Vamos ser amigos?


PSD convida CDS a renovar apoio ao acordo de coligação

O Escorpião

 

 

Primeiro foi Monteiro, Manuel Monteiro. Confiou no homem e foi trucidado politicamente até aos dias de hoje (uma das grandes injustiças da política nacional e castigo enorme pelo erro da criação do PND). Manuel Monteiro criou o Partido Popular nas cinzas de um CDS moribundo, ouvia Portas e este, quando se viu alçado ao poder, como verdadeiro número dois de Monteiro, foi aniquilando políticamente o seu amigo. Quem soprava para as redacções que era ele que escrevia os discursos de Monteiro? Que Monteiro só defendia e transmitia aquilo que ele lhe dizia? Quem lhe tirou o tapete independente da inabilidade política de parte substancial da equipa de Monteiro?

 

Mais tarde, foi Marcelo Rebelo de Sousa. Contra boa parte do seu partido, em especial o baronato, decide avançar com uma coligação com Portas. Pouco tempo depois, foi politicamente esfaqueado por Portas. Mais uma traição para o seu currículo e o fim da AD. Marcelo nunca mais foi líder do PSD e é hoje comentador televisivo.

 

Agora, Passos. Pedro Passos Coelho é a nova vítima. Em nome de um patriotismo bacoco, Portas manteve um silêncio ensurdecedor ao longo da semana mais negra deste governo para, hoje, uma vez mais travestido de virgem ofendida, espetar uma faca nas costas do Primeiro-ministro. Uma vez mais. O mesmo actor principal. São coincidências a mais. E só não vê quem não quer.

 

Contudo, posso estar enganado, mas desta vez, como na parábola do sapo e do escorpião, Portas mediu mal as consequências e vai terminar politicamente afogado. Como o escorpião.

O Povo

“Será que dá para eleger um novo?”

Parece-me que terá sido a pergunta que deu o mote ao tacho. Atendendo às duas presenças em causa, creio que se entende a ausência de mais comensais. Afinal de contas quem é que quer ir comer com quem nos lixa? Nem o Jotinha quer…

Admito também como certa  a ausência de preocupação do Governo, afinal o povo é uma chatice, insistem em consumir oxigénio e imaginem só, precisam de comer.

Tenho por isso muitas dificuldades em entender as razões que levam Professores a chamar mentiroso a Nuno Crato, quando todos sabemos que ele tem apenas um problema com a verdade.

Também não se entende que chamem gatuno ao Gaspar, aliás, algo que a curto prazo será impossível de acontecer porque ele não terá o que roubar.

A eleição de um novo povo poderá muito bem começar este Sábado, assim o povo queira ser eleito!

(+ info)

Que se lixe

Que se lixe aqui no Porto seria escrito de outro modo, mas atendendo à época carnavalesca em curso admito como plausível o acesso de menores ao Aventar – vou, por isso, evitar escrever Que se foda!

Caro leitor, nas linhas que se seguem, penso de um modo, mas escrevo de outro. Sou uma pessoa complicada, sim, admito. Uma pessoa complicada daquelas que gosta de chatear o Primeiro-ministro. Aliás, estou de licença sem vencimento, porque ninguém me pagou o subsídio de férias e no último mês, confesso, estive em quatro manifestações. Sou decididamente uma pessoa complicada e por isso não entendo o Miguel Relvas.

São pessoas complicadas os médicos e os professores, os enfermeiros, os funcionários públicos…

Todos um bando de ladrões que tirou licenciaturas na Lusófona  e tudo gente que subiu na vida à custa das equivalências ou dos cargos nas empresas dos amigos. [Read more…]

Janela de um passado…

Pedro Noel da Luz

Nas mãos dos ‘filhos das jotas’, é bué Fitch!

A pedagogia é um bem precioso. No meu caso, aprendi e viciei-me na metáfora (ou metonímia?) ‘partidos do arco do poder’. Não a dispenso. De uma assentada, refiro-me ao CDS, PS e PSD e toda a gente entende.

