O dia em que Seguro passou ao lado…

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Os resultados de domingo já o anteviam. O anúncio de hoje de António Costa serve como certeza. Aconteça o que acontecer no PS, António José Seguro já não será o próximo Primeiro-ministro de Portugal.

Mesmo que o aparelho segure o Seguro, aos olhos do eleitorado este deixou de ser confiável. Se nem segura o próprio partido, como raio consegue Seguro segurar o país em mares tão revoltos como estes?

 

(foto do Público)

 

O PS dá à costa

Ponte 25 Abril - bóia de salvação

Depois do naufrágio, o fundador do PS deve ter puxado orelhas mais em privado que em público, e António Costa vai empurrar António José Seguro borda fora, ou é suposto.

Não tenho expectativas de que isso vá mudar grande coisa no PS, excepto o óbvio: António Costa pode vencer eleições, Seguro no máximo seria ministro de Passos Coelho.

Há diferenças? há, principalmente porque no Domingo, muito embora ande toda a comunicação social a fingir que não viu, pela primeira vez  (ou quase, esqueçamos o PRD) o dito arco da governação soltou-se nos 60%. Não foi a hecatombe do estado espanhol, mas o tripartidarismo agoniza, há que enterrá-lo.

Um PSeguro sem maioria (admitindo que ficasse em primeiro) estacionaria o Clio do Assis na direita. Um Costa, não sei. Sei que no estado a que chegámos a urgência é afogar um governo criminoso. E que para isso há que reforçar a esquerda, e que estas eleições também demonstraram que assim não vamos lá, mas já faltou mais (é somar os votos dos partidos à esquerda). Infelizmente também sei que as capelinhas se colocam acima do interesse geral. É pena. Essa sim, era a bóia de salvação.

Imagem encontrada num sonho.

Foi há 20 anos, recordam-se?…

Nas eleições legislativas de 1991, o PSD obteve mais de 50% dos votos, contra 29% do PS, que lhe permitiram governar confortavelmente até 1995. Nas europeias de 1994, sentia-se no ar o fim do cavaquismo, o PS liderado por António Guterres que sucedera a Vítor Constâncio, capitalizava a esperança dos descontentes, não faltando então quem lhe exigisse uma vitória clara, capaz de catapultar o partido para a vitória nas legislativas em 1995. O PS elegeu então 10 deputados, conquistando 34,87% dos votos, contra os 9 deputados eleitos pelo PSD com 34,39%. Convém relembrar que na altura Portugal elegia 25 eurodeputados, os restantes 6 ficaram equitativamente distribuídos entre CDS/PP e PCP/PEV, o primeiro acima dos 12%, o PCP acima dos 11%.Vitória de Pirro, o PSD seria capaz de dar a volta à situação recorrendo a políticas mais ou menos eleitoralistas, etc… À época também se exigiu a demissão de Guterres, com ele o PS não ía lá. Acabou a vencer de forma clara em 1995 e quase conseguia uma maioria em 1999. Depois veio o pântano numa noite de hecatombe autárquica, mas isso é outra história e todos os ciclos políticos têm o seu final. Ao contrário de alguns autores aqui do blogue, eu não apressaria já o enterro político de António José Seguro.

Pum! Pum! abriu a caça ao Marinho

marinho pinto

Era fatal: quando alguém corre por fora e vence, leva. O António Marinho Pinto é, desde que surgiu nas sondagens como elegível, o alvo do tiro ao boneco.

Quem te mandou ter votos, pá? que ideia horrível, essa de ter alugado um partido pequeno e conseguido furar o sistema partidário, tão cioso da exclusividade das suas lideranças centralizadas. Que chatice, aparecer um tipo com um discurso rebelde, denunciador da corrupção instituída, da partidocracia dominante, que guarda para si não só o poder como o direito a ser sua oposição.

Como centenas de conterrâneos, conheço o Marinho da Anop há uns bons 30 anos. Desde as noitadas na Clep a uma experiência profissional que dificilmente poderia ter corrido pior para ambos. Posso enumerar os defeitos, alguns gritantes, começando num narcisismo antológico, mas também lhe conheço as qualidades, humanas e cívicas. Tem de tudo, como todos nós. [Read more…]

Jesus no Milan…

o maior insulto que um italiano de Firenze, Roma, Napoli ou Modena pode chamar a um milanês é precisamente chamar-lhe milanês. Vai ser um fartote e tanto para a rosa Gazzetta!

Abril de novo, mas não com este povo?

