Não, não são vídeos de senhoras russas a fazer chichi numa orgia com Donald Trump que estão na origem da vassalagem que Trump tem prestado a Putin, até à aparente revolta recente quando Trump declarou que Putin está louco. Esses vídeos muito provavelmente existem, mas tal como é referido nesta reportagem da France 5 por um ex-agente do KGB/FSB, a popularidade de Trump é imune a chantagens baseadas em vídeos sexuais.
São sim, dois acontecimentos convergentes ocorridos nos anos 80 que vão selar a ligação/dependência de Trump à Rússia, em particular ao KGB e depois ao FSB:
1- A decisão do KGB de infiltrar a direita americana;
2- O estado dramático dos negócios de Trump.
Depois de décadas a infiltrar a esquerda americana sem resultados úteis para combater o Reaganismo, o KGB decide infiltrar a direita americana para disputar o poder político e económico. O KGB pretendia comprar e controlar empresas, adquirir edifícios para operacionalizar atividades no terreno e sobretudo infiltrar organizações políticas e para-políticas para ganhar poder. O maior sucesso do KGB foi a infiltração da Heritage Foundation. Uma organização de think tanks neoconservadores super-ricos, da direita radical, que permitiram a ponte entre a Trump e os aparentes homens de negócios soviéticos que pretendiam estabelecer relações comerciais entre a URSS e os EUA. Desesperado para salvar os seus negócios, Trump deslocou-se à URSS e [Read more…]

Netanyahu anunciou, abertamente e em conferência de imprensa, a repetição da “solução final” que Hitler tentou aplicar ao povo judeu, aos ciganos e aos comunistas, desta feita contra tudo e todos os que ainda conseguem viver em Gaza. Por vontade de Israel não vai sobrar pedra sobre pedra, não se contará nenhum sobrevivente. Morrerão à fome, com sede, ou bombardeados. Israel já cometeu todo o tipo de crimes. Todos. De guerra e contra a humanidade. Não ficou nenhum horror por revisitar. Gaza é hoje o maior campo de concentração da história. Israel, o Reich do Reich, leva a cabo o holocausto do povo palestiniano desde os atos de terror que culminaram na sua fundação, no famigerado 14 de maio de 1948. Israel foi sempre terrorista. Antes e depois de ser um Estado. Dos ataques à Palestina no tempo do mandato britânico, aos ataques à Palestina desde que foi ocupada, com a conivência do mundo “democrático”. Israel tem um cadastro com mais de 77 anos de terror colonial, de limpeza étnica e de genocídio, mas ao seu lado, no banco dos réus que a história haverá de julgar, devem sentar-se todos aqueles que apagaram as luzes e deixaram tudo acontecer. No combate a Israel como no combate à Alemanha Nazi não há espaço para negociar, porque não há negociação possível entre exterminado e exterminador. Para que a humanidade vença, Israel tem que perder.












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