Crónicas do Rochedo #XIV :: A ousadia dos tontos

O comentador de direita(???) que a esquerda mais gosta, João Miguel Tavares, escreveu no Público um artigo em que procura explicar porque não pode um maçon ser Primeiro-ministro em Portugal.

Aguardo pelos próximos artigos onde o autor vai explicar que não pode um membro da Opus Dei ser Primeiro-ministro em Portugal nem uma Testemunha de Jeová e menos ainda um clérigo da Igreja Adventista resvalando nas semanas seguintes para a proibição aos Judeus, seguido do mais que lógico impedimento a qualquer criatura que seja adepta do FC Porto. O mais difícil é começar e JMT já começou.

Porém, uma leitura mais atenta ao seu artigo permite perceber melhor quem quer ele atingir. A maçonaria? Não, este é daqueles que é forte com os fracos e fraco com os fortes. Não. Todo aquele relambório tinha como único objectivo açoitar dois protagonistas da direita portuguesa. E como a esquerda gosta destes fretes! As desculpas e as voltas que o autor deu para chegar a Luís Montenegro e Pedro Duarte. Parece que os dois são da maçonaria. Segundo as fontes do JMT. Porque os visados não desmentiram as referidas fontes/notícias conclui o comentador de direita adorado pela esquerda caviar que eles são da maçonaria. Não sei. Desconfio é que sejam ambos do FC Porto e isso sim, para o JMT e os seus companheiros de luta, isso devia ser criminalizado. O que eu gostava de saber é se qualquer um deles é competente para o suposto cargo. Dispenso, deve ser mania minha, saber se são da maçonaria, da opus ou testemunhas de Jeová ou qual a sua orientação sexual. Mas devo ser eu que estou errado.

Não conheço o Luís Montenegro, penso que me cruzei com ele uma ou duas vezes em cerimónias públicas. Já o Pedro Duarte conheço. E do que conheço considero-o competente para o cargo. Só não sei é se ele o deseja. Se não o deseja, não terá de se preocupar com este tipo de tonto. Se o deseja, então muito cuidado. O ideal é começar, desde já, a usar na manga da camisa uma fita identificadora. Seja ela um triângulo com um olho no meio ou uma estrela de David ou mesmo uma bola de basquetebol azul com um Dragão na parte superior.

É que a ousadia dos tontos é muito perigosa. Mesmo.

Braga e o Dia do Trabalhador


À pressa,  há pressa em inaugurar mais um supermercado no centro da cidade! 
© GS

Uma República Laika

laika

Laika como a cadela russa conhecida por ter sido o primeiro ser vivo terrestre a ser lançado no espaço. E não laica por assumir uma posição oficialmente imparcial no domínio religioso, não apoiando nem descriminado nenhuma religião.

De acordo com as versões oficiais, Laika morreu, como aliás antecipadamente se sabia, cerca de uma semana após o lançamento do Sputnik 2, em 3 de Novembro de 1957. No entanto, a experiência, que visava testar a capacidade de resistência animal no espaço, não traria grandes contributos para o conhecimento científico da época, tanto mais quanto a cadela morreu, afinal, devido ao pânico e ao sobreaquecimento, algumas horas depois de o satélite ter sido lançado.

O Sputnik 2 viria, com o cadáver de Laika a bordo, a dar 2.570 voltas ao redor da Terra, até incendiar-se na atmosfera no dia 14 de Abril de 1958, depois de 162 dias em órbita. Menos, é certo, do que o Governo que pretende decretar agora, a pedido dos bispos, tolerância de ponto na função pública, no dia 12 de Maio.

Não depositando grande expectativa na fundamentação desta decisão, seja ela assente no respeito pelos sentimentos religiosos maioritários do povo, em razões de segurança ou nas eleições autárquicas que se avizinham, todas elas ilegítimas e desapropriadas, e não obstante a aparente complacência da esquerda, resta saber quanto tempo demorará a tornar-se cadáver um Governo que comete o pecado de violar os princípios republicanos em que se diz sustentar.

