
É de rir.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Então, mas a Cristas não fez parte do governo que queria cortar nas gorduras? É que o que está em causa aqui é fechar turmas onde já existe oferta pública.
É tão bom ser-se liberal encostado ao Estado.

Percebes Jorge? Em 2012, quando o governo amarelo laranja e azul do PSD e do CDS-PP aplicava cortes violentos, não só na Educação como na Saúde ou em salários e pensões, o então cardeal Patriarca D. José Policarpo afirmava que manifestações de rua não resolviam os problemas do país e que eram “uma corrosão da harmonia democrática“. Em suma, o líder da Igreja Católica em Portugal concluía que “não se resolve nada contestando“. Era portanto aqui que estava a Igreja Católica, e não há registo que qualquer um dos actuais líderes, que decidiu por estes dias apoiar a causa dos colégios privados, tivesse contestado as declarações do cardeal. Como não há, com uma ou outra rara excepção de uma ovelha tresmalhada do rebanho do Senhor, qualquer registo de apoio da Conferência Episcopal às diferentes manifestações contra cortes ou contras a delapidação de direitos sociais que aconteceram durante o consulado de Passos Coelho e Paulo Portas. Hipocrisia? Talvez. Mas acima de tudo a agenda política de uma instituição que supostamente não a tem.

A Igreja Católica vai juntar-se à manifestação de hoje em defesa dos contratos de associação. A Conferência Episcopal Portuguesa referiu ontem ter tomado conhecimento da “grande manifestação” marcada para este domingo “na defesa do direito constitucional da liberdade de ensino”. Nesse sentido, os bispos quiseram “manifestar o apoio a esta e a outras iniciativas” contra os cortes nos contratos de associação. [Ana Bela Ferreira e Carlos Rodrigues Lima, in DN, 29/05/2016]
Só uma pequena questão para suas Eminências Amarelas: onde estavam quando PSD & CDS tomaram medidas que colocaram milhares de professores no desemprego? Já se sabia que a estupidez, contrariamente à inteligência, é ilimitada. Agora podemos juntar a hipocrisia a esta lista.
A situação é rocambolesca. Às 8:51 de hoje, a RTP anunciou que a manifestação dos amarelos teve 30 mil pessoas.

A imagem da esquerda corresponde à publicação original, obtida do feed RSS da RTP. Tinha um erro na hora de publicação, o qual foi posteriormente corrigido. É um detalhe secundário, mas revela algo espantoso. Os factos ainda não aconteceram e a notícia já está escrita.

Imagine o seguinte cenário: estamos algures durante a vigência do anterior governo, período durante o qual foram efectuados cortes profundos na Educação. Revoltados com a situação da escola pública, dirigentes escolares e associações de pais de todo o país decidem iniciar um processo de luta mas não se ficam pelas manifestações. Entre os mecanismos adoptados, vem a público que a estratégia inclui pressionar os alunos a escrever cartas-protesto para o ministério da Educação, instrumentalizadas por adultos com interesses no sector da escola pública, e recorrer a psicólogos com vista a “instruir” as crianças para uma luta que a maioria não percebe. Estão a imaginar? [Read more…]

Foto: Rui Miguel Pedrosa /Visão
Esclarecimento do Tribunal de Contas:
1. Os contratos de associação em questão foram submetidos à fiscalização prévia do Tribunal de Contas (TC) em 2015.
2. Como é habitual, foi produzida uma informação técnica preparatória, pelos Serviços de Apoio do Tribunal, a qual não tem natureza vinculativa e não é notificada às partes.
3. O Tribunal de Contas considerou que os contratos em causa estavam de acordo com a legislação em vigor e que os encargos deles resultantes tinham o devido suporte financeiro, pelo que concedeu visto.
4. Em sede fiscalização prévia, o TC não se pronunciou nem tinha que se pronunciar sobre as questões contratuais que neste momento estão em discussão pelas partes envolvidas. [via Revista Sábado]
Portanto:
Será que, afinal, o hélio com que enchem os balões não é inerte e afecta o discernimento?
A opção de algumas redacções pelos amarelitos é algo que não surpreende, mas que me fez alguma comichão. Se um mísero corte em apenas 39 colégios (há mais de 2000) levanta esta poeira toda, imagino o que aconteceria se o governo tentasse despedir 40 mil professores da Escola Pública. Até a Igreja viria dizer qualquer coisa.
Mas, não gosto que os meus cometam os mesmos erros e o Jornal Público ainda é o meu jornal e por isso tenho que lhes bater.
Nas últimas horas conheceram-se três factos sobre este processo e todos eles merecem referência no site do Jornal: [Read more…]

