A Grécia e a crise explicada aos peixes por Cohn-Bendit
Intervenção de Daniel Cohn-Bendit no Parlamento Europeu (legendada em português). Tudo muito bem explicadinho mesmo para quem não quer perceber. Num aparte confunde Durão Barroso com Cavaco Silva, mas bem vistas as coisas o partido é o mesmo.
Impressionante como os gregos têm sido acusados de tudo e mais alguma coisa, e ninguém se lembra da particularidade de terem 100 000 soldados num país de 11 milhões de habitantes.
Desejosamente…fugazmente viva

(pormenor - adao cruz)
Dizem as noites sem olhos que estás morta, excessivamente morta, provisoriamente fugazmente morta.
O electrocardiograma parece uma linha isoeléctrica, mas o coração pulsa. Há corações vivos que não pulsam!
O pulso do morto é o pulso de quem palpa o pulso do morto, todo o médico e enfermeiro sabe disso, mas ninguém lhes tira da cabeça que a morte ainda há-de oferecer, um dia, a alguém, um cálice de Porto.
O salto da neurobiologia ao pensamento está dentro da biologia evolucionária, e a morte que se acautele, porque o pensamento poderá libertar-se e marimbar-se para as suas ameaças.
Não esquecer, contudo, que a prenhez do pensamento pode tornar-se um suplício quando o défice do “ser” ultrapassa o voluptuoso incremento do “parecer”.
Dizem as madrugadas sonhadas que estás viva, fugazmente viva, provavelmente não excessivamente morta.
O orgulho da própria morte pode transformar-se numa embriaguez perigosa, que faz trocar a “velhice” dos vinte pela “juventude” dos cinquenta.
Traumatismos e superações são rosário de todas as vidas, plasticizadas ou não.
Pena é que o facilitismo da gestualidade se sobreponha à interpretação das matrizes da vida e redunde em arremedos de paraíso.
Dizem as manhãs acordadas que estás morta, excessivamente morta, desejosamente…fugazmente viva.
Aventar: A Casa continua a crescer
O Aventar recebe a partir de hoje um novo aventador, de seu nome Rui Gonçalves. Licenciado em Direito, especialista na área cultural e antigo membro de um dos mais afamados blogues dos primórdios da coisa: A Grande Loja do Queijo Limiano.
É um prazer fazer as honras da casa ao Rui. Agora, meu caro, venham de lá essas postas!
Telemedicina e Tecnologias de Informação e Comunicação na Saúde
Há tempos elogiei no ‘Aventar’ a conclusão de um projecto de telemedicina, resultante de parceria entre a PT Inovação SA e a Universidade de Aveiro. O projecto, sob a insígnia ‘Medigraf’, permitiu criar a solução de captar e transmitir, em tempo real ou diferido, imagens médicas de ambulâncias para unidades fixas de saúde.
O interesse sobre tecnologias para a prestação remota de cuidados de saúde levou-me a participar no passado dia 27 de Maio, no Infarmed em Lisboa, no seminário ‘Telemedicine and Health ICT in Portugal in Norway’. O evento foi promovido por AdI – Agência de Inovação, Innovation Norway e Enterprise Europe Network. O Health Cluster of Portugal e empresas tecnológicas nacionais também estiveram presentes.
O Ministério da Saúde (MS), como usual em diversos governos, não participou uma vez mais em evento deste género. A ausência é prova do alheamento das autoridades da saúde por soluções inovadoras para a actividade prestadora e a gestão de informação médica.
Mas, esse alheamento ainda mais absurdo se torna, se atentarmos no facto do país parceiro, a Noruega, dispor das mais avançadas soluções tecnológicas, a nível mundial. Tudo resultado do trabalho científico da Universidade de Tromso, da principal operadora de telecomunicações norueguesa, e ainda do NST – National Centre of Telemedicine – estas entidades não têm vocação mercantilista relativamente às infra-estruturas tecnológicas demonstradas.
