Temos vindo a reflectir sobre o que se passa nas Honduras e, como não podia deixar de ser, já andamos pelo Chile de Allende, de Pinochet, na Venezuela de Chavez , na Argentina…
Muito do que hoje se passa na América do Sul tem que ser visto no quadro mais amplo do Merconsul, algo como a União Europeia, ainda em embrião, mas que abre horizontes de paz e desenvolvimento como nunca naquela parte do globo.
Hoje estão irmanados numa espécie de mercado sem fronteiras para produtos e bens , O Brasil, a Argentina e o Uruguaio. Espera-se que as fazes seguintes tenham condições de avançar à imagem da UE, com a mobilidade das pessoas entre países, a criação da moeda única, o sistema político…
Estes ambiciosos projectos colectivos, ao nível de países que juntos representam continentes, não casam bem com projectos pessoais de poder, mesmo que no curto prazo nos mereçam consideração e melhorem a vida das pessoas. No Brazil, há muita gente que critica o Presidente Lula por não se empenhar quanto devia no Merconsul por pretender reservar para si próprio a Presidência, (quando sair da Presidência do Brazil,) assim como, há muita gente que não vê com bons olhos o Presidente Chavez e outros, que perfilham posições e ambições que se vão tornar num impecilho para uma obra maior.
Nesta parte do globo devastada pela miséria, por ditaduras de esquerda e de direita e pela presença nefasta do “grande irmão do norte” – tão perto dos USA e tão longe de Deus- dizia-me um Mexicano, só o advento da Democracia Parlamentar, o Estado de Direito e a Economia Social de Mercado, trará condições objectivas para que a paz , o desenvolvimento económico e a justiça social vinguem por décadas, a bem das populações.
Tal como é exemplo na UE onde milhões de pessoas estão há mais de cincoenta anos a viver em paz e com um nível de vida como nunca aconteceu na história da Humanidade!
Se acham que é objectivo que não vale e pena, então alimente-se os aventureiros e demagogos desta vida, sejam de esquerda ou de direita…



Reconhecendo que é feio atrair alguém com a cenoura de que lhe será entregue um prémio e dar-lhe para as mãos, ao invés, uma ordem de prisão com 30 anos, não consigo partilhar a indignação em torno do caso Polanski. Não sei porque motivo a Suíça, um país que se especializou na neutralidade mesmo nas circunstâncias em que a dignidade e o sentido de justiça exigiriam uma tomada de posição, decidiu executar a ordem de prisão americana, datada de 1978. Mas creio que o ponto essencial aqui é saber se o crime do qual Polanski é acusado – sexo com uma menor (à data, ela tinha 13 anos) – deve prescrever ou não. E se entendermos que não deve prescrever, então é justo que ele seja julgado e que um juiz possa decidir se há motivos para condená-lo ou não.
«A escuta telefónica pode ser empregue indiscriminadamente, mas a sua eficácia fica ilustrada por esta transcrição de uma conversa entre dois chefes de gang da área de Nova Iorque cujos telefones estavam sob escuta do FBI.




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