Jardins de Portugal

Jardins de portugal

fotografia via a funda são e explicação toponímica

Vai viver um ano com o salário mínimo e depois falamos: Alexandre Soares dos Santos

 “que se acabe com esta mania nacional dos salários dos ricos, dos quadros”, criticou Alexandre Soares dos Santos.

“Temos de ter políticas salariais onde as pessoas que trabalham sintam que o produto deste também vai para elas. Têm de haver políticas de remuneração”, salientou o gestor. in RTP

Alexandre Soares dos Santos, segundo a Forbes, foi o único dos milionários portugueses que o ano passado assistiu ao crescimento da sua fortuna pessoal. A minha sugestão ao cavalheiro para uma experiência de vida fora da zona de conforto, do colinho da empresa que herdou do papá, da papinha do estado que acaba de lhe oferecer uma legislação laboral à medida das grandes superfícies comerciais, refere-se ao nosso salário mínimo nacional, com o holandês não vale, ok?

fotografia Luiz Carvalho

Este país é para sardinhas

Mas não é para velhos: Pedro CDS Soares vai meter mais uma cama em cada quarto e assim os lares de terceira idade chegam para todos.

Herberto Helder já nos tinha contado do homem que queria resolver o problema da falta de espaço nos cemitérios enterrando os falecidos na vertical. Mas essa era mesmo ficção.

Demitiram-se? não chega

Diz que a administração da Parque Escolar se demitiu. Não se sabe é quando o Tribunal de Contas publica o que tem a publicar, notifica o Ministério Público e este age em conformidade. Esta gente deitou fora, não fez o que tinha a fazer (recuperar o parque escolar), não criou empregos, distribuiu pelas grandes empresas e ateliers e cometeu vários crimes de lesa-património, histórico e ambiental.

Foi isto a Parque Escolar, um exemplo de topo do socratismo a brincar com o investimento público a caminho da privatização do ensino, desígnio supremo de Maria de Lurdes Rodrigues, única razão que explica a complacência com que Nuno Crato os tratou ao longo destes meses. Vai uma aposta em como a seguir vamos ouvir falar da privatização da empresa que já é dona de dezenas de edifícios públicos?

A fotografia foi publicada pelo Paulo Guinote e feita aquando da intervenção da Parque Escolar no Liceu Gil Vicente. Embora alguém ali tenha comentado “Estes azulejos foram descobertos quando se procedeu a escavações com vista à actual remodelação da escola Gil Vicente. Foram retirados e encontram-se no Museu do Azulejo para serem recuperados.“, o mínimo que se lê na imagem é: prospecção arqueológica, não se faz? No governo que mandou o Museu Nacional de Arqueologia para onde não pode estar deve ter sido um acto de coerência política.

 

Miséria a quanto obrigas

Reafirmando as dificuldades económicas que atravessa, Cavaco Silva decidiu fazer de um daqueles livros chatos onde se guardam os discursos que alguém lhe escreveu um campeão de vendas. Vai daí escreveu umas coisas num prefácio sobre o anterior primeiro-ministro. Estão bem um para o outro. Ainda não percebi porquê mas anda meio mundo muito excitado com o assunto.

Eu o livro não compro, mas se precisar de uma sopinha de urtigas, cá em casa arranja-se. Cada um dá o que pode e a mais não é obrigado.

Eu quero Marcelo candidato à presidência

Anda por aí, à esquerda, uma engraçada discussão sobre Marcelo Rebelo de Sousa putativo candidato à presidência da República. Deixo de lado a parte fait divers de Francisco Louçã o ter convidado para apresentar um livro, desse episódio só me interessa ler o livro à primeira oportunidade, embora sempre diga que convidar um adversário para apresentar um livro, é obra.

Mas desde já me manifesto como apoiante incondicional da candidatura de Marcelo Rebelo de Sousa a presidente de todos os espectadores portugueses, que até assino se for preciso. Por debaixo daquela arrogância de grande mestre da politica nacional está o homem que não foi presidente da Câmara de Lisboa nem primeiro-ministro, um verdadeiro campeão das derrotas eleitorais. Espero bem que seja o candidato da direita, contra ele a esquerda até pode eleger não direi o Pato Donald mas o Corto Maltese, e assim ficará demonstrado que em derrotas também não há duas sem três. Força Marcelo, avante.

