
Passadas duas semanas, Passos Coelho e os seus ministros fazem o oposto do que prometeram. Depois sentem-se quando lhe chamam mentirosos, que “em política não pode valer tudo“. A palavra deste governo vale zero e a pequena parte do DEO que quase são boas notícias para 2015 vale igualmente zero.
Aqui ficam as declarações de há quinze dias sobre a promessa das medidas que não “incidam em matéria de impostos, salários ou pensões”. “Creio que já esclareci bem essa matéria”, disse então Passos Coelho. E que “terão de ser identificadas poupanças ao nível da máquina do Estado”.

























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