 

Macron

Será o próximo presidente de França. Boas notícias para o liberalismo, derrota em toda a linha para o estatismo de esquerda e direita…

Devia era pedir desculpa ao Benfica

FC Porto envia pedido de desculpas à Chapecoense

Olho por olho, (resi)dente por (resi)dente

Uma série de acontecimentos ocorridos recentemente, entre descarrilamentos, um eloquente post de alguém muito atento à matéria ferroviária e actos de residência pífios, levaram-me, em associação livre de ideias, ao novo disco dos The Residents, todo ele construído sobre relatos do crescente número de acidentes de comboio que o incontrolável desenvolvimento tecnológico de finais do século XIX ia produzindo e das “rápidas e desagradáveis mortes” que infligia.

Não pretendendo enveredar pela crítica a mais um capítulo da extensa obra desta super-banda – toda a gente ama os Residents, os quatro decoradores de interiores do apocalipse, embora desconhecendo a identidade dos seus membros, quando não mesmo a sua música (música?) -, não posso deixar de assinalar aqui o seu 84.º álbum, “The Ghost of Hope,” na esperança que vos possa assombrar o luminoso fim de semana que se avizinha.

Desapareceu a Estátua de D. Pedro IV na Praça

Talvez ficasse melhor

Bananas international airport

Jacinta e Francisco, Santos.

E Lúcia? Fica a ver navios?

lúcia

Nah… Este pode ser só o teaser para o cartaz do próximo dia 13 de Maio em Fátima.

 

Tão f***dos que nós éramos

Era assim. Um fidelíssimo retrato pela Clara Ferreira Alves de Portugal antes do 25 de Abril. Revista E, Expresso, 18/03/2017 (clicar para ler). Assinaturas Expresso Digital aqui.

Que invejoso!

Outra deste (além da aldrabice do Mestrado).

Cito George Best, futebolista do MU,  “Gastei muito dinheiro em bebida, mulheres e carros rápidos. O resto gastei mal gasto”.

Pecados da Igreja

Pecados_da_Igreja

“O pecado é tão antigo quanto a Igreja pois esta é feita de homens com as mesmas tentações e fraquezas de todos os outros. E a Igreja Portuguesa não é exceção. Com um estilo ligeiro mas sustentado numa investigação meticulosa, Secundino Cunha revela-nos os acontecimentos que marcaram negativamente a Igreja portuguesa nos últimos 20 anos, abalando populações e incendiando o país.
Casos de padres que cederam à tentação do amor, narrativas de desventuras e vinganças, histórias de revoltas populares e fugas atribuladas por paixão que deram origem a calvários sem fim. E, claro, não poderiam faltar os famosos contos do vigário. Venha descobrir e deleitar-se com uma Igreja Católica Portuguesa que nunca imaginou, e os desafios diários que ela enfrenta na luta eterna entre a virtude e o pecado”.

Falar sobre o CETA em Portugal- mas a sério

Aprovado que foi o acordo de comércio livre entre a União Europeia e o Canadá (CETA) pelo Parlamento Europeu no passado dia 15 de Fevereiro, irá entrar em vigor muito em breve – provavelmente a partir de 1 de Abril – a parte do acordo que é da “competência exclusiva da UE”. Atendendo a que se trata de um “acordo misto” – classificação arrancada à força à Comissão, que insistia no “EU only” -, é agora a vez dos 38 parlamentos nacionais e regionais da UE ratificarem o acordo. O governo português está mortinho por fazê-lo até ao verão, em conluio com os partidos da ex-PAF, chumbando, de cada vez que são apresentados, projectos de resolução do BE, do PCP  e do PEV contra o CETA.

