Dijsselbloem diz à Comissão para “dar mais atenção à sua credibilidade”
Mestrado falso obriga presidente do Eurogrupo a corrigir currículo
Eis mais um exemplo da neo-ditadura, de burocratas sem representação democrática a mandar bitaites.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Dijsselbloem diz à Comissão para “dar mais atenção à sua credibilidade”
Mestrado falso obriga presidente do Eurogrupo a corrigir currículo
Eis mais um exemplo da neo-ditadura, de burocratas sem representação democrática a mandar bitaites.
Confesso que tenho um estranho fascínio pelo popularucho. Fico mesmerizado diante do ridículo das letras de músicas pimba, rebolo-me de gozo sempre que vejo populares a ser entrevistados sobre qualquer assunto (adivinhar resultados de futebol ou mandar beijinhos para todos os primos e amigos espalhados pelo mundo), sustenho as gargalhadas para poder ouvir sem ruído as conversas inenarráveis entre os pastores e os fiéis da IURD, guincho a ouvir rádios locais enquanto viajo e pasmo diante das astrólogas/tarólogas/cartomantes que têm programas televisivos à disposição. [Read more…]

imagem: EPA/OLIVIER HOSLET +++(c) dpa – Bildfunk+++
Bem-vindos colegas comissários, dou por iniciada a nossa reunião. Da ordem de trabalhos de hoje consta, entre outros, o tema CETA:
Como é do vosso conhecimento, uma grande parte de cidadãos europeus, assim como municípios, sindicatos, associações e partidos andam há anos a protestar contra os tratados TTIP e CETA. Ui!!!! E agora, colegas? Como é que forçamos isto sem produzir demasiada choldra? Bom, é com grande satisfação que constatamos, que quanto ao CETA, a coisa não está tão entornada como quanto ao TTIP; na verdade, a maioria nem ouviu falar e enfim, os canadenses são mais queridinhos; enquanto essa malta da rua se entretém com o TTIP, a gente avança com este que, como sabem, já lá tem tudo o que andam a contestar, mormente o nosso querido ISDS/ICS; e assim o outro já não vai custar quase nada a engolir, coitadinhos. [Read more…]

Ser a filha astuta de um ditador absoluto tem as suas vantagens e Isabel dos Santos é a prova disso mesmo. Fez fortuna à custa do regime do papá que, por decreto do papá, acaba de lhe entregar a jóia da coroa, a Sonangol. Assim é fácil ser empreendedor. Mas falem baixinho que ela e o papá tem muitos amigos por cá. Falem baixinho ou preparem-se para sentir a fúria do jornal do papá. Cambada de neocolonialistas.

The chief pleasure of these philosophers lay in going every Saturday night when work was done to Chaseborough, a decayed market-town two or three miles distant; and, returning in the small hours of the next morning, to spend Sunday in sleeping off the dyspeptic effects of the curious compounds sold to them as beer by the monopolizers of the once-independent inns.
— Thomas Hardy, Tess of the D’Urbervilles
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A RTP tem dúvidas e pergunta.
Não, RTP. Não é ‘retificativo’. É rectificativo. Rectifique-se.
Pelo menos, a RTP pergunta. Por exemplo, se o Diário da República e o Núcleo de Instalações, Equipamentos e Logística da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa tivessem perguntado, teriam obtido resposta semelhante.

Assim, lá terão de rectificar, como aconteceu com a Câmara Municipal de Ovar, obrigada a apresentar declaração de rectificação de edital publicado no Diário da República de 7/12/2015, no qual se grafara ‘contatar’, em vez de ‘contactar’.
Sim, divino! Divino Alves. O regresso.