Aplicada a demais componentes dos aparelhos partidários, a metáfora é muito útil. Um outro exemplo é a expressão ‘os filhos das jotas’ – José Sócrates, Paulo Portas e Pedro Passos Coelho, uma vez que passaram os três pela JSD, até poderiam ser designados por ‘filhos da jota’. Mas apenas o último permaneceu fiel às origens e optemos pelo plural.

Nas ‘jotas’, os mais destemidos e arrasadores da concorrência vencem. Não é por mero acaso que  os três dirigem os famigerados ‘partidos do arco de poder’ e, mais precisamente, um deles (des)governa o País da maneira que sentimos; os outros dois preparam-se para lhe suceder em próximas eleições, sem sabermos o que (nos) farão.

Em síntese, como os partidos do poder arqueado, Portugal está nas mãos dos ditos ‘filhos das jotas’. Bué Fitch! Então não é? Caíram para níveis muito baixos as notações de ‘rating’ a seis bancos portugueses, três deles com ‘BB’ equivalente a “lixo”. Bué Fitch mesmo pá!

Como nem sequer lhes interessa saber o que dizia Nouriel Roubini (e outros) há meses, concentram-se em debates, entrevistas e falatórios. Os pífios discursos também abundam. Entretanto, o País vai-se degradando às mãos de um obstinado prepotente e no vácuo das tiradas inconsequentes dos outros dois “jota-descendentes”.

Com a anunciada subida da taxa de juro de referência do BCE, a Irlanda já teme ficar mais debilitada. Os nossos jovens políticos  do arco desvalorizam  essas coisas – carreirismo é a força propulsora dos ‘loopings’ que vão executando nesse maldito arco, o arco do poder.

O risco de bancarrota nacional

Tanta pró-actividade propagandeada para a nova magistratura; afinal…

Cavaco também está à rasca

 Bancarrota nacional é o óleo endémico-infeccioso com que, no discurso e comentário políticos, se vem ungindo a vida dos portugueses. O cidadão comum, constrangido por problema colectivo sem precedentes há décadas, sente o garrote da ameaça às mais simples condições de vida.

Chegámos, pois, onde chegámos, pela mão de homens, como Cavaco, que, sem  pudor, reclamam hoje a produção de bens transaccionáveis, por eles próprios dizimada. Guterres, a seguir, não ficou atrás, Barroso ajudou Portas a comprar uns submarinos e evadiu-se. Finalmente, temos tido Sócrates, homem sem perfil de estadista ou sequer de cidadão credível.

Por dever democrático, e dado o momento que vivemos, os políticos de partidos que nos governam há 30 anos deveriam declarar, sem subterfúgios, que uma  provável bancarrota fará implodir os sistemas de prestações sociais e salários do Estado, de remunerações do sector privado, da actividade empresarial e ameaçar as  poupanças de muitas famílias, aforradas nos bancos. Isto, para citar apenas um subconjunto de graves incidências.

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O Pesadelo de Fim-de-semana

Eu gostava de ser mosca para ouvir o Prof. Cavaco Silva a falar com a sua Maria este fim-de-semana. O Primeiro-ministro ameaça com eleições antecipadas e o Presidente do PSD, Pedro Passos Coelho acaba de afirmar nas televisões que e passo a citar: “Nunca mais falo com o Sr. Primeiro-ministro sem a presença de testemunhas”.

O Primeiro-ministro estica a corda acenando com antecipadas sabendo que isso enerva o Presidente da República que nem quer ouvir falar em semelhante – seria o verdadeiro eclipse das eleições presidenciais – e Pedro Passos Coelho bate com a porta farto das aldrabices de Sócrates. Afinal a corda esticou em demasia e partiu.