Sendo irrisório o número de portugueses que têm conhecimento do CETA, a Plataforma Não ao Tratado Transatlântico vem, há anos, exigindo a realização de debates e a divulgação do acordo por parte dos media e do governo. Pois bem, eis a grande e rara oportunidade de alguns habitantes de três cidades do país ouvirem falar no assunto, no âmbito dos debates que o governo vai realizar, a saber:

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EDP: A Esquerda que ladra mas não morde

A EDP teve em 2016 lucros de mil milhões de euros. Não obstante, recebeu no mesmo período um perdão fiscal de 20 milhões. Fora os outros.
E mesmo assim, já garantiu que a sanha contra os contribuintes vai continuar. E mesmo assim, sem precisar de garantir, os portugueses vão continuar a pagar uma das electricidades mais caras da Europa.
Escandaleira que não perturba a Esquerda e seus apoiantes. Já lá vai quase ano e meio de Geringonça e, no entanto, continuamos à espera – sentados, de preferência – de medidas que acabem com a pouca-vergonha. Planos Nacionais de Barragens, Barragem do Tua, rendas excessivas, perdões fiscais – em António Mexia e no seu buraco, cabe tudo. Mil milhões de lucro? Qual seria o défice se esse lucro fosse do Estado?
Do PS, nada espero. É exactamente igual ao PSD. Do PCP e do Bloco, esperava mais um (gigantesco) bocadinho.

Notícias da Palestina

Tamel Abu Ghazaleh nasceu no Cairo em 1986 no seio de uma família palestiniana. Aos 2 anos cantava e tocava música, tendo começado a compor com a idade de 9 anos. Iniciou formalmente a sua educação musical em 1998 no Conservatório Nacional de Música de Ramallah (actualmente, Conservatório Edward Said), onde estudou os seus instrumentos de eleição – o oud e o buzuq -, assim como teoria musical, história, análise, composição, arranjo e performance, sob a supervisão do músico palestiniano Khaled Jubran.

Em 1991, Abu Ghazaleh lançou o seu primeiro single, “Ma Fi Khof” (“Sem Medo”), que passou a ser amplamente cantado em protestos durante a primeira Intifada. O seu primeiro álbum, “El Janayen Ghona” (“Jardins de Música”), com canções por si elaboradas entre os 5 e os 15 anos, foi editado em 2001. Em 2006, com 20 anos de idade, produziu o seu segundo álbum, “Mir’ah” (“Espelho”), que editou em 2008. O registo das sete canções, escritas nos períodos de recolher obrigatório da segunda Intifada, reflecte a experiência de viver na Palestina durante esse período.

Em 2007, fundou a organização de música independente “eka3”, concebida como incubadora de negócios de promoção da música árabe, através da qual fundou a editora musical “Mostakell”, uma empresa de agência musical e uma empresa de licenciamento de música, tendo ainda sido co-fundador da revista de crítica musical “Ma3azef.com”.

Em 2010, Tamel Abu Ghazaleh fundou o grupo musical multi-géneros “Kazamada” com Zeid Hamdan, Mahmoud Radaideh e Donia Massoud e em 2012 co-fundou a banda alternativa “Alif”, com Maurice Louca e Khyam Allami, tendo colaborado com variadíssimos músicos árabes e participado em diversos projectos artísticos desde 2005.

(Do currículo do autor em http://www.tamer.ag/)

No ano passado, editou em nome próprio o álbum “Thult” (“Terceiro Álbum”), de onde vos deixamos o vídeo da música “Khabar Ajel” (“Notícias”): um convite aos famintos do mundo para visitarem a Palestina e deliciarem-se com os manjares que ali são diariamente servidos (a letra está disponível em inglês na página da origem). Bom fim de semana!

SubvençõesVitalícias.pt por José Magalhães

José Magalhães poderia ter escrito uma obra sobre como lutar pelas subvenções vitalícias. Foi um entre os 30 deputados do PS e do PSD que pediram ao  Tribunal Constitucional para travar a norma que acabava com as subvenções vitalícias dos deputados com rendimento de outras fontes, superior a 2 mil euros por mês. Relembro que os eleitos depois de 2005 já não têm direito a essas subvenções. Mas não, Magalhães decide brindar-nos com um livro moralista sobre remunerações de eleitos como se não fosse nada com ele, como se não tivesse beneficiado e bem (as subvenções vitalícias são um exemplo escandaloso) durante 30 anos de parlamento daquilo que agora alega denunciar. É giro denunciar depois de beneficiarmos. É extremamente credível…

Mas esta obra tem mais um ponto interessante, que é o associar automaticamente um estatuto de político profissional aos eleitos. Ora, numa democracia, no nosso parlamento, há professores, investigadores, estudantes, advogados, médicos, etc., que são eleitos por 4 anos e depois desses 4 anos muitos deles voltam à sua vidinha anterior. [Read more…]

Com essa roupinha… estavas a provocá-lo.

