Mercado não quer veado

veadoNos últimos tempos temos assistido aos apetites gastronómicos do Mercado, os quais se tem manifestado em parangonas como “Dívida: no primeiro leilão pós-PEC a procura superou a oferta” (i), “Leilão de dívida pública teve grande procura e juros a dez anos em baixa ligeira “ (Público) ou ainda “Dívida portuguesa com forte procura” (DN).

Apetites não se discutem e cada qual come o que bem entende mas, com um apetite assim voraz, sempre pensei que o Mercado acabasse por comer algum veado, não destes mas daqueles que a Câmara da Nazaré tinha posto à venda. É certo que pagar a pronto, ter alvará da Autoridade Florestal Nacional e possuir um documento atestando que o comprador teria condições para abrigar os veados é capaz de ter afastado um ou outro interessado. Mas não terão sido estas simples e universais condicionantes que terão impedido o Mercado de se satisfazer com estes belos cervídeos, sendo antes o seu gosto por lixo a determinante condicionante para esta ausência.

Mercado não quer veado, está visto, o que torna oportuno lembrar aquela velhinha anedota do Bocage quando ele entra no comboio e pergunta “- Um par de cornos, quem precisa?” e, perante a ausência de resposta, deixa sair entre dentes “- Está tudo servido”.

Casamento, ritual e lucro: a produção de produtores numa aldeia portuguesa (1862-1983)

rituais de casamento       1. O Problema.

 Falar em produção de produtores significa, para mim, falar nos meios, ritualizados ou não, através dos quais tem lugar a produção de seres humanos que trabalham a terra. A produção de produtores é uma parte de um processo muito mais vasto de reprodução social. Torna-se necessário, por isso, esclarecer, antes de mais, o que entendo por reprodução social e o que esta é enquanto processo.

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Moody’s Europe Tour

moody's europe tour

 

Moody’s cortou rating da Irlanda para “lixo”

  • Grécia
  • Portugal
  • Irlanda
  • Itália
  • Espanha
  • Talvez ainda dê para mais um país se não faltar o gasóleo

EMEL e os estacionamentos em Lisboa

A EMEL mudou recentemente o sistema tarifário do estacionamento de rua, pretexto para se tentar perceber quanto vale o mercado dos parquímetros na capital.

Custo do estacionamento em Lisboa Custo do estacionamento em Lisboa Custo do estacionamento em Lisboa

imagens: site EMEL

De acordo com os tarifários anunciados:

  • Zona verde: 62% dos lugares, 0.80€ / hora
  • Zona amarela: 35% dos lugares, 1.20€ / hora
  • Zona vermelha: 3% dos lugares, 1.6€ / hora

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Ideias para o Verão – Don’t Worry Be Happy

Na vida temos por vezes problemas e quando nos preocupamos ainda os dobramos. Por isso, não te preocupes, sê feliz.  Uma música de Bobby McFerrin.

E é verdade…

musiquinha

PS assinala que “redução das desigualdades” foi constante desde 2005

Os exemplos até, por acaso ou não, corroboraram a tese. Um empregado de balcão num banco conseguiu chegar a administrador. Um vendedor Avon subiu até a administrador dos CTT mesmo sem licenciatura.  Outro  foi vogal, também nos CTT, apenas com a frequência do 3º ano de um curso de  Contabilidade e Administração. Depois há aquele Dragão de Ouro que, de funcionário do Banco Cetelem, chegou a Administrador executivo da “holding” Portugal Telecom e a Administrador Não-Executivo da Tagus Park. Isto apesar daqueles que já estavam bem e, por isso, não puderam melhorar assim tanto. Mas enfim, não pode ser só aspectos positivos…

Desde 2005 houve muitas desigualdades reduzidas. Infelizmente o anterior governo não esteve lá tempo suficiente para que chegasse a vez a todos.