No dia em que o Parlamento se vê finalmente livre de Paulo Portas, Luís Montenegro brindou o país com um belo momento de ternura e humor quando, na qualidade porta-voz de “uma nota muito sentida” da bancada do PSD, exaltou o respeito, a admiração e – pára tudo – o “sentido de colaboração e cooperação que foi possível manter com o CDS-PP e com o seu presidente, o deputado Paulo Portas, nos últimos anos“. Sim, estamos a falar do mesmo Paulo Portas que tirou o tapete a Passos Coelho quando, em Julho de 2013, apresentou a sua demissão, para rapidamente “reconsiderar”, perante a irrecusável oferta de se transformar em vice-primeiro ministro e amealhar mais um ministério para o seu pequeno partido. Escusado será recordar o embaraço, a crise política ou os custos para a economia que resultaram da fome de poder de Paulo Portas. Mas castas são castas e o sapo, indigesto que foi, há muito que atravessou o aparelho e lhes saiu pelo rabiote. Resta a admiração dos aprendizes que sonham um dia ser mestres do calculismo e da intriga política. Os tais a quem Portas, num momento de clarividência, um dia chamou medíocres.
Por isso, pôs Bruno Alves a titular.
Paulo Portas despede-se do Parlamento. Irrevogável.
Num manual de Português de 9º ano, reencontro o poema “Uma pequenina luz”, de Jorge de Sena. O manual, evidentemente, segue (ou tenta seguir) o chamado acordo ortográfico (AO90). Reparo que os vv. 21 e 28 contêm o adjectivo “indefectível”, assim mesmo, com C. Como sempre articulei aquela consoante, pareceu-me óbvio que ali se mantivesse, porque, segundo o espírito do AO90, consoante articulada é consoante grafada.
Um estranho instinto, um não sei quê, fez-me consultar, em primeiro lugar, o Dicionário da Academia das Ciências de Lisboa. Como se pode ver, pela imagem acima, o C articula-se. Na“Introdução” do referido dicionário, ficamos a saber que todas “as entradas lexicais apresentam transcrição fonética, dada entre parênteses rectos, segundo a norma culta, aproximada, de Lisboa e Centro do país […].” Fiquei mais descansado: a minha articulação era culta. [Read more…]
Elite versus povo, poder e obediência, riqueza por oposição ao resto (que inclui o que alguns remediados pensam ser um cheiro a riqueza), direito natural e igualdade de direitos, sistema exclusivo vs. sistema inclusivo.
Escola para a elite versus escola pública.
O sistema educativo público também pode ser elitista, no sentido de incluir os melhores. Na verdade inclui todos, sendo essa a grande diferença. Não exige um passe de cifrões nem o berço certo.
É todo um conceito de sociedade. Amarela ou com todas as cores.
Esta versão do vídeo que encontrei no Youtube tem um corte no final que não permite visualizar o valor total dos contratos de associação aqui apresentados. Trata-se da módica quantia de 65.205.000,00€. Entre os felizes contemplados, os colégios do “insuspeito” Grupo GPS levam para casa mais de 7 milhões de euros. Diz que é uma espécie de liberdade de escolha. Lembrem-se disto da próxima vez que o responsável da escola pública onde os vossos filhos estudam vos tentar explicar porque é que chove dentro dos pavilhões ou porque é que no século XXI ainda existe amianto nos telhados.
É o objectivo do jogo em que António Costa, segundo o novo cartaz da JSD, aparece como “pássaro”…
Numa entrevista ao canal televisivo do Senado Francês, Jean-Claude Juncker declarou que a França não deverá ser sujeita a sanções, apesar de ter um défice superior a 3%, porque “é a França”. No texto da Reuters, utiliza-se, de modo quase não-jornalístico, o advérbio “candidly” (‘candidamente’) a propósito destas declarações.
Provavelmente, Juncker olha para o défice português do mesmo modo que José Cid olha para os transmontanos: o défice tuga é feio, desdentado, deixou crescer a unha do mindinho e coça o rabo. O défice francês tem a voz e o charme de Maurice Chevalier, cheira a perfumes caros e não entra em restaurantes sem duas estrelas Michelin. É claro que isto é apenas uma questão de aparências, porque, na realidade, ambos estão acima dos 3%. [Read more…]