© Red Hook Terminals (http://bit.ly/25qLQw7)
There have always been benevolent aristocrats. That doesn’t make me fall in love with the feudal system.
— Noam ChomskyAlfieri: But this is Red Hook, not Sicily. This is the slum that faces the bay on the seaward side of Brooklyn Bridge. This is the gullet of New York swallowing the tonnage of the world.
— Arthur Miller, A View from the Bridge
***
«Perceberam que não tinham razão e meteram a viola no saco», disse hoje António Costa, acerca da forma como Assembleia da República e Governo têm gerido a matéria Acordo Ortográfico de 1990. Efectivamente, depois de terem lido os pareceres (ver nota 13), os deputados e os ministros acabaram por meter a viola … Ah! Não foi sobre o Acordo Ortográfico de…? Foi sobre os colégios. Segundo o primeiro-ministro, os deputados da oposição terão percebido que não tinham razão e meteram a viola no saco. Sobre os colégios. Ah! Não foi sobre o Acordo… OK. Que grande confusão a minha. Peço imensa desculpa. Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.
“A pressão é enorme”, assegura M., encarregada de educação de um aluno do 8º ano do Colégio Conciliar de Maria Imaculada (CCMI), em Leiria, em alusão aos mais de 20 emails de mobilização para as diferentes iniciativas de contestação contra o Ministério da Educação. [Jornal de Leiria]
Percebo as razões porque se movimentam os colégios privados. Dinheiro. Não há mistério algum nisto e, para eles, os meios, mesmo que reprováveis, justificam os fins.
Percebo, igualmente, porque razão a direita e alguns sectores do PS os apoiam. Dinheiro, novamente. Também não há mistério algum, especialmente agora que é preciso encontrar negócio que substitua as obras públicas. Estas foram, durante muito tempo, parte do trinómio financiamento partidário/negócios privados/enriquecimento pessoal. O Estado, agora, não tem dinheiro para obras, pelo que os serviços públicos são a nova mina, onde educação, saúde e segurança social podem render milhões em negócios.

Numa célebre entrevista dos tempos sombrios em que presidiu ao Conselho de Ministros, Pedro Passos Coelho tem uma afirmação que ficaria para sempre ligada à sua acção governativa e que nos diz muito sobre a sensibilidade social do ex-primeiro-ministro. Líder de um governo que promoveu como poucos a precariedade na escola pública, Passos aconselhava os professores desempregados a emigrar. E muitos não tiveram outra alternativa que não fosse seguir o amável conselho. O tempo não estava para pieguices. [Read more…]
De repente, perante as aleivosias e sandices, os ressabiamentos e os extremismos que eu julgava estarem ultrapassados na nossa sociedade,
decidi publicar uma brincadeira que escrevi no outro dia. É o…
MANIFESTO A FAVOR DA LIVRE ESCOLHA PORQUE eu sou eu…e escolho a Escola do meu Filho!
Porque quero ter direitos de escolhas, faça-se a minha vontade! Ámen, Senhor! “Pois mais fácil é passar um camelo pelo fundo de uma agulha…”
Quero ter o direito a ter o direito de escolher …pois eu não sou eu?
Muitos, por aí, “ com olhos doces” e “palavras melífluas”, dizem que temos direito a escolher a educação dos filhos…
Têm toda razão! Assino! A educação são os pais que a dão aos filhos e cada pai escolhe a educação que lhe aprouver … em casa, quando começam a transmitir os primeiros valores e princípios que vão reger os filhos durante a vida…
Que raio! Estes valores, estes princípios, a moral, a religião, o clube e tutti quanti, afinal, são educação ou imposição?
E a criança cujo pai vive na direitolândia ?! Escolheu o pai, a mãe, os irmãos, os tios, os avós, os primos, a religião, a casa, a rua, o país, o planeta…?
Porque eu sou eu e o mundo gira à minha volta.
Porque quero ter direitos de escolhas, faça-se a minha vontade! Ámen, Senhor! “Pois mais fácil é passar um camelo pelo fundo de uma agulha…”
Quero ter o direito a ter o direito de escolher … pois eu não sou eu? [Read more…]
Há momentos em que tudo se torna mais simples e, ainda que a vida seja feita de muitos tons, a verdade é que há situações em que a realidade nos apresenta duas partes. De um lado os amarelos, do outro, os defensores da Escola Pública. Já fez a sua opção? Assine!

