vai fazer encerrar balcões e levar ao despedimento de muitos trabalhadores – não se iludam. Carlos Fonseca, no seu último texto sobre o caso BES.
Engordar o porco para a matança?
À medida que o Banco dos Pobrezinhos da Comporta vai fazendo jus ao seu nome, clientes preocupados com a segurança das suas poupanças abandonam o barco e tentam colocar-se a salvo no banco do Estado. Só na passada Segunda-feira foram depositados 200 milhões de euros na CGD, provenientes, na sua esmagadora maioria, de antigos clientes do BES.
É interessante ver que esta crise do sector bancário privado – o tal que era sólido como uma rocha – ontem aparentemente alargada ao BCP, está a engordar o porquinho mealheiro estatal que o PSD/CDS tanto querem privatizar. Alguém chinês ou angolano assessorado por algum social-democrata interessado? 40 ou 50 milhõezitos devem chegar. Até lá, engorde-se o porco para a matança.
Sai um novo chairman para a CGD!
Sem chairman, na CGD não há crédito para as PME. O eleito foi Álvaro do Nascimento, da Católica do Porto. “É cá dos nossos”, diz o Costa do BdP.
Tretas do Zé Pocilga
O Zé Pocilga estuda em Paris. Zé Pocilga dá entrevistas à RTP. Zé Pocilga é ‘cu-mentador’ residente. E mente, mente e mente, mas não se passa nada. [Read more…]
O caso das alegadas irregularidades que agora não interessam nada
Um sector sensível: um banco. Ainda por cima público. Ainda por cima o maior de todos.
Um administrador deixa o seu cargo.
Um jornal diz que o tal administrador saiu porque a administração optou por fazer de conta que não houve “denúncias de existência de ilícitos criminais praticados na década passada por directores em funções na instituição”.
Seguem-se as cenas dos próximos episódios. Se os houver.
Nogueira Leite já se pirou?
Depois de ter anunciado que se pirava se os impostos aumentassem, para alivio da pátria e dos portugueses honrados em geral, António Nogueira Leite apagou a declaração de partida do Facebook. Será que abriu uma vaga na administração da CGD?
A ansiedade entre os candidatos ao lugar é enorme. É que ele até pode trabalhar para os impostos até Agosto, mas um salário bruto de 189 mil euros/ano mesmo que se receba apenas três meses chega perfeitamente para várias famílias numerosas.
O triunfo dos porcos
O Governo do senhor Coelho alargou a administração da Caixa Geral de Depósitos, de nove para onze administradores, para lá colocar os seus boys: António Nogueira Leite, Rui Machete e Pedro Rebelo de Sousa são os destaques. Para o primeiro, trata-se do prémio pelo aconselhamento do candidato Coelho; para os outros dois, é a justa recompensa pela sua participação activa no banco do cavaquismo – o BPN – que vai agora ser entregue aos angolanos por tuta e meia, depois de milhares de milhões do nosso dinheiro lá terem sido enterrados.
É fartar, vilanagem!
Carlos de Sá
First things, first*
Ah!, sim, vamos a uma drástica, drasticíssima até, redução das entidades públicas. Depois de, claro, alguns pressupostos estarem resolvidos. Antes cedo, do que seja tarde.
* inglês technicolor, como diria uma certa pessoa que eu cá sei, entusiasta de linhas paralelas 😉
Troika a privatizar!
O memorando da troika, do qual o ‘Aventar’, em iniciativa inédita na blogosfera e com o sentido de servir o interesse público, publicou a tradução integral, em 2. Regulação e supervisão do sector financeiro, refere explicitamente, no ponto 2.5 Caixa Geral de Depósitos (CGD), várias orientações, de que destaco o seguinte segmento:
Isto (aumento de capital, nota minha) incluirá um plano temporal mais ambicioso para a já anunciada venda do sector de seguros do grupo, seguir um programa para se desembaraçar das subsidiárias que não façam parte do seu núcleo e, se necessário, a redução das actividades no estrangeiro.
