Este vídeo mostra a senhora q tanto se falou esta semana.
— LUiS PiNHΞiRO 🍉🍒 (@Be_Yourself_76) August 3, 2022
Como se pode verificar não é brasileira como várias pessoas tentaram passar a ideia (se fosse seria igual).
O racismo e a xenofobia não têm nacionalidade, são um mal transversal q só por ignorância existe. #RacismoeCrime pic.twitter.com/ksvLFwPkw6
Racista, xenófoba, histérica, mal-educada e (aparentemente) a beber acima das suas possibilidades. Eis uma “portuguesa de bem”, acabadinha de chegar da década de 60.
Sim, é a mesma racista que insultou, há dias, os filhos de Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank. E sim, também bebeu acima das suas possibilidades nesse dia. Podes tirar a extrema-direita da tasca, mas nunca conseguirás tirar a tasca da extrema-direita







Um ensaio com semelhante título deveria constituir um debate alargado e aprofundado de várias centenas de páginas. Os conceitos de religião e de reprodução social são, por si só, controversos, estando a proposta de trabalho que o título encerra em desacordo com as melhores hipóteses de estudo do campo religioso. Desde que Tylor (1871) e Frazer (1887), na perspectiva evolucionista e positivista (racionalista) do século XIX, decidiram que a religião era o preâmbulo da ciência, o tema tem sido debatido no campo do ideológico. As próprias contribuições de Marx e Engels (1844, 1846, 1867, 1878, 1892) abordaram geralmente a religião enquanto um conjunto de representações que desaceleram a passagem de uma a outra forma de trabalho na história dos povos. Durkheim e a tradição que fundou, prolongada em Malinowski, Radcliffe-Brown, Mauss e Lévi Strauss, separam do campo do quotidiano os assuntos que constituem matéria de acções e pensamentos que são criados mas não entendidos.
Há duas espécies, os que andam a mendigar na rua e os que andam a “sugar” no Estado Social. Os primeiros, embora menos apresentáveis e mais chatos (não nos deixam ler o jornal sossegados) são bem mais respeitáveis que os segundos.







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