Deus e a internet

image

Assisti há dias a uma discussões do género “é como eu digo”, “não, não, é como eu digo”. Uma daquelas teimosias que às vezes davam em apostas mas que neste caso teve um desenvolvimento novo. Um dos arguentes sacou do telemóvel, ligou-se à Internet e foi à Wikipédia buscar argumentos para a sua discussão.

De Deus diz-se ter as características da omnisciência, omnipresença e omnipotência. Este meu amigo rápido a sacar da sua geringonça internética procurou estar perto de tudo saber. Graças às redes sociais, acaba por estar com os seus amigos alemães, ao mesmo tempo que fala com a família em Portugal e com a namorada que está a fazer um curso em S. Francisco. Uma espécie de omnipresença, portanto. Para compor a áurea divina faltar-lhe-ia a omnipotência, mas a publicidade com slogans como “Yes, you can”, “Just do it”, “Tu mereces”, trata de lhe dar essa ilusão.

A Internet no bolso está a mudar a forma como as pessoas interagem. A radio, a imprensa, o telefone e a televisão trouxeram novas formas de aceder à informação. O computador e a Internet tornaram esses mesmos acessos ainda mais versáteis. Mas o “always on” vai muito além destas mudanças, transformando o individuo numa entidade mais dispersa. E se um dia se encontrar a forma de preservar a vida muito para além da nossa existência de algumas décadas, o que seremos então?

As juntas médicas

Serão as juntas médicas, a solução para o restauro financeiro da Segurança Social? Conheço variados casos de pessoas que infelizmente padecem de doenças graves como o cancro, e são enviadas para o trabalho, para que morram a produzir.

Este tipo de situações tem-se vindo a revelar com muitíssima frequência já que acompanho um parente próximo a frequentes juntas médicas e deparo-me com casos terminais às vezes de doentes que são obrigados a ir trabalhar, mesmo que não produzam nada e sejam as vezes até um entrave dada a sua condição de saúde, para os seus colegas de trabalho.

Tenho vindo a entrevistar muitíssimas pessoas, e a recolher exames médicos, e outra documentação para ir registando falhas médicas graves do nosso Sistema Nacional de Saúde. Este tipo de situações acontecem quase sempre em grande percentagem aos funcionários públicos, e ou empresas que têm contratados seguros médicos a grandes multinacionais. [Read more…]

Um Dia para Levantar Fronteiras

Um Dia Como os Outros

Nos 125 anos da ponte rodoferroviária de Valença-Tui© 03.2011

Por Um Melhor Caminho de Ferro

Programa das festas aqui.

 

…e quem cria o lixo?

Sugestões para o Verão – Ouvir Clara Pinto Correia na Antena 1

A1 CIÊNCIAA título de exemplo, ficam aqui partes do último programa, emitido no passado dia 5 de Julho, sobre as inquestionáveis vantagens do pepino:

  • Extremamente “útil nas hortas e na jardinagem” para evitar pragas. Único rival à altura: o sapo.
  • Amigo da “vaidade das mulheres”, colocando uma rodela de pepino em cima de cada olho. Recomenda-se “ambiente quente e húmido” para ajudar o restauro da pele dos olhos.
  • Usando-o ao “serviço da felicidade, do bem-estar e da manutenção do organismo feminino”, usando-o “untado com uma qualquer forma óleo como forma de manter os músculos vaginais activos e flexíveis depois da menopausa”. Um pepino “usado todos os dias um certo número de vezes  foi considerado, desde o tempo do antigo egipto, como a melhor forma para a mulher mulher manter a sua zona pélvica devidamente tonificada, equilibrada, preparada para se manter em funções depois da menopausa.”

Programas acessíveis na página do program A1 Ciência, estando o áudio deste programa em particular  aqui.