Nicolau Santos, director-adjunto do ‘Expresso’, na coluna semanal ‘Cem por Cento’ do suplemento de Economia do mesmo semanário, escreve no ponto 7 um texto que ouso subscrever:
Para compor os seus rácios, a Caixa Geral de Depósitos será reduzida apenas à sua actividade financeira, vendendo todas as outras áreas (seguros e saúde), a sua actividade internacional e possivelmente várias das suas participações nacionais. As empresas portuguesas, estratégicas ou não, ficam agora desprotegidas face ao avanço de investidores internacionais. E dado os valores irrisórios a que se encontram, o mais certo é que todos os designados centros de decisão nacional passem para mãos estrangeiras…
Fernando Ulrich (BPI) ou as dúvidas de um banqueiro
Membro da comissão de honra de Cavaco Silva e administrador do BPI – posições, aliás, irrelevantes –Ulrich veio a público lançar dúvidas sobre a relação CGD – BPN. Terá a Caixa beneficiado da transferência, para os seus activos, dos dinheiros depositados no BPN? Eis a questão do desassossego de Ulrich.
O destino do dinheiro é, ao que parece, causa provável de insónias do banqueiro. Já o Estado ter injectado à volta de 5 mil milhões de euros, na promíscua instituição BPN, deixa Ulrich imperturbável. Que a origem do dinheiro seja o erário público, em grande parte suportado por impostos cobrados a cidadãos de baixos salários, ainda o deixa mais indiferente. Primeiro a banca e em último dos últimos o povo do trabalho, do desemprego e de vidas amarguradas.
Outra curiosidade: Fernando Ulrich afirmou haver muita coisa do BPN por saber. Há certamente. Mas, adiantamos, também se sabe com rigor que ex-governantes cavaquistas, com Oliveira e Costa e Dias Loureiro à cabeça, têm fortes responsabilidades no caso Só que sobre este capítulo, e por certo em ordem a obedecer ao sacro-santo segredo de justiça, Ulrich opta por esquivo silêncio. “Compreendi-te”, diria o histórico Vasco Santana, de voz cheia e embriagada, ao estilo do ‘Pátio das Cantigas’. Ai esta vida de banqueiro…, entoamos nós.
Cavaco a deturpar
As declarações e discursos de Cavaco transformam-se quase sempre em exercício de quem se imagina a falar apenas para pacóvios. Criticamos-lhe a petulância, reconhecendo eficácia na falácia de ser o mais honesto e sábio dos portugueses. A célebre frase “Eu nunca me engano e raramente tenho dúvidas” é estigma do estilo de político que o define.
Na Madeira, concelho da Ribeira Brava, Cavaco garantiu à comunicação social que não afastaria os membros da sua comissão de honra que dirigem a CGD. Para defender a sua posição, declara agora que, no debate com Alegre a propósito dos dinheiros públicos injectados no BPN (+ de 5 mil milhões de euros) e da nacionalização por ele promulgada, se limitou a fazer uma constatação do insucesso de resultados por comparação com o êxito de operações semelhantes em bancos britânicos. [Read more…]
CGD, outro albergue da imoralidade
Faria de Oliveira, putativo e oportunista como sempre, distribuiu hoje matéria noticiosa sobre a estratégia de desenvolvimento de negócios e a política de remunerações do banco do Estado, CGD, a que preside. Primeiro, admite alienar o negócio dos seguros – Caixa Seguros e Saúde SGPS – para realizar 1.000 milhões de euros de receita; segundo, escreveu ao Ministro das Finanças a solicitar que a Caixa Geral de Depósitos, com 10.600 trabalhadores, seja dispensada de aplicar a redução de 5% da massa salarial decidida para o Sector Empresarial do Estado (SEE), como extensão das medidas de austeridade do governo para a Função Pública.
Vamos por partes. Ao que se percebe, a venda da actividade seguradora visa obter fundos para melhoria dos rácios de capital da CGD, entretanto deteriorados. Claro que, inspirado nas instruções da tutela, o banco do Estado despendeu avultadas somas no BPN e, para se ressarcir de 20% da desastrosa aplicação, se vê coagido a alienar negócios rentáveis explorados por Fidelidade Mundial, Império Bonança, Via Directa, Multicare, Garantia (Cabo Verde) e Companhia Portuguesa de Resseguros, entre outras. Trata-se, de facto, de uma delapidação de património de interesse público, imposta pela incompetência governamental e da administração da CGD que, em 2009, teve os lucros reduzidos em 39,2%.