 
Tracey Ullman – BBC Comedy. Ou ver as coisas do outro lado.

O Portugal dos afectos ainda não chegou às redes sociais

Captura de ecrã 2017-03-11, às 19.15.00

No passado Dia Internacional da Mulher, o vereador da Cultura da Câmara Municipal da Maia, Mário Nuno Neves, escreveu um post na sua página de facebook onde, entre outras coisas, disse o seguinte:

Na maioria das retóricas sobre o Dia da Mulher não consigo deixar de perceber um paternalismo camuflado. Nada que me espante. O que me faz pasmar é o ar de felicidade bovina da maioria das mulheres quando escutam estas baboseiras. Filha minha dava-lhes com a cadeira na cabeça.

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Pão e Rosas

Um texto de João José Cardoso, publicado, no Endrominus, no dia 8 de Março de 2007.

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(imagem daqui)

O Dia Internacional da Mulher foi estabelecido a partir da data de uma greve de operárias nova iorquinas, em 8 de Março de 1857. Ou talvez não. Rezam algumas crónicas que patrões e polícias trancaram as mulheres dentro da fábrica, lançaram-lhe fogo, e 129 morreram carbonizadas.

Embora factos como este tenham sucedido mais de uma vez num século XIX liberal, quando os patrões faziam mesmo o que queriam, existe um misto de lenda e história na escolha da data.

Prefiro outra lenda, a do Pão e das Rosas, por vezes misturada com as do 8 de Março, que tem origem num poema com o mesmo nome da autoria de James Oppenheim, publicado em Dezembro de 1911, e oferecido às “mulheres do Oeste”. Está geralmente associado a uma greve do sector têxtil em Lawrence, Massachusetts, em Janeiro-Março de 1912, e que ficou conhecida pela Greve das Rosas e do Pão. A greve de Lawrence, que uniu dezenas de comunidades imigrantes foi, em grande parte, conduzida por mulheres. Muitos afirmam que, durante a greve, algumas das mulheres transportavam um cartaz que dizia Queremos pão mas também queremos rosas! Não existem provas fiáveis que o confirmem, e esta afirmação foi rejeitada por alguns veteranos da greve de Lawrence, provavelmente homens, está-se mesmo a ver.

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Para esquecer de vez o do bolo rei…

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… porque este é definitivamente mais bolos (e parabéns, RTP. Apesar de tudo).

Golos que vão disfarçando falta de qualidade

Sérgio Ramos. Duas cabeçadas, dois golos. Não é efectivo nem bonito mas nasceu com o dom de marcar no momento da verdade.

O Jaime Nogueira Pinto possui o direito a falar?

Não, não possui. Possui o direito a estar calado na mesma medida em que o regime que ele defendeu e defende considerava como um dever cívico do ser humano o dever a estar calado. “Não se discuta política” – disse um dia Salazar.

Bolsas de estudo do Ensino Superior: uma questão sem fim

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Em 2005 quando entrei no ensino superior, a DG\AAC então presidida por Fernando Gonçalves lutava com afinco pelo aumento do numero de bolseiros na UC. Eu, na altura um jovem caloiro bolseiro, tomei a luta como minha e avancei com a Direcção Geral para Lisboa, chegando inclusive nessa manif a levar uma lapada de uma amiga afecta ao Bloco quando a manifestação se dividiu em duas com agendas distintas.