A revista Sábado deu o mote, o ministério da propaganda fez o resto. De um momento para o outro, Tiago Brandão Rodrigues é o Relvas do governo socialista, o gajo que deu o golpe na academia. Com a diferença que, ao contrário do que aconteceu com o ex-braço direito de Passos Coelho, a academia saiu em defesa do ministro da Educação e desmentiu o professor que acusou Brandão Rodrigues de se ter apropriado ilegalmente de 18 mil euros atribuídos pela FCT: [Read more…]
Alexandra Leitão, Secretária de Estado da Educação, usa texto enviado pelo Ministério da Educação do governo anterior ao Tribunal de Contas para esclarecer a ilegalidade dos contratos de associação em zonas onde não exista carência de escolas públicas.
Dá gosto ver os peões da direita a rebolarem os olhos ao levarem com os seus próprios argumentos.
Existem problemas bem mais graves que aquele que ocupa a actualidade política há quase um mês: porque o Governo decidiu (e bem) não continuar a financiar alunos de colégios privados que operem em zonas onde existam vagas em escolas públicas, criou-se um alarme social que já mereceu referências (particularmente significativas e nada inocentes) do Cardeal Patriarca e do Presidente da República.
Toda a polémica respeita a 3% (79 escolas, para ser exacto) de toda a rede de ensino privado, composta por 2.628 escolas. Mas rápida e maliciosamente foi apresentada como um ataque a todo o ensino privado. Estas 79 escolas propalaram a probabilidade falsa de virem a ser despedidos cerca de quatro mil professores, quando esse número representa a totalidade do seu corpo docente e o Estado já garantiu, reiteradamente, que nenhum aluno, de nenhum ciclo de estudos em curso, deixará de ser financiado.
Sendo certo que os contratos de associação sempre foram instrumentos sujeitos à verificação da necessidade de recorrer a privados para assegurar o ensino obrigatório, é igualmente certo e óbvio que sempre foram marcados pela possibilidade de cessarem, logo que desaparecesse a necessidade. Porquê, então, tanta agitação, apesar do senso comum apoiar a decisão e a Constituição e a Lei de Bases do Sistema Educativo a protegerem? Porque o corte futuro de cada turma significa 80.500 euros a abater ao apetecível bolo anual de 139 milhões; porque, a curto prazo, ficarão inviáveis os colégios que vivem, em exclusivo, da renda do Estado e dos benefícios fiscais decorrentes do estatuto de utilidade pública; porque, dor maior, muitos desses colégios têm projectos educativos de índole confessional católica.
Com este cenário por fundo, não retomo argumentos que estão mais que expostos. Prefiro recordar intervenções de diferentes protagonistas e, com elas, afirmar que será politicamente curioso seguir os próximos desenvolvimentos. [Read more…]