Há uns anos que digo isto em vez do clássico ‘abril de novo, com a força do povo’. Não que não ache que o povo não tenha força. Tem. E é até bastante. Que o digam os quase 66% de abstencionistas que ontem determinaram, com a sua força, os resultados das eleições para o Parlamento Europeu. Acho é que este povo não quer um novo abril. O que é que o povo quer? Se eu fosse os Homens da Luta diria que ‘o povo quer dinheiro para comprar um carro novo, pá’*. Mas, na verdade, não me parece que se possa resumir a coisa a uma questão tão simples. Na verdade, não faço a mínima ideia do que o povo quer. Mas faço, acho que hoje fazemos todos, uma ideia, por pequena que seja, do que o povo não quer.

E o povo não quer votar. Ponto final.

Parágrafo. Parêntesis, vá. O povo não quer votar nas eleições para o Parlamento Europeu. Podem dizer-me que o povo também não quer votar nas restantes eleições. É verdade. Mas só até certo ponto. Desde há anos que as percentagens de abstenção nas eleições para o Parlamento Europeu se situam bastante acima da abstenção para as outras eleições e  quase sempre acima dos 60%. Portanto, parece-me evidente que

o povo não quer votar nas eleições para o Parlamento Europeu. [Read more…]

Abstenção e liberdade

Com o respeito possível por quem pensa o contrário, estou farto de justificações para a abstenção que culpam “os políticos” de não satisfazerem os sofisticados critérios de exigência dos eleitores ou não encontrarem preliminares suficientemente excitantes para os conquistar para o voto. Os comentadores acariciam, assim, o ego dos contumazes ausentes, retirando-lhes a culpa e, mais ainda, a responsabilidade. Somos livres. Estamos condenados a ser livres, como ensina o velho Sartre. Isso significa que, postos em situação, a vida não permite abstenção. As eleições também não. A abstenção como total demissão de intervir – e não ignoro que muitos dos que se abstêm têm plena consciência disto e não procuram desculpas, pois que a sua decisão é pensada – é uma ilusão, posto que, pensando que não estamos a escolher, escolhemos de facto, já que as nossas omissões pesam, aqui, tanto como as acções. Não podemos viver fora da realidade, logo, temos de assumir a responsabilidade das nossas decisões. Sob pena de a própria ideia de Democracia, ou mesmo a sua possibilidade, serem uma miragem. Somos cidadãos, não clientes face à oferta. Temos de estar à altura da nossa liberdade. Da nossa essência.

cabrita de pé na ria de aveiro

cabrita de pé

sem surpresas (mas com um certo ar de alarme)

pela primeira vez desde que tenho consciência cívica e política (desde os meus 11\12 anos) decidi não assistir a uma noite eleitoral. deixei o professor marcelo a pregar aos incautos, o dr. karamba marques mendes a adivinhar o número exacto dos próximos cortes orçamentais, a Judite de Sousa (sem ou com Montenegro; com ou sem equívoco na pessoa) num saco do Pingo Doce e a televisão desligada de forma a poupar energia e pagar menos à China Three Gorges. encontrei-me com a minha princesinha AMF e fomos ao cinema ver Grace of Monaco de Olivier Dahan. apesar da história ser batida, o filme de Dahan acaba por ser bastante interesse e, no plano técnico, é simplesmente fantástico. desde os planos à direcção das cenas, passando pelo límpido som de voz nos diálogos entre personagens.

a campanha foi degredante. do surfer rosa (bem que queria ir ver os pixies para a semana ao primavera sound mas mas todo o argent é escasso nos dias que correm) nos currículos escolares aos vírus despesistas. de reminiscências do holocausto que não foi vivido em verso à governação socratina. Até o filósofo (cientista política, teorético político) teve que se meter na querela e vir a público lavar roupa suja. Sócrates himself, teve ali uns 7 orgasmos seguidos durante os 3 episódios em que pode comentar a campanha. discutiu-se tudo excepto política europeia. discutiu-se tudo excepto os problemas que neste momento precisam de ser resolvidos na europa bem como os que estão a rebentar. como a deflação. o partido socialista ainda tentou lançar a discussão sobre a mutualização da dívida na fórmula desusada de eurobonds mas… com tamanha babugem estavam à espera que a malta andasse informada e estivesse minimamente ciente dos projectos europeus defendidos pelos candidatos?

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Eis a próxima coligação de Governo em Portugal

seguro e marinho

O Costa da Câmara

antonio costa
António Costa, na Quadratura do Círculo, já leu a sina ao seu partido, deixando no ar, quanto ao seu próprio papel, mais um sibilino “não me comprometa”. Não deixou, porém, de traçar uma estratégia, não se ficando a saber se na condição de conselheiro se de putativo alternante. No seu estilo florentino e um tanto opaco, veio anunciar o que todos sabemos: que à derrota histórica da direita o PS tinha oposto uma vitória pífia.

onstatando, por outro lado, que os votos de rejeição do governo se tinham dispersado – além das enigmáticos votos em branco, nulos e “abstenção violenta” – por várias forças de esquerda, onde releva o excelente resultado da CDU, Costa deu a táctica: abordar essas forças de esquerda, com elas estabelecendo um diálogo que potenciaria a capacidade para determinar uma alteração de liderança no PSD. Posto isto, dir-lhes-ia adeus, agradeceria os serviços prestados e faria uma aliança com a direita. Só não percebe quem não quer. [Read more…]

Ganhar, perder e aprender

vadot-europe

Há eleições que todos ganham, nestas europeias todos perderam.

