Ontem, no sítio do costume.
Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.
Post scriptum: Segundo leio na comunicação social, o “Facebook volta a permitir publicação de imagens e vídeos violentos“. Óptimo. Esta imagem pode ser publicada no Facebook.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Ontem, no sítio do costume.
Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.
Post scriptum: Segundo leio na comunicação social, o “Facebook volta a permitir publicação de imagens e vídeos violentos“. Óptimo. Esta imagem pode ser publicada no Facebook.
É obrigatório gostar: Quero a Feira do Livro do Porto de volta. Troco pelo Circuito da Boavista.

Ricardo Costa, director de um jornal que, há cerca de três anos, decidiu “poupar letras” e *adotar o acordo ortográfico, diz que este texto “não corre o risco de ser muito partilhado no Facebook e de circular na net por um ou dois anos”. Antes pelo contrário, Ricardo Costa. No que me diz respeito, considerando a incontestável qualidade da grafia empregada (sim, no segundo parágrafo, aparece uma *fatura, mas gralhas, como falhas, todos as temos) e respondendo ao apelo com que remata o texto (“partilhai e espalhai a mensagem”), como diria o Poeta, “cantando espalharei por toda parte, se a tanto me ajudar o engenho e arte”, por um, dois, quatro, seis ou mais anos se for preciso: no Facebook, sim, claro, mas também no Twitter, pois então.
Gostei muito deste texto, Ricardo Costa. Muito obrigado. Melhor prenda no meu primeiro aniversário no Aventar não era impossível, é verdade, mas admito que era difícil.
Agora, só falta fazer-se justiça. Sim, justiça. Falta o Expresso deixar de utilizar várias grafias e permitir que os seus jornalistas possam adoptar a grafia do director, uma grafia que, afinal, também é deles. Exactamente.
Quem foi o idiota que abriu esta página no Facebook?
Deve andar aos tiros nas pernas, que pés já não tem de certeza absoluta.
Uma mentira mil vezes repetida…
Para os mais esquecidos: a empresa chinesa, há meses, não resistiu a um coro de protestos e afastou da rede social facebook.
Ministro Macedo: “Portugal não pode ser um país de muitas cigarras e poucas formigas!”.
– Difícil com um governo de papa-formigas, que papam tudo…
Vale a pena ler a mensagem que o Pedro deixou no facebook. Tanta vacuidade faz com que seja um fortíssimo candidato a Belém. Os erros de português são da responsabilidade do autor do texto.
Amigos,
Fiz um dos discursos mais ingratos que um Primeiro-Ministro pode fazer – informar os Portugueses, que têm enfrentado com tanta coragem e responsabilidade este período tão dificil da nossa história, que os sacrificios ainda não terminaram.
Não era o que gostaria de poder vos dizer, e sei que não era o que gostariam de ouvir.
O nosso país é hoje um exemplo de determinação e força, e esse é o resultado directo dos sacrifícios que todos temos feito. Porém, para muitos Portugueses, em particular os mais jovens, essa recuperação não tem gerado aquilo que mais precisam neste momento: um emprego. Quem está nessa situação sabe bem que este é mais do que um problema financeiro – é um drama pessoal e familiar, e as medidas que anunciei ontem representam um passo necessário e incontornável no caminho de uma solução real e duradoura.
Vejo todos os dias o quanto já estamos a trabalhar para corrigir os erros do passado, e a frustração de não poder poupar-nos a estes sacrifícios é apenas suplantada pelo orgulho que sinto em ver, uma vez mais, do que são feitos os Portugueses.
Queria escrever-vos hoje, nesta página pessoal, não como Primeiro-Ministro mas como cidadão e como pai, para vos dizer apenas isto: esta história não acaba assim. Não baixaremos os braços até o trabalho estar feito, e nunca esqueceremos que os nossos filhos nos estão a ver, e que é por eles e para eles que continuaremos, hoje, amanhã e enquanto for necessário, a sacrificar tanto para recuperar um Portugal onde eles não precisarão de o fazer.
Obrigado a todos.
Pedro
“O Facebook já gerou 230 mil empregos na UE e contribui com cerca de 15 300 milhões para o PIB comunitário”.
Nos nossos dias, já é possível procurar emprego nas redes sociais. E quem faz o recrutamento não resiste a espreitar as pessoas ao facebook. Os especialistas em networking, como Filipe Carrera, aconselham a partilhar, a partilhar, a partilhar primeiro, ajudar os outros depois. “(…) a pessoa deixa conteúdo, deixa conhecimento, ajuda outras pessoas e de repente as coisas acontecem. (…) o perfil no LinkedIn, no Facebook ou no Twitter faz parte da nossa extensão profissional, devemos cuidar dele”.
E outro conselho ainda: “Nunca coloques na web algo que não queiras que o teu chefe ou a tua mãe vejam” !!
A entrevista a Filipe Carrera está disponível na revista Notícias Magazine do passado domingo, dia 26 e aqui!!
Perguntei porque nos últimos tempos estava a levar com tal nome feed do Facebook . Já me explicaram tudo. Trata-se de uma senhora anorética que detesta árvores e se dedica a matá-las no formato papel pintado em forma de letras. Ao desalinhar umas palavras no pasquim do arquitecto homocoiso, e tendo levado com sol na moleirinha, debitou em 2010 umas idiotices desengraçadas sobre as senhoras que não são anoréticas. As senhoras que não são anoréticas e os senhores que gostam de senhoras em geral dedicaram-se a facebookar este Verão sobre o assunto. A maior coça que jamais alguém levou por aquelas paragens, deixando o estado comatoso em que ficou a EDP a Kilowatts de distância. Tantas levou que pelos vistos rendeu-se:
Espero que tenha tido bom proveito. E já agora que deixe de contribuir para a eucaliptização pátria, já basta a Cristas (que por acaso não é anorética, até é capaz de ser gordinha, mas eu sou muito mau a servir de balança às pessoas).
Tipo bónus, segue o texto de uma gordinha bem alimentada: [Read more…]

