
Pedro Parracho
Vamos então abordar o caso das urgências e a discussão que tem existido sobre os problemas ocorridos.
É prática corrente, responsabilizar o ministro. Esta situação é recorrente, porque é mais fácil para os partidos da oposição responsabilizar sempre o governo, em qualquer época, leiam-se os títulos dos jornais nos invernos de 2007 a 2011, é assim pelo facto de se considerar o ministro “patrão” dos hospitais. Por isso o caminho da discussão é sempre o mesmo: se algo não funciona é porque “faltam meios”.
Nunca é porque houve falhas de gestão, mau trabalho dos funcionários, falta de empenho ou simples incompetência. Aparentemente o ministro até tem de saber se as escalas de férias e folgas dos médicos estão bem feitas, e se estiverem mal feitas, apenas lhe cabe… contratar mais médicos.
É importante que os utentes se sintam como accionistas do SNS e que exijam profissionalismo e empenho nos profissionais de saúde, sempre que presenciarmos exemplos de má gestão, má prática, falta de bom senso, falta de empenho ou incompetência, devemos denunciar os mesmos, de forma, às mesmas não ocorrerem no futuro.

















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