O contraditório ao jornalismo de retrete

O caso do artigo que Francisco Almeida Leite escreveu em papel higiénico preto, passe a publicidade, e que tem a lata de defender perante Oscar Mascarenhas armando-se em sénior (tem uma longa carreira como moço de fretes do situacionismo passista, isso é verdade) com o mirabolante argumento de que não era preciso exercer o contraditório, ou seja fazer jornalismo, porque se tratava de um argumentário do governo, tem dado muito comentário. Eui vou-lhe dar o contraditório, a partir de caixas de comentários à notícia espalhada online com pequenas correcções linguísticas, o estilo não será o melhor, mas a verdade não precisa de literatura:

FAL: “Descanso na CP para cada trabalhador é de 30 dias/ano. No metro de Lisboa, se gozados fora do período “normal”, pode também chegar aos 30 dias.”

 É verdade que os motoristas de carris têm 30 dias de férias enquanto os restantes têm 25 , só que nós motoristas temos dias corridos e não dias úteis, se eu tirar 30 dias de férias as minhas folgas contam como dia de férias e se fosse no regime dias úteis os fins de semana (folgas) não contam como dias de férias, então agora façam as contas para ver quem é que tem mais dias de férias , os que têm 25 dias uteis ou 30 dias seguidos. [Read more…]

O PS e a lei do enriquecimento ilícito

A lei pode ter os seus defeitos mas sempre estranhei a obstinada oposição  que o PS lhe move, relembre-se, o partido de Cravinho que mandou as suas propostas anti-corrupção às malvas. Uma lei aprovada por PSD e CDS não pode ir longe, fui pensando, e será sempre inócua.

Começa-se a fazer luz sobre o assunto. Lê-se no CM (artigo pago):

Como chefe do Governo, José Sócrates ganhou mais de 600 mil euros, mas nunca declarou ao TC poupanças nem contas bancárias à ordem com saldo superior a 24 250 euros, como obriga a Lei 4/83, relativa ao controlo da riqueza dos políticos.

A viver em Paris desde Setembro, sem qualquer actividade remunerada conhecida, Sócrates, que também não pediu a subvenção vitalícia a que tem direito, estará a viver de poupanças. Agora, poderá ter de fornecer ao Ministério Público, no âmbito dessa fiscalização, as contas à ordem com saldo superior a 24 250 euros, equivalente a 50 salários mínimos. [Read more…]

Pão e Rosas

Para todas as mulheres que lutaram pelo pão, mas também por rosas. Muito em particular por uma amiga que hoje nos deixou.

 

O dogma dos direitos adquiridos

Ao que parece a ministra da Justiça decidiu legislar contra a crise, cortando nas gorduras inúteis do estado e promovendo a solidariedade social, dois em um que se obtém acabando com os longos processos em tribunal porque um sem-abrigo rouba um pacote de bolachas ou um sabonete.

A direita já lhe chamou de socialista para baixo (a direita não faz a mínima ideia do que é o socialismo mas gosta de usar a palavra como insulto, a sua imitação do clássico “fácista”), horrorizada, como diria Noronha de Nascimento, com a perda do direito adquirido à propriedade privada, neste caso em formato microscópico. Quando as hordas de pobres lhes invadirem as macro-propriedades vão ter outro colapso, tipo 75. Habituem-se, saiam da zona de conforto, emigrem para a Alemanha e deixem-se de pieguices.

Em defesa e simplificação de Álvaro Santos Pereira

Também me dá muito jeito que caia, é costume ler-se como sinal de o governo ir atrás, embora preferisse decifrar o mistério das sondagens desaparecidas.

Mas a forma como este ministro deste repelente governo, onde manda um homem que não sabe soletrar para si próprio filho da puta, tem sido tratado, causa-me a repulsa que a palavra dignidade impõe. De todos os ministros  foi o que menos estragos fez, digam lá que foi por nada fazer, mas os outros fizeram, e andamos pagar por isso.