Quanto à redução da massa salarial, esta calculada em 450 milhões de euros, Faria de Oliveira teme fuga de quadros. Diz ele, segundo os jornais, que a CGD está a operar no mercado e, por efeito da concorrência, corre o risco de perder colaboradores para os privados. Além de demagógico, o argumento de Faria de Oliveira é ofensivo para a inteligência dos cidadãos. Alguém se convence que os outros bancos, os privados, não contratariam pessoal da CGD se pretendessem, mesmo sem a redução salarial? E quanto à concorrência; o que se passa com a CGD, já hoje sucede entre os hospitais do Estado e os privados. É ou não verdade que o sector privado da saúde, sem investir um cêntimo no ensino universitário da medicina em Portugal, anda a recrutar médicos e outros profissionais de saúde especializados no sector público, garantindo remunerações mais elevadas? Por que razão administradores e pessoal da CGD têm que ser excepção a estes mecanismos de mercado e poupados aos sacrifícios impostos a milhares de funcionários públicos, cujos vencimentos e regalias são, de longe, muito inferiores aos garantidos pelo banco do Estado?
Mira Amaral – um homem sem vergonha
Mira Amaral, engenheiro de base e economista por pós-graduação, resolveu sair também a terreiro e proclamar: “a economia portuguesa não aguenta mais impostos”. Ao estilo de sábio membro do ‘Conselho de Anciãos’, a ilustre figura avisa: “é urgente, é imperioso fazer cortes do lado da despesa…”. O aviso, claramente dirigido ao seu partido, é redundante, se tivermos em conta as posições da direcção do PSD, a quem, Mira Amaral, se pretende colar.
De há muito, a falta de vergonha dos homens públicos é fenómeno comum, mas Mira Amaral é um destro praticante da ignomínia. Integrou os quadros do BPI, transitando do adquirido Banco de Fomento, privatizado nos anos 90. No início da década actual, reformou-se do BPI com indemnização e pensão substanciais. Algum tempo depois, ingressou na CGD, por influência do PSD; porém, ao final de 18 meses, viria a deixar a instituição do Estado, com uma obscena pensão de reforma de mais de 18.000 euros mensais; e não foi o único, porquanto também o seu ajudante de campo e ex-secretário de estado, Eng.º Alves Monteiro, teve percurso semelhante, embora a valores mais baixos. Até Bagão Félix, então Ministro das Finanças, benfiquista de alma e coração, ficou verde.
Hoje, Mira Amaral, administra o Banco BIC, ao serviço de Amorim e de Isabel dos Santos, a princesa do reino corrupto de Angola. Um homem que, além de retribuições de privados que não discuto, em função da desfaçatez de arrecadar cerca de 250.000 euros anuais de uma instituição pública, perdeu a moral – e igualmente a vergonha – para falar em desperdícios de dinheiros públicos, mormente em cortes de despesas. Sr. Mira Amaral: ajude o País, prescindindo da abjecta situação de reformado da CGD!
A CGD "esquemática"!
Havia um esquema fraudulento do conhecimento de dois vice-governadores que envolvia 800 contas fícticias, com a participação de empresários e clientes, com vista a conceder créditos para a aquisição de acções da REN, da Galp e da Martifer. Agora andam a empurrar responsabilidades para a cadeia hierárquica, directores e responsáveis de agência. Produto de investigação da CMVM.
A mesma CGD que ajudou o Governo a entrar no BCP, que fez os negócios “Finos” para influenciar o quadro accionista da Cimpor, emprestando dinheiro com garantia das próprias acções e garantindo os prejuízos se os houvesse, como houve em menos-valias em bolsa.
A CGD que deveria apoiar as PMEs, concedendo empréstimos favoráveis a quem produz e exporta, e participar com capital de risco para criar e desenvolver novas empresas, anda nisto, nos esquemas dos negócios de casino.
O stress test – bancos na falência?
Quando a tempestade se aproxima dos bancos inventam-se uns “palavrões” como é esse que está aí em cima.Isto não é mais que uma auditoria mas feita por uma entidade independente, por forma a que as suspeitas se confirmem ou não. O que aconteceu a vários bancos americanos, ingleses, Islandeses e outros, que tiveram que fechar uns e outros tiveram que ser ajudados por doses massiças de dinheiro público, poderá estar a acontecer em Portugal.
