It’s The End of The World as we Know it….

….mas eu não fico satisfeito, ao contrário do que diz a música dos REM.

Não fico satisfeito (nem surpreendido) com a vitória da extrema-direita (e extrema-esquerda, as quais não distingo em nada) por essa Europa fora. É alarmante. Assustador.

Representa o princípio do fim do sonho europeu. E nestes momentos o melhor é não esconder os culpados: o centro direita e o centro esquerda europeus. Todos sem excepção. Porque levaram o eleitorado a ter de fazer estas escolhas. Porém, o eleitorado não pode fazer de conta que não é nada com ele.

Quando amanhã regressarem as fronteiras, as pesetas/escudos/francos e o retrocesso da liberdade, talvez se lembrem do dia 25 de Maio de 2014. Ou talvez não.

Resultados Eleições Europeias 2014

europeias 2014 resultados Vantagem de 3.75 pontos percentuais para o PS à 1:00. Com efeito,  o “Partido Socialista teve uma grande vitória“. Vê-se também que 15 mil idiotas votaram na extrema direita – a falta que faz a História a esta gente. O Livre… continua livre para a próxima eleição. Já o MPT, perdão, Marinho e Pinto, conseguiu capitalizar o voto de protesto, o que não aconteceu com o BE. O PCP voltou a subir e PSD/CDS continuam a campanha eleitoral iniciada há duas semanas.

Gostam de austeridade? Preparem-se, que vem aí um ano desapertar o garrote até às legislativas, para depois voltarmos ao mesmo. Oposição, não se preparem, não.

Actualização:

Com os resultados de inscritos e votantes já disponíveis (7965 inscritos e 481 votantes) dos consulados que têm suspenso o apuramento por estarem a aguardar, para apuramento, os votos de mesas com menos de 100 eleitores, é possível concluir pela certeza da distribuição dos quatro mandatos ainda não atribuídos na plataforma às candidaturas da Aliança Portugal, CDU – Coligação Democrática Unitária, Partido da Terra e Partido Socialista (indicados por ordem alfabética, por não ser definitiva ordem da sua atribuição). (daqui)

Assim, a distribuição dos mandatos fica: PS 8, PSD/CDS: 7, CDU 3, MPT 2, BE 1

1% das freguesias corresponde a 33% dos mandatos

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O esplendor do país concentrado numa franja de terra.

Moção de censura

Acabada de anunciar pelo PCP. Passos Coelho acha que os partidos estão equivocados, que os portugueses não querem eleições. Keep dreaming.

Europeias 2014 – projecções de resultados

europeias 2014europeias-2014-sic

Confirmando-se este resultado, o PS perde, tendo mais votos. Seguro conseguiu o feito fantástico de transformar esta eleição num referendo à sua liderança. Mas ainda é cedo para lavar cestos. Entre o máximo e o mínimo, há 9 pontos de diferença, o que ditará se a austeridade da direita ganha novo fôlego para as legislativas ou se o PS terá novo líder.

Surpresa é o resultado da CDU, MPT e BE, com leituras distintas. Veremos às 22:00 o que é que se passará.

Adenda: actualizado com a projecção da SIC.

Abstenção

Abstenção entre os 61% e os 66%, segundo a RTP.

Dia de eleições #3

Fui eleito na mesma“, dirá o futuro deputado europeu enquanto  arruma as meias e as cuecas na mala, por cima de um panfleto da campanha.

Dia de eleições #2

A CNE avança às 13h que só votaram 12% dos eleitores portugueses. Estaremos perante um novo record abstencionista?

Dia de eleições #1

preparo-me para votar numa mesa eleitoral do distrito de aveiro. eis que um edil local vira-se para os seus co-religionários e diz: “malta, vão vão ali para a porta da Igreja <<decorria na dita Igreja a primeira comunhão de cerca de 40 crianças>> e tragam-nos todos para votar na rosa. temos de meter o assis lá dentro” – e pronto. a porca da política é mesmo assim.