“Mas isso é tema para debater no tal grande debate sobre Educação que é necessário e urgente iniciar. O que aqui está em causa são os Contratos de Associação, a lei e a obrigação de a cumprir. E dar atenção a um espírito reformista que é preciso acalentar, nomeadamente num país conservador que insiste em não resolver os seus problemas crónicos. Há muitas razões para ver isto de forma muito ponderada e com bom-senso. Sempre defendi que a Educação, a par da Cultura, não são um custo, mas sim um investimento de médio e longo prazo. Custa-me ver o debate centrado somente nisso, bem como a ligeireza com que se fazem propostas de privatização da Educação em detrimento da Escola Pública. A Educação é um objetivo muito maior. Tem a ver com o futuro, com aquilo que queremos ser como país e como povo e com a escolha que fizemos pela democracia e pela liberdade.”
Com um um artigo que publiquei no Observador sobre a Escola, os contratos de associação e a necessidade de debater a Educação, deixo-vos um convite para assinarem a Petição em Defesa da Escola Pública. Por favor leiam e se concordarem assinem (online).
Despacho Normativo 1 H/2016. Tem designação que parece de gripe de aves mas está a fazer mossa. Com ele, o Governo pretende cumprir os contratos em vigor de associação com escolas até ao termo de validade e não celebrar novos contratos onde já exista oferta de escola pública bastante.
Vejamos o que está em causa. [Mendo Henriques]
Ler para ver o que está em causa. É coisa pouca. Apenas manipulação e dinheiro “dos contribuintes” que agora a direita diz que se pode gastar.
O Director do Agrupamento de Escolas de Figueira de Castelo Rodrigo declara que, em 2015, lhe teriam sobrado 469 817 €. E esta, hein?
Quando se fala de sindicatos e de educação a FENPROF é a referência que todos têm e isso, num universo sindical completamente pulverizado, nomeadamente por quadros de direita (PSD) que, nos tempos do Cavaco Primeiro, se distribuíram por amostras de sindicatos. Ontem, ao fim da tarde, quando ouvia, no carro, o programa de debate da Antena 1, Contraditório, o Vaz dizia, ali pelo minuto doze, que o líder da FENPROF, Mário Nogueira, tem esse papel há décadas.
Ora, creio, poder escrever com toda a FORÇA que as palavras podem ter: Raul Vaz mentiu porque, Mário Nogueira não é o líder da FENPROF há décadas. Poderá o senhor comentador visitar um texto escrito há uns tempos com algumas perguntas sobre o mundo sindical docente. Talvez aí encontre alguma informação que ignora. Ou não!
Repare, caro leitor, há um ano, a FNE (laranja) assinou um acordo com os patrões do privado que levou milhares de professores do privado ao desemprego e outros tantos ao desespero. Pois agora, junta-se ao coro dos patrões. Coerências! Mas, sobre isto, o Comentador não tem nada a dizer…
Isto é muito simples: os defensores de privilégios à custa de dinheiros públicos estão necessariamente contra a escola pública e a favor do incumprimento da Lei. A hipocrisia grassa.
Ontem, graças a uma iniciativa da FENPROF, houve uma conferência de imprensa em Coimbra, com a participação, entre outros, de três directores de escolas públicas, homens conhecedores do terreno, que explicam tudo de modo claro e sucinto, desmontando, inclusivamente, a alegada superioridade do ensino privado.
No primeiro vídeo, ouvem-se as palavras do meu amigo Augusto Nogueira, Director da Escola Secundária D. Dinis; depois, Paulo Costa, Director do Agrupamento de Escolas Rainha Santa Isabel; finalmente, o Manuel Rocha, Director do Conservatório de Música de Coimbra.
Isto é muito simples: basta ouvir quem sabe. Os vídeos estão a seguir ao corte. [Read more…]

O pessoal da caranguejola pafiosa continua a divertir-me e a preocupar-me. Neste momento, diverte-me um bocado mais, porque não está no poder. Preocupa-me, porque poderá voltar a estar. A última causa a que resolveram dedicar-se é a da defesa dos colégios, o que é cómico, tendo em conta que os colégios não foram atacados.
Primeiro, enquanto governo, perverteram os contratos de associação, permitindo a abertura de turmas em escolas privadas ao lado de escolas públicas, quando os contratos de associação, re-re-re-re-repita-se, foram criados para suprir a falta de oferta pública e não para financiar a concorrência de colégios ou de cooperativas a escolas do Estado.
Depois, fingem que há um levantamento comuno-marxista-norte-coreano-guerrilheiro-ateu-demoníaco-sindicalista-nogueirista contra os colégios. O diálogo não é de surdos, mas é com gente que se finge surda. O actual governo e os partidos que o apoiam dizem “Queremos rever os contratos de associação.” e a caranguejola pafiosa responde que é uma vergonha, que é um ataque aos privados e até a Nosso Senhor. O actual governo e os partidos que o apoiam falam na necessidade de racionalizar recursos e os caranguejoleiros dizem que há um ataque à liberdade de escolha dos pais e dos encarregados de educação. [Read more…]
Esta não é uma discussão ideológica. É uma discussão de boa gestão e políticas públicas. Não há qualquer racionalidade em pagar duas vezes pelo mesmo serviço.
A explicação simples e objectiva do Ricardo Paes Mamede.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Recent Comments