Com serviços de telemedicina na maioria das especialidades médicas, suportados em tecnologias de informação e comunicação electrónica, o SNS da Noruega garante condições de fácil acessibilidade a serviços de saúde a toda a população. Em Portugal, sem médicos e alternativas, encerram-se unidades de saúde. E um dia até o próprio SNS.
A crise à média luz
(Desculpem mas não resisto à transcrição deste texto de Marcos Cruz)
Sócrates apoia João Proença
Novas Oportunidades para a publicidade
O José Simões foi à página da transparência na Administração Pública, escreveu “novas oportunidades” e saíram-lhe 3.956.176,33 €. Ou melhor: saíram do Orçamento do Estado quase 4 milhões de Euros gastos em publicidade. É fantástico não é?
O esforço de oferecer o 12º ano a toda a gente (e não apenas a quem merecia que lhe fossem reconhecidas competências adquiridas ao longo da vida) não alcançou nem de perto os resultados estatísticos pretendidos: segundo um estudo do Banco de Portugal continuamos a estar na cauda dos países com menos escolaridade da OCDE. O estudo diz que a culpa é transgeracional
Os filhos “têm um trajecto escolar fortemente influenciado pela experiência educativa dos pais. Portugal é um dos países da OCDE em que esta transmissão intergeracional é particularmente marcada”,
ou da
“qualidade do ensino e da formação de professores.”
Nesta última causa é evidente que após o 25 de Abril houve uma entrada massiva na profissão de gente sem qualificações para tal, e não podia ser de outra forma, tal como a baixíssima frequência escolar até aquela data tem um preço que ainda hoje estamos a pagar (qualquer professor sabe que o desinteresse de muitos alunos passa por terem ultrapassado a escolaridade dos progenitores, e acharem que já chega).
As Novas Oportunidades não deixam de ter aspectos positivos, mais que não seja porque garantiram emprego a muitos candidatos à docência, e criaram a economia paralela da fraude em trabalhos de RVCC.
Espero que os Ministérios da Educação e do Trabalho poupem aqui, antes que se volte ao tempo em que os professores pagavam fotocópias do seu bolso, mas devo esperar sentado: tal como o e-escolas, estas foram oportunidades de caçar votos a torto e a direito. E comprar votos compensa, acham eles.
O povo saiu à rua…
Ontem, a manifestação da CGTP juntou, em Lisboa, centenas de milhar de pessoas que, vindas de todo o país, partiram de diversas concentrações disseminadas pela cidade para, a partir do Marquês de Pombal, descerem a Avenida da Liberdade até aos Restauradores. Das interpelações feitas aos participantes mostradas pelas televisões é digno de nota o tom pacífico e o sentido cívico revelado. Não se tratou de uma manifestação política marcada por sentimentos agressivos como muitas outras. Não! Tratou-se de uma expressão pública de descontentamento e de urgente chamada de atenção para o impacto social das medidas económicas adoptadas. Por isso, as declarações da UGT, tal como disse à TVI, o seu ex-dirigente Torres Couto, não se identificam com o sentir dos cidadãos, desempregados e trabalhadores. A manifestação de ontem foi um sinal claro de que o activismo cívico e o sentido de participação democrática estão ainda vivos, em Portugal. Estranho seria se assim não fosse e, a assim não ser, só poderia significar que os portugueses vivem suficientemente bem para poder suportar os custos da austeridade, sem sérias e até graves dificuldades. Não é o caso. Os portugueses, além de cerca de 600 mil desempregados, vivem, em significativa percentagem, no limiar da pobreza não denotada apenas ao nível dos seus salários mas, pela correlação com as suas taxas de endividamento e o custo de vida que, de facto!, lhes reduz, o poder de compra. Mais do que uma manifestação contra o Governo, esta manifestação foi contra a política económico-financeira que, a partir da Europa, afecta de forma agravada os países do Sul, cujas economias apresentam debilidades estruturais que, em alturas de crise, denotam com evidência os custos desses problemas. Por isso, seria justo e sinal de boa-fé que, ao invés de ignorar a autenticidade e a dimensão do sentir da população, o Governo revisse algumas das medidas adoptadas recentemente, designadamente, a que se refere a cortes nos apoios sociais aos mais fragilizados pelo desemprego ou pelo auferir de salários muito baixos. Para além do reforço fiscal junto dos grandes agentes financeiros, como a banca!, pensar em questões como as que, hoje, o DN exemplifica, é, de facto, prioritário (ler AQUI).