via MythMatters (http://bit.ly/1VvlKSo → http://bit.ly/282vUyY)
The causes remain which brought philosophy into existence as an attempt to find an intelligent substitute for blind custom and blind impulse as guides to life and conduct.
Τειρεσίας: ἥξει γὰρ αὐτά, κἂν ἐγὼ σιγῇ στέγω.
Tiresias: The future will come of itself, though I keep silent.
— Sófocles, “Rei Édipo” (tradução de W. B. Yeats)
Οἰδίπους: εἰ δὲ μὴ ‘δόκεις γέρων εἶναι, παθὼν ἔγνως ἂν οἷά περ φρονεῖς.
Édipo: não fosse o teu aspecto de velho, um bom correctivo far-te-ia tomar consciência da tua insensatez.
— Sófocles, “Rei Édipo” (tradução de M.C. Fialho: Coimbra, 1986).
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O drama, a tragédia, o horror. Tenham medo, tenham muito medo…
Se pensava que a grande marcha amarela se resumia à manipulação de números e informação, aproveitamento político da direita parlamentar e da Igreja Católica e instrumentalização de crianças que pouco ou nada percebem sobre aquilo que se está realmente a passar, fiquem com este vídeo do Manifesto74 e desfrutem deste belo espectáculo que junta o melhor da ignorância com o preconceito mais básico e pateta. Mas sem misturas, é tudo boa gente.
Segundo a TSF, Luís Figo é autor de afirmação «à margem de uma ação de comemoração». Efectivamente: «ação de comemoração». Contudo, como sabemos, «ação de comemoração» ≠ «acção de comemoração».

Olha a excelência dos rankings. Nada de surpreendente para quem alguma vez tenha estudado. Uma coisa é marrar para o exame, e ter boa nota, outra é aprender. É um estudo de 2013, mas muito oportuno agora que tanto se fala na suposta excelência do ensino privado.
Universidade do Porto analisou os resultados de 2226 alunos que concluíram pelo menos 75% das cadeiras ao fim de três anos e concluiu que os provenientes das privadas têm piores resultados (…)
1. A 18 de Maio, no Casino do Estoril, Marcelo Rebelo de Sousa disse esperar um entendimento entre o Estado e os estabelecimentos de ensino particular e cooperativo. Nesse sentido, invocou o que António Costa havia dito a 13 de Maio (não foi na Cova de Iria. Foi no Parlamento, sob pressão dele próprio, Marcelo). E que disse Costa? Que haveria outras parcerias (pré-escolar, ensinos artístico, profissional e de adultos) para compensar o que era cortado aos contratos de associação.
Duas instituições (Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade e Associação Nacional de Escolas Profissionais) apressaram-se a reagir ao contrário do Presidente, isto é, com desconfiança, à eventual entrada de novos parceiros (colégios privados) nas áreas que já ocupam. Mostraram-se apreensivas (com toda a razão), face à eventual criação de novas redundâncias. É que parece redesenhar-se, pela subtil intervenção de Marcelo, o que a pena de Giuseppe Tomasi di Lampedusa imortalizou no romance Il Gattopardo: “se queremos que tudo continue como está, é preciso que tudo mude”.
Compensar? Mas compensar o quê? Ao falar assim, Costa assumiu que a política seguida é injusta e por tal vai compensar os “prejudicados”. Curvado à Igreja e a Marcelo, Costa deu um tiro no pé. Por outro lado, ao falar da expansão do pré-escolar, Costa devia saber, obviamente, que colégios apetrechados para o 2º e 3º ciclos do básico e secundário têm professores que não estão habilitados para a educação de infância. E devia saber, antes, se as escolas públicas e as escolas privadas já instaladas poderiam absorver as outras expansões. Ora nem uma nem outra coisa Costa sabe. Surpreendente? Não! Sempre que Costa falou de Educação, mostrou que nada sabe. Sequer o que disse na véspera ou escreveu no seu próprio programa de Governo. [Read more…]
Já tínhamos publicado esta reportagem em 2012, mas parece que é preciso recordar: A reportagem da TVI sobre o ensino privado, versão grupo GPS.
Estes alertas surgiram quando o governo de Passos/Portas em toda a sua força. Recomendava o bom-senso que se investigasse e que se agisse com prudência. Foi isso que aconteceu? Não, pelo contrário, em final de mandato, depois de tremendos cortes na escola pública, o governo PSD/CDS aumentou a despesa para assegurar mais negócio aos colégios privados. [Read more…]
Hoje entra em vigor o novo sistema da Carta por Pontos.
Ao título de condução de cada condutor serão atribuídos 12 (doze) pontos a partir de 1 de Junho de 2016. Por cada contra-ordenação grave ou muito grave, ou crime rodoviário, serão subtraídos pontos. Se não praticar contra-ordenações graves, muito graves ou crimes rodoviários, podem ser atribuídos pontos. Se praticar uma contra-ordenação grave ou muito grave, para além da coima e eventual inibição temporária de conduzir, também perderá pontos. [in Perguntas & Respostas da ANSR]