Um governo que tem uma Cristas que defendia ontem o que hoje se esquece, ou um Mota a dar aos caridosos o que não dá aos pobres, um Crato que não faz absolutamente nada do que andou anos a escrever, um Aguiar Branco que na defesa até perdeu a pronúncia do norte, um governo que se pode resumir em ter um Relvas, ao pé do qual a memória de Augusto Santos Silva se transforma na de alguém sério, um governo de profissionais da politiquice juvenil decorada com o acne do oportunismo não pode ser bombardeado pelo lado de quem nunca dela viveu.

Que tenham ido buscar o Álvaro para bobo da corte, até entendo, como estratégia de comunicação foi um achado.

Mas muito simplesmente não alinho nisso. E sim tem que ver com uma vaga solidariedade académica. A diferença entre o Álvaro e a maioria dos seus colegas de governo começa em ter-se licenciado numa universidade a sério, e séria, que também é a minha. Séria e a sério, neste governo, poucos mais se podem gabar disso, em universidades e em vida. Ia apostar que este sai de ministro e volta para onde estava. Os outros já sabemos a lusoponte que os espera à esquina da carreira.

Vítor Gaspar, o cábula mentiroso

Ontem li a do dom de deus mas nem reparei nesta afirmação:

Não temos pressa e a história garante que venceremos a crise.

Que ele não tenha pressa, compreendi-te, está na zona de conforto, não conta os tostões para ir ao médico nem os subtrai para fazer a sopa do desempregado.

Agora essa garantia da História, que toca cá para os meus lados, merecia que ele explicasse quando, onde e em que regime político uma crise desta envergadura foi vencida com a receita da austeridade, da privatização e do desemprego. Ele ou quem quer que seja. O cábula mentiroso não confessa a ignorância, afirma-a como verdade. A menos que se trate da história da carochinha, entendi-te.

Bandex – A visita

Hoje dá na net: Charles Chaplin – O Grande Ditador

Com Charles Chaplin, Jack Oakie, Reginald Gardiner e Paulette Goddard

A grande parábola ao nazismo, um dos filmes mais inteligentemnte pacifistas de sempre.

Ficha IMDB

Depois da fé na chuva, agora o dom de deus

No discurso oficial, que Vítor Gaspar proferiu sem rodeios em menos de cinco minutos, fez referência às origens familiares que tem em Manteigas, aludindo aos ensinamentos da sua avó Prazeres, para quem a “todos Deus conferiu um dom que, chegado o dia, será posto ao serviço para procurar o ‘bem comum’”. As Beiras

Ainda corremos o risco de confundir o governo com um conclave religioso. Aguarda-se o processo de beatificação da troika e as peregrinações pelo crescimento do PIB. E eu a pensar que o deus deste governo era o mercado,

A ilusão do sucesso no ensino privado

Um estudo da Universidade do Porto arrasa a verdadeira fraude que sempre foram as classificações dos alunos no ensino privado.

Fica demonstrado que os colégios dão muito jeito para entrar no curso pretendido mas depois se revelam uma má preparação, já que os alunos provenientes das escolas públicas obtêm melhores resultados na universidade. 

Passível de entendermos se tivermos em conta a inflação das notas no privado (para todos os efeitos trata-se de avaliar clientes), o ensino centrado nos exames (que não é a mesma coisa que centrá-lo na aprendizagem e na autonomia) e a realização dos exames nas escolas privadas (um completo absurdo, agravado pelo facto de estas escolas enviarem os seus professores para avaliarem exames vindos das outras escolas, suas concorrentes). Não sendo nestes factores que se colhe a explicação, digam-me lá onde está ela? bruxedo?

A fruta

O desenrolar do campeonato tem espevitado o curioso sobre a fruta no futebol que havia em mim.

Eles andam aí

Trabalhava numa organização clandestina com base em Espanha para apoiar o povo português que não estava com o Partido Comunista. Ajudámos o chamado levantamento popular do Verão Quente de 75, em que houve assaltos às sedes dos partidos comunistas e de extrema-esquerda. (…)

Como é a vida de clandestino?
Há um livro que se chama Dossiê do Terrorismo, das edições Avante, de 1976, que descreve dia após dia o calendário de todas as acções ‘terroristas’, ou seja, anticomunistas. Nesse livro está uma fotografia minha na estação da Campanhã que tem como legenda: ‘O Capitão van Uden, mais conhecido pelo Colombiano, momentos antes de iniciar uma operação terrorista na cidade do Porto’. Não fui preso por milagre. Detectaram-me, mas despistei-os sempre.