Número de eleitor

Instruções aqui.

Surpresa, surpresa

europa crisis

Nos países que já votaram, parece que a abstenção tem hipóteses de ganhar com valores de 60% a 70% e eu também me vou mostrar surpreendido. É que não esperava nada disto, nada mesmo. Numa Europa construída unicamente, ou quase, pelas elites, que se mostrou incapaz de reagir à crise financeira e com uma estrutura política profundamente não democrática, como se comprova pelo seu Parlamento que pouco decide e pela sua Comissão não eleita, poderosa mas não tão forte como dois ou três estados que tudo decidem, não se percebe porque razão os eleitores se abstêm de validar uma estrutura política que não foi por eles decidida. [Read more…]

die besten

creio profundamente que é recorrente no mundo do futebol a história repetir-se constantemente. não sendo simpatizante de nenhum dos clubes presentes na contenda (sou fã do athletic de bilbao), tinha um post preparadinho na cabeça caso Diego Simeone e o Atlético de Madrid tivessem vencido a Liga dos Campeões. tenho como seguro que o trabalho que o argentino fez durante esta época no Vicente Calderón será alvo de estudo dentro de alguns anos. o seu a seu tempo, aqui no aventar. não tendo os colchoneros feito a festa em Lisboa, respeito os vencedores bem como todos os pobres tugas que hoje manifestam regozijo pela vitória de um falso “símbolo de portugalidade” que não é mais que um agremiador de dinheiro (uma máquina de dinheiro) outrora usado pelo estado espanhol como um projector de poder e um instrumento de controlo social. [Read more…]

Real Madrid

Num minuto se ganha, num minuto se perde. Ou a dois minutos do fim, que foi quando o Atlético perdeu, quando o Real empatou. O que se passou a seguir foi o prolongamento desse prenúncio.

Tem conta no Facebook e está a reflectir? Isto é para si.

Still Life with Spherical Mirror

A CNE anunciou que hoje e amanhã é preciso cuidadinho com o que se publicar no Facebook. Em declarações exclusivas, desabafou que tem pouca fé na capacidade de concentração dos portugueses, algo já atestado por diversos profissionais da educação, os quais se queixam do défice de atenção dos seus alunos, optando a Comissão por jogar pelo seguro, reduzindo as possibilidades dos eleitores se distraírem na reflexão.

Fonte que pediu anonimato acrescentou ainda que se chegou a ponderar a criação de melhores condições para uma reflexão mais profunda, fechando-se a Internet, medida que caiu por terra porque impossibilitaria a leitura do seu comunicado, do qual se transcreve parte: [Read more…]

algo me diz…

que o fio vai romper por uma das pontas. Lagarde afirmou hoje que Portugal é o país do mundo que mais deve à instituição. 27 mil milhões de euros.
Assertivo também será dizer a Christine Lagarde que a instituição que dirige perdoou imensos mil milhões de dólares a estados onde interveio, principalmente aos africanos, por serem, à semelhança do caso português, de difícil (senão impossível) reembolso. Assim como também perdoou determinados empréstimos concedidos ao abrigo dos famosos programas de ajustamento a estados da América Central para estancar qualquer pavio que pudesse resultar numa acção revolucionária que pudesse colocar em perigo a hegemonia pretendida pelos norte-americanos para a região. Lembram-se do programa de El Salvador por exemplo? [Read more…]

penso eu de que…

Nunca compreendi bem a concepção de dia de reflexão no dia que antecede um escrutínio eleitoral. Nunca compreendi bem o conceito pelo facto da reflexão, como seres racionais que somos (alguns; perdoem-me a excessiva arrogância) ser uma constância derivada da própria natureza humana. O ser humano não pode formular uma ideia assertiva sobre algo ou alguém num dia. Parece-me ponto assente. Muito menos poderá agir de forma consciente num caso concreto que lhe diga respeito de forma leviana.