Só falta saber, ironia do destino, se será Portas a salvar o Governo e por tabela Cavaco Silva. Já viram o cenário? Portas a salvar Cavaco? Nos melhores dias do Independente nem Zandinga se atreveria a prever semelhante!!!

Razões para ocupar o poder!

Cavaco Silva não toma medida nenhuma, deixa andar para não desagradar a ninguem. Tem uma razão para ocupar o poder. A reeleição!

José Sócrates, vê a novela do processo “Freeport” chegar ao fim, já não tem razões para ocupar o poder, pode ir embora, mas não há quem queira substituí-lo. Uma chatice de todo o tamanho!

Paulo Portas, vê os processos dos Submarinos e do Portucale aproximarem-se a grande velocidade, está  na altura de ocupar o poder, já mostrou a ansiedade, a proposta está aí. CDS para o poder com o PS , mas sem Sócrates! Vai ter que esperar ou convencer Passos que, como ainda não passou pelo poder, não tem razões para ter pressa, e a crise não acabou, para quê a pressa?

E o país? Haverá alguem com razões para ir para o governo para tratar do país?

Portas estupefacto e eu submerso

Gosto da palavra estupefacto, especialmente quando aplicada a Paulo Portas. Fico logo submerso.

Portas, Rangel, Pais do Amaral e Moniz

Ok, com a autoridade de quem não costuma ser nada meigo para com Paulo Portas e quase sempre que sobre ele escrevo o faço com críticas violentas, chegou o dia de, por uma vez sem exemplo, o defender. Aliás, não é tanto defender Portas mas antes a herança do Independente no seu tempo áureo de parceria com Migues Esteves Cardoso – O Génio.

Quando Rangel afirmou “Portas iniciou uma escola sinistra de jornalismo” cometeu uma grave injustiça. O Independente de Portas e Esteves Cardoso foi um grande semanário que revolucionou o cinzentismo dominante na imprensa escrita. Era um jornal que se lia de uma ponta a outra e hoje, quando olhamos para artigos como os de Ricardo Araújo Pereira na Visão ou Alberto Gonçalves na Sábado, suplementos como o Inimigo Público ou a revista de Pedro Rolo Duarte no i, sem esquecer o estilo omnipresente no blog 31 da Armada, lembramo-nos do Independente desses tempos.

O Independente fez escola. Teve coisas negativas, como tudo e como em todos. E logo Rangel a atirar pedras…Depois descambou? Perdeu-se? Morreu com o desaparecer dos governos de Cavaco Silva? Está bem, acontece a muito boa gente.

Entretanto, a intervenção de Pais do Amaral na dita comissão teve o condão de irritar muito boa gente. Mas dela guardo uma frase, mais ou menos assim: “quando um trabalhador não cumpre as ordens do patrão, é natural que este o chame à razão”. Eu percebo a irritação de Moniz mas, verdade verdadinha, quem no fim pagava as contas era Pais do Amaral e os accionistas costumam ser implacáveis com os maus gestores. E Pais do Amaral provou e continua a provar que não é um mau gestor. Bem pelo contrário.

Há ansiedade no ar. Os submarinos têm lastro…

Há ansiedade! Portas veio a terreiro dizer que os fundamentos do contrato já vinham do Guterres e Durão jura que não mudou nada e nada teve a ver com o contrato. Empurram para o mais longinquo possível. Dessa forma, pode vir mais facilmente uma amnistia, uma prescrição?

Um responsável militar vem falar com veemência, alertando para o perigo de o contrato poder ser rompido pelo Estado Português. É uma leitura enviesada e perigosa. O estado estaria, na opinião do militar, atado de pés e mãos. Não só por razões éticas (os submarinos estão construídos) mas tambem por razões politicas e económicas. Os Alemães, de quem tanto dependemos, arrasam-nos se rompermos com o contrato.

