“Truque de ilusão
Em cada dia
Com o meu coração
Fazes magia”
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
“Vem para a rua
Que a vida é partilha universal
Vem para a luta
Munido de amor e flor de sal“
É o tema que se segue.
Fomos uma das mais de 200 candidaturas de livre submissão para o Festival da Canção 2019.
Infelizmente, o nosso tema não foi o eleito.
Paciência, para o ano há mais.
Aqui está o tema: “Carrossel”.
“Não temos medo do caminho
Somos dois, ninguém está sozinho”
… desta vez em dueto com Beatriz Silva, intitulado “Pára por favor”.
Segue mais um tema, desta vez “É já tempo”.
Mais um tema que se segue.
Continuando a divulgação, desta vez com o tema “Eu digo sim (Tu dizes não)”.
Mais um tema, desta vez intitulado “Ei!”.
Conta com a participação especial de um agapornis de seu nome “Piupiu”.
Este é o primeiro vídeo do projecto musical que tenho em mãos.
Trata-se de uma mudança algo radical do que costuma (ou costumava) ser o âmbito das minhas publicações, mas, sinceramente, já estou cansado das agendas mediáticas e das conjunturas.
Feliz Dia da Mãe.
Tem sido um sucessivo fracasso aproximar os cidadãos da política e dos partidos políticos.
Por isso, aqui vai uma sugestão.
Que tal fazer o contrário e aproximar os partidos políticos da realidade do cidadão e da generalidade das empresas, e acabar com as isenções de impostos de que beneficiam e, também, pô-los a pagar taxas de justiça e custas judiciais?
Talvez, assim, sempre que viessem falar das dificuldades do povo e do custo de vida, de como a justiça é cara, e outras coisas do género, soasse um pouco melhor.
É só uma sugestão.
Entretanto: Bom Ano Novo!
… ainda que em formato aligeirado: Fátima, Futebol e Festival.
Sim, em tempos de geringonça tudo é possível.
Fala-se tanto na defesa da língua portuguesa como sendo uma das dez mais faladas em todo o mundo, na importância de valorizar a CPLP, na alma lusa, em Camões e Pessoa, usam-se cachecóis com as cores nacionais, canta-se o hino, grita-se “Portugal” e apregoa-se o fado e a saudade.
Mas, no fim de contas, lá temos o Primeiro-ministro português a falar em castelhano numa entrevista a um jornal espanhol.
Não fosse ser tão triste, seria de rir.
A eleição de Donald Trump é, até pela extensão do significado que tem além fronteiras dos EUA, matéria para todos os receios.
Todavia, convém não esquecer que Trump foi eleito e pelo mesmo sistema eleitoral que antes elegera Obama e, antes deste, Bush Jr., e antes deste, Bill Clinton, etc.
Continuo convencido que a eleição de Trump também se deveu, e muito, a uma má escolha chamada Hillary Clinton. Fosse o adversário Bernie Sanders, e estou em crer que Trump não estaria na Casa Branca.
Mas foi como foi, e deu no que deu. E Trump o que está a fazer é nada mais do que tentar cumprir o que prometeu. E espero que continue a tentar (mas sem conseguir). Pela simples razão que quanto mais tentar cumprir o que prometeu, mais norte-americanos perceberão o erro que foi elegê-lo. E nestes incluo empresários e banqueiros, que não querem arriscar o fim do multilateralismo comercial e financeiro de que depende fortemente a economia norte-americana e o próprio dólar. Para não falar do mal-estar das relações entre os EUA e seus aliados e parceiros económicos, como é o caso do México e da Austrália, que só prejudica os negócios. Bem como com um dos seus maiores credores internacionais: a China. [Read more…]
… como qualquer outro, para tornar a esta casa: desvendar um mito.
Sim, é verdade: o Sábado-feira existe!

?
“Um destes dias”, foi a data marcada para voltarmos a tomar café.
Assim nos despedimos em Coimbra, à mesa do “Santa Cruz”.
Mas, não aconteceu.
São as acções que não tomamos, que deixam os maiores vazios.
O preço de se tomar as pessoas, as coisas, o tempo, como garantidos.
Restam os dias que ficaram, entre os dias que passaram, registados na memória onde se arquiva e se consulta as boas partilhas.
De tudo quanto poderia escrever, hoje só sou capaz disto.
O resto é memória e vazio, que prefiro guardar para mim.
Um abraço, JJC.
“E aqueles que por obras valerosas
Se vão da lei da Morte libertando”
(Canto I de “Os Lusíadas”, de Luís de Camões)
Tudo tem um fim e a vida do Mestre José Vilhena não foi excepção.
Já a sua mestria não terá, imortalizada que está em cada traço, em cada palavra com que satirizou a política, a sociedade, os costumes.
No dia da morte do Mestre, partilho convosco uma foto da capa do primeiro número da histórica publicação “Gaiola Aberta” (uma relíquia que guardo com especial carinho).
Obrigado, Mestre José Vilhena.
Já não era sem tempo de surgir alguém que sabia o fazia e que sabe o que fez.
Só podia ser de Angola.
“Durante os dez anos que estive à frente do BES Angola mantinha-me informado sobre tudo o que lá se passava. Assumia as minhas decisões“, afirmou Álvaro Sobrinho, na sua intervenção inicial na comissão de parlamentar de inquérito (CPI) do GES/BES.
“É normal e totalmente seguro ter créditos sem garantias”
Sim, é muito normal os bancos emprestarem sem garantias.
Que o digam os empresários portugueses, sempre que pedem financiamento bancário: quais avais, hipotecas ou fianças?…
Convenhamos que a escola é muita: engravidar uma virgem e fazer um carpinteiro assumir a paternidade, patrocinar um Salvador e assim lançar uma religião mundial, não é obra para qualquer um.
Vem isto a propósito da “novela BES”, onde fico a pensar se não deveria ser legal, pegar numa qualquer empresa (uma carpintaria, por exemplo) que foi levada à ruína por gestão danosa, abrir uma outra empresa, passar para esta máquinas, trabalhadores, créditos cobráveis, inventário, património, saldos bancários, encomendas e demais activos, e deixar na empresa falida tudo quanto é dívida vencida, crédito de difícil cobrança, prejuízos, negócios de risco e outros sacos do lixo?
Depois, reflectindo melhor, concluo que não, pois teríamos sempre de estar perante a obra e graça do Espírito Santo, ou seja só por milagre.
Após a declaração do Banco de Portugal sobre o destino do BES, a SIC Notícias e a TVI24 logo analisaram ao pormenor com comentadores e analistas.
Já a RTP Informação continuou a debater futebol com o “Trio de Ataque”.
Serviço Público, dizem eles…
Portugal deve ser o único país europeu onde predomina o culto de se tratar a outra pessoa pelo alegado título académico.
Sim, digo alegado porque há muitos que sabe Deus… ou nem Ele.
Um dia, espero ser tratado por Senhor Teixeira com mais respeito do que tantas vezes sou por Senhor Doutor.
Boa, Torre de Moncorvo!

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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