A minha tenra experiência política enquanto militante de um partido e, sobretudo observador diz-me que em política tudo vale. Desde a mentira ao porco no espetro na safra, [Read more…]

Está um lindo dia

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para provocar nacionalistas e monárquicos. Parece que se vive por um dia o suposto desejo de Filipe I em trazer para a foz do Tejo sua corte.  E que bem ali ficava a capital de uma Federação Republicana dos Povos Ibéricos.

E que o Atlético republicano vença a equipa realenga.

Retrato de Filipe I com as armas de Portugal de Alonso Sánchez Coello, 1580.

Estou a reflectir

E penso no imenso bando que, das suas prateleiras douradas, irá criar mais burocracia para justificar a sua existência.

O rapto de Europa

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No começo de tudo quem mandava era Zeus, o mais sortudo dos filhos do Tempo (Cronos) que, conseguindo escapar ao grande apetite do pai (famoso comedor da própria descendência), tomou o seu destino em mãos, vindo a unir-se a Europa, uma ninfa que conheceu na Fenícia certo dia em que ela estava com umas amigas a apanhar conchinhas à beira-mar. Zeus e Europa tiveram três filhos, entre os quais Minos, que viria a tornar-se muito poderoso, reinando em Cnossos – cidade-labirinto onde jazem ainda hoje (em Creta) o primeiro trono, a primeira banheira, o primeiro sistema de canalização de águas, a primeira estrada e o primeiro teatro do Ocidente.

À falta de melhor critério, Zeus determinava o destino de todos fazendo apelo a uns jarrões que tinha à porta da caverna onde vivia – contendo um apenas coisas boas, e o outro somente coisas más. Assim, Zeus dava a uns (muito poucos, crê-se) uma vida muito boa, a outros (acredita-se que a maioria) uma vida muito má, e aos restantes uma vida mais-ou-menos, que era quando ele retirava coisas dos dois jarrões. O princípio e o padrão mantiveram-se até aos dias de hoje, [Read more…]

Que Europa?

Há trinta anos, ser europeu era a melhor coisa do Mundo. Na Europa, os homens podiam ser homens, dizia-se, ou pelo menos pensava-se. Nela, lugar natural dessa humanidade,  os homens podiam cumprir o seu mais interessante programa da espécie, dizia-se, ou pensava-se, nessa convicta e secreta superioridade pós-colonial, nós homens (e mulheres, naturalmente) com caminho feito pelas estradas nacionais dos impérios e pelos caminhos de cabras dos lugares que havíamos colonizado quando ainda éramos bárbaros, íamos realizar a Europa da fraternidade.

Embora ainda um pouco tosca, de fundamentos demasiadamente metafísicos para um projecto daquela envergadura, nessa Europa ainda por construir, quase só palavras de discursos, de intenções enunciadas diante do aplauso esperançoso dos povos, os líderes europeus iam fazer um mundo novo. Há trinta anos, ajudar a fazer um mundo novo, apostando nele às cegas, era a melhor coisa que podia acontecer-nos. Desafio aventuroso, o melhor que se pode receber da vida aos vinte anos. Fazer um mundo, não fazíamos por menos, sempre nas grandezas (mas há nisso grande poesia, na elevação do impulso certo). [Read more…]

eu cá não sou de intrigas nem de meias verdades

Esmiuço com atenção o Boletim Estatístico publicado pelo Banco de Portugal.