Ora o que está em discussão não é romper o contrato com a empresa Alemã. O que está a ser investigado é se houve ou não subornos. E isso é imperativo que se saiba, quer os Alemães gostem ou não.  Fala-se no cumprimento da Programação Militar, documento que é a “orientação estratégica” e de que resulta, entre outros objectivos e decisões, a compra de equipamento militar. Se é assim, se é um documento de médio e longo prazo, como se explica que Portas venha dizer que reduziu a compra de três submarinos para dois? E como é que os aviões não voam por falta de peças?

Um documento destes não se compadece com decisões resultantes de impulsos individuais, antes, é o resultado de muitas contribuições técnicas e políticas a nível nacional e internacional !

Porquê este  nível de ansiedade  ? Acordaram-se monstros que não se controlam ?

Submarinos: A notícia do Der Spiegel

Wednesday, March 31, 2010

Corruption Investigation
Germany’s Ferrostaal Suspected of Organizing Bribes for Other Firms
By Jörg Schmitt

German engineering group Ferrostaal is under suspicion of paying bribes to secure contracts and of organizing bribery payments on behalf of other firms for a fee. The case could have repercussions for the whole of German industry, says one former executive of MAN, Ferrostaal’s former parent company.

It was enough to arouse suspicions. For many years, there had been recurring stories about presumed bribe payments by Essen-based plant construction group Ferrostaal. In one case, the company allegedly paid 200,000 deutsche marks (€102,258, $138,099) to former Indonesian President Bacharuddin Jusuf Habibie. In another, the family of former Nigerian dictator Sani Abacha is believed to have received 460 million deutsche marks for the construction of a metal-processing plant.

Few of these allegations have stood up in court, however, partly because some of the payments occurred during a period when so-called “useful expenditures,” or payments made to procure contracts, were not yet illegal in Germany.

But since Wednesday of last week, there are many indications that bribery payments were commonplace at Ferrostaal. Klaus Lesker, a member of the executive board, was arrested last week, and the Munich public prosecutor’s office is also investigating two former board members and other senior executives for “a particularly serious case of bribing foreign officials in connection with international business arrangements,” as well as for suspected tax evasion.

The prosecutors’ list of suspects now includes about a dozen people. Investigators have their sights set on five projects, worth a total of almost one billion euros, which the group is believed to have secured through bribery. [Read more…]

Portas, Barroso e os submarinos

Em conferência de imprensa, directamente do parlamento, Paulo Portas relata o “que se lembra passados 7 anos…” e claro, não esteve com ninguem, as regras vinham de 1998, os preços foram os melhores, o concurso estava lançado, foi a Zurique como todos os ministros da defesa vão, o consul de Portugal na Alemanha cumprimentou-o no aeroporto e nunca mais o viu…

A polícia Alemã anda atrás de luvas? Deve ser por estar “engadanhada” como se diz na Beira Baixa! Se se meter a fundo no assunto ainda sai daqui com um fato completo, não apenas com luvas.

Barroso que se cuide.

Faltam 420 dias para o Fim do Mundo:

O Comunismo Social-democrata arrancou hoje com toda a força: agora, durante 60 dias impera a lei da rolha. Ou muito me engano ou os bloggers vão ter de repetir a manif pela Liberdade. E que excelente motivo. Uma medida que vai obrigar Cavaco a incomodar o TC, penso eu de que…

O congresso acabou e as opiniões são como as cerejas. E Sócrates parece ter sido visto a sorrir enquanto tomava café com Portas. E já nem se pode dar uma queca no carro, será que foi o Mickey? Deve ter sido motivado pelas alterações estatutárias no congresso. Isto é coisa da Manuela e do Pacheco…

Viva o PCP-SD!

Orçamento de Estado 2010 #3:

Hoje o i faz uma bela pergunta: “Alguém gosta deste orçamento?”. Já sabemos que a Função Pública não gosta, tal como não vão gostar os doentes e os pobres. Desconfio que Belmiro de Azevedo, além de não gostar de cavaco, também não. Pelo menos a Moody’s dá o benefício da dúvida, o que já não é mau. Quem também não gosta é Pedro Passos Coelho (afirmou-o ontem na apresentação do seu livro, no Porto). Já Manuela e Portas certamente gostam, caso contrário não teriam alinhado.