Dennis Hopper por Denis Hopper
É Ouvi-lo Falar
“Presidente da Câmara privou com o Papa Bento XVI”
A nossa centenária república laica possibilitou ao ilustre Joaquim Mota e Silva, notado edil de Celorico de Basto, um momento de católico convívio com o Papa Ratzi Bento XVI. Ele, Mota e Silva, falou e “Sua Santidade ouviu com toda a atenção”. E fiquei, eu, muito impressionado com tão lata colecção de frases feitas. Devo estar a ficar velho, sem paciência para estes apajares. Afinal, o Papa “teve bem ou teve menos bem”?
E quero daqui enviar o meu apreço jornalístico à última edição do jornal Notícias de Basto por, em apenas 24 12 páginas, ter conseguido encaixar 15 fotografias do autarca local, duas das quais na capa. Notável.
lembranças de antropólogo em trabalho de campo

O Angelus,pintura ao óleo de Jean François Millet,1859,museu Orsay, Paris
Em lembrança da minha mama Esperanza…
É-me impossível não lembrar a família Medela Dobarro do Lugar de Lodeirón, Paroquia de Vilatuxe, Província de Pontevedra Alta, sem lembrar a sua gentileza, a sua doçura, o seu acolhimento, o seu bom trato. O pai da casa é Hermínio Medela Taín, hoje com 82 anos, viúvo recentemente da sua querida mulher Esperanza Dobarro. Ele pertencia a família dos ricos y proprietários, do Lugar de Gondoriz Pequeno. O conheci em 1974, éramos novos. Tinha 47 anos certos, como digo num livro em que falo da sua vida, eu, 33. Era o ano de 1974. Tinha sido enviado pelo meu director de estudos e trabalhos, Sir Jack Goody, Catedrático de Antropologia da Universidade de Cambridge, o meu sítio de trabalho, para entender o pensamento das crianças dessa parte do Estado Espanhol, denominado Galiza. Para o meu espanto, havia duas: a de Polónia, da qual eu nada sabia, e a do Estado mencionado. Sem pensar mais, escolhi a Galiza Lusa, ao Noroeste da Península Ibérica. O problema era encontrar casa onde habitar, Vilatuxe, com a colaboração do Pároco, Luís Vázquez Lamela, ofereceu-me uma casa fria, cozinha de lenha, imensos quartos, no Lugar da Carreteira que unia Vilatuxe com Compostela, cidade, y Lalín, Concelho. Assunto tratado. A seguir, seduzir aos vizinhos para saber deles e escrever um livro. [Read more…]
Portugal é mais importante que Cavaco!
O actual governo está ligado à máquina, não tem capacidade nem força nem determinação para seguir um caminho que as circunstâncias aconselham e exigem. Pelo contrário, o que nós vemos é Sócrates uma e outra vez reafirmar os erros em que incorreu todos estes anos. Se lhe derem tempo, este governo, em desespero de causa, vai causar ainda mais problemas ao país, deixar uma herança de empobrecimento e de desemprego.
As circunstâncias mudaram completamnete nas últimas semanas. Já ninguem acredita no que Sócrates diz, o PEC está aí, os mais pobres vão tambem pagar a crise e os contribuintes já reagem como mostra a sondagem que dá 43,6% de votos ao PSD e cerca de 26% ao PS! Estão, pois, criadas as condições para que se avance a curto prazo para uma solução política, com novas soluções, revigorada, capaz de responder isenta de compromissos que amarram Sócrates aos megalómanos projectos, à dívida monstruosa e ao desemprego que não pára de crescer.