Fotografia encontrada no que aparenta ser a página do facebook da Brigada de Trânsito (ou o que resta dela).
Parabéns aos responsáveis pelo sentido de oportunidade. E extenso sentido de humor.

autoria desconhecida
A atriz de 83 anos, Eunice Munõz, afirma ter sido «maldade ou inconsciência» o rumor que se espalhou ontem.
Quer trabalhar: voltará ao palco com a peça As Árvores Morrem de Pé de Alejandro Casona. E foi a trabalhar em O Comboio da Madrugada (T. Williams) que sofreu o acidente. Ainda a recuperar e recebe uma notícia como esta: um boato pelo Facebook sobre a sua morte…
Por quê? Por que se faz uma coisas destas? Não merece ela respeito de todos os portugueses? (Ela ou qualquer outra pessoa?) Ou só nos inclinamos perante o «Super-Ronaldo? Hoje , CR foi capa dos jornais. O DN dedicou um Especial de 15 páginas praticamente só ao jogador. E ainda não ganhamos nada. (Foguetes antes da festa). Mas Eunice estava na última página…
Nem de propósito… «as árvores morrem de pé». Assim será com ela, quando a morte (a verdadeira) chegar.
Grande e sábia como é, Eunice, depressa esquecerá este triste episódio.
Devia ter vergonha e ser responsabilizada a criatura que criou o boato.
Eu tenho um livrinho que se chama De Pé, Como as Árvores. E entre as suas folhas, pode ler-se esta frase:
A língua fala da abundância do coração.
E eu acrescento: a má língua fala da pobreza de espírito.
Em 2004 tivemos bandeiras nas janelas de Portugal, agora temos placas das imobiliárias.
Fui visitar o perfil de Jorge Silva Carvalho, um local de peregrinação nos tempos que correm. Onze amigos em comum, diz o Facebook. Estarei a ser espiado?
(o herói do nosso espião. infelizmente naquele tempo ainda não havia computadores pelo que o episódio em que Smart, aliás Olho Vivo, pensa ter apagado o disco rígido sem ter apagado coisa alguma apenas se realizou em Portugal, ano da graça de 2012)
A grande novidade acaba por ser a presença da Académica no 4.º posto, embora bem longe dos chamados “três grandes”. A Briosa conta com 28.056 “adeptos” no Facebook e tem uma vantagem considerável sobre o Sp. Braga (19.965) in Record

A página no Facebook de Artigo 21.º desapareceu sem deixar rasto.
Consta que já havia sido apagada uma vez, vá lá saber-se por quem e porquê. Aconteceu o mesmo a todos os seus vídeos no Youtube.
Agradeço a quem tiver conhecimento do motivo que o faça saber.
Obrigado.
Jorge Meireles
(Foto encontrada no facebook da Brigada de Trânsito)
A BT tem FB e passa vídeos do BE!