Numa análise fria: Estamos tramados!

O Orçamento passa…

O CDS negoceia medidas concretas avulso, tira dali põe acolá, não aumenta despesa nem retira receita. Maiores apoios à agricultura, deixar cair o Pagamento Especial por Conta, maior exigência ao nível dos apoios sociais.

O PSD negoceia grandes linhas gerais. Controlar a Dívida e o Déficite. E uma e outra impõem congelar grandes obras públicas que não são prioritárias mas que Sócrates, teimosamente, quer levar por diante. A verdade é que chovem de todo o lado alertas sobre a nossa situação. As contas públicas estão em roda livre, as instituições internacionais já começaram a baixar o “raking” do país, o que quer dizer que a factura é mais pesada.

Com a Dívida Pública aos níveis actuais não há crescimento da riqueza, como vários estudos mostram  e de que Portugal é exemplo. Aumentar a dívida ainda mais é transferir para fora do país uma fatia muito significativa da riqueza nacional.

O BE e o PCP nem sequer vão a jogo, tal é diferença que os separa do governo.

Os sinais que Sócrates já cedeu no que é mais importante, já fazem parte do discurso de Portas e de Manuela F. Leite. Pode esconder-se a verdade durante algum tempo mas o momento da verdade chega sempre.

Trazer banhistas para a Caparica a partir de Madrid parece não constituir uma prioridade, até porque só funcionaria nos três meses de verão, nos outros nove meses teríamos os empresários virem a Lisboa de manhã e voltar à noite.

O que levará um político tão mal preparado como Sócrates a querer ser primeiro- ministro?

A resposta não está no Orçamento…

Pedro Passos Coelho: Alternativa?

O Pedro Passos Coelho foi um bom líder da JSD e um dos poucos, senão único, que foi marcante. O PSD, desde o fim do cavaquismo, vive numa profunda crise. Agora, com MFL, bateu no fundo. O PPC surge como uma alternativa. Perfeita? Certamente que não.

No passado acreditei em gente jovem como Paulo Portas (do tempo do Indy) e Manuel Monteiro. Foi uma desilusão e tanto. Considero que a Direita vive em orfandade desde essa altura (outros dirão desde o assassinato de Sá-Carneiro mas eu nem quero ir tão longe). Poderá PPC marcar a diferença? Eu sei que ele não domina todos os dossiers e nem é preciso que os domine, é antes necessário que saiba rodear-se de gente que domine as matérias em determinadas questões essenciais e que o saiba influenciar (no bom sentido) pois nenhum político nem ninguém domina todas as matérias.
O que me faz hesitar num apoio a PPC é o facto de não estar para voltar a sacrificar-me pessoalmente (pois quando apoio dou tudo por tudo) por uma fraude – como me aconteceu no passado. Os sucessivos erros de MM, nomeadamente o do PND, foram fatais. É que o PPC faz-me lembrar o MM dos primeiros tempos e receio que possa terminar como o Monteiro dos tempos do PND. Daí tanta resistência. Por isso não ter tomado, ainda, uma decisão definitiva. Ao mesmo tempo, tenho bons amigos que o estão a apoiar (e a puxar-me para o fazer) e que sei que são pessoas bastante preparadas e que dominam os seus temas, gente competente embora sem grande experiência da política. Mas continuo a resistir. E depois, claro, existe a questão da Regionalização…

O país não está para brincadeiras e nas próximas eleições legislativas, sejam elas daqui a um ou quatro anos, é fundamental que apareça uma alternativa credível, de gente séria e preparada. Estará Pedro Passos Coelho e a sua equipa à altura desse enorme desafio?

Responda quem souber…