Moody’s, amor com amor se paga

pedofilia

…ensaio destemido….mas necessário….para pais e avós…

Quem lê os meus textos sabe bem que tenho arremetido contra um facto sexual, punido por lei, o abuso sexual de menores por parte de adultos que apenas procuram o seu bem-estar sexual e emotivo, violando crianças que nem têm desenvolvimento emotivo nem intelectual para entender o que acontece. Apenas sofrem fisicamente no minuto do facto, desenvolvendo, emotivamente uma desconfiança nos adultos que não conhecem. Acaba por ter uma vida adulta dura, triste, desconfiada, como tenho analisado em outros textos sobre a pedofilia. Após ter revisto a minha própria produção sobre o agir pedófilo, após rever as provas que tenho, concluí que o abuso de menores é um crime que merece prisão para quem o comete, e atenção psicológica para quem o sofre. No meu livro Yo, Maria del Totoral, publicado no Chile pela Editora da Universidade Autónoma de Chile, 2008, e em Portugal por Estrolabio, 2011, reparei que é um facto que acontece ao longo de muitos anos e nunca tinha sido considerado lesivo nem criminoso. No caso da rapariga abusada em Maria del Totoral, acaba por viver uma vida de vergonha, especialmente porque, quem abusa dela é o irmão da sua mãe, com o saber e consentimento dela. Não apenas esse saber, como a punição da rapariga se não faz o que a sua mãe manda. [Read more…]

Obrigado Moody’s

LixoTenho ouvido cobras e lagartos por causa da Moody´s ter classificado a dívida portuguesa como lixo mas acho que estão todos errados e não vislumbram o bem que empresa fez à nação. Em primeiro lugar, o lixo deita-se fora ou recicla-se, levando a que algo incomodo deixe de chatear, ou até seja transformado em algo útil. Temos assim legitimidade para fazer desaparecer o buraco das nossas contas, algo que os governos anteriores procuraram fazer com os habituais truques de contabilidade mas sem que lhes fosse reconhecida legitimidade para tal. Agora, se um estrangeiro nos diz que podemos chapar fora este lixo, então é porque tal se pode de facto fazer.

Em segundo lugar, todos nós sabemos que quanto mais alto se está, maior será a queda. Ora bem, em Fevereiro (sim, há cinco meses apenas) o nosso governo fartou-se de gabar o excelente estado das contas públicas, que até tinham um excedente orçamental, e foi o que se viu. Sempre a piorarmos, sempre em queda. Agora a Moody´s veio dizer que estamos no lixo, que batemos no fundo, pelo que, a partir daqui, será sempre a subir. Só boas notícias para animar esses medrosos dos mercados, da bolsa e dos investidores.

Vá, agradeçam a quem nos ajuda, vá lá.

Falar, entender


As crianças, vêem, ouvem e calam, especialmente em dias como estes, em que tudo está a mudar e nós devemos seguir essas pegadas para ultrapassar a miséria.

A criança fala, mas não entende do mundo dos mais velhos, menos ainda de finanças, acordos partidários e convénios políticos e sindicais. [Read more…]

A dívida pública e o lixo. Pensam o quê?

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pensam o quê?!…

ruralidades

O título não é meu. Pertence a uma equipa de intelectuais  que criou um espaço de debate, para debater a crise económica e política que nos afecta. Como a toda a Europa, excepto aos países precavidos que sabem investir o seu dinheiro em bens que rendem lucro.

Temos herdado, desde os tempos em que o nosso país entrou na então Comunidade Europeia, um deficit de moeda para investir, lucrar e obter mais-valia dos bens que o nosso mercado pode criar e vender. No entanto, Portugal foi sempre um país pobre. Em 1984, foi aceite na União Europeia, o dinheiro que entrou foi usado em construção de estradas, que não havia, em melhorar as comunicações dentro do país, modernizar os paços mais antigos, para servir de habitação de férias de Verão para que cidadãos de outros países visitassem a nossa Nação. Nação que tem tido como a sua melhor riqueza, essa rica geografia da que foi dotada na criação do mundo, com casas lindas nascidas do imaginário fértil da mente lusa. [Read more…]