A rede terrorista ELP/MDLP começou por ser investigada pela PJ com um inspector especializado (era membro da organização) a comandar as operações. O que chegou a tribunal não serviu para nada. Falamos de assassinos, bombistas confessos, terroristas puros e duros. Agora dão entrevistas sob o retrato do maior canalha que passou pelo governo de Portugal, Miguel de seu nome, banido para sempre, recuperado por Salazar.

Hoje dá na net: 1492, A Conquista do Paraíso

A História na forma de encomenda. Mal contada. Uns vendem-se, outros não.

Ficha IMBD. Legendado em português.

Todos os que se passam, passam na RUC

Ela não se vende às editoras, passa os discos que os que a fazem querem, e querem porque gostam.

Ela não faz fretes informativos, faz informação local, é uma escola de jornalismo de onde já saíram grandes jornalistas.

Ela é a rádio, talvez a única herdeira do espírito das rádios livres dos anos 80, domesticadas pela legalização que fez de quase todas barrigas de aluguer de empresas de comunicação nacional.

A minha Rádio Universidade de Coimbra faz hoje 26 anos. Parabéns aos que a fazem, parabéns aos que a fizeram. Sempre no ar.

Orquestra CajaBucalho

Aviso prévio: sou amigo do João Carlos Rodrigues, por quem também tenho enquanto músico e professor uma admiração suspeita, é claro, mas que nem por isso deixa de ser merecida.

É natural que deixe aqui um apelo a que colaborem com os CajaBucalho no lançamento do seu disco. Além de achar que enquanto músico o João é do melhor que temos (quem tem a minha idade e é de Coimbra ou arredores lembrar-se-á da Banda do Arco da Velha, que teve o azar de terminar pouco antes de sair o primeiro álbum do Rui Veloso), sempre vos conto esta: perdi o João de vista quando ele foi para a Trafaria leccionar. Um belo dia encontro-o numa reportagem televisiva onde aparecia como professor modelo que num meio complicado ainda trabalhava com os miúdos depois de cumprido o seu horário (e os CajaBucalho também são um resultado disso). Passado algum tempo apareceu outra vez na comunicação social: pela primeira vez uma escola fazia greve em solidariedade com um professor agredido por familiares de alunos, era o João.

Na última dúzia de anos temo-nos cruzado  em coisas das recriação histórica, deu-lhe para inventar instrumentos e refazer sons, muito no que hoje chamamos música de fusão, com base na portuguesa. Agora lança-se na aventura de meter cá fora um disco, já gravado, sem editora a intermediar. Todos temos orgulho nos nossos amigos mas às vezes uns merecem mais orgulho do que outros. É o caso. Por 10 euros podem pré-comprar o álbum ou um bilhete para o espectáculo de apresentação. Deixo-vos o texto que podem ler no local apropriado para contribuírem[Read more…]

Leituras de moralidade duvidosa

O Luís M. Jorge desembrulha um feitor em cada Camilo pregando a nossa salvação no teclado.

O Ricardo oferece memória a Cavaco, o privatizador das rádios livres (tordesilhasmente divididas entre o bloco central e pouco mais).

Porque deve a Alemanha aumentar os seus salários?

Porque os baixou. O que se segue, com uma ligeira adaptação, vem de um rascunho inspirado numa cimeira europeia, escrito se não erro em novembro. A visita de Paul Krugman e a sua afirmação de que devemos reduzir os salários comparativamente com os da Alemanha, embora  fosse “preferível subir os salários dos alemães – de modo a estimular o consumo no país e, consequentemente, as outras economias do euro“, fez-me ir ao baú.

Há duas crises na Europa, que se multiplicam: uma, desde 2008, foi provocada pelos mercados à solta com epicentro nos EUA, a outra chama-se Berlim. A Alemanha recuperou da reunificação moldando a Europa, particularmente os países do sul,  aos seus interesses, substituindo um marco que não lhe dava competitividade por um euro feito à sua medida.