Aqueles estavam demasiado expostos às várias bolhas, especialmente à do “imobiliário”, o que não acontecia com os nacionais, mas estes estavam, por sua vez, demasiado expostos aos seus credores, aos bancos internacionais que lhes emprestavam o dinheiro necessário e que agora não têm. Resultado, os bancos nacionais estão em maus lençóis e pode acontecer agora, o que aconteceu há um ano nos vários países citados.
Os banqueiros vêm dando recados que apontam para aí, desde o o presidente do BES que quer vender o que tem na PT, rompendo a santa aliança que tinha com o governo de Sócrates, até ao presidente da Caixa Geral de Depósitos que não foi parco em recomendações “prudenciais” em recente entrevista. Do Millenium PCP não há notícia oficial todos perguntam se está na altura de tirar de lá o dinheiro.
Se ao pacote de medidas, PEC, nos cai em cima uma tempestade destas, onde irá o governo buscar o dinheiro para injectar nos bancos?
Ao Totta?
CGD – A miopia de Faria de Oliveira
O presidente da CGD, Faria de Oliveira, nos telejornais de ontem, admitiu a venda dos 7% detidos pela instituição no capital da Portugal Telecom. “ É apenas uma questão de dinheiro, tudo se vende na vida excepto a honra…”, argumentou o ex – Ministro do Comércio, ex – IPE e ex – mais não sei quantos lugares e funções.
A falta de perfil e competência do Eng.º Faria de Oliveira para o exercício do cargo actual já se manifestara em intervenções anteriores. Apesar de utilizada para investimentos e parcerias sem nexo, a CGD tem também em carteira participações de carácter estratégico para o país. Uma delas é justamente na PT, por sua vez detentora de parte do capital da operadora Vivo, brasileira e alvo de aguda cobiça pelos espanhóis da Telefónica.
As declarações de Faria de Oliveira denotam miopia empresarial. Com efeito, reduzir a participação na PT a mera questão mercantilista – o dinheiro é que conta, considera ele – é demonstrar falta de visão estratégica. Murteira Nabo, conhecedor da matéria, corrigiu o ‘tiro’ de Oliveira. O desejável, disse, seria lançar um contra-ataque à posição da Telefónica na Vivo, acrescentando: “ E há parceiros disponíveis”.
As tecnologias de telecomunicação são, de facto, estratégicas em qualquer país. Portugal já alcançou sucessos de relevância mundial. A própria PT, através da TMN, lançou o primeiro serviço de telemóvel pré-pago do mundo; citem-se também os desenvolvimentos das ATM e ‘Via Verde’ pela SIBS. Sem uma operadora, cuja expansão internacional é facilitada através da Vivo, fica muito mitigada a capacidade de progresso na área das citadas tecnologias por Portugal, incluindo desenvolvimentos através de plataformas ‘Internet’ e da TV Digital. Faria de Oliveira não entende isto.
Salários e Sarilhos no Centrão
Somos terra fértil em topetes de políticos e arranjistas. A maioria dos portugueses, essa máxima anónima chamada povo, acolhe-se no limbo do fatalismo e de uma espécie de estoicismo de Schopenhauer, ou seja, de que a luta pela vida está condenada a inevitável derrota.
A comunicação social de hoje, DN e Sol, divulga notícias sobre dois temas de interesse político-social: i) os avultados salários pagos a advogados e economistas por simples presença em reuniões de conselhos de administração; ii) os desentendimentos entre o Governo e o Presidente da CGD, a propósito da nomeação do CEO da Cimpor.
De facto, observados os nomes envolvidos, as sumidades têm origem comum: o grande ‘centrão’. Bastas vezes estabelecem acordos em surdina; mas, em outras ocasiões os conflitos e sarilhos irrompem como vulcões. Querelas incontroláveis entre compadres.
Sugestões a Passos Coelho -2
É fácil congelar salários mas é muito injusto, porque são os que ganham menos e os que vivem pior que pagam a factura, só têm o pecado original de serem muitos e tirando um bocado a cada um junta-se muito. Mas chega, é sempre assim e no essencial, os erros, as duplicações, os desperdícios ficam lá todos.