Anos mais tarde quando o Governo Sócrates decidiu fazer modificações ao Regulamento de Atribuição de Bolsas de Estudo em 2010 com o famigerado Decreto-Lei 70\2010, na condição de não-bolseiro, alinhei mais uma vez na luta e pressionei muito a DG de Miguel Portugal a avançar para formas de protesto não convencionais. A nova ponderação dos elementos do agregado familiar para e feitos de cálculo do valor a atribuir excluiu o acesso a milhares e levou pela primeira vez no Ensino Superior a uma debandada em massa de estudantes por indeferimento das suas bolsas e consequentemente por falta de recursos financeiros. Esse DL previa na altura a passagem de todos os membros do agregado familiar para uma capitação inferior a 1, algo completamente ridículo que obviamente se reflectia nas fórmulas de cálculo. O agregado que auferia a título de exemplo 13000 euros por ano a dividir por 4 elementos, via na nova fórmula uma divisão do valor por 2.7 pessoas. O candidato valia 1 pessoa, pai e mãe 0.5 e o irmão 0.7. O rendimento per capita subia, portanto. [Read more…]

O observador no seu melhor; o “policiamento das praxes

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AA de Coimbra? Não conheço. Conheço a sigla AAC, sigla que abrevia a Instituição Associação Académica de Coimbra. É o que dá poupar nos títulos.

Mas até via com bons olhos o policiamento das praxes. O policiamento a sério, sem aspas, com ordem para dar nas canelas e nas cacholas de todos aqueles frustrados recalcados (na sua praxe) que acham que o uso de uma capa e batina dá direito a super poderes ilimitados para molestar, agredir e humilhar.

Propor a supervisão das praxes por parte das instituições de ensino superior e do governo é algo que não vai mudar absolutamente nada na questão a não ser a criação de mais uma dúzia de observatórios fantasma (quase sempre criados para dar mais uns empregos aos boys das jotas) e de relatórios inconclusivos. O humilhado na praxe vai continuar a humilhar na veste de praxista, o agredido vai agredir, o veterano vai continuar a tentar abusar sexualmente da inexperiente caloira na sua primeira semana (sim, isto acontece!) e por aí adiante. Os crimes que diariamente se cometem pelas instituições de ensino superior deste país continuarão a ser silenciados pelos que os sofrem em virtude daquela estranha e arcaica Omertà imposta pelos vets e as vítimas, bem as vítimas continuarão a desistir dos seus cursos por vergonha ao invés de serem estimuladas a clamar por justiça.

Antoine Griezmann e a crise no Valência

O avançado francês fez o que quis da defesa ché. No lance do primeiro golo do Atlético chega a ser dramático para quem vê, sabendo de antemão a qualidade dos jogadores do Valência a forma displicente em como o avançado gaulês consegue sair da primeira linha de pressão por falta precisamente de capacidade (mesmo até de vontade e de atitude), como ninguém sai a Koke no momento de transição e como Griezmann vindo de trás tem todo o tempo do mundo para passar pela defesa do Valentia sem que alguém o acompanhe.

A equipa de Cesare Prandelli mete dó.  [Read more…]

A nossa primavera

Lie to me if you will at the top of Beringer Hill
Tell me anything you want, any old lie will do
Call me back to you

Era para vir elogiar a exibição do Bas Dost…

… mas acabo por ter que vir realçar a incapacidade visível desta equipa em gerir vantagens, as falhas na pressão a meio-campo e a crónica avenida e falta de agressividade na lateral esquerda.

Os segredos de Lionel Messi

Para desfrutar do futebol positivo do argentino na goleada por 5-0 frente ao Celta de Vigo.
O golo de Neymar e o último do argentino chegam a ser ridículos de tão bem conseguidos do ponto de vista técnico. Não é fácil brincar com o centro de gravidade do guarda-redes.

Quais são os segredos do futebol redondinho do jogador argentino?

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Obrigado Campeões!

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Nelson! Patrícia! Tsanko! O nosso atletismo continua de boa saúde!

No rumo certo

bruno carvalho.png

O meu grande Amigo Francisco (porque amigos presentes como o Francisco como o Ricardo, como o João, como a Ana, como o António, como o Fernando, como a Eva, no fundo como todos os que tenho aqui nesta grande família que é o Aventar, escasseiam) tinha razão quando aqui escreveu que Bruno de Carvalho estava no rumo certo.

Efectivamente.

Uma grande “sova”, pá. De Sportinguismo, em primeiro e único lugar. Estamos mais vivos que nunca.

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