A reunificação serviu em primeiro lugar como desculpa para retirar ao trabalhador alemão os seus direitos:

Quando vim viver para cá, há vinte anos, não era preciso trabalhar mais do que oito horas por dia para ter direito a ganhar muito bem. Na primeira empresa em que trabalhei, todos os minutos dados a mais eram somados e convertidos em dias de férias. Todos os minutos.
Agora, os contratos de trabalho são feitos com isenção de horário.  (Helena no 2 Dedos de Conversa)

O Euro “foi o dumping salarial na Alemanha que originou um grande superavite na balança comercial” e quem acusa Angela Merkel de ser a mulher mais perigosa da Europa não sou só eu, é um dirigente da esquerda alemã.
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Hoje dá na net: O Mar é Nosso!

Realização: Tiago CravidãoSucessivas leis têm vindo a privatizar o espaço público. Tenta-se proibir a pesca nos parques naturais, depois nas zonas costeiras, agora também em rios.Prémio Melhor Grande Reportagem na primeira edição do Grande Angular – Festival de Jornalismo Televisivo.

Um plenário de desempregados

Organizar desempregados sempre foi uma enorme dificuldade dos movimentos sindicais e sociais pelo mundo fora. A situação de quem procura emprego é mais próxima do desespero e do salve-se quem puder do que de entender que juntos podem combater muito melhor a sua situação individual. Este plenário aprece-mo pois uma boa ideia. Espero que tenha sucesso (é já no dia 1).

O massacre de um manifesto

Os do costume voltaram a mandar uns bitaites sobre política energética. O Rui Curado Silva faz um desenho, diria eu que à comunicação social que come tudo e não investiga nada.

A ministra do humor

A preocupação com o Ambiente tem a ver com a forma como consegue fecundar todas as outras áreas da governação.

A afirmação não é do Bruno Nogueira, é de Assunção Cristas e consta de uma longa entrevista que o Público dá hoje à luz. Confesso que fiquei pasmo. Imaginei o Ambiente, qual abelinha esvoaçando pelo Conselho de Ministros largando pólen no receptáculo do Gaspar e na gravata do Álvaro, ambos inebriados de comoção ambiental. Vislumbrei o Mexia e o Catroga gesticulando furibundos enquanto gritavam: Não me fecundem as barragens que nós chamamos os chineses. Pareceu-me ouvir Passos Coelho explicando serena mas firmemente a Paulo Portas que há limites numa coligação, e que se pode ir para lá da troika mas convém não exagerar.

Ultrapassados estes devaneios, desci à terra e lá entendi. Numa  entrevista em que se afirma disposta a mexer na lei dos solos acabando com as mais-valias urbanísticas, dar a terra a quem a quer trabalhar e resolver o cadastro rural, a ministra, inteligente, deixou esta chave que nos permite a descodificação do discurso: vai mudar de ramo, dedicar-se ao humor, o Bruno tá tramado e os Gatos Fedorentos que se cuidem ou ela papa-lhes o contrato com a Meo. Estamos fecundados.

Ao cuidado de A. Cristas, ministra da Fé na Chuva

A net é como a farmácia, há de tudo e para todos. Fui dar com este vídeo, um mashup de Rain Song dos Day of Fire, com imagens de Jesus retiradas de uma série intitulada The Living Bible.

Eu, ateu confesso, te ofereço, Assunção, neste Domingo, com votos de muita chuva. Amen.

Hoje dá na net: Detrás del dinero

Primeiro filme do mexicano Alejandro González Iñárritu (realizador de Amor Cão, 21 Gramas, Babel, Biutiful), produção televisiva de 1995. Com Miguel Bosé e Claudette Maillé.
Em castelhano. Ficha IMBD

Hoje dá na net: João Salavisa – Arena e Duas Pessoas

As duas primeiras curtas-metragens de João Salavisa

Arena

Curta-metragem portuguesa escrita, realizada e editada por João Salaviza, Palma de Ouro (para curtas) em Cannes 2009.
Ficha IMDB.

Duas Pessoas

Exercício filmado pelos alunos do 2º ano (2003-2004) do Curso de Cinema da Escola Superior de Teatro e Cinema, centrado no tema da prostituição.
Ficha IMDB (ver o filme depois do corte)

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