Recomendo o uso do site hardly work que permite andar no facebook à vontade parecendo que se está numa folha de cálculo. Foi criado para não ter chatices com o patrão e evitar despedimentos. Infelizmente no vosso caso o patrão, ou seja o povo, é muito tolerante e nunca mais vos despede (concretamente ao CDS, como parece ser o caso).
Quando vejo um apelo de partilha numa rede social por alguém desaparecido puxo logo do google. Normalmente ou são boatos, ou casos resolvidos. Este, de que bem me lembro, merece atenção porque tende a cair no esquecimento. Ocorreu em 2006, já deu origem a um processo judicial:
Pela ausência de investigação, pelos erros grosseiros cometidos pelas instituições do Estado Português e pela sua demissão de apoio e ajuda aos seus cidadãos em momentos de crise, os familiares da Rita Slof Monteiro accionaram um processo Judicial no Tribunal Administrativo do Porto, que deu entrada a 21 de Dezembro de 2009.
E a família da Rita Slof Monteiro continua a querer saber dela, o que é natural, tenha sucedido seja lá o que for, e nem temos de pensar sempre no pior. Rebentou agora no facebook, se calhar o sítio onde vale a pena, e explodiu ontem por uma razão muito simples: outra Rita escreveu: [Read more…]
Cavaco Silva publicou, hoje, um texto no seu facebook, com esta ideia originalíssima: os funcionários públicos devem fazer mais e melhor com menos, “para manter viva a esperança no futuro”.
Em primeiro lugar, seria importante que alguém, na Casa Civil, explicasse a Cavaco que só se pode ter esperança no futuro, embora – confesso – ainda me martirize a sonhar com um passado diferente daquele que tive, como, por exemplo, quando o actual Presidente foi Primeiro-Ministro e revelou a ausência de visão que viria confirmar até hoje.
Os funcionários públicos têm muito má fama, sendo, muitas vezes, considerados uma gente improdutiva muito bem paga, preocupada em cumprir horário, à espera do conforto injustamente seguro que chega sempre no fim do mês. Se Cavaco comungar desta visão, saberá, no fundo, que a recomendação para que os membros de uma tal tribo trabalhem mais e melhor, ainda por cima ganhando menos, só poderá cair em saco roto.
No entanto, mesmo que seja um exercício ocioso, podemos imaginar que existem, entre os funcionários públicos, alguns trabalhadores dedicados, sérios, preocupados, também, com o bem da nação. Não será difícil acreditar que essas raridades possam ser pessoas informadas e que, apesar da dedicação honesta com que trabalham, se sintam desmotivadas, ao sentirem-se roubadas por vagas de políticos desonestos, incompetentes ou ignorantes, e ao verificarem que são obrigados a viver com menos, devido àquilo que outros gastaram e continuam a gastar. Por muito que não queiram, insensivelmente, há muitas probabilidades de que se a revolta se instale ou de que o rendimento seja afectado pelo desencanto.
Não vejo, portanto, como poderá um mau funcionário trabalhar mais ou como poderá trabalhar ainda mais um funcionário competente. Da mais alta figura da nação esperar-se-ia que fosse um Presidente da República, ou seja, um defensor dos cidadãos, mas Cavaco só quer ser Presidente. A República não faz parte das suas preocupações: sendo ele tão pouco, não se espera que faça mais e melhor.
O Adriano Campos fez no Adeus Lenine uma investigação sobre Carlos Moedas e os seus interesses económico-profissionais, que era para ter aqui referido e por qualquer amnésia perdi pelo caminho. A revista Sábado publica agora o que era obviamente notícia. Referência à fonte? não a vejo. O costume.
Vem isto também a propósito de um artigo do Público Uma década depois do boom, o que é feito dos blogues? que utiliza o curioso método de ir perguntar a quem já cá não anda, ou mal anda, como isto anda, uma grande andança em prol da investigação jornalística. O Pedro já tratou do assunto, mas como lá deixei um comentário que foi censurado aproveito para o deixar aqui, desenvolvido: quem está a morrer são os jornais, jornais como o Público que inventa este fantástico modelo de negócio: Quer ler o Ipsilon completo? depois de comprar o jornal paga mais, usa a aplicação para tablet e descarrega a versão completa, uns 400 MB, coisa pouca, deve vir em papel couché de 200gr. Ou como o Expresso que depois de ter andado pelos lados do Aeiou vai agora para o Sapo, o que se por um lado se compreende porque ali andam bons profissionais é no mínimo ridículo, nenhum jornal de referência se mete dentro de um portal. [Read more…]
Confrontos violentos na praça Tahir transmitidos em directo aqui:
http://occupy.elementfx.com/occupytv
Este endereço está bloqueado dentro do Facebook. Começou a outra internet, aquela onde os governos são senhores e a liberdade de expressão acabou.
Actualização: Como era de prever este artigo, na sua forma de publicação automática foi censurado pelos filtros do Facebook por conter a ligação maldita.
É muito fácil a um estado bloquear uma ligação no facebook, basta que umas centenas denunciem, neste caso um link, automaticamente bloqueado antes de ser revisto por um humano. O princípio do bloqueio contra ou a favor de um estado é intolerável.

Durou pouco a página da CM Alijó no facebook…
Nem 60 minutos aguentou aberta a alguns comentários.…
Temos pena.…

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

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Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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