Perdeu a troika, que viu os seus partidos descerem e muito, perdeu o BE, que recua uma década, perderam os dois novos partidos, ao Livre não valeu o colo da comunicação social, o MAS ficou atrás do PNR.

Todos, todos, no que toca a Portugal, não será o caso: a CDU cresceu (mas não evitou que o seu grupo parlamentar tenha perdido um ou dois deputados) e o Marinho Pinto fez-se eleger por quem desta vez escolheu (em 2004 ofereceu-se para cabeça de lista do BE). [Read more…]

O projecto europeu

está sob ameaçaSim, está. Todos os projectos estão sob ameaça. O projecto precisa de protecção. Protejam o projecto.

It’s The End of The World as we Know it….

….mas eu não fico satisfeito, ao contrário do que diz a música dos REM.

Não fico satisfeito (nem surpreendido) com a vitória da extrema-direita (e extrema-esquerda, as quais não distingo em nada) por essa Europa fora. É alarmante. Assustador.

Representa o princípio do fim do sonho europeu. E nestes momentos o melhor é não esconder os culpados: o centro direita e o centro esquerda europeus. Todos sem excepção. Porque levaram o eleitorado a ter de fazer estas escolhas. Porém, o eleitorado não pode fazer de conta que não é nada com ele.

Quando amanhã regressarem as fronteiras, as pesetas/escudos/francos e o retrocesso da liberdade, talvez se lembrem do dia 25 de Maio de 2014. Ou talvez não.

Resultados Eleições Europeias 2014

europeias 2014 resultados Vantagem de 3.75 pontos percentuais para o PS à 1:00. Com efeito,  o “Partido Socialista teve uma grande vitória“. Vê-se também que 15 mil idiotas votaram na extrema direita – a falta que faz a História a esta gente. O Livre… continua livre para a próxima eleição. Já o MPT, perdão, Marinho e Pinto, conseguiu capitalizar o voto de protesto, o que não aconteceu com o BE. O PCP voltou a subir e PSD/CDS continuam a campanha eleitoral iniciada há duas semanas.

Gostam de austeridade? Preparem-se, que vem aí um ano desapertar o garrote até às legislativas, para depois voltarmos ao mesmo. Oposição, não se preparem, não.

Actualização:

Com os resultados de inscritos e votantes já disponíveis (7965 inscritos e 481 votantes) dos consulados que têm suspenso o apuramento por estarem a aguardar, para apuramento, os votos de mesas com menos de 100 eleitores, é possível concluir pela certeza da distribuição dos quatro mandatos ainda não atribuídos na plataforma às candidaturas da Aliança Portugal, CDU – Coligação Democrática Unitária, Partido da Terra e Partido Socialista (indicados por ordem alfabética, por não ser definitiva ordem da sua atribuição). (daqui)

Assim, a distribuição dos mandatos fica: PS 8, PSD/CDS: 7, CDU 3, MPT 2, BE 1

1% das freguesias corresponde a 33% dos mandatos

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O esplendor do país concentrado numa franja de terra.

Moção de censura

Acabada de anunciar pelo PCP. Passos Coelho acha que os partidos estão equivocados, que os portugueses não querem eleições. Keep dreaming.

Europeias 2014 – projecções de resultados

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Confirmando-se este resultado, o PS perde, tendo mais votos. Seguro conseguiu o feito fantástico de transformar esta eleição num referendo à sua liderança. Mas ainda é cedo para lavar cestos. Entre o máximo e o mínimo, há 9 pontos de diferença, o que ditará se a austeridade da direita ganha novo fôlego para as legislativas ou se o PS terá novo líder.

Surpresa é o resultado da CDU, MPT e BE, com leituras distintas. Veremos às 22:00 o que é que se passará.

Adenda: actualizado com a projecção da SIC.

Abstenção

Abstenção entre os 61% e os 66%, segundo a RTP.

Dia de eleições #3

Fui eleito na mesma“, dirá o futuro deputado europeu enquanto  arruma as meias e as cuecas na mala, por cima de um panfleto da campanha.

Dia de eleições #2

A CNE avança às 13h que só votaram 12% dos eleitores portugueses. Estaremos perante um novo record abstencionista?