“O Caminho de Ferro” é o Futuro…

Relembrando – “A Direcção da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho têm a honra de convidar Va. Exa. a estar presente no próximo dia 8 de Julho (6ª feira), pelas 21h00, na Sala de Conferências da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho, em Monção, para assistir à conferência que será proferida conjuntamente pelo Prof. Doutor Jorge Alves da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e investigador do CITCEM; pela Prof. Elsa Pacheco – Prof. Associada do Departamento de Geografia da Universidade do Porto e por Hugo Pereira – CITCEM/Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
A conferência conjunta intitula-se O Caminho de Ferro e o desenvolvimento económico Alto Minhoto.
Esta é a 4ª conferência organizada pela Casa Museu de Monção/UM no âmbito do ciclo de conferências comemorativas dos 750 anos da atribuição do Foral à vila de Monção.

Os leitores do Aventar merecem o melhor: Da chegada do comboio a Monção(1915) – A Inauguração da Ecopista do Rio Minho – Travessas do caminho-de-ferro – Outras travessas em Melgaço – A integração de Portugal na Rede Verde Europeia – Ecopista do MinhoPlataformas Logísticas de Valença e As Neves

A vida é tramada

Maria José Nogueira Pinto

foto: José Boavida Caria

Maria José Nogueira Pinto morreu aos 59 anos. Uma jovem.

Ideias para o Verão – Ego trip

intel museum of me  intel museum of me

Em vez de uma viagem aos Açores, que o dinheiro anda curto, faça uma viagem ao seu mundo facebookiano.

intel.com/museumofme

Impresisonante. Uma forma diferente de fazer publicidade.

Ninguém gosta dos transportes públicos

A moda agora é defender que se acabe com tudo o que dá prejuízo.
Parece-me bem, principalmente se contabilizarmos tudo que temos que contabilizar sempre que analisamos o custo de um serviço.

Eu por exemplo acho que os custos atribuídos ao transporte individual privado estão subavaliados… não consideram quanto tivemos que investir em infraestruturas (nomeadamente autoestradas), o impacto que tem no ambiente (qualidade do ar e não só), o impacto económico das importações de petróleo (que, não, não vão ser compensadas com a construção de mais barragens), o impacto social de ter menos tempo disponível para trabalho/descanso (pelo tempo que passam em filas de trânsito) etc, etc.

Por isso até acho que devíamos aumentar o custo da gasolina (para 2€/l por exemplo) e/ou portagens de forma a incorporar esses custos. A receita extra seria naturalmente para aplicar em transportes públicos.

Não em projecto faraónicos tipo tgvs que não têm nada de público e limitam-se a ser fonte de rendimento para construtoras mas… sei lá… por exemplo para acabar a remodelação da linha do norte (que começou há 20 anos) para os pendulares poderem circular sempre a 200kmh, ou, bem há centenas de pequenos projectos possiveis que poderiam ser feitos.. é só escolher. Mas claro, primeiro é preciso decidir.

Carlos Moedas: um percurso invejável

Passou por quase tudo o que é pai da crise. É obra, é o que se chama um homem preparado. A ler Carlos Moedas, ao seu dispor.

Liberalizem os despedimentos…

e deixem à solta os filhos da puta.

Estava eu a almoçar num local que frequento com alguma regularidade quando, por força da proximidade e do volume da conversa, fui obrigado a ouvir o que se passava na mesa ao lado. Estavam dois indivíduos entre garfadas quando um deles recebeu um telefonema. Faço apenas um resumo do essencial, mas a totalidade dos pormenores, cada frase, todos os sentidos, eram do género do que se segue:

-….

– Ai é? E quem era o responsável?

-…

-Não sabes? Então, se queres mostrar quem manda, despede um já hoje. Um qualquer, ao calhas.