O Supremo Tribunal norte-americano decidiu a favor da Monsanto, permitindo-lhe processar os agricultores cujos campos tenham sido contaminados por sementes da Monsanto GM.
Em causa está a queixa da Monsanto quanto a uma suposta violação de patentes sobre sementes (sim, sementes patenteadas!), devido aos pólenes de campos cultivados com sementes da Monsanto terem contaminado outros campos sem essas sementes (devido ao vento, insectos, etc.).
Chegámos a um ponto da inversão da argumentação, onde é Monsanto que reclama indemnização por uma suposta violação, quando, na verdade, é quem acaba com os campos contaminados que deveria estar a reclamar. Mas estes agricultores não o podem fazer porque a lei protege a Monsanto. E agora, adicionalmente, ainda vai permitir perseguir quem não use as suas sementes.
Eis mais uma boa razão para estarmos contra contra o TTIP, pois, com este tratado, não haverá sequer disputa jurídica perante uma situação como esta. Bastará um tribunal arbitral, onde o Estado será, paradoxalmente, minoritário, decidir a favor de empresas, como a Monsanto, que se queixem por a legislação não lhes ser favorável.
(…) 3. É curiosa, surreal, a ideia da direita de que o tratamento dado pelo Estado à escola pública seria ilegítimo porque as privilegiaria face às escolas privadas. Os neoliberais defendem que a escola pública seja tratada em pé de igualdade com as escolas privadas (ou seja: que os impostos de todos nós alimentem as empresas privadas proprietárias de escolas). O que acontece, por muito que isso aborreça os neoliberais de serviço – e eles têm estado diligentemente de serviço – é que o Estado democrático possui um estatuto diferente das empresas privadas não só porque lhe cabe defender o interesse público de todos os cidadãos sem excepção mas porque emana de uma vontade colectiva democraticamente definida, que decide os valores que a sociedade quer ver promovidos.
Em tempo de manifestações, especialmente agora que a Direita saiu à rua, dá jeito saber como se estima o número de pessoas numa multidão. Há quem tenha estudado este assunto para, por exemplo, planear acções de segurança.
Para mais informação, consultar o excelente sítio do Prof. Dr. G. Keith Still. Notar, também, como o posicionamento do ponto de observação (câmara de filmar, por exemplo) condiciona enormemente a percepção da densidade da multidão.
Exercício prático:
Ora saem mais umas sondagens. Não de cá mas da Grécia. E como dizia o Pessa, e esta hem?
O actual ministro da Educação já fez algumas asneiras e muita coisa me diz que continuará a fazer, entre o aprofundamento da municipalização e o afundamento de currículos. Admito, até, que, por questões ideológicas e/ou pessoais, haja quem não concorde com a decisão de rever alguns contratos de associação, mesmo que muitos desse contratos desrespeitem a lei. Essa revisão terá, com certeza, implicações negativas, também no que se refere à vida profissional de professores e é certo que não serve de consolo saber que Nuno Crato conseguiu fazer o mesmo a muitos mais.
Tudo isso é verdade, mas não é verdade que o ministro tenha mandado fechar colégios, até porque não é dono deles. O ministro não pode sequer impedir que os colégios abram turmas, desde que cumpram os requisitos legais para tal. O ministro pode, no máximo, acabar com o financiamento de colégios com contrato de associação. Antes dele, já houve quem fechasse escolas, colégios não. Sendo assim, vamos lá repetir devagarinho: o governo não mandou fechar colégios. Ainda não perceberam? É fácil. Vão repetindo. Isso. Outra vez. Outra. Ainda outra. Pronto. Ponto. Viram como foi fácil?

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
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