A dívida galgou os 130% do PIB, quedando-se agora nos 132,4% do PIB. Esse vírus despesista chamado Partido Socialista, dizem eles. Essa esquerda que só tem ideias quando há dinheiro, repetem. Esse socialismo que só existe quando há dinheiro, concluem. O Tratado Orçamental obriga que o Estado Português reduza a sua dívida pública a 60% mas apesar das previsões de redução apresentadas pelo governo para os próximos anos, não existe fórmula para que isso aconteça senão voltar a castigar os contribuíntes e a procura interna. Sabendo para já que o risco de deflacção é uma realidade. A deflacção poderá arrastar consigo mais uma surte de falências e desemprego. Menos receita a entrar nos cofres do estado por via das contribuições e mais despesa contraída em apoios sociais. (Faça-se tábua rasa e corte-se ainda mais nas condições de acesso ao benefício de apoios sociais, pensarão). Enquanto o défice estrutural do Estado (leia-se o estado gastar menos do que aquilo que recebe), a dívida continuará a aumentar porque, logicamente, o estado terá que pedir emprestado aos mercados para cumprir as suas obrigações. Desengane-se portanto quem pensa que a dívida pública e o défice estrutural são elementos desligados. São elementos intimamente ligados. Quase gémeos. Esqueçam todo o argumento que foi apregoado aos 7 ventos pela Ministra das Finanças e pelos seus tutelários do ICGP de que o Estado teria uma almofada financeira significativa para fazer face às suas obrigações no próximo ano. É pura mentira. [Read more…]

só por curiosidade

Se Marinho Pinto for eleito no próximo domingo deputado europeu, haverá alguma “incompatibilidade de balneário” com a estrela do clube Nigel Farage?

Patrulhamento que faz saltar a tampa

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A denúncia partiu do Sindicato Unificado da Polícia (SUP), pela voz de Peixoto Rodrigues, presidente do organismo. Segundo este, e por decisão do comandante da segunda divisão da PSP de Lisboa, agentes da PSP estarão a ser obrigados a dedicar parte do seu horário de trabalho à recolha de tampinhas de garrafas de plástico, com o objectivo de criar uma gigantesca bandeira de Portugal para apoiar a selecção nacional e bater o recorde do Guinness da categoria.

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O Estado, a Cultura e o Património

“…a função do Estado na Cultura tem de sair da mera dicotomia entre a preservação do património e o apoio à criação artística: o Estado tem de ser, cada vez mais, facilitador na relação com a referência e a experiência cultural, na fruição e acesso de cada cidadão à cultura. Este papel acrescido significa responder à procura com mais informação, com mais parcerias, com uma maior descentralização, com a colaboração – sem sobreposição, dirigismo ou substituição – com as autarquias, empresas e sociedade civil; com o apoio à criação e produção cultural e à internacionalização; e continuar a encontrar novos públicos em conjunto com as indústrias criativas, o turismo e a educação….”

Pois é.  A esta citação voltaremos.

Israel e o tiro ao alvo*

Nuno Roby Amorim

Existe uma posição muito irritante, da intelligentsia conservadora europeia e portuguesa em particular, de apoio incondicional a Israel aconteça o que acontecer e ultimamente tem acontecido muito. Este apoio baseia-se no princípio de que o estado hebraico é uma verdadeira democracia, o que é verdade, uma ilha rodeada por fanáticos extremistas e radicais árabes, prontos a violarem os princípios mais básicos da dignidade humana, o que também é parcialmente verdade. Ora bem, só que a democracia é Universal e nada vale se a utilizarmos em casa e na rua andarmos a correr tudo ao estalo, o que é um pouco o que se passa no terreno. [Read more…]

Se o agressor é um herói, a culpa é da vítima?

 

Ontem cruzei-me com este aviso num muro, em Matosinhos, e fiquei arrepiada. Há muitos “Palitos” por aí, desses que perseguem e acossam durante anos, até ao dia em que apertam o gatilho. A este, o do muro, não chegam as ameaças em privado, quis mostrar à sua vítima que está próximo dela e que se sente impune.

