Nuno Crato diz que a informática no 9º ano é para acabar, já que, afirma, os alunos quando chegam a este nível de escolaridade já a dominam. Depois de me ter sobressaltado, reflecti e concluo que o autor do termo “eduquês” tem toda a razão. Como todos saberão, a informática corresponde, na sua essência a uns e zeros. Como 1 tende a ser uma nota frequente entre os alunos e 0 começa a ser o dinheiro disponível nas carteiras dos respectivos pais, que aluno não dominará ainda a informática aos 15 anos? Os ricos, claro, e esses que paguem as suas lições de Facebook.
Soube também, de fonte segura, que as software houses já aplaudiram a medida. Depois de terem começado a pagar 500 euros a recém licenciados, vêem nesta medida a oportunidade de finalmente serem competitivos com a China e com a Índia, indo buscar os seus IT expert saídinhos do 9º ano.
Finalmente, quanto aos que passaram anos a dizer que o programa e-escola, e-escolinha em nada contribuiria para desenvolver competência tecnológicas nos alunos e que os Magalhães não passavam de brindes eleitorais, espero que mordam a língua e reconheçam o seu colossal erro. Que outro país consegue à saída do ensino básico fornadas de Steve Jobs, de Bill Gates e de Linus Torvalds? Aprendam, seus velho-restelianos.


















Portugal continua a dar novos mundos ao mundo. O Aventar apurou que Kenneth Martin Sorsony, o “bandido intestinal” apanhado na Florida, terá seguido o exemplo dos governantes portugueses, ao defecar nas imediações de uma escola secundária naquele Estado norte-americano. Depois de detido, Sorsony terá confessado que tentou imitar o governo português assumindo-se como um mero aprendiz face ao Ministério da Educação de Portugal que anda a fazer o mesmo que ele não nas cercanias das escolas mas no interior das mesmas, o que revela uma habilidade que não está, ainda, ao alcance de um simples iniciado. Sorsony revelou o desejo de emular Passos Coelho e o restante governo que andam a cobrir todo o território nacional com uma camada fecal digna de um recorde do Guiness: “O modo como defecam na administração pública é uma verdadeira obra de arte”, afirmou o norte-americano que já pediu para cumprir a pena em Portugal a fim de que possa voltar com uma formação completa aos Estados Unidos, reconhecendo, embora, que será sempre difícil alcançar o nível da classe política portuguesa, que já desempenha estas funções há muitos anos, com um treino que começa nas juventudes partidárias.










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