar as candidaturas do adversário e assim posicionar-se como “única solução possível”, nem que para isso a Democracia (conceito vago para ele), possa ser reduzida e atrofiada.
O “Macaco Velho” brasileiro, continua a explicar-me o meu sogro, “é um cara muito difícil de lidar, extraordinariamente chato, calculista, frio, que nunca se dá por vencido, mesmo que a candidatura adversária seja admitida a eleições e obtenha o apoio da maioria do eleitorado, [Read more…]

Barcelona, a Cidade Livre

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As pessoas livres dispensam, não precisam de uma imprensa sensacionalista.

From Russia, with love #12 (Saint-Petersburg)

Faço as minhas despedidas de São Petersburgo

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já que é o último dia que passarei aqui. Não sei se voltarei aqui, ou a outro lugar qualquer da Rússia. Não que ache que São Petersburgo (e Moscovo também) me tenha tratado mal. Ao contrário, achei, como já disse noutros postais, a cidade bastante amável em vários sentidos, desde as ruas, aos monumentos, às abóbadas das igrejas, até às pessoas. Também o tempo esteve generoso e amável. Choveu pouco e por pouco tempo. O que, ao que parece, não é assim tão comum.
 
Quando saí do hotel fui à praça dos teatros, ainda não tinha visto o Mariinsky. Gostaria de ter visto um ballet no teatro onde atuaram nomes importantíssimos como Rudolf Nureyev ou Mikhail Baryshnikov (este último tive o imenso prazer de o ver numa peça no Petit Palais, em Paris, em janeiro). Mas os bilhetes eram extremamente caros para os meus bolsos e, por isso, perdi provavelmente a única oportunidade de ver alguma coisa neste teatro. Também em Moscovo não fui ao Bolshoi. O preço dos bilhetes era proibitivo, mas estava também encerrado em agosto.

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Não podem ser colocados limites à liberdade de expressão

Exceptuando obviamente agressões ou ofensas. Dito isto, se alguém se sente ofendido, que apresente queixa, os Tribunais existem para isso mesmo. Ainda que estejam a oferecer tempo de antena a um troll, que procura usar humor negro para se fazer notar. Sem sucesso há que dizer. Quanto a censurar este palerma ou seja quem for, obviamente estou contra, já bastaram os anos sombrios em que existiu lápis azul…

Plastificados

As notícias são assim:

– Oceanos transformados em lixeiras: tapetes de lixo do tamanho da Europa Central flutuam à deriva na superfície marinha. 70 por cento do lixo que flutua nos oceanos é de plástico. Além de horríveis, estes tapetes de lixo são armadilhas mortais para os animais e perigosos para as pessoas.

– A nível mundial, anualmente um milhão de pássaros e 100.000 mamíferos marinhos sucumbem devido ao plástico nos oceanos. Os animais ficam enredados em restos de plástico, confundem os plásticos com alimentos e acabam por morrer à fome com o estômago cheio de lixo indigerível ou miseravelmente asfixiados.

– A continuarmos assim, em 2050 haverá no mar mais plásticos do que peixes.

– Andamos a temperar a comida com sal que contém microplásticos. Um estudo analisou 17 amostras de sal de mesa vendido em oito países (incluindo Portugal) e confirmou contaminação com microplásticos. Uma das três amostras portuguesas testadas atingiu o máximo observado com dez microplásticos por quilo de sal.  [Read more…]

Política à moda de Vila Verde

Discurso de propaganda num cemitério? – faltava na minha lista!
Obrigado, oh Vilela…

Fábula

De asas estendidas, a águia pairava, livre, magnífica, como que abraçando o vento. Feliz, deleitava-se na sua incomparável capacidade de desenhar linhas mágicas no ar. Ensaiando um voo picado, desceu, vertiginosamente, em direcção ao solo – era um prazer muito seu. Beleza e velocidade puras animavam o céu.

O caçador, bronco de gozo, apontou. Para ele, era só um troféu. Matar por matar. Era o seu modo de felicidade. Atingida no peito, a ave deixou escapar como que um último grito, um lamento, e caiu pesadamente no chão. Nada restava da sua magnificência, da sua graça. O caçador olhou o corpo disforme e sem vida da ave e sentiu-se mais homem, mais exclusiva e intensamente homem.

– Convidado a comentar o acontecido, o presidente Trump explicou que ambos os protagonistas destes eventos eram culpados. Pois quem mandou a águia voar, provocante, frente ao caçador, interrompendo até, com o peito, a livre trajectória da bala?