E entretanto, no país profundo, ou real, ou o raio que o parta, bastou uma fuga rocambolesca, a polícia burlada e humilhada durante uns dias, para que uma multidão acabasse a aplaudir um homem que se levantava de madrugada para perseguir a ex-mulher, que a amedrontava na rua e nos lugares onde ela trabalhava, que chegou a ameaçar de morte quem lhe desse trabalho, que a agrediu repetidamente, que a obrigou, quando ainda moravam na mesma casa, a regressar à cama de casal sob ameaça de arma. E que, fracassadas todas estas tentativas de recuperá-la pela força, decidiu pôr fim à vida dela e à de mais três pessoas, incluindo a própria filha.

A multidão que o aplaudiu foi a mesma que o conhecia bem, que assistira aos seus actos durante anos, e, percebemos agora, não só não levantou um dedo para ajudar a vítima, como até achou bem aquilo que viu: [Read more…]

Há que Dizê-lo com Frontalidade

Temos um povo do caralho.

Cultura de debate (Europa 2014)

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Em França, no serão televisivo do dia anterior ao encerramento da campanha eleitoral para as eleições europeias de Domingo, um grande debate em directo e com público no estúdio reuniu na televisão seis vozes em torno dos grandes problemas europeus: o euro, as soberanias, a imigração, o Frontex, o salário mínimo, a desregulação financeira, a Alemanha, a desindustrialização dos países, a poção amarga da austeridade, as mudanças climáticas, a política agrícola, os egoismos nacionalistas, o dumping fiscal, etc, etc.

Jean-Luc Mélenchon (cabeça de lista pelo Front de Gauche), Stéphane Le Foll (porta-voz do PS francês), Yannick Jadot (cabeça de lista pelos Verdes), François Bayrou (presidente do MoDem), Jean-François Copé (presidente da UMP) e Marine Le Pen (cabeça de lista pelo Front National) esgrimiram as palavras do combate político. No final do debate, o jornalista despediu-se com um Vive la politique!

Em Portugal passou mais um episódio de Bem-vindos a Beirais e depois Manuela Moura Guedes apresentou mais um Quem quer ser Milionário.

 

Esta Europa não.

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Ele gostava de votar, de votar com convicção num partido, movimento, pessoas que verdadeiramente representassem o interesse da parte maior do povo, em que orgulhosamente se inclui. Sou povo, diz com a verdade de quem é. O discurso da esquerda, que bem conhece de a ter militado (e depois abandonado, por não mais ser possível pertencer-lhe assim), não lhe chega. Atento, há muito que esse voto perdeu sentido. Votar em quem?, pergunta-me todo perdido e chateado de vida, indisponível para a comunhão de fé com essa esquerda titubeante, de pensamento omisso sobre a Europa, e sobre o lugar de Portugal nessa economia de competição inter-pares. Um jogo que gera a desigualdade anacrónica que também em Portugal está a liquidar a recente classe média patrimonial em que também ele, que é povo, até ver se inclui.

Ele até nem se importava de votar na esquerda dos governos, que já o enerva a vocação opositora de quem espera a sublevação histórica dos deserdados do capitalismo para tomar o poder. Bem conhece o cartório de culpas comprometidas com o cavaquismo dessa esquerda. Mas lá está: com Seguro a puxar a carroça é que nem pensar, e Costa tarda, tarda, zanga-se com quem insiste para que de uma vez por todas se chegue à frente, diz que por ora Lisboa lhe basta, que ainda tem lá muito que fazer.

Ele gostava de votar, mas diz-me que esta Europa merece o castigo da abstenção dos povos. Por uma vez, a abstenção tem um outro significado. Um sentido político que aponta o dedo à Alemanha do euro-oportunismo comercial e financeiro e dos egoismos da «emigração interior» dos alemães. Um sentido político, ouviste Angela?

Progresso

Está em marcha na Alemanha uma lei que prevê a expulsão, no prazo de três a seis meses, de emigrantes de países comunitários – mesmo que legais e perfeitamente integrados – que fiquem desempregados. Bom, pelo menos saem vivos. Já é um progresso.