O contrato de associação do Colégio Paulo VI em Gondomar

Este post já tem 5 anos, mas dado que a Caranguejola aproveitou o assunto para dar os primeiros sinas de vida, parece-me fazer todo o sentido a sua republicação.

O post do João José Cardoso sobre a manifestação das escolas privadas em Lisboa fez-me querer saber quais são as 93 escolas que têm contratos de associação no país. Aqui estão elas.

Reparei que uma das escolas que mantém contrato de associação é o Colégio Paulo VI, em Gondomar. Estamos em presença de um bom colégio, mas não é isso que está em causa.

Porque o que está em causa é o seguinte: é um colégio que não cumpre o principal requisito das escolas com contrato de associação – oferecer educação gratuita a uma região que não dispõe de oferta pública. É que, em redor do Paulo VI, a menos de 1 ou 2 km, existe uma extensa rede de escolas públicas, todas com capacidade para albergar mais alunos. No total, são 47 escolas primárias (1.º Ciclo), 7 escolas E B 2 3 (2.º e 3.º Ciclos) e 4 Escolas Secundárias – Gondomar, Rio Tinto, S. Pedro da Cova e Valbom. São números que respeitam apenas à cidade de Gondomar e às freguesias limítrofes e que não contabilizam, por isso, as freguesias mais afastadas da freguesia-sede, como Jovim, Foz do Sousa ou Melres.
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O Rio Tinto

Mudar de ano pode, no caso em apreço, ter sido apenas uma mudança entre uma terça e uma quarta. Será, para muitos outros, uma alteração entre um ciclo de objectivos e uma nova carga de trabalhos para mais 365 dias. Mas, não deixa de ser também, apenas e só mais um momento em que os rios continuam a correr para o mar.

Neste caso concreto, a variável rio torna-se o receptor da incompetência de uma empresa, de uma sociedade ou sei lá de quem mais. A culpa pode até ser do Pai Natal ou do Pinto da Costa (eu, pessoalmente, aposto nesta última):

A notícia do Porto Canal não precisa de legendas.

Quem vive na zona do Meiral, em Rio Tinto (Gondomar) já se habituou há muitos anos aos maus cheiros que invadem todos os recantos de cada uma das casas daquela zona. Uns dias melhores, outros piores, mas sempre presentes para nunca livrar a memória de cada um da existência daquele monstro. Era o custo que alguns tinham que suportar para o bem de todos. É esse o preço da vida em comunidade. Para além dos camiões a circular permanentemente pelas ruas onde antes se jogava à bola havia os cheiros, sempre os cheiros.

Acontece que o preço que a ETAR custa a cada um de nós não se justifica. E por uma razão simples: não funciona. E não funciona porque a Empresa que tem a sua propriedade é incompetente para o fazer.

Não sei se a solução passa pelo Pai Natal ou pelo Pinto da Costa – mas o novo Presidente da Câmara Municipal de Gondomar, Marco Martins, tem que resolver esta situação e com urgência!

Violência no Colégio

Foi mais ou menos isto que aconteceu, há meia dúzia de anos, no Colégio Paulo VI em Gondomar. Um aluno do 1.º ciclo destruiu uma sala de aula durante um ataque de fúria, provocado por um distúrbio do foro psicológico.
Acto contínuo, o aluno foi convidado a deixar o colégio. O Encarregado de Educação ainda argumentou com os problemas emocionais do seu educando, a professora saiu em sua defesa, mas a decisão estava tomada. A mãe teve de encontrar à pressa uma escola pública que o acolhesse. O aluno foi diagnosticado e rapidamente enquadrado no Ensino Especial. Apesar de continuar a ter Necessidades Educativas Individuais, é hoje um menino que adquiriu uma grande capacidade de auto-controle.
Esta história nunca poderia ocorrer no sentido inverso. Ou seja, um aluno do 1.º Ciclo nunca poderia ser expulso da sua escola e, ao mesmo tempo, ser acolhido de braços abertos por um colégio privado.
Porque a Escola Pública é democrática, universal, inclusiva. O ensino privado não.

Em Gondomar

está resolvido – adeus Major!

Major injustiçado

Os Presidentes dinossauros podem passar de Gaia para o Porto, levando o Porco e o Quim Barreiros atrás. Os das Juntas até podem continuar, desde que o território e tal… Só o senhor Major! Que injustiça! Nem com um notita na feira?

Autárquicas em Gondomar: Fernando Paulo, as rotundas e os bidões

via Portal de Gondomar

via Portal de Gondomar


O candidato colocado por Valentim Loureiro na corrida à Câmara, com a esperança de poder voltar ao lugar daqui a 4 anos, inaugurou um novo modelo de campanha. Ocupou um sem-número de rotundas do concelho com enormes bidões de água, à volta dos quais colocou os seus cartazes com 4 faces, de forma a serem visíveis de todos os lados.
Fernando Paulo parece ter uma obsessão por este tipo de propaganda eleitoral. Por agora, pelo que sabemos, o seu único pensamento para o futuro do concelho prende-se com as denúncias da falta de segurança dos cartazes do candidato do PS, Marco Martins.
Claro que sabemos muito mais sobre o que Fernando Paulo tenciona ou não fazer se ganhar as eleições. É que os seus eleitores, no dia do voto, não se podem esquecer de pôr a cruzinha no «Movimento Independente Valentim Loureiro». Pois…

Valboni, Gondomar

valbom
Já lá dizia o meu tio: Valbom, Paris e Londres.