O meu companheiro de blogue João Mendes já escreveu sobre o tema aqui em baixo. Além de subscrever, não posso deixar de acrescentar.
Quem são estes filhos da puta (pedindo desculpa às ditas pela ofensa de os apontar como seus filhos) que se dedicam a semelhante? Tradição? Não brinquem comigo. Isto é selvajaria e é crime. E não confundir esta meia dúzia de selvagens com a população de Vila Flor.
Isto é um bando de rasteiros. Isto é tropa do mesmo calibre daquela outra que se embebeda e termina a noite a espancar as mulheres e os filhos. São os mesmos que abandonam os cães no meio do monte depois de um dia de caça. O problema é mais fundo e grave. Existe um número, nada pequeno, de “pessoas” que gostam e retiram prazer de todo o tipo de selvajaria contra os animais. Aqueles que carregam no acelerador quando um gato atravessa uma estrada, que pegam numa pedra quando vislumbram um gato num muro, que se dedicam a fazer pontaria a cães e gatos com a sua arma de chumbos ou a enfiar a cabeça de uma galinha num buraco de terra. Normalmente são os mesmos que gozam e batem nos mais pequenos, humilham as namoradas ou mulheres e no auge da sua cobardia praticam todo o tipo de selvajarias aos mais idosos e indefesos. São escumalha que anda no meio de nós, a maioria das vezes sendo nós cúmplices pelo silêncio, pelo “deixa andar” ou pelo tradicional “entre homem e mulher, ninguém meta a colher”.
Desta vez, a coisa foi filmada. Desta vez, é possível identificar autores. Desta vez, a justiça terá de ser feita. De forma civilizada. Mesmo que a nossa vontade primitiva fosse atar um pano encharcado em álcool aos tomates destes cabrões e chegar um fósforo. Como não somos iguais, nem queremos ser, vamos aguardar que as autoridades façam o seu trabalho. Rapidamente.





















Recent Comments