Mas para tal, é necessário que Cavaco Silva coloque os interesses do país à frente dos seus próprios interesses, o país não pode estar à espera do momento certo para que estejam reunidas as condições ideais para sua reeleição . O Presidente da República não pode deixar que o pântano engula a esperança que resta, o tempo é crucial, quanto mais tempo passar sem que as medidas necessárias sejam implementadas, maior será a dor.
As adjudicações à pressa de investimento polémicos e inviáveis financeiramente, mostram bem que Sócrates já entrou na fase do “quem vem a seguir que feche a porta!”
Dennis Hopper (1936-2010)
Um dos actores que me fazia ir ao cinema. O Amigo Americano, Apocalipse Now e Easy Rider são 3 dos filmes da minha vida, e não existiriam sem ele.
Podem ver o resto a partir desta ligação.
Adeus Dennis Hopper
A primeira vez que o vi foi em Blue Velvet. Foi também ai que descobri David Lynch, mas isso é conversa para outro dia. Hoje, o que me interessa é Dennis Hopper. Melhor, o olhar de Dennis Hopper. O seu Frank Booth assustava. Não pelo que fazia, sobretudo pelo que insinuava. O olhar dizia tudo. Só um grande actor consegue falar através do olhar.
Talvez fosse por isso que uma parte significativa da sua carreira tenha sido investida a fazer de vilão. E bem.
O mundo do cinema fica a dever-lhe o clássico “Easy Rider” (1969). Foi actor e realizador. Com Peter Fonda deixou um filme e um manifesto em defesa de um estilo de vida de uma década que ajudou a mudar o mundo. Só por isso merece o reconhecimento de uma estrela no Passeio da Fama, que colocou há muito pouco tempo, já doente e a não conseguir combater o cancro na próstata que o matou hoje, aos 74 anos.
A mentirinha deprimente do costume
Chico Burque desmentiu: foi Sócrates que manifestou vontade em o conhecer, razão porque o recebeu em sua casa.
Não é bem a mesma coisa que a peta posta a circular por aqui: teria sido o cantor a pedir esse encontro.
Nada de novo na rotina habitual: mentiras e aproveitamentos. Já estamos tão habituados que nem estranhamos. Só que Chico Buarque da Holanda não se chama Luís Figo.
Cavaco e a Direita
Alguma direita anda desorientada. Só pode. Com tantos e tão bons motivos para criticar Cavaco foram lembrar-se DESTE.
Estes não foram à manifestação
- Jorge Coelho, Presidente-executivo da Mota-Engil
- Rodrigo Costa, Presidente-executivo da Zon Multimedia
- Ferreira de Oliveira, Presidente-executivo da Galp Energia
- Paulo Azevedo, Presidente-executivo da Sonae SGPS
- José Penedos, Antigo presidente-executivo da REN
Não têm tempo para essas coisas. Precisam de fazer contas à vida, procurando onde gastar o seu magro salário.
Jantares
Eu que, de vez em quando, leio o que se vai escrevendo nos blogs, principalmente naquele que teve a má fortuna de me conceder a honra e o privilégio de ser residente, reparei que se fizeram promessas de resumos sobre repastos. Ora acontece que além de nenhum dos ilustres comensais presentes ter (ainda) escrito sobre o que se passou, também a minha índole amnésica não me permitirá um esclarecimento fotográfico do que se passou (destituído, como estava, do apoio de um gravadorzito porque infelizmente fiz o exame de “Teoria Geral da Posse”, leccionada pelo cândido e virginal Rodrigues, por fax).
Assim, digo-vos que de muito se falou, em registo “cavaqueira ” em que deu para perceber que os Blogers têm, na sua maioria, umbigos proeminentes. Para que melhor percebam, imaginem uma conferência de imprensa em que os tradicionais jornalistas eram substituídos por Bloggers. Na sua vez, o Blogger efectuava uma pergunta curta (nunca acima das duas horas e meia) e depois levantava-se e ia embora porque mais importante que a resposta, tinha sido a incisiva e genial análise que na questão se apreendia (os que podiam porque aquilo não estava ao alcance de todos).