Dia de eleições #1

preparo-me para votar numa mesa eleitoral do distrito de aveiro. eis que um edil local vira-se para os seus co-religionários e diz: “malta, vão vão ali para a porta da Igreja <<decorria na dita Igreja a primeira comunhão de cerca de 40 crianças>> e tragam-nos todos para votar na rosa. temos de meter o assis lá dentro” – e pronto. a porca da política é mesmo assim.

Número de eleitor

Instruções aqui.

Surpresa, surpresa

europa crisis

Nos países que já votaram, parece que a abstenção tem hipóteses de ganhar com valores de 60% a 70% e eu também me vou mostrar surpreendido. É que não esperava nada disto, nada mesmo. Numa Europa construída unicamente, ou quase, pelas elites, que se mostrou incapaz de reagir à crise financeira e com uma estrutura política profundamente não democrática, como se comprova pelo seu Parlamento que pouco decide e pela sua Comissão não eleita, poderosa mas não tão forte como dois ou três estados que tudo decidem, não se percebe porque razão os eleitores se abstêm de validar uma estrutura política que não foi por eles decidida. [Read more…]

die besten

creio profundamente que é recorrente no mundo do futebol a história repetir-se constantemente. não sendo simpatizante de nenhum dos clubes presentes na contenda (sou fã do athletic de bilbao), tinha um post preparadinho na cabeça caso Diego Simeone e o Atlético de Madrid tivessem vencido a Liga dos Campeões. tenho como seguro que o trabalho que o argentino fez durante esta época no Vicente Calderón será alvo de estudo dentro de alguns anos. o seu a seu tempo, aqui no aventar. não tendo os colchoneros feito a festa em Lisboa, respeito os vencedores bem como todos os pobres tugas que hoje manifestam regozijo pela vitória de um falso “símbolo de portugalidade” que não é mais que um agremiador de dinheiro (uma máquina de dinheiro) outrora usado pelo estado espanhol como um projector de poder e um instrumento de controlo social. [Read more…]

Real Madrid

Num minuto se ganha, num minuto se perde. Ou a dois minutos do fim, que foi quando o Atlético perdeu, quando o Real empatou. O que se passou a seguir foi o prolongamento desse prenúncio.

Tem conta no Facebook e está a reflectir? Isto é para si.

Still Life with Spherical Mirror

A CNE anunciou que hoje e amanhã é preciso cuidadinho com o que se publicar no Facebook. Em declarações exclusivas, desabafou que tem pouca fé na capacidade de concentração dos portugueses, algo já atestado por diversos profissionais da educação, os quais se queixam do défice de atenção dos seus alunos, optando a Comissão por jogar pelo seguro, reduzindo as possibilidades dos eleitores se distraírem na reflexão.

Fonte que pediu anonimato acrescentou ainda que se chegou a ponderar a criação de melhores condições para uma reflexão mais profunda, fechando-se a Internet, medida que caiu por terra porque impossibilitaria a leitura do seu comunicado, do qual se transcreve parte: [Read more…]

algo me diz…

que o fio vai romper por uma das pontas. Lagarde afirmou hoje que Portugal é o país do mundo que mais deve à instituição. 27 mil milhões de euros.
Assertivo também será dizer a Christine Lagarde que a instituição que dirige perdoou imensos mil milhões de dólares a estados onde interveio, principalmente aos africanos, por serem, à semelhança do caso português, de difícil (senão impossível) reembolso. Assim como também perdoou determinados empréstimos concedidos ao abrigo dos famosos programas de ajustamento a estados da América Central para estancar qualquer pavio que pudesse resultar numa acção revolucionária que pudesse colocar em perigo a hegemonia pretendida pelos norte-americanos para a região. Lembram-se do programa de El Salvador por exemplo? [Read more…]

penso eu de que…

Nunca compreendi bem a concepção de dia de reflexão no dia que antecede um escrutínio eleitoral. Nunca compreendi bem o conceito pelo facto da reflexão, como seres racionais que somos (alguns; perdoem-me a excessiva arrogância) ser uma constância derivada da própria natureza humana. O ser humano não pode formular uma ideia assertiva sobre algo ou alguém num dia. Parece-me ponto assente. Muito menos poderá agir de forma consciente num caso concreto que lhe diga respeito de forma leviana.

A minha tenra experiência política enquanto militante de um partido e, sobretudo observador diz-me que em política tudo vale. Desde a mentira ao porco no espetro na safra, [Read more…]

Está um lindo dia

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para provocar nacionalistas e monárquicos. Parece que se vive por um dia o suposto desejo de Filipe I em trazer para a foz do Tejo sua corte.  E que bem ali ficava a capital de uma Federação Republicana dos Povos Ibéricos.

E que o Atlético republicano vença a equipa realenga.

Retrato de Filipe I com as armas de Portugal de Alonso Sánchez Coello, 1580.