Seria melhor ser um homem de Estado a sério e avançar com medidas corajosas que, essas sim, além de justas, ficam para sempre. Exemplos? [Read more…]
Isto é uma seca mesmo quando chove…
Querem saber porque temos a economia e os empresários que temos ?
Quando há seca o agricultor perde tudo ou quase tudo e quando chove tambem. O Estado, poderia fazer uma conta-corrente, ajudava quando havia prejuízo e recebia quando o agricultor tivesse dinheiro.
As verbas atribuídas, ou melhor, envolvidas, pelo Estado num esquema destes, seriam uma gota de água comparadas com as que são envolvidas nos negócios de “casino” em que a Caixa Geral de Depósitos é perita!
No BPN foram lá metidos dois mil milhões, que grande parte nunca ninguem mais vê. No BPP, foram lá metidos mais uns quantos milhões (não se sabe quanto, pois falta saber a quanto montam os avales que o Estado deu aos outros bancos que meteram lá dinheiro), no BCP está para se saber que montante foi necessário para o Estado ter o controlo do banco privado, na Cimpor a massa que lá anda a sair e a entrar é toda da CGD…
O negócio destes grandes empresários é ir pedir dinheiro emprestado à CGD e depois paga “com o pêlo do mesmo cão”. Se a coisa der para o torto, fazem-se uns ajustamentos “finos”…
Agora choveu e o que se ouve é a EDP dizer que nada tem a ver com o facto dos postes terem caído ( a ideia, muito boa, é que a culpa do temporal é dos agricultores por cujas terras passam as linhas de alta tensão…) a EDP só paga se não houver temporal, isto é, não paga nunca!
Seguros privados para a seca e para o temporal não há, e se há, são de tal maneira caros que inviabiliza a agricultura e as pescas.
Os meus caros leitores sabem como apareceu a “letra comercial”? Um vendedor de alfaias agrícolas nos US percebeu que, quando os agricultores precisavam das alfaias não tinham dinheiro e quando tinham dinheiro não precisavam das alfaias. Já tinham vendido a produção do cereal! Então ele passou a colocar as alfaias no campo contra um papel assinado, e o agricultor usava-as quando precisava delas e pagava-lhe quando vendia a produção. Foi o factor mais importante no desenvolvimento da agricultura nos US!
Pois é, é tudo o ovo de Colombo, o problema é que cá, enquanto se ganhar dinheiro com o “casino ” ,ninguem está preocupado com a lavoura…
Assim, Não Custa Nada
SUSPENSÃO COM VENCIMENTO
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Assim até ne
m custa nada estar com o emprego suspenso. Não trabalhar, mas continuar a receber os trinta mil euritos por mês de vencimento, é que é uma maravilha.
O sr Vara, o tal amigo do nosso Primeiro, Sócrates II O Dialogador, e apanhado com ele em conversas telefónicas duvidosas, e que terá recebido uma gorgeta de dez mil euros por um favorzito feito, continua a receber o seu vencimento chorudo, do BCP, apesar de ter o seu emprego suspenso. E tal vai continuar, enquanto não se apurarem todos os factos. O homem tem capacidades, lá isso tem. Desde um aumento após a saída da CGD até receber sem ter de trabalhar nem um bocadinho, ele há de tudo.
Está tudo mesmo oculto, até a face.
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Vara Oculta
FACE OCULTA ENCONTRA ARMANDO VARA
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integrava Armando Vara e mais onze companheiros. Para já, só dois, ele, Godinho e José Penedos (REN), foram constituídos arguidos. Manuel Godinho, empresário de Aveiro, está detido.
Nos negócios ocultos, os pagamentos incluíam dinheiro em notas e carros de alta cilindrada, Mercedes de preferência de valores nunca inferiores a dez mil euros. E não foi há muito tempo! São negócios recentes.
Armando vara é um alto dirigente do BCP e já o foi da CGD, grande amigo de Fátima Felgueiras e do nosso Primeiro, Sócrates II, O Dialogador, e politicamente muito influente, e ninguém terá
ficado surpreendido por ver o nome deste sr misturado nesta coisa.
A exemplo do amigo Pinto de Sousa, também ele se formou na Universidade Independente, mas em Relações Internacionais, três dias antes da sua nomeação para a Administração da CGD.
Terá sido mais um salto à vara.
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