No entanto, sempre direi que transversal e residual em toda a conversa foi a miserável situação económica em que este País se encontra. Uma condição que temporariamente (espera-se) quase tudo impede. Uma condição que nos faz ponderar a essencial distinção entre o que queremos e o que podemos.
Mas, e na ressaca de um bom jantar, fica uma indisfarçável sensação de esperança. Uma sensação que nasce do que se pôde intuir de cada resposta e de cada opinião dada por alguém que realmente tem uma ideia do e para o País. Uma ideia que não assenta na vulgar ambição de poder, mas numa convicção pessoal que Portugal e principalmente os Portugueses são capazes de travar e inverter a tradicional (pelo menos 100 anos) propensão para o mau governo. E assim se começa a perceber um Líder.
Braga Romana
“A cidade de Bracara Augusta engalanou-se para receber a ilustre visita de César Augusto, que estará na capital da província da Gallaecia até domingo, para quatro dias de muita animação e negócio.”
era uma vez um rapaz…

Papageno e Pagena, personagens de Mozart que alegraram a minha infância
Era uma vez um rapaz que não conseguia dormir. Ainda bebé e depois da mamada, dormir não conseguia. A fada madrinha do rapaz, de nome Carolina [1], porque todos os pequenos têm fada madrinha para viverem calmos e sem medo, sussurrou no ouvido da mãe do rapaz: “toca Mozart [2] na viola ou no piano e vais ver o que acontece”. O encantamento da fada madrinha foi forte: mal o rapaz ouvia essa música, adormecia. Foi… o toque mágico. A seguir à mamada, tocar Mozart era parte do alimento: comida para o corpo e música para a alma. A canção tocada, sempre a mesma, repetitiva, essa música das Campainhas Mágicas para xilofone, que adormecia o bebé, ou a canção da Mãe Lua ou Rainha da Noite, convertida para piano. O rapaz cresceu, a música não era suficiente, queria saber porque Papageno, se era caçador de pássaros, tocava uma música, e a Fada Madrinha respondia: “para os atrair e caçá-los, menino! E a primeira caçada foi uma senhora pássaro, disfarçada de velha, mas que passara a ser uma linda catatua que encantou o caçador, e tiveram muitos filhos, todos eles passarinhos…e o conto para embalar ia ficando por esses trilhos, porque o rapaz adormecia. As crianças ficavam admiradas e gostavam de ouvir essa música para adormecer. Os contos de embalar têm essa magia, são… peganhentos… imitados. O melhor remédio dos pais é saber qual a varinha mágica que coloca os pequenos a dormir a noite toda. O rapaz do meu conto, até ao dia de hoje, precisa da sua música para adormecer, tal como estes mais novos, os seus descendentes que ouviam a história narrada todas as noites, queriam ouvi-la mais uma vez. Particularmente pela habilidade do pai em a mudar sempre, para as entreter melhor. Rapaz que, ainda em pequeno, aprendeu a ler sem dar por isso, no colo do pai, enquanto este lia um livro, ele espreitava as letras, letras que aprendeu com a mãe e professora em casa, porque, minhas crianças, o rapaz tinha uma manha: adorava ficar com a família, ler e ouvir a sua música. Escola? Nem por isso, havia muita miudagem em casa, mais não Os doutores das letras permitiam, apenas, estudar em casa até os 11 anos. Depois disso, o rapaz da história ao dar-se com outros, adorou. Não sabia o bom que era estar com amigos. Esse rapaz cresceu, as asas do saber apareceram nos seus ombros, ganhou prémios, o que as crianças do rapaz adoravam ouvir, era tão fácil e não esse pandemónio que os descendentes do rapaz tinham que atravessar todos os dias. Essas crianças adoravam a fada madrinha do rapaz e queriam ter uma, e o rapaz pai dessas crianças, de imediato lhes emprestou a fada madrinha











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