-…

– Ao calhas, sim, se queres mandar despede já um. Ou dois. Assim os gajos percebem quem manda.

-…

– Não queres despedir os portugueses? Então despede brasileiros, dois ou três de uma vez.

-…

-Quais? Os que te apetecer. Dizes aos gajos “meu amigo, você já foi ao SEF? Não? Então rua”.

-…

-Têm data marcada para ir ao SEF, estão à espera do dia agendado? Então aproveita agora, dizes “já devia ter ido” e pões os gajos a andar. Depois agarras em dois dos que ficarem e dás uma gratificação de 50 euros a cada um. Esses ficam do teu lado. Vem nos livros: há sempre uns que são neutros, uns que estão contra ti e uns que ficam do teu lado, esses são aqueles que te dão o poder. Agarras já nos que gostas menos e andor. Eu dei-te o poder, não foi para me vires pedir para resolver estes problemas. Desenrascas-te e mostras logo que tu é que mandas. Se não fizeres isso, não me venhas pedir ajuda quando der para o torto. Não se pode ser simpático com seres humanos, tens que os tratar abaixo de cão. Estes gajos são animais, é isso que tens que perceber.

-…

O telefonema ainda continuava quando me levantei, paguei e disse ao homem, em voz alta, que era um asqueroso. Ia na soleira da porta quando chegou a resposta.

– Asqueroso és tu.

Nem me virei. Com esta resposta tenho a certeza que a pessoa do outro lado ouviu. O que fez a seguir, não sei. Provavelmente era apenas mais um cobarde asqueroso e seguiu os conselhos do chefe, eventualmente, até, com excesso de zelo.

Deixem os filhos da puta à solta e verão. Como dizia o primeiro sem perceber que se auto-retratava “estes gajos são animais”. Pois é. E é isso que temos que perceber.

Piropo a mulher bonita não é crime (II)

 

«Abençoados pais que conceberam esta coisinha linda»

Sim é possível deixar tras-os-montes ainda mais isolado

Há uns três anos atrás, aproveitando outra reflexão, sugeri que em vez de se construir uma auto-estrada transmontana que quase a unica coisa que vai fazer é tornar pago o único acesso moderno ao interior, se optasse por reformular as ligações internas às capitais de concelho do distrito de Bragança e ligações a Espanha.

Isto porque me parecia que 310M€ para converter o não muito bom mas relativamente seguro e aceitável ip4 entre Vila Real e Bragança era dinheiro mal gasto, ainda para mais dinheiro que não tinhamos e ainda para mais quando podia ser gasto em investimento (em estradas) mais produtivo.

Agora, com as obras a meio, com cortes sucessivos no ip4 que nos levam a revisitar a EN15 (onde eu demorava umas 5 horas para fazer porto-bragança) resolvem fechar a torneira e suspender as obras por 90 dias.

É justo, como o fecho de vigo/valença para poder comprar carros para os administradores da cp, todos temos que participar na ajuda ao país.
Pena que tenha que se impor isso a quem já não tem ligações ferroviárias (quando há 50 anos eram dezenas de quilómetros), não tem ligações rodoviárias decentes e as que tem são sempre as últimas a ser construídas.

Ideias para o Verão – saco Tetrapack

imageEstá em férias e não sabe o que fazer? Duvido. Se calhar ainda não está em férias mas sonha com elas… Bom, não estará só. Tendo em mente a época veraneante, começa aqui hoje uma série tipo cor-de-rosa-mas-que-faz-falta-para-desenjoar-da-política. Pretende-se publicar uma por dia quando calha.

A ideia de hoje é ir ao site weupcycle.com/en e escolher uma de entre as imensas coisas coisas que se pode fazer com materiais recicláveis. Como este saco feito de embalagens Tetrapack.

A Nova Ponte Sobre o Tejo

Ano de 1934;

74 anos depois, o LNEC achava que sim.

Piropo a mulher bonita não é crime


«És boa como o milho!»